Acordei cedo e vi que se encontrava na cozinha Dona Eulália, minha mãe e Dona Justina.
-Já notara que a nossa nova vizinha só recebe visitas masculinas. -fala Dona Justina com a sua língua ferina.
-O que não pega bem para uma mulher. -fala minha mãe como dona da verdade.
-E ainda casada. -fala Dona Eulália.
-E pior não é isso Eulália, recebe essas visitas sem a presença do marido.
-E o estariam fazendo lá?
-Conversando é que não estavam não é Augusta. -fala Dona Justina.
-Vocês deveriam ter vergonha de levantar um falso desse.-me intrometi no meio da conversa.
-O quê menino?-Perguntou assustada Dona Justina.
-Antes de ficarem cuidando das suas vidas ficam conversando da vida alheia.
-Filho você está chamando sua mãe de fofoqueira?
-O palhaço veste a carapuça que lhe cabe. -me retirei.
Só escutei Dona Justina falar:
-É nisso que dá dar liberdade aos filhos. Graças a Deus que eu e o santo do meu falecido não tivemos filhos.
Já estava acabando a primavera, e entrado o verão, vinha os dias quentes e foi um pulo para o Natal passar e já estávamos em véspera de ano, faltava apenas cinco dias para encerrar o ano.
e nesses dois meses que já tinham morando o desembargador e a sua esposa, ficava a observar eles. As viagens a trabalho dele, ele carregando a sua mala bégi para colocar no seu carro azul.
E minha vontade de proteger Dona Marisa, dos homens que a visitavam e as taras que ela realizava para eles, as chuvas e a solidão das noites, amanhecia e eu já ia para janela observá-la
Só me restava a cama para satisfazer os meus impulsos de a vê-la de quatro para montá-la. Tinha medo de quebrar a cama muitas vezes, por ela balançar muito. mas o prazer que isso me dava falecia o medo, só sentia aquilo crescer em minha mão.
Depois tinha que passar água no lençol, por causa da prova da minha vergonha, mas uma vez meu pai tinha me pego no ato.
-Pai! Me solta, não! -eu gritando e chorando descendo as escadas sendo puxado pelas orelhas por ele.
-Seu desavergonhado!- ele me jogou no chão.
-Eduardo, filho. -era a minha mãe.
-Peguei este pervertido se masturbando na cama, ele vai para a rua, não quero imundos na minha casa. Já tinha tempo que eu desconfiava, porque tinha aumentado o número de espinhas dele. -eu chorando como um condenado a ir a forca.
-Pai...
-Homem pensa mais, é seu filho.
-Quer morrer tuberculoso? Quer ter lepra? Quer queimar no fogo do inferno?
-É loucura!... Ele só pode estar louco Eduardo. Satanás se apoderou do nosso filho.
Me amarraram na cama, fecharam a janela, não pôde mais ver a luz da minha vida, fiquei na escuridão do meu quarto, sem saber quando era noite ou dia, só me entregavam pão com água. Chorei em meio a minha solidão, só dava para ouvir as orações, concerteza estavam minha mãe, dona Justina, Dona Eulália em meio a oração.
O padre subiu acompanhado pela minha mãe e meu pai.
-Eu não estou com demônio padre, admito que cometi um pecado mortal...
-Não escuta ele padre, o demônio algumas vezes engana. -falou minha mãe.
-Faça de tudo padre para libertar ele deste mal, se for possível até a morte, é preferível a morte de um filho, do que esta vergonha perante a sociedade.
-Me largue! Eu não estou possuído!- comecei a me balançar na cama, com a esperança de me soltar.
-Em nome do Senhor ordeno que saia!
-Tire suas mãos de mim! Eu odeio vocês!
Amanheceu eu estava todo marcado da surra para tirar o demônio que achavam que tinha me possuído. demorou de eu ver alguém, fiquei com fome, tive que fazer as necessidades na cama, não conseguia dormir, por causa do mal cheiro que estava insuportável, e a prova das noites em claro se via no meu rosto.
Só soube que era 31 de dezembro pelos fogos, que provocavam clarões nas brechas da janela.
Neste dia as pessoas bebem, dão risada,pulam, cantam, e concerteza ela estava lá, nem sabendo que estou passando por tudo isso por causa dela.
Tinha sumido o barulho provocado pela festa e depois de algum tempo minha mãe abriu a porta.
-Até quando vão me manter aqui?
-Eu vim te soltar.
-_Por que está chorando?
