Um homem claro, de olhos azuis, cabelos encaracolados castanhos, sentado num banco, entra um homem na sala acompanhado de uma mulher.
-O anjo estrangulador.
O homem joga as fotos das vítimas na mesa.
-Sabe quem são?
-Cadê os jornalistas, a imprensa. O trabalho que fiz foi muito bom, é digno de uma foto. -sorrir.
-Infelizmente doentes como você surgem cada vez mais.
-Só foram 11? -Pergunta a mulher.
-Só o que vocês sabem, perdi a conta.
-E Sabrina onde ela está? É a única vítima que não foi encontrado o corpo.
-e se não tiver corpo?
-Você só atacou mulheres e meninas.
-Que preconceito! Curtia rapazes também cheirando a leite, se é que me entendi. -rir.
-Como escolhia as vítimas?
-Andava pela rua e aí se visse uma boa vítima a escolhia, puxava conversa no ônibus, na lanchonete, na rua... Uma roleta russa, assim ficava mais emocionante pra mim e pra vítima. Depois seguia todos os passos...
-E estrupava todas as vítimas.
-Só as que eu tinha vontade e depois estrangulava e cortava o corpo todo.
Eles verem no vidro o pai de Sabrina chegar, ele entra e vai em cima do assassino.
-Era uma menina de 14 anos. -chorando.
Os guardas o seguram, o Anjo estrangulador em pé. O pai se acalma.
-Por que minha filha? Onde ela está?
-No dique, todos os pedacinhos dela estão lá.
-Monstro! -dá um murro.
O homem vira o rosto e limpa o sangue.
-A sua filha era bem gostosinha, até gostou a safada.
Os guardas seguram o pai
-O tirem daqui. -Pede a investigadora.
O pai é retirado.
-Dizem que Deus e os anjos dele observa nossos passos. Que Deus? -sorrir -Ninguém, nem os anjos se importa conosco, Deus se esqueceu da gente faz tempo. estamos sozinhos.
A investigadora olha para ele e se retira, o investigador senta de frente para ele.
-tem um filho, é viúvo. Espero que ele saiba que não é bom falar com estranhos, tem muitos aí, pervertidos igual a mim, doidos para tirar a inocência de uma criança de oito anos. Torço que você saiba onde ele esteja. Quem sabe na minha cama.
-cALA A BOCA. -O investigador com as mãos no pescoço do assassino..
Ele olha o pai chegando a delegacia.
-Quem o chamou? Por que o chamaram? -Ele chuta a cadeira.
-Acalme-se.
-Ele tem problema do coração. -Chorando.
Ele levanta, olha para o pai.
-Ele nunca vai me perdoar.
-E você se perdoaria?
-Minha mãe disse que eu não tinha coração.Fica dificil perdoar sem coração. Você não acha?
--Você sabe o que vai acontecer com você? Os prisioneiros adoram pessoas como você.Conte pra mim onde está a menina.
-Eu me mato antes de entrar na cela, e nunca, nem você e nem os pais da menina vão saber onde ela está.
-Quero que veja uma coisa.
Mostra a foto de uma menina de quatro anos.
-Gostaria que fizessem isso com a sua filha?
-Ela está morta. cansei de conversar com você, prefiro a gostosona da investigadora.
-Não sei por que te apelidaram de o Anjo estrangulador.
-Dizem que é por causa do meu olhar de anjo. Até Satanás foi um anjo querido.
O investigador vai se retirar.
-Tranque bem a porta do quarto do seu filho. Vou me mastuubar hoje a noite pensando nele. -o investigador se retira.
Mais tarde o investigador com um martelo quebra o cadeado e abre a cela e tira de lá o Anjo estrangulador, o algema.
-Vamos dá um passeio.
O leva ao Dique.
-Onde está a menina? -Com uma lanterna.
-Procure. Ela não deu muito trabalho, não gritou, deve lhe ajudar.
O investigador o joga no chão e mira a arma.
-Isso faz justiça com a própria mão.
-Eu liguei pra casa e o meu filho está assistindo um filme com um amighinho dele.
-Você acreditou. -sorrir -Aprendi a blefar jogando cartas.
O investigador continua procurando, o homem olha um toco de madeira atrás do banco, se abaixa e pega e bate várias vezes com ele na cabeça do investigador, que cai no chão. Pega a chave, se livra da algema.
-Idiota. -o puxa pelos cabelos, até a plataforma de madeira que prende os barcos, olha pelas frestas a menina. -Não consegui falar? Ai eu costurei o lugar errado. Se eu tirar a pedra que te sustenta. isso, você respondeu corretamente, você morre afogada.
Se joga na água, e tira a pedra.
Sobe a plataforma.
-Eu soube que é funda. Aí a agua está gelada. Ah investigador tem que trocar as pessoas que revistam lá. Olha o que deixaram passar.
Faz a injeção e aplica no investigador.
-a sensação é ótima, você fica tonto... Tonto. Ai você vai tentar salvar a menina e vai morrer também afogado. Eu não disse que ela estava no dique.
O investigador tenta se levantar inutilmente, cai. O homem vai até o carro, acende um cigarro, liga o som.
-Ai que música ruim, péssimo gosto investigador..
Entra no carro, procura um disco, o investigador quebra o vidro dianteiro do carro e tira o homem de lá e dá vários murros no homem, esse o chuta e o investigador cai no chão.
-É vou ter que adiantar a sua morte. -pega a arma.
Veer o farol de um carro,é atropelado, sai do carro a investigadora e atira na cabeça do Anjo estrangulador.
-Está bem?
-salve a menina.
No hospital.
-o médico disse que você ainda deve ficar um pouco tonto nas próximas 12 horas, mas está bem.
O investigador chega em casa.
-Miguel? Filho? Ruth?...
Sobe a escada, encontra a empregada chorando.
-O Miguel...
-Cadê o meu filho?
-Ele estava assistindo a um filme com um amiguinho dele e eu na cozinha, alguém o chama e ele desceu. -chorando a empregada.
-Quem foi? -sacudindo o menino.
-ele disse que era um amigo com quem ele se corrrespondia na internet.
O investigador larga o menino, coloca a mão na cabeça, está chorando.
-Meu filho... Meu filho. Não!
quarta-feira, 11 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Releituras

Dois sujos numa noite suja.
Me lembrei que eu não perguntei o seu nome
Nem pedi seu telefone
Muito menos o endereço
Pra quê?
Sempre fui uma pessoa sem compromisso
Naquela noite te conheci com apreço
Quem dera! Seria um infâmia se escrevesse isso
Mas escrevo, temos que imortalizar a nossa melhor transa
É isso mesmo, você onde estiver saiba que me deixou na fossa
Com saudade daquela transa
Se é moça não leia o resto, pra não ficar ruborizada
Não estou aqui para ditar minhas qualidades, pois não escreverei sobre isso
A comi com ferocidade, tinha cara de moça e corpo de puta
Eu era o imperador desbravando o sexo dela
Se sentinddo todo dono entre as pernas dela
Com toda minha virilidade e com muita foreça
Ela gritava e gemia querendo o meu néctar
Nos beijavamos até ficar sem ar
As horas passavam e você não cansa
digo entre os dentes que me fez suar
Eu achando que era o caçador, na verdade era a presa
Se as paredes falassem
Ela era uma mulher para deixar o melhor amigo do homem duro por muitas horas
fazia cada coisa com ele
Ora na boca ora na mão e a surpresa
foram incontáveis as posições, ela tinha imaginação
Não sou religioso, mas me fez dizer Amém
Ela me provocava e eu só tendo a fascinação
O meu rosto entre os seus seios
Me fez lembrar das outras
Olha que não foram poucas
A priminha, a colega da escola, o casal de sapatão
Para conquistar o produto não importa os meios
Você me fez lembrar da fugacidade da juventude
Me fez feliz na plenitude
Ao acordar lhe ver de bruços na cama
Noto que tem uma tatuagem nas costas
Nas horas acaloradas você não nota muitas coisas loucas
Fui tomar um banho e ao voltar você sumiu
Se eu não lhe ver mais, espero com esses versos faça você se lembrar de nós dois na cama
Em uma certa noite fomos eternos amantes.
