sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Íntimos. -Capítulo 4.
Mariana Braga Venturosa - 12 anos - 2003.
Mariana olha pro relógio faltavam cinco minutos pra acabar a aula, copia a atividade no quadro no caderno rosa cheio de figurinhas, coisa de menina. Olha pra um menino sentado ao lado, leva a caneta a boca, introduzindo a metade da caneta na boca, chupando, tira e sorrir.
Bate, ela se levanta e guarda as coisas, como os outros alunos ela desce, leva um chiclete a boca.
Era loira, tinha um rosto angelical, olhos castanhos, alta para os seus 12 anos de idade. Ela toma caminho diferente dos colegas, com o seu olhar dissimulado, como se devorasse tudo, vai pra atrás da escola, lugar pra namoro, lugar pra paquerar, lugar proibido, lugar divertido.
Havia uma fila de meninos, de todos os tipos, gordo, magro, baixo, alto, meninos de séries mais avançadas, meninos do primário até, preto, baranco, amarelo, lilás, até meninas era permitido, Mariana era democrática.
Na frente um menino de óculos.
-Cadê? -ele dá o dinheiro, ela pega -Bom menino.
Abaixa a calça dele e começa a chupá-lo.
Na direção os pais de Mariana.
-Eu chamei vocês porque a filha de vocês vai ser expulsa da escola por comportamento indevido.
-O que ela fez? -A mãe.
-Eu não sei nem por onde começar. Ela... Ela vai pra atrás da escola.
-Não, Mariana é uma menina doce, ingênua.
-Mariana é dissimulada mãe, me desculpa. Tenho provas, entrega as fitas. Os meninos já ficam a esperando, até meninas.
-Pra quê?
-Ela masturba os meninos, faz sexo oral com eles, 10, 15, 20, ou até mais fazendo fila, e ela cobrando pra isso dois reais de cada um. E até chega as vias de fato.
O pai cai da cadeira.
-Querido!
Na sala.
-Satisfeita? Você quase mata o seu pai. Ele teve um infarto, está internado por sua causa. Que desgosto Mariana, expulsa da escola, por ser ... puta, isso que você é puta! O que você tem na cabeça garota? Fala alguma coisa menina, a vontade que tenho é te machucar todinha.
Mariana se mantém calada de cabeça baixa.
-Há quanto tempo faz isso? Responde!
Ela leva as mãos ao rosto,
-Sai da minha frente. Torça para que seu pai não te mate.
Álvara não entendia o comportamento da filha, se prostituindo na própria escola, tinha tudo que uma menina da idade dela poderia querer. Por isso decidiu contar com ajuda de um psicologo.
-Obrigada.
-Essa é a menina?
-Sim.
-Entre querida. A senhora fica aqui. -liga o som.
Fecha a porta e senta de frente pra ela na sua cadeira, ela alisa o braço da poltrona.
-Tudo bem?
Ela se mantém calada.
-Tem brinquedos. Quer algum?
-Eu não brinco.
-Me diz o que está sentindo.
-É casado?
Ele ver a aliança dele.
-A entrevistada é você. Por que faz essas coisas?
-Porque gosto.
-Sabe o que tá fazendo?
-Estou sem calcinha. -abre as pernas pra ele -tem poucos pêlos, claros, como meu cabelo, vermelhinha, cheirando a leite, novinha, doida pra que alguém a chupe.
Ele dobra a perna , anota alguma coisa.
-Homens, é só falar alguma sacanagem e eles já se excitam. -sorrir.
-Gosta de sacanagem? O que é sacanagem? Saberia me dizer?
-Eu posso chupar o seu pau até você gozar. Você quer continuar com esse interrogatório infame.
-Você tem um bom vocabulário.
-Piranha, vadia ,puta, putinha, vagabunda, piriguete, fácil, boquetera, safada, cachorra, vagaba, cú de toba, xuranha, serrona, vagaba, vaca, quenga, biscate, galinha, oferecida, aproveitadora, marafona, nigrinha, ronheta. Qual desses você prefere me chamar?
-O que você quer?
-Eu quero gala na minha boca, porra dentro de mim, pau batendo na minha cara -ela bate no rosto -Várias picas na minha boca. Vários homens me fodendo, me desejando, dois ou três me penetrando de vez. Dentro do cu, dentro da buceta. Quero um pênis de 27 centímetros me arregaçando perguntando se eu gosto de tomar rola. Quero um braço inteiro me rasgando. Quero ficar bem larga, fica toda cheia de esperma, com todos os cheiros no meu corpo. Que a buceta queime de tanto eu dá.
