-Deu o quê?
-O que já esperávamos, é Carol, amanhã voltamos. -Pedro.
-O corpo deve está fedido. -fala Ingrid.
Elís relincha.
-Oh burra, passaram formol no corpo.
-Vocês não setem remorso? -Pergunta Caio.
-Quem sentirá remorso de Carol, só quem não a conheceu. -Bruno.
-Ela vai ser cremada, a boazinha disse que seu último desejo era que suas cinzas fossem jogadas por todo o jardim da casa. -Manuela completa.
No velório, colocam o corpo na câmara de cremação e todos choravam, mas eram lágrima de crocodilo.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Releituras
Indecência
Algumas vezes vem aquela louca vontade de soltar um porra. Putz, xinguei, espero que nenhum dos meus tios leia isso. Senão, vão descobrir que também xingo as vezes.
Porra para o desemprego;
Porra para as criancinhas na sinaleira;
Porra para os pais que perdem os seus filhos para a violência;
Porra para a morte que cada vez mais leva nossas crianças;
Porra para a AIDS, a droga e a prostituição das mulheres que ainda brincam de boneca;
Porra para o analfabetismo;
Porra para a nossa falta de compromisso para com o outro;
Porra para nós que aceitamos ser prisioneiros na nossa própria casa;
Porra para os maus tratos contra animais, mulheres, idosos e crianças;
Porra para o preconceito;
Porra para o desmatamento;
Porra para a corrupção;
Porra para os políticos;
Porra para a imprensa que deforma antes de informar;
Porra para as pessoas que não tem teto;
Porra para os olhos e mãos fechadas do governo;
Porra para educação que deseduca;
Porra para nós que não temos tempo nem para nós mesmos e muito menos para os outros;
Porra para a mentira e a inveja;
Porra por termos tirado a inocência de nossas crianças;
Porra para o buzu lotado;
Porra para o engarrafamento;
Porra para tanto imposto;
Porra para a falta de dinheiro;
Porra para o aborto;
Porra para nós que abortamos o nosso tempo;
Porra para a calúnia e a difamação;
Porra para a falta de ideia;
Porra para a falta de paz;
Porra para a juventude desorientada;
Porra para a desonestidade;
Porra para a insensibilidade;
Porra para as ideologias erradas;
Porra para os que sofrem sem ser acalentados;
Porra por sermos tão acomodados.
Apenas 18 anos
Menino quero fazer morada em seus braços
Quero me perder em seus beijos
Quero o teu corpo ardendo junto ao meu
Desejo ser somente seu
Vamos provocar diferentes reflexos nos azulejos
Com seus cabelos loiros iluminados pelo sol
Me perco vendo essa imagem de noite
Menino me leve para debaixo do seu lençol
Quero minhas pernas entre as suas pernas
Quero sentir meu corpo dentro do seu
Vamos mudar a nossa sorte
Na cama não falta cenas
Pêlo com pêlo, as bocas grudadas e respiração ofegante
Venha ser o meu amante
Você rir ao ver o meu olhar devasso te despindo
Mas quero continuar te sentindo
Cada toque, cada carícia, cada beijo
Apenas 18, mas tinha a experiência de 40
Corpo de 20 e cabeça de 30
Sem esperar os nossos corpos se encontraram
O errado e o errante se doaram
Se amaram
Quem disse que nossos retratos não se combinam?
É uma questão de foco, de fotografo, de luz
É questão de amor
Menino nunca imaginei que iria gostar tanto do seu corpo nú
As suas mãos que me dominam
Nunca imaginei viver esse tipo de amor.
Algumas vezes vem aquela louca vontade de soltar um porra. Putz, xinguei, espero que nenhum dos meus tios leia isso. Senão, vão descobrir que também xingo as vezes.