O meu erro.
As vezes pedimos tantas coisas
Você termina vendo que essas coisas
Podem ser resumidas em uma só palavra
Amor...
Não quero saber se é certo ou errado
Só quero é ter você
Vejo os seus olhos, procuro saber se estou nos seus pensamentos
Lembro dos momentos que você me fez sofrer
Mas vejo que amo de mais você
O mundo é pequeno diante de nós, você me fez crer
Dizemos um ao outro que vamos ficar juntos para sempre
Se eu pensar esse sempre sem você me causa lamentos
Me sinto tão bem em seus braços
Quando você me acaricia com sua mão
Vejo nós dois caminhando pela areia
Quando faço algo errado você vem com o seu sermão
Adoro o seu cabelo... A sua boca e assim fazemos laços
De ternura, cumplicidade, amizade
Se é pra morrer um dia
Quero morrer amando
De preferência a mesma pessoa
Não é fácil conquistar a mesma pessoa a cada dia
Também não é impossível, o amor ajuda
Quero ter você nos meus sonhos e assim ir sonhando
Eu já disse que dizem que você é um erro na minha vida
Eu digo que você é o mais bonito erro da minha vida
Repetiria esse erro mil vezes para ficar ao seu lado
Meio calado, beijo selado
Te amo
Te amo
Te amo
Muitos não tem a oportunidade de encontrar um amor
Alguns encontram e não lutam por ele
Você me pergunta se eu tenho medo
Rewspondo que as tempestades ao seu lado é dia ensolarado
Então vem vamos nos beijar
E comemorar o meu erro.
O mestre-Capítulo 19
20008.
Desce Bárbara para a sua festa de noivado e quem pega na mão dela é Paulo, irmão de Pedro, ele é o noivo.
-Vou fazer de tudo senhorita para soltá-lo.
-Acho bom. -O homem se retira.
-Ele matou a sua mãe.
-Minha mãe o traiu, sinto vergonha dela.-Ela ver as amigas e levanta o braço e sorrir para Paulo. -o meu sorriso de alegria está convicente?
-Está.
-Vou falar com as minhas amiguinhas. -se retira.
Paulo pega uma taça de champagnhe e vai ao escritório e liga a luz e ver Ana e pedro, ele em pé e ela sentada na mesa.
-Como entraram aqui?
-Um bom ladrão não diz os seus truques maninho.
-Eu pensei que vocês...
-Você agora é noivo de Bárbara.
-Saiam daqui.
-O que ele te ofereceu, fora a mão da filha para nos matar? -Levanta Ana.
-Ele me chamou enquanto estava na cadeia aguardando o julgamento.
.....................................................................................
-O que você quer de mim?
-Sabia que o seu irmão está vivo?
-Como? Eu vi...
-Ele sobreviveu, eu quero o fim dele e da piranha da esposa dele e para isso ofereço muito dinheiro.
-Por que te ajudaria?
-O seu irmão te traiu e não acredito que você tenha o perdoado de coração.
-Como sabe disso?
-Eu tenho os meus informantes. te dou a mão da minha filha. Ela conhece um professor de tênis e se apaixona por ele. Aceita?
.....................................................................................
Por que você fez isso? -Pedro pega Paulo pela gola.
-Não conseguimos perdoar uma traição, perdoamos da boca pra fora, mas o coração fica magoado e a memória não deixa esquecer. -chorando
Pedro o larga.
.....................................................................................
1988.
Pedro está tomando café, chega a esposa de paulo, é loira, alta, senta a mesa.
-Onde está paulo?
-Está trabalhnado. -ela alisa a perna dela na dele. -O que aconteceu não vai mais acontecer.
-Ninguém precisa saber.
-meu irmão não merece isso.
-Eu casei com ele para ficar perto de você, eu te amo. Se você não ficar comigo, eu conto tudo a ele, e ele vai sofrer muito.
-É melhor a verdade. -ele se retira.
Ele vai para o quarto e tira a roupa para tomar banho, só está de cueca, chega Beatriz e deixa cair a camisola.
-Você está doida? -Vai na direção dela.
-Por você. -O beija.
Ele a afasta.
-Eu sei que sou mais bonito,mais charmoso, mais inteligente e mais gostoso do que meu irmão.
A joga na cama, a cama balança, ela gritando.
Chega Paulo e ver tudo, eles param, ela se enrrola no corbetô. Paulo se retira, ela vai atrás dele.
-Eu posso explicar.
-Saia da minha casa, antes que eu perca a cabeça e arrebente o seu rosto.
Ela vai embora, Pedro vai falar com Paulo.
-Ela me tentou muito irmão, eu sou homem, eu me segurei muito. -chorando -Me perdoa.
Paulo o abraça chorando.
-Como podemos nos enganar tanto com uma pessoa meu irmão.
.....................................................................................
Pedro o solta com lágrima nos olhos.
-Vamos Ana.
-Saiam pelos fundo, eu vou ajudar vocês.
Desce Bárbara para a sua festa de noivado e quem pega na mão dela é Paulo, irmão de Pedro, ele é o noivo.
-Vou fazer de tudo senhorita para soltá-lo.
-Acho bom. -O homem se retira.
-Ele matou a sua mãe.
-Minha mãe o traiu, sinto vergonha dela.-Ela ver as amigas e levanta o braço e sorrir para Paulo. -o meu sorriso de alegria está convicente?
-Está.
-Vou falar com as minhas amiguinhas. -se retira.
Paulo pega uma taça de champagnhe e vai ao escritório e liga a luz e ver Ana e pedro, ele em pé e ela sentada na mesa.
-Como entraram aqui?
-Um bom ladrão não diz os seus truques maninho.
-Eu pensei que vocês...
-Você agora é noivo de Bárbara.
-Saiam daqui.
-O que ele te ofereceu, fora a mão da filha para nos matar? -Levanta Ana.
-Ele me chamou enquanto estava na cadeia aguardando o julgamento.
.....................................................................................
-O que você quer de mim?
-Sabia que o seu irmão está vivo?
-Como? Eu vi...
-Ele sobreviveu, eu quero o fim dele e da piranha da esposa dele e para isso ofereço muito dinheiro.
-Por que te ajudaria?
-O seu irmão te traiu e não acredito que você tenha o perdoado de coração.
-Como sabe disso?
-Eu tenho os meus informantes. te dou a mão da minha filha. Ela conhece um professor de tênis e se apaixona por ele. Aceita?
.....................................................................................
Por que você fez isso? -Pedro pega Paulo pela gola.
-Não conseguimos perdoar uma traição, perdoamos da boca pra fora, mas o coração fica magoado e a memória não deixa esquecer. -chorando
Pedro o larga.
.....................................................................................
1988.
Pedro está tomando café, chega a esposa de paulo, é loira, alta, senta a mesa.
-Onde está paulo?
-Está trabalhnado. -ela alisa a perna dela na dele. -O que aconteceu não vai mais acontecer.
-Ninguém precisa saber.
-meu irmão não merece isso.
-Eu casei com ele para ficar perto de você, eu te amo. Se você não ficar comigo, eu conto tudo a ele, e ele vai sofrer muito.
-É melhor a verdade. -ele se retira.
Ele vai para o quarto e tira a roupa para tomar banho, só está de cueca, chega Beatriz e deixa cair a camisola.