-Desculpa...
-Onde se encontra papai?
-Ele está morto.
-Como?
-Ontem bebeu muito, enquanto estava dançando feliz segurando a sua garrafa, ele caiu morto no meio da multidão.
-Quero ver ele.
-Ele foi pisoteado.
-Eu queria que ele me perdoasse.
Ele foi enterrado, apesar de eu não ter recebido o perdão dele, eu não chorei no enterro, não fiquei triste com a morte dele, ele fez cair muitas lágrimas dos olhos da minha mãe. É triste você admitir que foi bom assim, principalmente quando se tratar do seu pai.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
O bom homem
Um certo dia um colega da facul perguntou se era humilde. Com choque da pergunta, demorei de responder e respondi que era. Explico que demorei de responder, pois penso antes de responder as palavras também causam danos, e algumas vezes irreparáveis.
E também não “normal ” alguém me perguntar isso. Normalmente nem nós mesmo perguntamos isso pra gente, aliás, sou uma pessoa cismada, já me acham mal educado, um adjetivo a mais ou a menos não fariam nenhuma diferença.
Mais ele em outra oportunidade repetiu a pergunta, me lembrei que da primeira que ele perguntou eu estava comendo uma bolacha recheada e esqueci de oferecer a ele – mais na verdade não sei o motivo de ele ter me feito a pergunta - na segunda vez respondi que não. Na verdade acho que para dizer que não é humilde você está sendo humilde,por admiti que você tem falhas, enfim que você é humano.
Às vezes esquecemos que cometemos erros , pois vivemos a aponta o erro do vizinho. Achamos que estamos acima do mal até que ocorre uma fenômeno e te faz cair do pedestal , viva por sermos humanos !
E também não “normal ” alguém me perguntar isso. Normalmente nem nós mesmo perguntamos isso pra gente, aliás, sou uma pessoa cismada, já me acham mal educado, um adjetivo a mais ou a menos não fariam nenhuma diferença.
Mais ele em outra oportunidade repetiu a pergunta, me lembrei que da primeira que ele perguntou eu estava comendo uma bolacha recheada e esqueci de oferecer a ele – mais na verdade não sei o motivo de ele ter me feito a pergunta - na segunda vez respondi que não. Na verdade acho que para dizer que não é humilde você está sendo humilde,por admiti que você tem falhas, enfim que você é humano.
Às vezes esquecemos que cometemos erros , pois vivemos a aponta o erro do vizinho. Achamos que estamos acima do mal até que ocorre uma fenômeno e te faz cair do pedestal , viva por sermos humanos !
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O mestre-Capítulo 9
Ana, Pedro e Paulo foram a um shopping, compraram jóias, carro, eletrodomésticos, sapatos, roupas de banho, de dormir, íntima.
-Leva essa cueca Pedro, ela deixa maior o que já é grande.
-Tá, eu levo.
Aparece Paulo de terno.
-Tá um gato meu irmão.
-Se eu não fosse casada eu pegava.
Ela olha uma passadeira simples em uma vitrine.
-Quer que eu compre para você amor.
-Não precisa gastar dinheiro com isso.
-O que desejam? - a moça da loja.
-Eu gostei dessa bolsa e meu marido vai levar essa carteira e essr relógio e quero todos esses vestidos. Esse vai ser ótimo para romper o ano não é meu amor. -ela sorrindo olhando o vestido em frente ao espelho.
Numa outra loja ela olha todos os lençóis.
-Mudei de idéia, não vou levar nenhum.
Eles voltam para casa.
-Meu bem não fiquei linda com essa passadeira? -era a passadeira que ela tinha visto na vitrine.
Eles foram passar o fim de ano num transatlântico.
-Eu tô grávida Pedro.
-É verdade?
-É, eu desconfiava e tive a certeza ontem.
-Não vamos mais roubar, temos que pensar nesse filho.
Depois foram para um hotel. Pedro sentado nú numa cadeira, Ana aparece, só de calcinha e sutiã, ela senta-se no colo dele e o beija, tira o sutiã, ele beijando os seios dela, desce até o umbigo e do umbigo para a verilha.
Ela lembe a orelha del. Ela grita de prazer.
Alguém toca a campainha.
-Não vá não! -ela pega na mão dele.
-Devemos ter acordado o pessoal do hotel, devem tá morrendo de inveja dos seus gritos gostosa.
-Vai atende. -ela joga o roupão.
Pedro abre a porta.
-Tem alguém o chamando lá embaixo.