Porra para o desemprego;
Porra para as criancinhas na sinaleira;
Porra para os pais que perdem os seus filhos para a violência;
Porra para a morte que cada vez mais leva nossas crianças;
Porra para a AIDS, a droga e a prostituição das mulheres que ainda brincam de boneca;
Porra para o analfabetismo;
Porra para a nossa falta de compromisso para com o outro;
Porra para nós que aceitamos ser prisioneiros na nossa própria casa;
Porra para os maus tratos contra animais, mulheres, idosos e crianças;
Porra para o preconceito;
Porra para o desmatamento;
Porra para a corrupção;
Porra para os políticos;
Porra para a imprensa que deforma antes de informar;
Porra para as pessoas que não tem teto;
Porra para os olhos e mãos fechadas do governo;
Porra para educação que deseduca;
Porra para nós que não temos tempo nem para nós mesmos e muito menos para os outros;
Porra para a mentira e a inveja;
Porra por termos tirado a inocência de nossas crianças;
Porra para o buzu lotado;
Porra para o engarrafamento;
Porra para tanto imposto;
Porra para a falta de dinheiro;
Porra para o aborto;
Porra para nós que abortamos o nosso tempo;
Porra para a calúnia e a difamação;
Porra para a falta de ideia;
Porra para a falta de paz;
Porra para a juventude desorientada;
Porra para a desonestidade;
Porra para a insensibilidade;
Porra para as ideologias erradas;
Porra para os que sofrem sem ser acalentados;
Porra por sermos tão acomodados.
Apenas 18 anos
Menino quero fazer morada em seus braços
Quero me perder em seus beijos
Quero o teu corpo ardendo junto ao meu
Desejo ser somente seu
Vamos provocar diferentes reflexos nos azulejos
Com seus cabelos loiros iluminados pelo sol
Me perco vendo essa imagem de noite
Menino me leve para debaixo do seu lençol
Quero minhas pernas entre as suas pernas
Quero sentir meu corpo dentro do seu
Vamos mudar a nossa sorte
Na cama não falta cenas
Pêlo com pêlo, as bocas grudadas e respiração ofegante
Venha ser o meu amante
Você rir ao ver o meu olhar devasso te despindo
Mas quero continuar te sentindo
Cada toque, cada carícia, cada beijo
Apenas 18, mas tinha a experiência de 40
Corpo de 20 e cabeça de 30
Sem esperar os nossos corpos se encontraram
O errado e o errante se doaram
Se amaram
Quem disse que nossos retratos não se combinam?
É uma questão de foco, de fotografo, de luz
É questão de amor
Menino nunca imaginei que iria gostar tanto do seu corpo nú
As suas mãos que me dominam
Nunca imaginei viver esse tipo de amor.
Otage -Capítulo 21
-Já vou me deitar.
Manuela se retira enquanto os outros assistem a TV.
Ela entra num quarto, entra no guarda-roupa que há vários espaços para a ventilação, demora algum tempo, ela acorda por ter cochilado e vê Carolina e Marcos transando.
Ela vendo o sorriso de Carolina durante o ato, tinha vontade de arrancar os lábios dela, porque ele sempre os procurava.
Por que ele escolheu a ela? Se ela não existisse? Talvez ela teria uma chance.
Carolina era mais bonita, era tudo mais do que ela. Ela estava tendo um orgasmo e Manuela sentia o orgasmo como se em vez da Carolina ele a penetrasse.
O que o corpo dela tinha que fazia todos os homens a olhar?
Manuela andava na rua ninguém a reparava. Se Carolina chorasse todos se comoviam, se ela chorasse nem a mãe perguntava o que ela estava sentindo.
Era tudo para Carolina, para ela, nada.
Era nela que ele beijava os seios e lambia a orelha. Era ela que arranhava as costas do homem que ela ama. Depois eles dormiram, ela sai do quarto, o irmão ainda assistia a televisão. Ela foi para o quarto, Elís não estava lá.
Se olha no espelho e desabotoa a blusa, viu os seus seios, Carolina concerteza tinha seios mais bonitos do que os dela, depois os esconde abaixo da blusa, pega um cigarro, o acende, o traga. Enquanto as pessoas afogam as mágoas na bebida, ela afoga as suas mágoas no cigarro, já que não pode afogar a prima. Ao amanhecer, Manuela vê Ingrid chorando.
-O que foi?
-Ela o denunciou, ele está sendo processado e pode ser preso, não pode mais trabalhar como analista, sua licença foi caçada... Ela não podia fazer isso.
-Não fica assim.
-Ela sempre tem que se meter na vida dos outros, eu a odeio.
-Se vingue dela.
-Se eu pudesse a matava.
Bruno entra no quarto de carolina,abre uma gaveta e pega o par de brincos de diamantes de Carol.
-Ele sai.
-O que está fazendo aí? -Manuela.
-Nada, pensei que tinha alguém no quarto.
-O que os brincos de Carol estão fazendo em suas mãos? -ele tenta os esconder -Eu já vi, quanto quer por eles?