A mãe se aproxima da porta, coloca o ouvido, mas não ouve nada, pensa em bater, mas se contém.
Lá dentro, Mariana sentada no colo do psicologo dando o cu pra ele.
Alguns minutos, eles saem.
-Como foi?
Ela falou pouco, mas creio que vai ter avanço.
-Obrigada, -dão as mãos.
Elas saem, no carro.
-Gostou da consulta?
-Detestei.
-Ótimo, se não gostou é bom sinal.
Mariana vira o rosto pro retrovisor e sorrir.
Mariana começou a variar o cardápio, a expandir seus interesses.
O ônibus chega ao fim de linha, ela olha pro cobrador, pega no ferro, alisa subindo e descendo, segura com força, sorrir pra ele. No fundo do ônibus o cobrador a comendo com as pernas abertas formando todos os ângulos.
Mariana pensava em sexo 24 horas por dia, os 7 dias da semana, tudo a excitava. Até uma simples festa de criança.
Ela ver um rapaz tirando o lixo do salão de festa, com um uniforme sujo verde.Ela o segue até o cõmodo ao fundo do prédio. Ele estava tirando a roupa, toma um susto ao vê-la.
Ela começa a desabotoar a blusa, mostra os seio pequenos em formação.
Mariana não era fácil e a família nem suspeitava a sua brincadeira preferida. Ela numa loja de roupas, no provador. Ela abre a porta e ver o rapaz.
-Ficou pequeno demais em mim. - o puxa.
Ninguém sabia o que passava por aquela cabeça pervertida, os seus olhos parados davam medo.
Ela num banheiro dando pra dois negões.
Mariana enganava bem, nem parecia que tinha 12 anos, davam 16 nela fácil, mentia que nem sentia.
Ela passeando vendo os cachorros na loja.
-Que tipo de cachorro você quer?
-Um tipo que caiba aqui. -suspende a saia mostrando a bunda com uma minúscula calcinha.
E continuou se consultando com seu psicologo. Ele metendo nela.
-Frouxo, viadinho, broxa, não faz nem cócega.
Ela fala isso cuspindo as palavras no rosto dele.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Íntimos. -Capítulo 3.
Vinicius Ramos - 15 anos - 2003
Vinicius está com um amigo no seu quarto.
-Está a fim de ver um filme pornô? - sugere Adriano, o seu amigo.
-Pode ser.
Adriano coloca o filme, Vinicius nunca tinha reparado no corpo de Adriano. Adriano era forte, um moreno bonito, mãos grandes, que ele pensou que sorte da namorada dele em ter aquelas mãos pelo seu corpo.
-O que foi?
-Eu pensei por um momento, se meus pais verem.
-Você já tem 15 anos Vinicius, é homem. Não é?
-Sou...
O pênis de Adriano já estava ereto, ele tira o sort, estava sem cueca. Vinicius nunca tinha visto outro a não ser o dele, o de Adriano era reto, da cor dele, o dele era mais branco do que ele, era grande a glande dele, majestosa reinando naqueles 20, 22, talvez 24 centímetros. Vinícius nunca mediu o dele pra comparar com os outros.
-Está de pau duro?
-Estou.
-É gostosa aquela buceta, chupava toda.
-Chupava todo.
-O quê?
-A buceta.
-Você está estranho. Não está a vontade?
Vinicius tira a roupa, o seu pênis apontava para o de Adriano, como se fosse um ponteiro de uma bússola indicando a direção.
-Nossa estou com uma vontade de fuder.
Adriano começa a pegar no pau dele, a bater, e ficava todo orgulhoso com a sua ereção.
-Ah delícia.
Vinicius pegou no dele, mas queria pegar no de Adriano, sentir aquela grossura toda em suas mãos. Ele nem percebeu que Adriano estava com uma de suas mãos em seu pau.
-É assim que faz. - sorrir.
Vinícius olha pra ele sem palavras e pega no de Adriano, o filme já não importava , Adriano era rápido, estúpido, batia forte, como se tivesse pegando num pedaço de carne, aquilo estava o dilacerando, não entendia. Enquanto ele pegava carinhosamente, admirando com as mãos, puxava a pele pra a cabeça ficar mais majestosa ainda. Ele deu vontade de pegar no escroto dele, mas hesitou com medo de qual seria a reação dele, quando sem perceber Adriano goza, seguido por ele.
-Eu vou me limpar.