-Disse o nome?
-Não.
No quarto Ana vê da janela várias viaturas da polícia.
-Merda.
-E o que a pessoa quer?
-Não sei não senhor.
Ana aparece com uma arma.
-Ana.
-A polícia está aí embaixo, descobriram agente.
-Fala filho da mãe é a polícia que está me chamando?
-É, não me matem, por favor..
O prende dentro do armário Pedro, eu vou falar com o seu irmão pra sair da casa com o dinheiro.
Depois deles fugirem do hotel, se encontram com Paulo. Paulo está com cabelos longos, até os ombros, Pedro com um bigode e um óculos, Ana, loira e de olhos azuís, graças a uma lente de contato.
-Vamos pra onde?
-Rio de janeiro. Agora você se chama Carolina Ambrósio e eu, Eduardo Ambrósio.
-Eu tô ridículo.
-Que nada Paulo. -Ana.
-Não, agora me chamo Mateus.
-Deu para salvar quanto?
-Quase seis milhões.
-Agora é uma nova vida.
-Leva essa cueca Pedro, ela deixa maior o que já é grande.
-Tá, eu levo.
Aparece Paulo de terno.
-Tá um gato meu irmão.
-Se eu não fosse casada eu pegava.
Ela olha uma passadeira simples em uma vitrine.
-Quer que eu compre para você amor.
-Não precisa gastar dinheiro com isso.
-O que desejam? - a moça da loja.
-Eu gostei dessa bolsa e meu marido vai levar essa carteira e essr relógio e quero todos esses vestidos. Esse vai ser ótimo para romper o ano não é meu amor. -ela sorrindo olhando o vestido em frente ao espelho.
Numa outra loja ela olha todos os lençóis.
-Mudei de idéia, não vou levar nenhum.
Eles voltam para casa.
-Meu bem não fiquei linda com essa passadeira? -era a passadeira que ela tinha visto na vitrine.
Eles foram passar o fim de ano num transatlântico.
-Eu tô grávida Pedro.
-É verdade?
-É, eu desconfiava e tive a certeza ontem.
-Não vamos mais roubar, temos que pensar nesse filho.
Depois foram para um hotel. Pedro sentado nú numa cadeira, Ana aparece, só de calcinha e sutiã, ela senta-se no colo dele e o beija, tira o sutiã, ele beijando os seios dela, desce até o umbigo e do umbigo para a verilha.
Ela lembe a orelha del. Ela grita de prazer.
Alguém toca a campainha.
-Não vá não! -ela pega na mão dele.
-Devemos ter acordado o pessoal do hotel, devem tá morrendo de inveja dos seus gritos gostosa.
-Vai atende. -ela joga o roupão.
Pedro abre a porta.
-Tem alguém o chamando lá embaixo.
-Disse o nome?
-Não.
No quarto Ana vê da janela várias viaturas da polícia.
-Merda.
-E o que a pessoa quer?
-Não sei não senhor.
Ana aparece com uma arma.
-Ana.
-A polícia está aí embaixo, descobriram agente.
-Fala filho da mãe é a polícia que está me chamando?
-É, não me matem, por favor..
O prende dentro do armário Pedro, eu vou falar com o seu irmão pra sair da casa com o dinheiro.
Depois deles fugirem do hotel, se encontram com Paulo. Paulo está com cabelos longos, até os ombros, Pedro com um bigode e um óculos, Ana, loira e de olhos azuís, graças a uma lente de contato.
-Vamos pra onde?
-Rio de janeiro. Agora você se chama Carolina Ambrósio e eu, Eduardo Ambrósio.
-Eu tô ridículo.
-Que nada Paulo. -Ana.
-Não, agora me chamo Mateus.
-Deu para salvar quanto?
-Quase seis milhões.
-Agora é uma nova vida.
Dois sujos numa noite suja
Me lembrei que eu não perguntei o seu nome
Nem pedi seu telefone
Muito menos o endereço
Pra quê?