-Carolina tem uma dívida comigo, nada paga.
-Eu posso contar que tem um ladrão entre nós. -ele dá os brincos a ela e se retira.
Manuela se retira enquanto os outros assistem a TV.
Ela entra num quarto, entra no guarda-roupa que há vários espaços para a ventilação, demora algum tempo, ela acorda por ter cochilado e vê Carolina e Marcos transando.
Ela vendo o sorriso de Carolina durante o ato, tinha vontade de arrancar os lábios dela, porque ele sempre os procurava.
Por que ele escolheu a ela? Se ela não existisse? Talvez ela teria uma chance.
Carolina era mais bonita, era tudo mais do que ela. Ela estava tendo um orgasmo e Manuela sentia o orgasmo como se em vez da Carolina ele a penetrasse.
O que o corpo dela tinha que fazia todos os homens a olhar?
Manuela andava na rua ninguém a reparava. Se Carolina chorasse todos se comoviam, se ela chorasse nem a mãe perguntava o que ela estava sentindo.
Era tudo para Carolina, para ela, nada.
Era nela que ele beijava os seios e lambia a orelha. Era ela que arranhava as costas do homem que ela ama. Depois eles dormiram, ela sai do quarto, o irmão ainda assistia a televisão. Ela foi para o quarto, Elís não estava lá.
Se olha no espelho e desabotoa a blusa, viu os seus seios, Carolina concerteza tinha seios mais bonitos do que os dela, depois os esconde abaixo da blusa, pega um cigarro, o acende, o traga. Enquanto as pessoas afogam as mágoas na bebida, ela afoga as suas mágoas no cigarro, já que não pode afogar a prima. Ao amanhecer, Manuela vê Ingrid chorando.
-O que foi?
-Ela o denunciou, ele está sendo processado e pode ser preso, não pode mais trabalhar como analista, sua licença foi caçada... Ela não podia fazer isso.
-Não fica assim.
-Ela sempre tem que se meter na vida dos outros, eu a odeio.
-Se vingue dela.
-Se eu pudesse a matava.
Bruno entra no quarto de carolina,abre uma gaveta e pega o par de brincos de diamantes de Carol.
-Ele sai.
-O que está fazendo aí? -Manuela.
-Nada, pensei que tinha alguém no quarto.
-O que os brincos de Carol estão fazendo em suas mãos? -ele tenta os esconder -Eu já vi, quanto quer por eles?
-Carolina tem uma dívida comigo, nada paga.
-Eu posso contar que tem um ladrão entre nós. -ele dá os brincos a ela e se retira.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
O rencontro de dois sujos numa noite suja.
Este poema foi uma das postagens mais comentadas no blog, e alguns amigos queria que eu fizesse o reencontro destes dois. Ele foi postado já há uns quatro ou três meses atrás e demorei de escrever esse reencontro, pois não queria decepcionar as pessoas que leram o primeiro, aí ontem veio a inspiração e saiu isso, espero que gostem e está atendido o pedido.
Primeiro leia o primeiro encontro deste dois sujos, se você não conhece essa postagem, logo abaixo está o reencontro.
Dois sujos numa noite suja.
Me lembrei que eu não perguntei o seu nome
Nem pedi seu telefone
Muito menos o endereço
Pra quê?
Sempre fui uma pessoa sem compromisso
Naquela noite te conheci com apreço
Quem dera! Seria um infâmia se escrevesse isso
Mas escrevo, temos que imortalizar a nossa melhor transa
É isso mesmo, você onde estiver saiba que me deixou na fossa
Com saudade daquela transa
Se é moça não leia o resto, pra não ficar ruborizada
Não estou aqui para ditar minhas qualidades, pois não escreverei sobre isso
A comi com ferocidade, tinha cara de moça e corpo de puta
Eu era o imperador desbravando o sexo dela
Se sentinddo todo dono entre as pernas dela
Com toda minha virilidade e com muita força
Ela gritava e gemia querendo o meu néctar
Nos beijavamos até ficar sem ar
As horas passavam e você não cansa
Digo entre os dentes que me fez suar
Eu achando que era o caçador, na verdade era a presa
Se as paredes falassem
Ela era uma mulher para deixar o melhor amigo do homem duro por muitas horas
Fazia cada coisa com ele
Ora na boca ora na mão e a surpresa
Foram incontáveis as posições, ela tinha imaginação
Não sou religioso, mas me fez dizer Amém
Ela me provocava e eu só tendo a fascinação
O meu rosto entre os seus seios
Me fez lembrar das outras
Olha que não foram poucas
A priminha, a colega da escola, o casal de sapatão
Para conquistar o produto não importa os meios
Você me fez lembrar da fugacidade da juventude
Me fez feliz na plenitude
Ao acordar lhe ver de bruços na cama
Noto que tem uma tatuagem nas costas
Nas horas acaloradas você não nota muitas coisas loucas
Fui tomar um banho e ao voltar você sumiu
Se eu não lhe ver mais, espero com esses versos faça você se lembrar de nós dois na cama
Em uma certa noite fomos eternos amantes.