Vinicius olha pro líquido em sua mão, ele tinha jorrado muito, limpa no lençol e deita. Adriano sai do banheiro, apaga a luz e deita também sem dizer uma palavra e fica de costas pra Vinícius.
Vinícius olha pra bunda, as costas de Adriano, e fecha os olhos, como se tivesse se recriminando por desejar o amigo, de sentir aquelas coisas. Será que era menos homem por causa disso? Ele se perguntava se Adriano estava sentindo a mesma coisa. E diante de tantas perguntas e sensações ele sem perceber adormeceu.
Ao acordar ver a cama de Adriano vazia, vai pra cozinha.
-Bom dia mãe.
-Vê a mesa pronta.
-Bom dia.
-E Adriano?
-Acordou cedo, não quis nem tomar café, eu perguntei se queria que acordasse você, ele disse que não precisava, que não queria incomodar.
Vinícius depois de tomar o café pega o celular, pensa em ligar, mas hesita diante do número, fica olhando pros números, manda uma mensagem: Tudo bem?
Joga o celular na cama, mas durante todo o restante do dia ele não consegue se desgrudar do celular, em vão, pois não houve resposta.
Passou-se dois dias e chegou a segunda-feira, dia de aula. Ele vai até Adriano e o vê beijando a namorada, se afasta.
Durante toda a aula observa ele na sala e ele nem aí, fugia dele, o ignorava.
Vinícius chega em casa, tira a roupa, ver a capa com o filme, joga no lixo, até tomar um susto, sons de tiro e porta se batendo. Ao chegar na porta ver sua mãe abraçada ao seu pai agonizando na calçada, lavando a ladeira com seu sangue., a mãe gritando inconformada.
-Pai!
Foi a única coisa que ele conseguiu dizer.
O pai morreu e Adriano estava lá no enterro com a namorada e a única coisa que ele disse foi meus pêsames.
A noite foi longa, quando os olhos já estavam pesando, ele desperta com um barulho, procura pela mãe no quarto, não estava lá. A ver sentada na cadeira com a cabeça deitada sobre a mesa.
-Mãe. - a balança.
Ela cai da cadeira
-Mãe! fala comigo! Socorro!
Se abraça a mãe, inconformado.
Vinícius sentado num banco de frente a uma porta encostada, lá dentro sua Tia Berenice com um homem.
-Eu não posso ficar com esse menino, ele já é um rapaz feito. O pai só vivia drogado, a mãe infeliz sempre com um cigarro na mão. Eu tenho os meus filhos, são crianças, eu não posso colocar um estranho dentro da minha casa.
-É seu sobrinho.
-Eu esqueci já há muito tempo que Ana Lúzia era a minha irmã.
Vinícius é levado até uma casa enorme, cheio de crianças, uma mulher o recebe.
-Seja bem vindo.
-Ele teve uma história muito infeliz.
-Não se preocupe ele vai ser feliz aqui.
Ele sobe com a senhora até um quarto.
-Desfaça a mala e vista isso, todas as crianças usam isso. -pega o uniforme -E desça logo em seguida, a mesa já está posta. -se retira.
Ele tira a roupa, começa a chorar. Ele já tinha idade pra saber que ninguém o queria.
Mais tarde ver outros meninos jogando bola, senta no banco, se aproxima uns meninos.
-Ei.
Um dos meninos pega ele pela gola.
-Você trouxe o que com você ?
-Nada, eu não tenho nada.
-Celular, MP3, mini-game, alguma coisa idiota. -dá um tapa no rosto dele.
-Larguem ele -um menino.
-O que foi? Está se doendo por ele?
-Para de ser idiota Fabrício, deixem ele em paz.
Fabrício vai partir pra cima dele, e o menino dá um soco nele o derrubando no chão.
O menino olha pra ele com a mão no queixo e vai embora com seu grupo.
-Rafael. Qual é seu nome? -oferece a mão perguntando.
-Vinícius. -segura na mão dele e se levanta.
A noite cai acompnhada de chuva e os dois no telhado.
-Será que vamos sair daqui?
-Já estamos grandes Vinícius. Mas eu te protejo, fique tranquilo.
Olha pra ele e dá um beijo nele e sai, deixando Vinícius sozinho com as suas perguntas.
No dia seguinte ao entrar no banheiro, ver Rafael na baheira.
-Desculpa.
-Não tem problema.
-Você vai demorar?
Um pouco. Fecha a porta. -Vinícius tranca a porta. -Entra.
Vinícius tira a roupa e entra na banheira, ver Rafael se ensaboando e desce os olhos pra a água. Rafael joga água no rosto dele.