Sempre fui uma pessoa sem compromisso
Naquela noite te conheci com apreço
Quem dera! Seria um infâmia se escrevesse isso
Mas escrevo, temos que imortalizar a nossa melhor transa
É isso mesmo, você onde estiver saiba que me deixou na fossa
Com saudade daquela transa
Se é moça não leia o resto, pra não ficar ruborizada
Não estou aqui para ditar minhas qualidades, pois não escreverei sobre isso
A comi com ferocidade, tinha cara de moça e corpo de puta
Eu era o imperador desbravando o sexo dela
Se sentinddo todo dono entre as pernas dela
Com toda minha virilidade e com muita foreça
Ela gritava e gemia querendo o meu néctar
Nos beijavamos até ficar sem ar
As horas passavam e você não cansa
digo entre os dentes que me fez suar
Eu achando que era o caçador, na verdade era a presa
Se as paredes falassem
Ela era uma mulher para deixar o melhor amigo do homem duro por muitas horas
fazia cada coisa com ele
Ora na boca ora na mão e a surpresa
foram incontáveis as posições, ela tinha imaginação
Não sou religioso, mas me fez dizer Amém
Ela me provocava e eu só tendo a fascinação
O meu rosto entre os seus seios
Me fez lembrar das outras
Olha que não foram poucas
A priminha, a colega da escola, o casal de sapatão
Para conquistar o produto não importa os meios
Você me fez lembrar da fugacidade da juventude
Me fez feliz na plenitude
Ao acordar lhe ver de bruços na cama
Noto que tem uma tatuagem nas costas
Nas horas acaloradas você não nota muitas coisas loucas
Fui tomar um banho e ao voltar você sumiu
Se eu não lhe ver mais, espero com esses versos faça você se lembrar de nós dois na cama
Em uma certa noite fomos eternos amantes.
Nem pedi seu telefone
Muito menos o endereço
Pra quê?
Sempre fui uma pessoa sem compromisso
Naquela noite te conheci com apreço
Quem dera! Seria um infâmia se escrevesse isso
Mas escrevo, temos que imortalizar a nossa melhor transa
É isso mesmo, você onde estiver saiba que me deixou na fossa
Com saudade daquela transa
Se é moça não leia o resto, pra não ficar ruborizada
Não estou aqui para ditar minhas qualidades, pois não escreverei sobre isso
A comi com ferocidade, tinha cara de moça e corpo de puta
Eu era o imperador desbravando o sexo dela
Se sentinddo todo dono entre as pernas dela
Com toda minha virilidade e com muita foreça
Ela gritava e gemia querendo o meu néctar
Nos beijavamos até ficar sem ar
As horas passavam e você não cansa
digo entre os dentes que me fez suar
Eu achando que era o caçador, na verdade era a presa
Se as paredes falassem
Ela era uma mulher para deixar o melhor amigo do homem duro por muitas horas
fazia cada coisa com ele
Ora na boca ora na mão e a surpresa
foram incontáveis as posições, ela tinha imaginação
Não sou religioso, mas me fez dizer Amém
Ela me provocava e eu só tendo a fascinação
O meu rosto entre os seus seios
Me fez lembrar das outras
Olha que não foram poucas
A priminha, a colega da escola, o casal de sapatão
Para conquistar o produto não importa os meios
Você me fez lembrar da fugacidade da juventude
Me fez feliz na plenitude
Ao acordar lhe ver de bruços na cama
Noto que tem uma tatuagem nas costas
Nas horas acaloradas você não nota muitas coisas loucas
Fui tomar um banho e ao voltar você sumiu
Se eu não lhe ver mais, espero com esses versos faça você se lembrar de nós dois na cama
Em uma certa noite fomos eternos amantes.
O meu erro
As vezes pedimos tantas coisas
Você termina vendo que essas coisas
Podem ser resumidas em uma só palavra
Amor...
Não quero saber se é certo ou errado
Só quero é ter você
Vejo os seus olhos, procuro saber se estou nos seus pensamentos
Lembro dos momentos que você me fez sofrer
Mas vejo que amo de mais você
O mundo é pequeno diante de nós, você me fez crer
Dizemos um ao outro que vamos ficar juntos para sempre
Se eu pensar esse sempre sem você me causa lamentos
Me sinto tão bem em seus braços
Quando você me acaricia com sua mão
Vejo nós dois caminhando pela areia
Quando faço algo errado você vem com o seu sermão
Adoro o seu cabelo... A sua boca e assim fazemos laços
De ternura, cumplicidade, amizade
Se é pra morrer um dia
Quero morrer amando
De preferência a mesma pessoa
Não é fácil conquistar a mesma pessoa a cada dia
Também não é impossível, o amor ajuda
Quero ter você nos meus sonhos e assim ir sonhando
Eu já disse que dizem que você é um erro na minha vida
Eu digo que você é o mais bonito erro da minha vida
Repetiria esse erro mil vezes para ficar ao seu lado
Meio calado, beijo selado
Te amo
Te amo
Te amo
Muitos não tem a oportunidade de encontrar um amor
Alguns encontram e não lutam por ele
Você me pergunta se eu tenho medo
Rewspondo que as tempestades ao seu lado é dia ensolarado
Então vem vamos nos beijar
E comemorar o meu erro.