O reencontro de dois sujos numa noite suja.
Depois daquela última transa
Pensei que não iria mais lhe encontrar
Estava com saudade de te penetrar
Depois de você nenhuma garota me satisfez
Você foi logo tirando a roupa sem dizer outra vez o nome
Eu te mostrei o meu pau e disse come
De novo você fez bem o serviço
Me fez dá um sorriso
Me fez parecer menino
Descobrindo o mundo entre as suas pernas
Juntos inventamos uma nova posição
Você ficou satisfeita com o tamanho da minha ereção
Fiquei diante de você sem ação
Você não tem noção como é gostoso fuder você nesse frio
Pergunto onde foi parar o seu brio
Por que não descobrir você antes
Para sermos para sempre amantes
A sua voz quente no meu ouvido
Falando certas coisas que só podem ser ditas confidencialmente
Me deixa até com o libido comovido
Digo após a nossa transa pra você especialmente
Que você é gostosa pra caralho
Gostaria de descobrir o seu atalho
Pra quando me desse vontade ir correndo
Queimar o meu corpo dentro do seu
Ao fim vejo você colocando a roupa de um jeito que nunca vi
Ai me dei conta que você não é minha
Pois quantos rapazes te encontraram na mesma esquina?
Ao sair você deixa um beijo no ar
Daquele jeito que só você sabe dar
Me cubro para relembrar cada detalhe dessa noite fugaz
Quem pediu pra sermos dois sujos numa noite suja rapaz.
Primeiro leia o primeiro encontro deste dois sujos, se você não conhece essa postagem, logo abaixo está o reencontro.
Dois sujos numa noite suja.
Me lembrei que eu não perguntei o seu nome
Nem pedi seu telefone
Muito menos o endereço
Pra quê?
Sempre fui uma pessoa sem compromisso
Naquela noite te conheci com apreço
Quem dera! Seria um infâmia se escrevesse isso
Mas escrevo, temos que imortalizar a nossa melhor transa
É isso mesmo, você onde estiver saiba que me deixou na fossa
Com saudade daquela transa
Se é moça não leia o resto, pra não ficar ruborizada
Não estou aqui para ditar minhas qualidades, pois não escreverei sobre isso
A comi com ferocidade, tinha cara de moça e corpo de puta
Eu era o imperador desbravando o sexo dela
Se sentinddo todo dono entre as pernas dela
Com toda minha virilidade e com muita força
Ela gritava e gemia querendo o meu néctar
Nos beijavamos até ficar sem ar
As horas passavam e você não cansa
Digo entre os dentes que me fez suar
Eu achando que era o caçador, na verdade era a presa
Se as paredes falassem
Ela era uma mulher para deixar o melhor amigo do homem duro por muitas horas
Fazia cada coisa com ele
Ora na boca ora na mão e a surpresa
Foram incontáveis as posições, ela tinha imaginação
Não sou religioso, mas me fez dizer Amém
Ela me provocava e eu só tendo a fascinação
O meu rosto entre os seus seios
Me fez lembrar das outras
Olha que não foram poucas
A priminha, a colega da escola, o casal de sapatão
Para conquistar o produto não importa os meios
Você me fez lembrar da fugacidade da juventude
Me fez feliz na plenitude
Ao acordar lhe ver de bruços na cama
Noto que tem uma tatuagem nas costas
Nas horas acaloradas você não nota muitas coisas loucas
Fui tomar um banho e ao voltar você sumiu
Se eu não lhe ver mais, espero com esses versos faça você se lembrar de nós dois na cama
Em uma certa noite fomos eternos amantes.
O reencontro de dois sujos numa noite suja.
