Manuela vai fazer uma visita à tia.
-Querida.
-Oi tia.
-Saiba que eu não acredito que seu irmão matou a Carolina. - chorando.
-O que dói é que estão cometendo uma injustiça e não posso fazer nada tia. - chorando.
-Não fique assim querida. - Ela a abraça.
-Que bom que a senhora não acredita nesse absurdo.
-Eu sei que vocês gostavam muito da minha filha.
-Claro Carol pra mim era como se fosse a irmã que eu não tive, espero que esteja feliz onde estiver.
-A minha filha foi feliz?
-Claro que sim.
-Eu soube que seu pai está se reerguendo.
-É graças ao emprego que meu tio deu a ele.
-Ele deve ganhar bem. Incrível o desfalque que deram na empresa. Eu não achei justo o que meu pai deixou para vocês.
-Que nada, meu pai chorou de emoção ao receber os troféus do meu avô.
2 comentários:
adorei a historia, volto aqui pra acompanhar...
Fui procurar o início pra poder entender o trecho em questão, mas confesso que cansei antes do 20.
Volto aqui pra terminar!
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