Você termina vendo que essas coisas
Podem ser resumidas em uma só palavra
Amor...
Não quero saber se é certo ou errado
Só quero é ter você
Vejo os seus olhos, procuro saber se estou nos seus pensamentos
Lembro dos momentos que você me fez sofrer
Mas vejo que amo de mais você
O mundo é pequeno diante de nós, você me fez crer
Dizemos um ao outro que vamos ficar juntos para sempre
Se eu pensar esse sempre sem você me causa lamentos
Me sinto tão bem em seus braços
Quando você me acaricia com sua mão
Vejo nós dois caminhando pela areia
Quando faço algo errado você vem com o seu sermão
Adoro o seu cabelo... A sua boca e assim fazemos laços
De ternura, cumplicidade, amizade
Se é pra morrer um dia
Quero morrer amando
De preferência a mesma pessoa
Não é fácil conquistar a mesma pessoa a cada dia
Também não é impossível, o amor ajuda
Quero ter você nos meus sonhos e assim ir sonhando
Eu já disse que dizem que você é um erro na minha vida
Eu digo que você é o mais bonito erro da minha vida
Repetiria esse erro mil vezes para ficar ao seu lado
Meio calado, beijo selado
Te amo
Te amo
Te amo
Muitos não tem a oportunidade de encontrar um amor
Alguns encontram e não lutam por ele
Você me pergunta se eu tenho medo
Rewspondo que as tempestades ao seu lado é dia ensolarado
Então vem vamos nos beijar
E comemorar o meu erro.
sábado, 13 de dezembro de 2008
A mulher do desembargador -Capítulo 4
Acordei muito nervoso, iria começar esta manhã as minhas aulas com a mulher do desembargador. Tomei o meu café correndo e fui para lá, as minhas mãos estavam geladas, duas pessoas que se encontraram comigo falram que eu estava pálido, parecia que tinha perdido todo o meu sangue.
As minhas pernas pararam, tive que puxá-las até a casa dela, as minhas mãos começaram a suar. eu estava levando também um caderno, caneta, borracha, lápis e alguns livros.
A chamei do portão, ela saiu com um vestido marrom que ia até os joelhos com costa nua.
-Eu vim para as aulas.
-Ah!... Já tinha esquecido, entre.
Entramos.
-Coloque as coisas em cima da mesa.
Comecei a olhar um quadro de uma menina morta e uns indivíduos encapuzados em volta dela, todos iguais, mas não eram humanos.
-Você se importa que estudemos no chão?
-Claro que não.
Sentamos , ela colocou as suas pernas para se apoiar em cima delas.
-Substantivo, parte da gramática a que pertence todas as palavras que desiganam os seres em geral, as entidades reais ou imaginárias. Como se classificam os substantivos?
-Concretos, abstratos, comuns, ...Próprios, coletivo.
-Pegue o seu caderno.
Eu peguei o meu caderno.
-Vou ditar algumas palavras e eu quero que você as classifique o substantivo usado.
-Esta bem.
-Sol, fome, ...Ódio, caneta, ...Pacífico, arquipélago, ...Baixela, cáfila, Córdoba, ...Vingança, Deus,... Pronto, faça.
Eu não prestava atenção na aula, me desconcentrava para olhar os seios dela, a coxa...
Depois da aula, cheguei em casa e encontrei a minha mãe no banheiro, com os olhos roxos.
-Mãe. - eu a toquei.
-Ai, está doendo. -Ela chorando.
-Ele é um covarde.
-É o seu pai.
-Se eu podesse eu a tirava dessa vida.
-Eu não quero que Maria bárbara me veja asssim.
-Onde ele está?
-Deve está bebendo.
-Largue ele mãe.
-Mulheres desquitadas são vistas com maus olhos filho, é a minha sina, eu tenho que levar isso até o túmulo.
Mais tarde Dona Justina fez uma visita a minha mãe.
-Virgem Santíssima, o que acontece com você?
-Cair da escada.
-Me perdoe pela pergunta. O seu marido bate em você?
-O quê?
-É o que eu estou ouvindo na rua.
-Quero que todos saibam que estou muito feliz com o meu marido. não quero meu nome na boca do mundo.