-Você está doida? -Vai na direção dela.
-Por você. -O beija.
Ele a afasta.
-Eu sei que sou mais bonito,mais charmoso, mais inteligente e mais gostoso do que meu irmão.
A joga na cama, a cama balança, ela gritando.
Chega Paulo e ver tudo, eles param, ela se enrrola no corbetô. Paulo se retira, ela vai atrás dele.
-Eu posso explicar.
-Saia da minha casa, antes que eu perca a cabeça e arrebente o seu rosto.
Ela vai embora, Pedro vai falar com Paulo.
-Ela me tentou muito irmão, eu sou homem, eu me segurei muito. -chorando -Me perdoa.
Paulo o abraça chorando.
-Como podemos nos enganar tanto com uma pessoa meu irmão.
.....................................................................................
Pedro o solta com lágrima nos olhos.
-Vamos Ana.
-Saiam pelos fundo, eu vou ajudar vocês.
quinta-feira, 5 de março de 2009
O mestre-Capítulo 18
Alguns anos depois.
Paulo ajeita a mesa, não está mais com os cabelos longos. Fábio senta a mesa, tem 13 anos.
Aparece Ana, ela está de novo com os cabelos castanhos escuros, encaracolados até os ombros.
-Olhe o presente que comprei para Pedro.
Todos a olham.
-Papai morreu, mãe.
-Mentira. Não em vocês.
-É melhor você deitar. -Paulo a leva para o quarto dela.
Ela liga a televisão e vê raul Vascentini Dergrinolle dando uma entrevista.
-Desgraçado. -se lembrou de tudo.
Paulo vai se retirar.
-Eu vou me vingar dele meu amor.
Ana está lavando roupa, chega Fábio da escola.
-Mãe me diz se é verdade que o meu pai era um ladrão.
Ana permanece calada, Fábio se retira.
-Eu vou falar com ele. -Paulo também se retira.
Paulo encontra Fábio na praia, sentado numa pedra. Paulo senta-se ao lado dele.
-Tio, você também sabia?
-Sim, eu e sua mãe o ajudava.
-Por quê?
--Não escolhemos em que família vamos nascer, as vezes ficamos cansados da nossa vidinha mediocre. E por que não arriscar? Para tentar mudar de vida.
-Mas existe maneiras honestas para se conseguir isso.
-Nunca deixamos faltar nada para você.
-E os princípios que voc~es me ensinaram?
-As vezes até os pais erram. Mas eles não querem que os filhos também errem. Você não ama o seu pai?
-Sim, amo muito. Ele me faz tanta falta.
Ana estava disposta a se vingar de Raul Vascentine Dergrinolle pela morte do marido, ela queria que ele apodrecesse na cadeia, e para isso ela faria tudo. Ela se sentia culpada, se não tivesse a idéia de sequestrar a menina, não ocorreria aquilo, já era tarde, não se arrependia da vida que está levando, trocando sempre de identidade. Ela também tinha certeza que Pedro também não tinha se arrependido.
Ela está no arquivo da Receita Federal, lendo umas pastas.
-Achei.
Ela sai.
-Alô, tenho uma denuncia a fazer, sonegação fiscal... da empresa de raul Vascentine Dergrinolle.
Ela também decidiu visitar Sérgio Arantes, o empresário que ela ajudou a roubar há cinco anos atrás.
Ele estava tentando recontruir a empresa, estava divorciado da esposa.
-Quem é você Você disse que era uma pessoa que eu conhecia, mas não me lembro de você.
-Posso sentar?
-Fique a vontade.
Ela senta-se.
-Eu sou a mulher que junto com o meu falecido marido roubou uma grande quantia da sua empresa, fazendo a falir.
-Que pena que não posso dizer os meus pêsames pelo seu falecido marido. Mas o que faz aqui? Quer dinheiro? Não acha já suficiente o que me roubou?
-Eu não fiquei com o dinheiro. Conhece Raul Vascentine Dergrinolle? Escute isso.- Ela ligou o gravador:
" Não, não faça nada com o meu filho..
-Sérgio ficou puto da vida naquele dia, não sei não o que ele pode fazer com o seu filho, a maldade está a solta no mundo.
-O que você quer?
-Meu dinheiro, quero falar com o seu marido.
-Espere... No seu ramo não tem muitos concorrentes e tem uma empresa maior que a sua.
-Onde você quer chegar?
-Roubamos todo o dinheiro dessa empresa e damos ao senhor e ainda ganha de presente o falecimento da empresa do seu rival.
-Não seria uma má idéia.
-Sabia que o senhor iria gostar."
Ela coloca outra gravação.
"-Vejam que passam por problemas.
-Nada que não possa ser solucionado, vamos logo para o assunto.
-Aqui o dinheiro... Se quiser contar pode ficar a vontade.
-Não é preciso
-Quero que deixe minha família em paz, aí tem muito mais do que roubei do senhor.
-Certo, foi um prazer fazer negócios com você. "
-Acho que o senhor entendeu que não quero dinheiro e sim colocar atrás das grades o senhor Raul Vascentine Dergrinolle.
-Por que confiaria em você?
-Ele matou o meu marido, não há ninguém nesse mundo que queira colocá-lo atrás das grades do que eu. O senhor receberia como idenização todo o dinheiro roubado e as fitas como prova.
-Você também pode ir para a cadeia.
-É um risco que corro. -Ela levanta-se.-Pense bem. -Ela abre a porta. -Mande um beijo para a sua ex-esposa em nome da esposa de Felipe. -Se retira.
Ela marcou encontro com uma empregada da família Vascentine dergrinolle. Ela tinha certeza que essa família tinha algum podre debaixo do tapete.
-Eu nem devia está aqui.
-Não fique com medo, eu sou detetive. O que você tem para me dizer?
-Dona Sílvia me contou se morresse que quem seria seu assassino seria o Doutor Raul.
-Por quê?
-Ela o tria, e dona Sílvia tinha muito medo dele, ele era agressivo, ela tinha certez que ele mandou matar o amante dela.
-Como ela morreu?
-Ela foi ficando fraca, cada vez mais fraca. -A empregada começa a chorar.
-Você acha?
-Não sei de nada.
Ana coloca um jornal em cima da mesa.
-Esse era o amante dela?
-Sim.
-Foi encontrado morto no banheiro.
-Encontrei essas notas, ele comprava veneno.
-Concerteza deu doses homeopáticas a ela. Ela tomava alguma coisa todo dia?
-Sim, chá das cinco, era um ritual que ela seguia religiosamente.
-Ela te considerava como uma amiga não é?
-È, dona Sílvia era uma santa.
-Denuncie Raul.
-Não posso, ele sabe onde minha família mora.
-Aqui é um cheque de um milhão para você recontruir a sua vida bem longe daqui. Eu comprei uma casa em Búzios. -Ela entrega o cheque e o celular e as passagens. -Ligue para a sua família e diga para eles irem para a estação.
-Abandonar tudo?
-Raul é perigoso, não perdoa traição.
Alguns meses depois é julgado raul, e ele é considerado culpado, pelo crime de roubo, formação de quadrilha, homicidio e sonegação fiscal., condenado a 80 anos de cadeia.
Vão levando ele, Ana vê tudo, ela está de óculos escuros e com uma peruca ruíva. Raul a ver e fala baixinho:
-Sua vagabunda. -O levam.
Ela se retira do tribunal, tira a peruca, balança os cabelos e tirra o óculos e pega um táxi. Ela faz tudo isso sendo fotografada.
Ana para numa rua e entra numa pensão, sobe a escada e bate numa porta.
Ela entra e alguém tapa os olhos dela e ajoga na cama, era Pedro só de cueca.