-Besta. -dá risada.
Se levanta ficando em pé nú na frente dele.
-Você é bonito sabia? -alisa o rosto dele.
Se enrola na toalha e sai.
A noite, acorda com um susto
-Sou eu.
Era Rafael abaixando a calça dele, e começando a chupá-lo.
Assim foi se passando os dias, as semanas, os meses, E Rafael e Vinícius ficando mais íntimos, não se desgrudavam, não ligavam para os comentários. e assim Vinícius foi se acostumando a rotina do orfanato. Até que um dia ele foi chamado pela dona do orfanato.
-Tenho boas notícias pra você Vinícius. -coloca a mão no ombro dele e o leva até a sala.
Lá estava uma bonita mulher jovem.
-Oi Vinícius, sou sua tia mais nova, Selma. -alisa o rosto dele.
Vinícius vai para o quarto, começa a arrumar as malas.
-Você vai embora? -Rafael
-Sim, uma tia veio me buscar. Eu não quero ir. -chorando.
-Bobo -o abraça -Você tem que ir, você tem muita sorte de sair daqui.
-Eu vou pedi pra que ela te adote.
-Eu sou velho, faltam menos de 2 anos pra fazer 18.
-Você disse que nunca me deixaria.
-Eu não vou te deixar. Ao sair daqui eu vou te procurar. -Se abraçam.
Íntimos. -Capítulo 2.
Pedro Nasvas -14 anos -1993.
Havia um fato curioso sobre Pedro em todo canto que ele ia o acompanhava uma mulher alta, loira, num vestido branco, jovem, devia ter uns 20 anos, bem pálida, com os seis marcando no vestido, e a boca vermelha de batom, olhos azuis que faziam uma perfeita harmonia com as sombrancelhas claras quase impercepetíveis.
Ela estava parada no ponto, sentada no banco da praça, por entre as pessoas, na escada, ao pé da sua janela, lá estava ela parada pedindo algo com os olhos, suplicando pra ser ouvida.
Pedro ao vê-la decidiu descer e a seguir. Ela olhava pra atrás e soltava um sorriso, e Pedro imaginando-se o menino mais sortudo a acompanhava mesmo não sabendo a direção, o caminho, o sentido daquilo, onde terminaria.
Ela para numa porta, abre, olha para Pedro, o chama pra entrar sem dizer uma palavra. Pedro obedece hipnotizado, extasiado. Sobem as escadas, ele olha pra bunda dela , o vestido mostrando as costas, belas costas. Ela olha pra ele e pisca pra ele, ele quase gozando sem tocá-la.
Ela para de costas pra porta, ele percebe que ela está descalça.
-Quer entrar?
-O que a senhora quer?
Ela o beija e entram. Ela fecha a porta.
-Venha pro quarto.
Ele passeia com os olhos pela casa, casa muito bem decorada e arrumada. Para na porta do quarto.
-Entra, me ajude a tirar o vestido. - se vira de costas pra ele.
-Eu... Eu so... sou virgem!
-Oh! - ela se aproxima dele -Tão fofo - alisa o rosto dele e ele ver cortes nos pulsos dela.
-O que são isso?
-A vida. - ela mostra o pescoço com marcas vermelhas -Eu serei seu prólogo, cuidarei de você. -o beija.
Dá as costas pra ele e o vestido cai, ele admira o corpo nu dela de costas. Ela para em frente ao espelho, pentia o cabelo, ele olha os seios dela pelo espelho e se aproxima.
-Eu sou bonita?
-A moça mais bonita que eu já vi em toda a minha vida.
-Você só tem 14 anos, como pode dizer a moça mais bonita de toda sua vida?
Se vira de frente pra ele, fala perto dos lábios dele, ele vê um buraco no abdômen dela.
-Meu namorado me deixou.
-Ele é burro!
-Ele é burro. -sorrir chorando -Mais burra sou eu.
-Não chore. -enxuga as lágrimas dela com as mãos.
Ela pega a mão dele, desce até os seios dela, continua descendo e leva até buraco da barriga. Ela tira o cinto da bermuda dele, abaixa a bermuda, olha compenetrada as genitálias dele.
-Tire a camisa, tá calor. -deita na cama.
-Mas o seu corpo está frio.
-Estou fria há muito tempo.
Ela leva dois dedos a boca, molha com eles o bico do peito, apalpa os seios e leva os dois dedos até sua vagina os introduzindo devagar, abrindo a sua vagina pra ele, se contorcendo na cama, abrindo a boca, molhando os lábios com a língua.