Sair de casa e encontrei Cláudio e Felipe.
-Estou perdido. -fala Cláudio.
-Por quê? -perguntei.
-Vou perder de ano.
-Mas segunda-feira é a prova de admissão.
-Não posso perder de ano.
-A professora Custódia é uma solteirona, já velha, mal humorada, diria que isso é fogo por debaixo da saia. -falou Felipe catedraticamente.
-Você acha?
-Ela precisa de um homem.
Veio cinco meninos do orfanato República do Lar.
-Vinhemos para ordenar que vocês se afastem da meninas do orfanato.
-Por que teríamos que obedecer a tal ordem? -Felipe
-Vocês estão com maledicência com elas.
-O que não é muito diferente do que vocês também querem com elas.
-Elas são nossas!
-Não tenho culpa se vocês não sabem conquistar as mulheres que tem.
-Vádios.
-É desses vádios que elas gostam!
No dia seguinte, na igreja aparecemos cheios de hematomas, pelo menos a briga valeu a pena, ganhamos.
-Eulália que bom voltando a frequentar a igreja. -Dona Justina
-Temos que nos conformar.
-Bom dia senhoras.
-Bom dia Padre Eurico.
-Padre desejo me confessar.
Era uma jovem de cabelos curto encaracolado.
-Vamos.
-Quem é? -Perguntou Dona Justina a Eulália.
-Amância, coitada tem 29 anos e ainda é solteira.
-Coitada nada, essa daí para não ter casado ainda deve ter aprontado de tudo, só coloco as minhas mãos no fogo pelo Santo do meu falecido marido. A mulher tem que ser do lar! Trabalhar, cuidar do marido, ser honesta, e aceitar as puladas de cerca do nosso conjuge. Cabeça vazia são quem seguem esssas feministas, que colocam idéias contrás aos ensinamentos de nossas mães e avós, homem é homem, mulher é mulher.Lugar de mulher é na cozinha rodeada dos filhos. Prazer nunca desejei sentir com o meu marido. Nós sim, somos obrigadas a dar prazer aos homens, porque aparece uma sirigaita e rouba eles da gente, nós mulheres viga da religiosidade e do bom senso.
No dia da prova.
-Eu passei.
-Você?...
-Sim e na sala dos professores, na mesa, ela aparenta ser velha, mas tem um belo corpo.
-Não estou acreditando.
Entramos na sala, havia sete fileiras verticais, cada uma com oito cadeiras. No meio da avaliação Feilpe me pediu cola e a professora nos pegou. Eu disse a verdade perante o diretor que Felipe tinha me pedido cola.
Eu tive a oportunidade fazer outra prova, Já Felipe perdeu e Cláudio passou e ainda abriu as pernas de Dona Custódia, que reparando bem bem, que coxas!
Na saída encontrei com Felipe.
Você provou que não é meu amigo
-Eu só falei a verdade
-Eu lhe arrebento.
-Acalme-se Felipe. -Cláudio.-Se lembre da amizade da gente.
-Se depender de mim ele não é mais nada meu
-Que pena que tenha que acabar assim
-Felipe pense, você estava errado. -Fala Cláudio
-E você acha certo o seu procedimento. Ainda você há de me pagar Pedro não esqueça.
As minhas pernas pararam, tive que puxá-las até a casa dela, as minhas mãos começaram a suar. eu estava levando também um caderno, caneta, borracha, lápis e alguns livros.
A chamei do portão, ela saiu com um vestido marrom que ia até os joelhos com costa nua.
-Eu vim para as aulas.
-Ah!... Já tinha esquecido, entre.
Entramos.
-Coloque as coisas em cima da mesa.
Comecei a olhar um quadro de uma menina morta e uns indivíduos encapuzados em volta dela, todos iguais, mas não eram humanos.
-Você se importa que estudemos no chão?
-Claro que não.
Sentamos , ela colocou as suas pernas para se apoiar em cima delas.
-Substantivo, parte da gramática a que pertence todas as palavras que desiganam os seres em geral, as entidades reais ou imaginárias. Como se classificam os substantivos?
-Concretos, abstratos, comuns, ...Próprios, coletivo.
-Pegue o seu caderno.
Eu peguei o meu caderno.
-Vou ditar algumas palavras e eu quero que você as classifique o substantivo usado.
-Esta bem.
-Sol, fome, ...Ódio, caneta, ...Pacífico, arquipélago, ...Baixela, cáfila, Córdoba, ...Vingança, Deus,... Pronto, faça.