-Foi condenado, agora deve tá se arrependendo de ter se metido conosco. Eu pensei que você tinha morrido. -o beija -Por que esperou 4 anos para ligar pra mim e dizer que estava vivo? Eu vi o seu túmuo.
-Eu não podia dizer antes, vocês todos estavam correndo perigo. Eu conseguir escapar. sabe o traficante com quem eu peguei a bomba? Eu liguei para ele antes e ele mandou uma viatura ao hospital que eu fui internado, e no meu túmulo foi colocado pedras.
-Vamos fazer o que agora?
-roubar o presidente dos Estados Unidos.
-Ou se não o Papa, pois não a instituição mais rica do que a igreja . -Ela levanta e abre a geladeira -tem o que pra comer?
-Vê ai.
Ela fecha a geladeira e vê um pacote.
-O que é isso?
-Veio hoje de manhã.
Ana abre.
-Tem um relógio em contagem regressiva.
-O jogue fora.
Lá fora está Paulo com um controle e aperta o botão e o andar de Pedro explode.
Num hospital Pedro numa maca conversando com um médico.
-Aqui a quantia combinada. -Entrega o cheque.
-Já arreanjei os corpos.
-Certo.
Se retira o médico, se aproxima Ana.
-O que você pretende fazer?
-Não queria nós mortos, vai ter nós mortos.
Paulo ajeita a mesa, não está mais com os cabelos longos. Fábio senta a mesa, tem 13 anos.
Aparece Ana, ela está de novo com os cabelos castanhos escuros, encaracolados até os ombros.
-Olhe o presente que comprei para Pedro.
Todos a olham.
-Papai morreu, mãe.
-Mentira. Não em vocês.
-É melhor você deitar. -Paulo a leva para o quarto dela.
Ela liga a televisão e vê raul Vascentini Dergrinolle dando uma entrevista.
-Desgraçado. -se lembrou de tudo.
Paulo vai se retirar.
-Eu vou me vingar dele meu amor.
Ana está lavando roupa, chega Fábio da escola.
-Mãe me diz se é verdade que o meu pai era um ladrão.
Ana permanece calada, Fábio se retira.
-Eu vou falar com ele. -Paulo também se retira.
Paulo encontra Fábio na praia, sentado numa pedra. Paulo senta-se ao lado dele.
-Tio, você também sabia?
-Sim, eu e sua mãe o ajudava.
-Por quê?
--Não escolhemos em que família vamos nascer, as vezes ficamos cansados da nossa vidinha mediocre. E por que não arriscar? Para tentar mudar de vida.
-Mas existe maneiras honestas para se conseguir isso.
-Nunca deixamos faltar nada para você.
-E os princípios que voc~es me ensinaram?
-As vezes até os pais erram. Mas eles não querem que os filhos também errem. Você não ama o seu pai?
-Sim, amo muito. Ele me faz tanta falta.
Ana estava disposta a se vingar de Raul Vascentine Dergrinolle pela morte do marido, ela queria que ele apodrecesse na cadeia, e para isso ela faria tudo. Ela se sentia culpada, se não tivesse a idéia de sequestrar a menina, não ocorreria aquilo, já era tarde, não se arrependia da vida que está levando, trocando sempre de identidade. Ela também tinha certeza que Pedro também não tinha se arrependido.
Ela está no arquivo da Receita Federal, lendo umas pastas.
-Achei.
Ela sai.
-Alô, tenho uma denuncia a fazer, sonegação fiscal... da empresa de raul Vascentine Dergrinolle.
Ela também decidiu visitar Sérgio Arantes, o empresário que ela ajudou a roubar há cinco anos atrás.
Ele estava tentando recontruir a empresa, estava divorciado da esposa.
-Quem é você Você disse que era uma pessoa que eu conhecia, mas não me lembro de você.
-Posso sentar?
-Fique a vontade.
Ela senta-se.
-Eu sou a mulher que junto com o meu falecido marido roubou uma grande quantia da sua empresa, fazendo a falir.
-Que pena que não posso dizer os meus pêsames pelo seu falecido marido. Mas o que faz aqui? Quer dinheiro? Não acha já suficiente o que me roubou?
-Eu não fiquei com o dinheiro. Conhece Raul Vascentine Dergrinolle? Escute isso.- Ela ligou o gravador:
" Não, não faça nada com o meu filho..
-Sérgio ficou puto da vida naquele dia, não sei não o que ele pode fazer com o seu filho, a maldade está a solta no mundo.
-O que você quer?
-Meu dinheiro, quero falar com o seu marido.
-Espere... No seu ramo não tem muitos concorrentes e tem uma empresa maior que a sua.
-Onde você quer chegar?
-Roubamos todo o dinheiro dessa empresa e damos ao senhor e ainda ganha de presente o falecimento da empresa do seu rival.
-Não seria uma má idéia.
-Sabia que o senhor iria gostar."
Ela coloca outra gravação.
"-Vejam que passam por problemas.
-Nada que não possa ser solucionado, vamos logo para o assunto.
-Aqui o dinheiro... Se quiser contar pode ficar a vontade.
-Não é preciso
-Quero que deixe minha família em paz, aí tem muito mais do que roubei do senhor.
-Certo, foi um prazer fazer negócios com você. "
-Acho que o senhor entendeu que não quero dinheiro e sim colocar atrás das grades o senhor Raul Vascentine Dergrinolle.
-Por que confiaria em você?
-Ele matou o meu marido, não há ninguém nesse mundo que queira colocá-lo atrás das grades do que eu. O senhor receberia como idenização todo o dinheiro roubado e as fitas como prova.
-Você também pode ir para a cadeia.
-É um risco que corro. -Ela levanta-se.-Pense bem. -Ela abre a porta. -Mande um beijo para a sua ex-esposa em nome da esposa de Felipe. -Se retira.
Ela marcou encontro com uma empregada da família Vascentine dergrinolle. Ela tinha certeza que essa família tinha algum podre debaixo do tapete.
-Eu nem devia está aqui.
-Não fique com medo, eu sou detetive. O que você tem para me dizer?
-Dona Sílvia me contou se morresse que quem seria seu assassino seria o Doutor Raul.
-Por quê?
-Ela o tria, e dona Sílvia tinha muito medo dele, ele era agressivo, ela tinha certez que ele mandou matar o amante dela.
-Como ela morreu?
-Ela foi ficando fraca, cada vez mais fraca. -A empregada começa a chorar.
-Você acha?
-Não sei de nada.
Ana coloca um jornal em cima da mesa.
-Esse era o amante dela?
-Sim.
-Foi encontrado morto no banheiro.
-Encontrei essas notas, ele comprava veneno.
-Concerteza deu doses homeopáticas a ela. Ela tomava alguma coisa todo dia?
-Sim, chá das cinco, era um ritual que ela seguia religiosamente.
-Ela te considerava como uma amiga não é?
-È, dona Sílvia era uma santa.
-Denuncie Raul.
-Não posso, ele sabe onde minha família mora.
-Aqui é um cheque de um milhão para você recontruir a sua vida bem longe daqui. Eu comprei uma casa em Búzios. -Ela entrega o cheque e o celular e as passagens. -Ligue para a sua família e diga para eles irem para a estação.
-Abandonar tudo?
-Raul é perigoso, não perdoa traição.
Alguns meses depois é julgado raul, e ele é considerado culpado, pelo crime de roubo, formação de quadrilha, homicidio e sonegação fiscal., condenado a 80 anos de cadeia.
Vão levando ele, Ana vê tudo, ela está de óculos escuros e com uma peruca ruíva. Raul a ver e fala baixinho:
-Sua vagabunda. -O levam.
Ela se retira do tribunal, tira a peruca, balança os cabelos e tirra o óculos e pega um táxi. Ela faz tudo isso sendo fotografada.