Depois daquela última transa
Pensei que não iria mais lhe encontrar
Estava com saudade de te penetrar
Depois de você nenhuma garota me satisfez
Você foi logo tirando a roupa sem dizer outra vez o nome
Eu te mostrei o meu pau e disse come
De novo você fez bem o serviço
Me fez dá um sorriso
Me fez parecer menino
Descobrindo o mundo entre as suas pernas
Juntos inventamos uma nova posição
Você ficou satisfeita com o tamanho da minha ereção
Fiquei diante de você sem ação
Você não tem noção como é gostoso fuder você nesse frio
Pergunto onde foi parar o seu brio
Por que não descobrir você antes
Para sermos para sempre amantes
A sua voz quente no meu ouvido
Falando certas coisas que só podem ser ditas confidencialmente
Me deixa até com o libido comovido
Digo após a nossa transa pra você especialmente
Que você é gostosa pra caralho
Gostaria de descobrir o seu atalho
Pra quando me desse vontade ir correndo
Queimar o meu corpo dentro do seu
Ao fim vejo você colocando a roupa de um jeito que nunca vi
Ai me dei conta que você não é minha
Pois quantos rapazes te encontraram na mesma esquina?
Ao sair você deixa um beijo no ar
Daquele jeito que só você sabe dar
Me cubro para relembrar cada detalhe dessa noite fugaz
Quem pediu pra sermos dois sujos numa noite suja rapaz.
A imagem refletida no espelho.
A imagem refletida no espelho sou eu?
Descobrir que não gosto do rótulo de santinho
Que não sou nem um pouco espertinho
Na verdade não sei se foi eu que te comi ou você que me comeu
Este espelho não é meu!
Quem disse que sou seu?
Aprendi que tem gente que não sabe amar
A vida não me ensinou a amar sem sofrer
As vezes acho que vou morrer por meu coração tanto doer
As lágrimas que caem não são minhas
As experiências vividas também não são minhas
As vezes quando olho para o meu espelho
Não gosto o que ele mostra
Você não entende quis tanto a liberdade
Que tive medo ao me ver preso a você
Gostaria de saber em que tempo eu deixei a puberdade
Vou quebrar este espelho!
Já estou velho para fazer confidências a ele
Mas o que faço com você?
Mesmo ele em pedaços não posso te esquecer
Não é possível retirar você do meu ser
Ai me vejo de novo preso ao espelho que não é meu.
Descobrir que não gosto do rótulo de santinho
Que não sou nem um pouco espertinho
Na verdade não sei se foi eu que te comi ou você que me comeu
Este espelho não é meu!
Quem disse que sou seu?
Aprendi que tem gente que não sabe amar
A vida não me ensinou a amar sem sofrer
As vezes acho que vou morrer por meu coração tanto doer
As lágrimas que caem não são minhas
As experiências vividas também não são minhas
As vezes quando olho para o meu espelho
Não gosto o que ele mostra
Você não entende quis tanto a liberdade
Que tive medo ao me ver preso a você
Gostaria de saber em que tempo eu deixei a puberdade
Vou quebrar este espelho!
Já estou velho para fazer confidências a ele
Mas o que faço com você?
Mesmo ele em pedaços não posso te esquecer
Não é possível retirar você do meu ser
Ai me vejo de novo preso ao espelho que não é meu.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Releituras.
Declaração para ti
Onde está você?
Que está além de mim
Onde te procurar?
Não quero apenas um retrato ou lembrança
Quero minha pele roçada na tua pele
Em todos não consigo achar nenhuma semelhança
A minha boca se repele
A não beijar a sua
A não te achar fico sem ar
Não desejo testar outros sexos
Pois sei qual quero recordar
Posso estar enganado em lhe dar meu amor e você não ligar
Mas sei quem me provoca suor as noites
Pode fugir de mim, mas não o que fui para ti
Posso não ter sido o melhor amante
Sei que vou ser para sempre errante
Talvez até bobo quando olho para ti
Pode ter a certeza que nossa história não termina aqui
Pois não foram apenas momentos, mas minha vida ao lado de ti
Pois somente vivo para ti
Sem cobrança, sem vergonha, somente amor
Nossa história não pode ser resumida em dor
Não se esqueça dos nossos planos
Não durma com outros por debaixo dos panos
Serão tempos perdidos
Já que não é eu que testarei o seu corpo
Já que não é eu que provocarei a tua sensibilidade
Já que não é eu que desconheço todos os seus sinais.