Eu não prestava atenção na aula, me desconcentrava para olhar os seios dela, a coxa...
Depois da aula, cheguei em casa e encontrei a minha mãe no banheiro, com os olhos roxos.
-Mãe. - eu a toquei.
-Ai, está doendo. -Ela chorando.
-Ele é um covarde.
-É o seu pai.
-Se eu podesse eu a tirava dessa vida.
-Eu não quero que Maria bárbara me veja asssim.
-Onde ele está?
-Deve está bebendo.
-Largue ele mãe.
-Mulheres desquitadas são vistas com maus olhos filho, é a minha sina, eu tenho que levar isso até o túmulo.
Mais tarde Dona Justina fez uma visita a minha mãe.
-Virgem Santíssima, o que acontece com você?
-Cair da escada.
-Me perdoe pela pergunta. O seu marido bate em você?
-O quê?
-É o que eu estou ouvindo na rua.
-Quero que todos saibam que estou muito feliz com o meu marido. não quero meu nome na boca do mundo.
Sair de casa e encontrei Cláudio e Felipe.
-Estou perdido. -fala Cláudio.
-Por quê? -perguntei.
-Vou perder de ano.
-Mas segunda-feira é a prova de admissão.
-Não posso perder de ano.
-A professora Custódia é uma solteirona, já velha, mal humorada, diria que isso é fogo por debaixo da saia. -falou Felipe catedraticamente.
-Você acha?
-Ela precisa de um homem.
Veio cinco meninos do orfanato República do Lar.
-Vinhemos para ordenar que vocês se afastem da meninas do orfanato.
-Por que teríamos que obedecer a tal ordem? -Felipe
-Vocês estão com maledicência com elas.
-O que não é muito diferente do que vocês também querem com elas.
-Elas são nossas!
-Não tenho culpa se vocês não sabem conquistar as mulheres que tem.
-Vádios.
-É desses vádios que elas gostam!
No dia seguinte, na igreja aparecemos cheios de hematomas, pelo menos a briga valeu a pena, ganhamos.
-Eulália que bom voltando a frequentar a igreja. -Dona Justina
-Temos que nos conformar.
-Bom dia senhoras.
-Bom dia Padre Eurico.
-Padre desejo me confessar.
Era uma jovem de cabelos curto encaracolado.
-Vamos.
-Quem é? -Perguntou Dona Justina a Eulália.
-Amância, coitada tem 29 anos e ainda é solteira.
-Coitada nada, essa daí para não ter casado ainda deve ter aprontado de tudo, só coloco as minhas mãos no fogo pelo Santo do meu falecido marido. A mulher tem que ser do lar! Trabalhar, cuidar do marido, ser honesta, e aceitar as puladas de cerca do nosso conjuge. Cabeça vazia são quem seguem esssas feministas, que colocam idéias contrás aos ensinamentos de nossas mães e avós, homem é homem, mulher é mulher.Lugar de mulher é na cozinha rodeada dos filhos. Prazer nunca desejei sentir com o meu marido. Nós sim, somos obrigadas a dar prazer aos homens, porque aparece uma sirigaita e rouba eles da gente, nós mulheres viga da religiosidade e do bom senso.
No dia da prova.
-Eu passei.
-Você?...
-Sim e na sala dos professores, na mesa, ela aparenta ser velha, mas tem um belo corpo.
-Não estou acreditando.
Entramos na sala, havia sete fileiras verticais, cada uma com oito cadeiras. No meio da avaliação Feilpe me pediu cola e a professora nos pegou. Eu disse a verdade perante o diretor que Felipe tinha me pedido cola.
Eu tive a oportunidade fazer outra prova, Já Felipe perdeu e Cláudio passou e ainda abriu as pernas de Dona Custódia, que reparando bem bem, que coxas!
Na saída encontrei com Felipe.
Você provou que não é meu amigo
-Eu só falei a verdade
-Eu lhe arrebento.
-Acalme-se Felipe. -Cláudio.-Se lembre da amizade da gente.
-Se depender de mim ele não é mais nada meu
-Que pena que tenha que acabar assim
-Felipe pense, você estava errado. -Fala Cláudio
-E você acha certo o seu procedimento. Ainda você há de me pagar Pedro não esqueça.
O mestre-Capítulo 7
Ana foi colocar em prática a primeira parte do plano, ela estava conversando num bar com um senhor que trabalha no banco, ela dobra as pernas. Ela estava com uma saia e ele olha para as coxas dela.