Ana para numa rua e entra numa pensão, sobe a escada e bate numa porta.
Ela entra e alguém tapa os olhos dela e ajoga na cama, era Pedro só de cueca.
-Foi condenado, agora deve tá se arrependendo de ter se metido conosco. Eu pensei que você tinha morrido. -o beija -Por que esperou 4 anos para ligar pra mim e dizer que estava vivo? Eu vi o seu túmuo.
-Eu não podia dizer antes, vocês todos estavam correndo perigo. Eu conseguir escapar. sabe o traficante com quem eu peguei a bomba? Eu liguei para ele antes e ele mandou uma viatura ao hospital que eu fui internado, e no meu túmulo foi colocado pedras.
-Vamos fazer o que agora?
-roubar o presidente dos Estados Unidos.
-Ou se não o Papa, pois não a instituição mais rica do que a igreja . -Ela levanta e abre a geladeira -tem o que pra comer?
-Vê ai.
Ela fecha a geladeira e vê um pacote.
-O que é isso?
-Veio hoje de manhã.
Ana abre.
-Tem um relógio em contagem regressiva.
-O jogue fora.
Lá fora está Paulo com um controle e aperta o botão e o andar de Pedro explode.
Num hospital Pedro numa maca conversando com um médico.
-Aqui a quantia combinada. -Entrega o cheque.
-Já arreanjei os corpos.
-Certo.
Se retira o médico, se aproxima Ana.
-O que você pretende fazer?
-Não queria nós mortos, vai ter nós mortos.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Releituras- A tua face

Pedro já havia 10 anos que tinha se formado, ao chegar em casa naquela noite a sua irmã, Célia, lhe informou de uma carta, nela continha escrito que haveria um reencontro dos formandos em medicina de um certo ano, e para que ele participasse. Bobagem, reencontro, 10 anos sem contato, reconstruir amizades perdidas há anos. Ele não iria, mas foi, o reencontro iria ser em um teatro.
lá estavam todos, Bernardo, Afonso, Carlos, Júlio e Vítor.
-Pedro que bom que você veio. - Afonso.
-Quanto tempo!
-Você não mudou nada.
-O tempo lhe fez bem.
-Quem é aquela mulher que está ao lado de Júlio? -Pergunta Carlos.
-A namorada dele, é francesa.
-Não sei o que esses europeus vêem em gente dessa cor, devem achar que ter um negro é afrodisíaco.
-Se eu não lhe conhecesse diria que isso se trata de racismo. -Afonso.
Racista eu! Eu até tenho amigos negros.
-Por que a peça é dividida em três atos? - Pergunta uma moça que acompanha Vítor.
-Se veio para azucrinar o meu juízo com a sua ignorância, era melhor ter ficado na portaria.
-Por que tratar a moça assim? - Pergunta Pedro.
-Ela devia agradecer, sem mim ela passaria a vida mostrando a bunda em capa de revista.
-eu soube que você realiza ensaios seminus. E pelo o que lutamos a nossa vida toda?
-O muro foi derrubado, os nossos heróis morreram ou os poucos que restam estão pra morrer, comunismo não enche barriga meu filho.
--vai começar a peça. -Bernardo.
Quando Pedro viu aquela mulher, ele teve a certeza que ela era a mulher de sua vida, ela terminaria de criar o Luís Gustavo.
Ela era senhora de si, a sua altivez, a sua posse de si mesma, o seu rosto apesar de jovem, trazia a experiência de mil vidas.
Ao acabar o espetáculo Pedro mandou um buquê de rosas para a atriz, e em cada noite do espetáculo da temporada ele repetia o ato, até o dia em tomaram um drink juntos. Soube que ela era divorciada, tinha uma filha, Angélica. Quando viram já estavam casados.
Pedro era ciumento, Patrícia era atriz. Ele não aceitou a personagem dela, ela beijar outro homem.
-Você não vai fazer essa personagem.
-Quero ver se eu não faço! Eu sou sua esposa, não sou sua propriedade!
Brigavam, depois faziam as pazes.
-Me perdoe.
-Você não confia em mim.
-Eu te amo tanto. -segura as mãos dela, ele chorando -Eu me amo tão pouco, acho que por isso, porque amo de mais você.
-O casamento não é só amor, é confiança, cumplicidade.
Ele foi ver o espetáculo e na cena do beijo ele virou o rosto para não ver.
-Você sentiu tesão ao beijá-lo.
-Por que me pergunta isso?
-Responda.
-Ele é viado! O ator é homossexual porra, mora com outro homem. Está menos preocupado agora?
Pedro tinha um amigo homossexual não assumido, escondia isso da família, Bernardo. sabia onde encontrá-lo na Praia dos Artistas. Pedro gostava de lá, por causa das esculturas.
-Você sente alguma coisa ao beijar a sua esposa.
-Nojo, não dela, de mim, por ser uma coisa que eu não sou, faço amor com ela por obrigação, para ela não desconfiar, para não me cobrar. com licença. -Ele foi até uma mesa onde está um rapaz.
O motivo das desconfianças sumiu por um tempo com a chegada de Florinda, a filha dos dois.
Pedro tinha chegado uma vez em casa e encontrou patrícia dando banho em Luís Gustavo, Luís Gustavo era filho de uma paixonite de adolescente de Pedro, ela antes de morrer pediu para a mãe que entregasse o filho ao pai.
As noites Pedro em cima de Patrícia gozava e ela parada o olhava, ele virava e dormia e ela insatisfeita virava e também dormia.
Certa noite ela pediu:
-Me masturba.
-Pra quê isso? É pecado isso!
-É pecado foder e não sentir nada pelo homem que ama.
A menina crescia e herdava a beleza da mãe, patrícia cada vez mais fazendo sucesso como atriz e Luís Gustavo cada vez mais próximo da mãe adotiva.
-O meu filho revelou a minha esposa que é gay. -Bernardo.
-E ela?
-Fez um escândalo, ele saiu de casa para morar com um rapaz. ele teve a coragem que eu não tive de enfrentar todos e tudo.que bom que minha mãe morreu antes de ver isso, ela dizia que preferia ter um neto marginal, pois morreria logo, do que um neto gay, uma vergonha permanente na família.Por que as vezes somos tão fracassados?
-Vamos estou pronta. -Patrícia.
na festa ela pedia para dançar com o marido e ele recusava dizendo que não sabia dançar. então ela dançou com outro cavalheiro a noite toda.
-Conhece algum bom advogado, a vagabunda se separou de mim e pede direitos, eu nem casei com ela, só morávamos juntos. -Vítor.
Pedro não escutava, só olhava os dois dançando.
No carro.
-Você conhecia o rapaz?
-Não, mas você não vai nem acreditar. Vamos entrar naquele motel.
-Pra que ir para um motel, se temos nosso quarto.
em casa ela aparece de camisola transparente.
-Não precisa disso para mostrar sua beleza, eu te amo.
-Pegue o seu amor e o enfie no lugar que lhe der mais prazer.
O filho já havia entrado na faculdade.
-vai estudar o que mesmo filho?
-Engenharia civil.
-Isso é carreira, carreira é medicina e advocacia. Patrícia menos, quem disse que ela se sustenta com arte. Tem gente que vive tem outros que sobrevivem.
-A área da construção civil está crescendo muito na cidade querido.
-Vai conhecer muitas garotas na faculdade.
-isso eu tenho certeza pai. -Pedro não notou que Luís Gustavo disse isso olhando para Patrícia.
Pedro foi conversar com o filho, sabia pouco da vida dele, o seu único interesse era a sua esposa.
-está namorando?
-Não, mas gosto de uma mulher.
-Por que não namora ela?