D.R.
Em que beijos você se esconde
Para fugir de mim? Responde.
Quem vai te despir como eu te despir?
Em que olhos você vai olhar para não me achar?
Você pode pensar que vai me enganar
Dizendo que não me ama
Desejo que me ame por uma noite
Sei que divide com outro a nossa cama
Pergunto como ele te toca
Se você compara ou finge que não nota
Meus pedidos de desculpa se esgota
Todas as vezes que você diz não com a boca
Boca... Quero minha boca na sua boca
Não quero você em pedaços
Não quero fazer laços
Depois disso você não vai me olhar mais
Não é que eu seja incapaz
De reconhecer o meu erro
É a incapacidade de reconhecer limites
Para onde ir, é com você que vou estar
Pois nenhum olhar comporta a minha forma de amar
Desesperado, carente, servil, compulsivo
Sem você o dia é um amontoado de horas que não vivo
Grite, me xingue, mas fale comigo
Essa semana tive muitas mulheres, digo
Que nenhuma era você para te deixar feliz
Venha, vamos parar de fazer planos
Vamos tentar mais uma vez, agora insanos
Não me olhe desse jeito, como se eu fosse nada
Feito uma página feia da sua vida que você rasga
Você ainda vai ver que eu sou a pessoa certa para você querida
Que vou ser o pai dos seus filhos
Que é com você que fico.
Pra quem não conhece Releituras, é um espaço em que posto textos que eu já escrevi e
postei aqui no blog. Eu faço esse apanhado de quatro em quatro meses, por exemplo agora em julho toda semana vai ter Releituras, quando acabar esse mês, só em Novembro. Quando eu postei esses dois poemas muitas pessoas acharam que era eu pedindo para alguém voltar pra mim, mas nesse dois poemas criei um personagem que por algum motivo a mulher não quis voltar pra ele e aí tentei criar umas características para ele, ele não é nada modesto, ciumento, possessivo, grosso até, mas que de certa forma com todos os defeitos dele que o poema demonstrasse o " grande amor" que ele sente por essa mulher. Em fim espero que tenha conseguido mostrar isso no poema. Até a próxima.
Onde está você?
Que está além de mim
Onde te procurar?
Não quero apenas um retrato ou lembrança
Quero minha pele roçada na tua pele
Em todos não consigo achar nenhuma semelhança
A minha boca se repele
A não beijar a sua
A não te achar fico sem ar
Não desejo testar outros sexos
Pois sei qual quero recordar
Posso estar enganado em lhe dar meu amor e você não ligar
Mas sei quem me provoca suor as noites
Pode fugir de mim, mas não o que fui para ti
Posso não ter sido o melhor amante
Sei que vou ser para sempre errante
Talvez até bobo quando olho para ti
Pode ter a certeza que nossa história não termina aqui
Pois não foram apenas momentos, mas minha vida ao lado de ti
Pois somente vivo para ti
Sem cobrança, sem vergonha, somente amor
Nossa história não pode ser resumida em dor
Não se esqueça dos nossos planos
Não durma com outros por debaixo dos panos
Serão tempos perdidos
Já que não é eu que testarei o seu corpo
Já que não é eu que provocarei a tua sensibilidade
Já que não é eu que desconheço todos os seus sinais.
D.R.
Em que beijos você se esconde
Para fugir de mim? Responde.
Quem vai te despir como eu te despir?
Em que olhos você vai olhar para não me achar?
Você pode pensar que vai me enganar
Dizendo que não me ama
Desejo que me ame por uma noite
Sei que divide com outro a nossa cama
Pergunto como ele te toca
Se você compara ou finge que não nota
Meus pedidos de desculpa se esgota
Todas as vezes que você diz não com a boca
Boca... Quero minha boca na sua boca
Não quero você em pedaços
Não quero fazer laços
Depois disso você não vai me olhar mais
Não é que eu seja incapaz
De reconhecer o meu erro
É a incapacidade de reconhecer limites
Para onde ir, é com você que vou estar
Pois nenhum olhar comporta a minha forma de amar
Desesperado, carente, servil, compulsivo
Sem você o dia é um amontoado de horas que não vivo
Grite, me xingue, mas fale comigo
Essa semana tive muitas mulheres, digo
Que nenhuma era você para te deixar feliz
Venha, vamos parar de fazer planos
Vamos tentar mais uma vez, agora insanos
Não me olhe desse jeito, como se eu fosse nada
Feito uma página feia da sua vida que você rasga
Você ainda vai ver que eu sou a pessoa certa para você querida
Que vou ser o pai dos seus filhos
Que é com você que fico.