-É verdade que você trabalha no Banco do Brasil?
-Sim.
-Deve ser difícil assaltar lá não é?
-É tem um cofre com retardamento na abertura dele.
-E como você acessa as informações do banco?
-Eu tenho uma senha.
-Eu sempre quis conhecer alguém importante. -ela fala no ouvido dele.
-Mas o cofre só trava pelo circuito interno de tv.
-Que tal irmos para um lugar reservado? Estou sem calcinha. -ela abre as pernas.
-Você é safadinha.
-Eles saem e ela leva a garrafa e le vai bebendo no caminho.
Chegam num prédio.
-Estamos chegando na minha casa.
Vão subindo a escada e ela quebra a garrafa na cabeça dele ao cegar na casa. Liga o computador e entra no login do banco para funcionários e copia e olha os dados. e salva num disquete.
Ela sai do prédio e vai num orelhão.
-Alô primeira parte concluída com sucesso.
Ana entra no banco com uma peruca ruíva cobrindo só a nuca e óculos escuros e atrás Paulo com uma mala que joga no lixo e se retira.
Ana se dirige a um balcão.
-Vim pegar meu cartão.
-Nome?
-Eliana Leme.
A mala explode.
-O que é isso? -a atendente se retira.
Ela pega os cartões e vira o computador e digita alguma coisa e vira o computador e imprime alkguma coisa, entram homens com uma ambulância fortemente armados. Ela guarda o papel na bolsa e se retira.
Em casa.
-Pronto amanhã é só transferir e torcer que as pessoas que fizeram o cartão não peguem os cartões.
Ela vai a outro banco.
-Vim retirar 17 milhões.
Em casa ela deitada em cima do dinheiro.
-Vem cá vem, vamos nos amar aqui.
-Não ainda falta a terceira parte.
-Você não desistiu de entregar a metade a um asilo?
-Eu concordei com o plano por causa disso.
-Mas são velhos, não vão nem aproveitar a grana.
-Eu quero isso.
-Está bem, eu pensei que você iria desistir depois de ver toda essa grana. Eu vou cumprir o combinado.
Ao anoitecer ela liga para Pedro.
-Alô terceira parte concluída com sucesso!
-É verdade que você trabalha no Banco do Brasil?
-Sim.
-Deve ser difícil assaltar lá não é?
-É tem um cofre com retardamento na abertura dele.
-E como você acessa as informações do banco?
-Eu tenho uma senha.
-Eu sempre quis conhecer alguém importante. -ela fala no ouvido dele.
-Mas o cofre só trava pelo circuito interno de tv.
-Que tal irmos para um lugar reservado? Estou sem calcinha. -ela abre as pernas.
-Você é safadinha.
-Eles saem e ela leva a garrafa e le vai bebendo no caminho.
Chegam num prédio.
-Estamos chegando na minha casa.
Vão subindo a escada e ela quebra a garrafa na cabeça dele ao cegar na casa. Liga o computador e entra no login do banco para funcionários e copia e olha os dados. e salva num disquete.
Ela sai do prédio e vai num orelhão.
-Alô primeira parte concluída com sucesso.
Ana entra no banco com uma peruca ruíva cobrindo só a nuca e óculos escuros e atrás Paulo com uma mala que joga no lixo e se retira.
Ana se dirige a um balcão.
-Vim pegar meu cartão.
-Nome?
-Eliana Leme.
A mala explode.
-O que é isso? -a atendente se retira.
Ela pega os cartões e vira o computador e digita alguma coisa e vira o computador e imprime alkguma coisa, entram homens com uma ambulância fortemente armados. Ela guarda o papel na bolsa e se retira.
Em casa.
-Pronto amanhã é só transferir e torcer que as pessoas que fizeram o cartão não peguem os cartões.
Ela vai a outro banco.
-Vim retirar 17 milhões.
Em casa ela deitada em cima do dinheiro.
-Vem cá vem, vamos nos amar aqui.
-Não ainda falta a terceira parte.
-Você não desistiu de entregar a metade a um asilo?
-Eu concordei com o plano por causa disso.
-Mas são velhos, não vão nem aproveitar a grana.
-Eu quero isso.
-Está bem, eu pensei que você iria desistir depois de ver toda essa grana. Eu vou cumprir o combinado.
Ao anoitecer ela liga para Pedro.
-Alô terceira parte concluída com sucesso!
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