-É complicado... Não pode se realizar. por esse amor eu morro e mato.
Certa noite Pedro falou a esposa:
-Se você me largar eu me mato.
-E se eu te trair?
-Eu te mato.
Antes do espetáculo ela sempre se maquiava e ele se perdia no tempo a admirando através do espelho.
-Quero morrer olhando para ti, assim morreria feliz, profundamente feliz.
Pedro começou a desconfiar da esposa, ela se queixava de cansaço, o evitava, não era mais a mesma, tinha segredos para com ele, saia frequentemente.
Ele ao chegar um dia do trabalho ver ela e Luís Gustavo na beira da piscina, ela passando protetor nele, ela acena para Pedro com a mão e Luís vira o rosto e sorrir.
ela tinha outro, isso não saía da cabeça dele, ela o traía, só precisava saber com quem. Começou a segui-la, era verdade, ela só tinha ido visitar uma amiga.
Contratou um detective, este foi rápido, e em menos de um mês o entregou a prova cabal da traição, um envelope com as fotos.
Ele olhava para o envelope e tinha medo, raiva, nojo, ou sei lá o que ele sentia. Foi para o chuveiro chorar. Fez um d'água e ao lado um frasco de comprimidos. Abriu o envelope, para a surpresa ou não, era o seu filho, um menino de apenas 17 anos.
Fechou os olhos, desejou que morresse por um tempo. Ao ver os dois na cama, ela sorrindo enquanto ele a penetrava. Ela não sorriu uma única vez assim enquanto ele comia ela. Vagabunda... Ele tira uma arma e atira nos dois.
Pedro acorda num leito de hospital.
-Tudo bem querido? -Patrícia.
--Que susto pai. -Luís Gustavo.
Ele volta pra casa, e pela manhã fica vigiando os dois da janela, eles tomarem café da manhã no jardim.
Ao certo ninguém sabe o que aconteceu depois disso, só estou repassando como eu soube a história. Dizem que ele aceitou a viver com a esposa, mesmo depois da traição. O filho e ela nunca souberam que ele sabia do caso deles. Ele amava de mais a esposa, e era o seu filho, pelo menos assim ficava tudo em família. As vezes me pergunto e quando ele olhava a face dela, será que ele via aquela mulher que era amada, mas não como queria ou aquela mulher com aquele sorriso de satisfação de se sentir verdadeiramente satisfeita
A mulher do desembargador -Capítulo 15
Fora apenas um susto, me recuperei em Santos, isso mesmo na casa da prima do meu tio que se encontrava doente, se lembram? Mas esta morreu, deixando para o felizardo do meu tio tooda a sua fortuna, incluindo a sua fazenda em Mogimirim e Itiúba, nem acreditei de cabeleireiro a fazendeiro.
Violtando a mim, passei um tempo lá na fazenda do meu tio para o período de convalescência. Meu tio me pagou uma viagens as ex-repúblicas socialistas soviéticas, como Letônia, Polônia etc.
Me formei em jornalismo em Londres, onde me fez sentir muita falata do Brasil.
Não contei a minha mãe quem foi o autor do disparo, esta morreu sem saber, ela faleceu no sofá um ano depois de eu ter partido para Santos, assistindo a televisão. Que ironia, me lembrei do que Dona Justina disse " Meu santo falecido marido estava esbanjando súde, terminou contraindo Rubéola, o marido de Augusta todo feliz, acaba caindo morto, renatro, filho de Eulália, derrepente morre. e agora o seu marido, que coincidência horrível, da saúde ao túmulo"
É que coincidência horrível e minha mãe faz parte agora desta também
Mesmo separado da minha irmã continuei a me comunicar com esta, ela dez anos após a minha partida, abre um curso de culinária. E aliás, depois da morte de minha mãe, ela foi morar com Dona Justina, desta soube, em uma das cartas que minha irmã escreve me contando as novidades, que Dona Justina se encontra muda, isto ocasiobado talvez por ela ter mordido a língua, enquanto tomava uma sopa, quem sabe ela se envenenou um pouco do veneno da sua língua.
Dez anos se passaram, e nunca mais tive a coragem de voltar para São Paulo. Estamos em 1965, um ano depois da entrada da Ditadura Militar, que marcaria vidas.
Nunca mais tive notícias do Doutor Epaminombas, a última soube cinco ano atrás, que ele iria se casar com uma francesa no Chile.
De Marisa não tive notícias, a única que sei que foi contada por Doutor Epaminombas, em que ela se encontra internada no hospício da cidade.
Estou com 25 anos, e decidi voltar para São Paulo, depois desses dez anos, a primeira pessoa que vou visitar, já sabia quem era, felipe, deste soube que está entrevado numa cama por poliomielite.
-Boa tarde Dona Domingas.
-Pedro?
-Sou eu mesmo, eu soube, lamento.
-Entre. -ela fecha a porta depois de eu entrar.
-Vim visitar Felipe.
-Venha comigo. -ela com lágrima nos olhos.
Subimos as escadas, ela abriu a porta, eu entrei e o vi lá na cama inválido, sentir remorso, mas ele mesmo que foi o responsável por se encontrar assim.
-Quem é você?
-Aquele que um dia tu chantagiaste.
--Perdo.
-Sou eu velho amigo.
-Viu, onde estou resumido, num siples espaço do meu quarto, a cama. -chorando.
-Não sei o que falar. -eu chorando também.
-Pegue o que está naquele jarro, por favor.
Fui e peguei o jarro, que se encontrava em cima da comoda
-Abre.
Abri.
-É seu, não gastei nada.
Tirei o dinheiro que a dez anos atrás eu paguei.
-Não quero, fique com você e aqui mais.
entreguei mais dinheiro a ele.
-Vejo que esses dez anos o fizeram fazer fortuna.
-Não tenho muitas posses, mas dá para viver, sou jornalista.
-Não vá, falta mais uma coisa para lhe mostrar, abra aquela gaveta.
Eu fui e abrir a gaveta e tirei uma carta.
-É um rascunho da carta que mandei para o Doutor Epaminombas.
Eu rasguei a carta.
-Você não vai ler?
-Há coisas que é melhor esquecer, como dizem virar a página.
-Você me perdoa?
-Sim, meu velho amigo.
Violtando a mim, passei um tempo lá na fazenda do meu tio para o período de convalescência. Meu tio me pagou uma viagens as ex-repúblicas socialistas soviéticas, como Letônia, Polônia etc.
Me formei em jornalismo em Londres, onde me fez sentir muita falata do Brasil.
Não contei a minha mãe quem foi o autor do disparo, esta morreu sem saber, ela faleceu no sofá um ano depois de eu ter partido para Santos, assistindo a televisão. Que ironia, me lembrei do que Dona Justina disse " Meu santo falecido marido estava esbanjando súde, terminou contraindo Rubéola, o marido de Augusta todo feliz, acaba caindo morto, renatro, filho de Eulália, derrepente morre. e agora o seu marido, que coincidência horrível, da saúde ao túmulo"
É que coincidência horrível e minha mãe faz parte agora desta também
Mesmo separado da minha irmã continuei a me comunicar com esta, ela dez anos após a minha partida, abre um curso de culinária. E aliás, depois da morte de minha mãe, ela foi morar com Dona Justina, desta soube, em uma das cartas que minha irmã escreve me contando as novidades, que Dona Justina se encontra muda, isto ocasiobado talvez por ela ter mordido a língua, enquanto tomava uma sopa, quem sabe ela se envenenou um pouco do veneno da sua língua.
Dez anos se passaram, e nunca mais tive a coragem de voltar para São Paulo. Estamos em 1965, um ano depois da entrada da Ditadura Militar, que marcaria vidas.