Pra quem não conhece Releituras, é um espaço em que posto textos que eu já escrevi e
postei aqui no blog. Eu faço esse apanhado de quatro em quatro meses, por exemplo agora em julho toda semana vai ter Releituras, quando acabar esse mês, só em Novembro. Quando eu postei esses dois poemas muitas pessoas acharam que era eu pedindo para alguém voltar pra mim, mas nesse dois poemas criei um personagem que por algum motivo a mulher não quis voltar pra ele e aí tentei criar umas características para ele, ele não é nada modesto, ciumento, possessivo, grosso até, mas que de certa forma com todos os defeitos dele que o poema demonstrasse o " grande amor" que ele sente por essa mulher. Em fim espero que tenha conseguido mostrar isso no poema. Até a próxima.
Otage- Capítulo 20.
Manuela vai até um bosque e começa a cavar, o bosque é num parquinho e há várias pessoas e ela cava perto de roseiras. Tira um baú pequeno.
Tira as luvas e pega uma chave na bolsa. Abre o baú e tira o livrinho
.............................................................................
-Isso aqui é um diário, como hoje estamos completando juntos o ensino médio e não sabemos se nossa amizade vai durar, cada um escreve qualquer coisa, desde que seja a pura verdade e quando nos reencontrarmos de novo, juntos abrimos o baú e lemos o que constava nele. -Pedro fala para todo grupo.
-Eu quero ser o primeiro. -Caio.
Depois todos juntos foram cavar um buraco e colocar o baú, onde está o diário.
-Todos prometem que não vão ver o conteúdo desse diário, a não ser que todos estejam? -Pedro pergunta.
-Sim. -todos.
........................................................................
Ela abre o diário e procura a página de Elís, ela acha.
"
Elís Albuquerque Vellon - 18 anos.
Eu não sei o que vou escrever, por isso deceidi contar que gosto de um amigo, porém quando abrirmos esse diário e ver o conteúdo dele espero que já seja a namorada dele.
Já fiz um aborto, e menstruei bem na hora da minha primeira vez. sinto orgasmo ao tocarem meus seios.
Já tive verruga e gonorréia e gostaria de transar num cemitério, acho bem exótico.
Minha melhor amiga é Manu, a amo e torço que ela ache um cara bacana.
Sonho em ser cantora profissional, mas meus pais dizem que isso é carreira de vagabundo.
Eu vou terminar, não sei mais o que escrever e acho que escrevi coisas da qual vou me arrepender.
06/12/1988"
Ela fecha o diário.
Tira as luvas e pega uma chave na bolsa. Abre o baú e tira o livrinho
.............................................................................
-Isso aqui é um diário, como hoje estamos completando juntos o ensino médio e não sabemos se nossa amizade vai durar, cada um escreve qualquer coisa, desde que seja a pura verdade e quando nos reencontrarmos de novo, juntos abrimos o baú e lemos o que constava nele. -Pedro fala para todo grupo.
-Eu quero ser o primeiro. -Caio.
Depois todos juntos foram cavar um buraco e colocar o baú, onde está o diário.
-Todos prometem que não vão ver o conteúdo desse diário, a não ser que todos estejam? -Pedro pergunta.
-Sim. -todos.
........................................................................
Ela abre o diário e procura a página de Elís, ela acha.
"
Elís Albuquerque Vellon - 18 anos.
Eu não sei o que vou escrever, por isso deceidi contar que gosto de um amigo, porém quando abrirmos esse diário e ver o conteúdo dele espero que já seja a namorada dele.
Já fiz um aborto, e menstruei bem na hora da minha primeira vez. sinto orgasmo ao tocarem meus seios.
Já tive verruga e gonorréia e gostaria de transar num cemitério, acho bem exótico.
Minha melhor amiga é Manu, a amo e torço que ela ache um cara bacana.
Sonho em ser cantora profissional, mas meus pais dizem que isso é carreira de vagabundo.
Eu vou terminar, não sei mais o que escrever e acho que escrevi coisas da qual vou me arrepender.
06/12/1988"
Ela fecha o diário.
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