Nunca mais tive notícias do Doutor Epaminombas, a última soube cinco ano atrás, que ele iria se casar com uma francesa no Chile.
De Marisa não tive notícias, a única que sei que foi contada por Doutor Epaminombas, em que ela se encontra internada no hospício da cidade.
Estou com 25 anos, e decidi voltar para São Paulo, depois desses dez anos, a primeira pessoa que vou visitar, já sabia quem era, felipe, deste soube que está entrevado numa cama por poliomielite.
-Boa tarde Dona Domingas.
-Pedro?
-Sou eu mesmo, eu soube, lamento.
-Entre. -ela fecha a porta depois de eu entrar.
-Vim visitar Felipe.
-Venha comigo. -ela com lágrima nos olhos.
Subimos as escadas, ela abriu a porta, eu entrei e o vi lá na cama inválido, sentir remorso, mas ele mesmo que foi o responsável por se encontrar assim.
-Quem é você?
-Aquele que um dia tu chantagiaste.
--Perdo.
-Sou eu velho amigo.
-Viu, onde estou resumido, num siples espaço do meu quarto, a cama. -chorando.
-Não sei o que falar. -eu chorando também.
-Pegue o que está naquele jarro, por favor.
Fui e peguei o jarro, que se encontrava em cima da comoda
-Abre.
Abri.
-É seu, não gastei nada.
Tirei o dinheiro que a dez anos atrás eu paguei.
-Não quero, fique com você e aqui mais.
entreguei mais dinheiro a ele.
-Vejo que esses dez anos o fizeram fazer fortuna.
-Não tenho muitas posses, mas dá para viver, sou jornalista.
-Não vá, falta mais uma coisa para lhe mostrar, abra aquela gaveta.
Eu fui e abrir a gaveta e tirei uma carta.
-É um rascunho da carta que mandei para o Doutor Epaminombas.
Eu rasguei a carta.
-Você não vai ler?
-Há coisas que é melhor esquecer, como dizem virar a página.
-Você me perdoa?
-Sim, meu velho amigo.
Memória em surto
Neste mês decidi criar três momentos no meu blog, o primeiro, releituras, que são postagens antigas, como acho que muitos não olham as postagens antigas, decidi criar esse espaço, o segundo, recomendo, são comentários e resumos de livros que eu já li e recomendo, já que nos momentos vagos aproveito pra ler. O terceiro é Memória em surto, que são lembranças de momentos da minha vida, de pessoas que convivem ou conviveram comigo ( fique tranquilo, se caso você for uma dessas pessoas, não vou revelar nomes).
A minha vida não é tão interessante assim, mas também não é tão casta. Acho que criei esse espaço como tipço de desabafo. Antes de começar vou dizer o porquê do título, memórias (Recordação), surto, pois só posso estar surtado para fazer esse desabafo logo na internet, agora acho que vou compreender certas pessoas que tem biografia e se arrependeram, como Paulo Coelho, por exemplo.
Serão 8 surtos durante esse ano, já escolhi os 8 momentos que vou desabafar, dependendo do sucesso ou não ddo espaço, talvez continue no ano que vem, mas por enquanto, é previsto só para esse ano. Vou começar falando sobre o amor em meus até 21 anos de vida.
Creio que só amei duas vezes, tipo de falatar palavras quando você estar diante dessa pessoa, se você não ver essa pessoa você não se sente completo, ao olha-la o seu coração despara. Mas vou começar em ordem.
A primeira vez que o amor apareceu para mim, eu acho que eu ainda não tinha entrado na puberdade, pois bem, eu vcomo qualquer criança da minha época, brincava de salada de fruta, papai e mamãe, de médico, tudo na maior inocência infantil. Minha mãe tinha uma vizinha que vire e mexe ela ia lá para prosear, enquanto eu e minha irmã e os filhos da vizinha, que tinham a mesma idade, nos trancavamos no quarto.
Numa dessas brincadeiras, a menina me beijou, pois na brincadeira eu beijava a filha da vizinha e o filho da vizinha beijava a minha irmã e também tinha momentos que os irmãos se beijavam, espero que o leitor não seja um moralista, éramos crianças e só era um selinho. Bem a menina me beijou e perguntou se o beijo dela era doce ou salgado, acho que respondi era salgado, a menina nunca mais quis falar comigo. Mulheres sempre românticas e que falta de romantismo da minha parte também.
A segunda vez foi uma colega em que convivi todo o primário e quando chegamos ao ginásio, ela ficou em outra sala e aí soube que ela gostava de mim, e os amigos na tentativa de ajudar, algumas vezes prejudicando, a prenderam na sala dela e me pegaram para me levarem até lá. Só que eu pedi para não ir, pois não gostava dela e não queria enganá-la. Eu quando era menor tinha a idéia de casar com a primeira namorada, envelhecer com ela, de beijar alguém que verdadeiramente mexesse comigo. Reencontrei ela um tempo depois, ela estava mais linda do que era, me bateu um pouco de arrependimento, se eu fosse naquela sala talvez estivesse com ela até hoje, mas era tarde, ela tinha namorado, quase noiva.
Depois veio um daqueles amores 2 amores que eu relatei no início. Ela era linda, dediquei uma personagem a ela em um dos meus livros, que ainda não está postado no blog. Ela me via como amigo e também não me via como homem para namorar, sentia ciúmes ao vê-la com outros. Teve uma vez que ela não quis sair comigo para comprar uma coisa por me achar fraquinho (eu sempre fui magrinho), e aquilo doeu muito, ela mal sabia que eu era capaz de dar a minha vida por ela. Eu sempre ia na casa dela, quase todos os dias, eu fazia tudo o que ela pedia, todos sabiam que eu gostava dela, menos ela, nunca contei. Ela se mudou para outro bairro, a achei no orkut e hoje só temos contato através dele.
Tinha outra menina na mesma época, mas acho que não era amor, acho que era coisa de carne, desejo, e nessa época o pessoal se reunia para brincar de verdade ou consequência e com ela eu dei o meu primeiro beijo de lingua. Me perguntaram depois se eu sentir tesão com o beijo, disse na hora que sim, mas acho dificil sentir tesão apenas com um beijo, acho mais fácil com um toque ou carinho especial.
Depois conheci o meu segundo grande amor, que veio com seu jeito sonolento, descuidado, com aquele sorriso, com aquelas mãos. Me abraçava e era o momento mais feliz da minha vida. Me compreendia tão bem. Eu sempre maltrando para não demonstrar talvéz esse amor, que alguns já notavam, sonhava com essa pessoa as noites. Me roía de ciúmes ao ver beijando alguém que não era eu. Era uma amor impossível, essa pessoa não aceitaria e nem eu também.
Nessa mesma turma tinha uma outra menina, não tão bonita, que se interessou por mim, mas ela queria ser submissa, não lutava pelo que queria e era meiga, isso sempre me encantava nas mulheres, acho que magoei ela também, pois só a via como amiga. Aí no último ano do ensino médio aparece outra menina meiga, tão próxima e diferente de mim, eu me declarei a lea e ela não me quis, disse que me via como amigo e várias outras disseram a mesma coisa, até a menina que eu gostava dos pés dela,
A última, um rolo de beijos e separações, hoje nos encontramos separados por uma traição da minha cabeça, gosto dela muito, mas sei que não é da forma que gostei dessas 2 pessoas relatadas no início.
A minha vida até esses 21 anos de vida foi de fracassos amorosos, já me perguntei se tenho medo de amar, de ser feliz, mas acho que é medo de me machucar ou de machucar alguém. Ainda teve duas professoras, mas não era amor, acho que era encantamento de aluno, admiração profunda, sempre me chamou atenção pessoas inteligentes e de bom papo.Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...
Dediquei um bom tempo da minha vida aos estudos, agora não, estou desleixado, não aguento nem ver livros as vezes. Me arrependo de ter dedicado uma boa parte da minha vida aos estudos e não ao amor. Eu sempre quis me estabilizar financeiramente primeiro e depois o amor. mas as duas coisas podem caminhar juntas. Não sei se foi amor o que eu sentir, mas acho que não vive paixão, paixão vira a cabeça, queria tanto ir até o prédio e gritar bem alto eu te amo, ligar várias vezes ao dia só para escutar a respiração. Torço para encontrar um grande amor esse ano, pois as vezes o indivíduo sente falta de conversar, de carinho, afeto, de ficar abraçado juntinho, de andar de mãos dadas.
tenho maior medo de terminar sozinho, de não sentir de novo alguém me amando. Queria sentir como carlos Drumond de Andrade escreveu, de ter uma pessoa que o meu primeiro e último pensamento do dia fosse ela, que eu não conseguisse enxergar o futuro sem ela.
Por fim, quero escrever a todas essas pessoas aqui escritas que os amei, talvez não da formna que elas esperassem ou da forma que eu queria, e elas estão aqui nesse texto, pois para mim, serão para sempre especiais.
Digo que a letra Epitáfio é um pouco da minha vida:
A minha vida não é tão interessante assim, mas também não é tão casta. Acho que criei esse espaço como tipço de desabafo. Antes de começar vou dizer o porquê do título, memórias (Recordação), surto, pois só posso estar surtado para fazer esse desabafo logo na internet, agora acho que vou compreender certas pessoas que tem biografia e se arrependeram, como Paulo Coelho, por exemplo.
Serão 8 surtos durante esse ano, já escolhi os 8 momentos que vou desabafar, dependendo do sucesso ou não ddo espaço, talvez continue no ano que vem, mas por enquanto, é previsto só para esse ano. Vou começar falando sobre o amor em meus até 21 anos de vida.
Creio que só amei duas vezes, tipo de falatar palavras quando você estar diante dessa pessoa, se você não ver essa pessoa você não se sente completo, ao olha-la o seu coração despara. Mas vou começar em ordem.
A primeira vez que o amor apareceu para mim, eu acho que eu ainda não tinha entrado na puberdade, pois bem, eu vcomo qualquer criança da minha época, brincava de salada de fruta, papai e mamãe, de médico, tudo na maior inocência infantil. Minha mãe tinha uma vizinha que vire e mexe ela ia lá para prosear, enquanto eu e minha irmã e os filhos da vizinha, que tinham a mesma idade, nos trancavamos no quarto.
Numa dessas brincadeiras, a menina me beijou, pois na brincadeira eu beijava a filha da vizinha e o filho da vizinha beijava a minha irmã e também tinha momentos que os irmãos se beijavam, espero que o leitor não seja um moralista, éramos crianças e só era um selinho. Bem a menina me beijou e perguntou se o beijo dela era doce ou salgado, acho que respondi era salgado, a menina nunca mais quis falar comigo. Mulheres sempre românticas e que falta de romantismo da minha parte também.
A segunda vez foi uma colega em que convivi todo o primário e quando chegamos ao ginásio, ela ficou em outra sala e aí soube que ela gostava de mim, e os amigos na tentativa de ajudar, algumas vezes prejudicando, a prenderam na sala dela e me pegaram para me levarem até lá. Só que eu pedi para não ir, pois não gostava dela e não queria enganá-la. Eu quando era menor tinha a idéia de casar com a primeira namorada, envelhecer com ela, de beijar alguém que verdadeiramente mexesse comigo. Reencontrei ela um tempo depois, ela estava mais linda do que era, me bateu um pouco de arrependimento, se eu fosse naquela sala talvez estivesse com ela até hoje, mas era tarde, ela tinha namorado, quase noiva.
Depois veio um daqueles amores 2 amores que eu relatei no início. Ela era linda, dediquei uma personagem a ela em um dos meus livros, que ainda não está postado no blog. Ela me via como amigo e também não me via como homem para namorar, sentia ciúmes ao vê-la com outros. Teve uma vez que ela não quis sair comigo para comprar uma coisa por me achar fraquinho (eu sempre fui magrinho), e aquilo doeu muito, ela mal sabia que eu era capaz de dar a minha vida por ela. Eu sempre ia na casa dela, quase todos os dias, eu fazia tudo o que ela pedia, todos sabiam que eu gostava dela, menos ela, nunca contei. Ela se mudou para outro bairro, a achei no orkut e hoje só temos contato através dele.
Tinha outra menina na mesma época, mas acho que não era amor, acho que era coisa de carne, desejo, e nessa época o pessoal se reunia para brincar de verdade ou consequência e com ela eu dei o meu primeiro beijo de lingua. Me perguntaram depois se eu sentir tesão com o beijo, disse na hora que sim, mas acho dificil sentir tesão apenas com um beijo, acho mais fácil com um toque ou carinho especial.
Depois conheci o meu segundo grande amor, que veio com seu jeito sonolento, descuidado, com aquele sorriso, com aquelas mãos. Me abraçava e era o momento mais feliz da minha vida. Me compreendia tão bem. Eu sempre maltrando para não demonstrar talvéz esse amor, que alguns já notavam, sonhava com essa pessoa as noites. Me roía de ciúmes ao ver beijando alguém que não era eu. Era uma amor impossível, essa pessoa não aceitaria e nem eu também.
Nessa mesma turma tinha uma outra menina, não tão bonita, que se interessou por mim, mas ela queria ser submissa, não lutava pelo que queria e era meiga, isso sempre me encantava nas mulheres, acho que magoei ela também, pois só a via como amiga. Aí no último ano do ensino médio aparece outra menina meiga, tão próxima e diferente de mim, eu me declarei a lea e ela não me quis, disse que me via como amigo e várias outras disseram a mesma coisa, até a menina que eu gostava dos pés dela,
A última, um rolo de beijos e separações, hoje nos encontramos separados por uma traição da minha cabeça, gosto dela muito, mas sei que não é da forma que gostei dessas 2 pessoas relatadas no início.
A minha vida até esses 21 anos de vida foi de fracassos amorosos, já me perguntei se tenho medo de amar, de ser feliz, mas acho que é medo de me machucar ou de machucar alguém. Ainda teve duas professoras, mas não era amor, acho que era encantamento de aluno, admiração profunda, sempre me chamou atenção pessoas inteligentes e de bom papo.Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...
Dediquei um bom tempo da minha vida aos estudos, agora não, estou desleixado, não aguento nem ver livros as vezes. Me arrependo de ter dedicado uma boa parte da minha vida aos estudos e não ao amor. Eu sempre quis me estabilizar financeiramente primeiro e depois o amor. mas as duas coisas podem caminhar juntas. Não sei se foi amor o que eu sentir, mas acho que não vive paixão, paixão vira a cabeça, queria tanto ir até o prédio e gritar bem alto eu te amo, ligar várias vezes ao dia só para escutar a respiração. Torço para encontrar um grande amor esse ano, pois as vezes o indivíduo sente falta de conversar, de carinho, afeto, de ficar abraçado juntinho, de andar de mãos dadas.
tenho maior medo de terminar sozinho, de não sentir de novo alguém me amando. Queria sentir como carlos Drumond de Andrade escreveu, de ter uma pessoa que o meu primeiro e último pensamento do dia fosse ela, que eu não conseguisse enxergar o futuro sem ela.
Por fim, quero escrever a todas essas pessoas aqui escritas que os amei, talvez não da formna que elas esperassem ou da forma que eu queria, e elas estão aqui nesse texto, pois para mim, serão para sempre especiais.
Digo que a letra Epitáfio é um pouco da minha vida:
Assinar:
Postagens (Atom)