Ela bate com a mão na cama.
-Senta aqui.
Ele tira a camisa e senta e num rompante ela se joga nos meios de suas pernas, o chupando, ele não aguenta deita.
-Desculpa.
Ela limpa a boca.
-Quero você dentro de mim.
Sobre em cima dele, sem ele fazer nada, o prazer e o medo se misturavam enquanto ela cavalgava sobre o seu pau duro.
-Aperte o meu pescoço,
Ele fica demente com aquilo tudo, faz o que ela manda.
-Eu não quero morrer Pedro! Eu não quero morrer! -Ela grita.
E ele sentindo a porra chegando, e ela sentindo no seu rabo frio as contrações e estalos e começa a jorrar sangue por todo o seu corpo, sujando Pedro de sangue, o apavorando e ela repetindo aos gritos Eu não não quero morrer.
Pedro acorda do pesadelo, estava melado. Ele vai até o banheiro e se lava, o pau permanecia duro, abre a geladeira, bebe água, joga um pouco no rosto.
Ao amanhecer, é acordada com gritos de sua mãe.
-Me larga Fausto!
-Venha cá.
-Me deixa em paz maldito.
Ele a joga contra a mesa apertando o pescoço dela.
-Socorro!
-Cale a boca vagabunda!
-Largue ela! -Pedro com uma faca.
-O que vai fazer moleque? Vai enfiar isso em mim? Você?- dá risada.
-A solte ou eu mato você.
Ele dá tapa na ex-esposa.
-Ai!
Pedro enfia a faca.
-Ah!
Fausto leva a mão ao abdômen e ver saindo sangue e sangue em sua mão.
-Filho da puta! Filho da puta!
Sai deixando rastro de sangue e ainda se escutava ele gritando filho da puta.
Pedro larga a faca, a mãe o abraça chorando.
-Obrigada filho. Passou, está tudo bem.
A tarde ele passeia de bicicleta e fica esperando a moça loira aparecer, mais nada dela. Era como se a Terra tivesse a engolido, nenhum sinal dela. Passa em frente ao prédio, decide subir, a porta estava aberta. Ele bate na porta e entra, e ver uma senhora loira costurando no sofá.
-Quem é você? - Pergunta ela.
-Tinha uma moça loira morando aqui.
-Você a conhecia?
-A conheci.
-Já faz dois anos que ninguém mora aqui. - larga a costura e se levanta - Eu venho aqui toda semana pra deixar as coisas como ela deixou.
-Deixar as coisas como ela deixou?
-O namorado terminou com ela, e ... ela cortou os pulsos, a sorte que os vizinhos a salvaram. Porém, logo depois de receber alta ela ao sair, foi pega e levada até um matagal e violentada por quatro homens. Enfiaram uma faca aqui nela.- ela pega na barriga - A estrangularam. - chorando - Um dos homens que fizeram isso disse que ela só falava : Eu não quero morrer, eu não morrer.
-Não!
Pedro sai correndo
-Espera! Como você conheceu a minha filha?
Pedro a deixa chorando, desce correndo as escadas e continua correndo, não conseguindo fugir daquilo tudo, não entendendo, ou não querendo entender o que tinha acontecido. para num para-peito, e fica olhando pro mar, era como se tivesse o chamando.
-Pedro.
Ele se vira, era a moça loira, o mesmo vestido branco que deixava ainda mais provocativo o seu corpo, os mesmos olhos azuis pedintes, os mesmos cabelos loiuros perfumados.
-Você não é real, sai daqui. -chorando.
-Eu sou real , foi real.
-Não! - enxuga as lágrimas.
-Eu senti você dentro de mim.
-Você está morta.
-Você viu que não estou morta. Vem comigo. -ela oferece a mão.
Ele dá a mão a ela e vão para um cemitério, e param em frente a um túmulo, o túmulo dela.
-Angélica |Maria Leal, 17 de novembro de 1991. Meu Deus! Isso não está acontecendo.
Ela sobe no túmulo e fica de joelhos, suspende o vestido, ficando nua na frente dele.
-Isso não é real.
Deita e o puxa e ele lambe a vagina dela, colocando a língua , experimentando o gosto dela, tira a calça, beija as coxas dela, sobe e ver o buraco na barriga, olha pra ela, beija o ferimento , um beijo tenro e demorado. Ele sobe no túmulo também, chupa os seios dela e ela aperta a bunda dele.
-Eu sou real Pedro! Eu sou real.
Lambe o bico do peito dela e a beija. Ela segura a cruz que ornamentava o seu jazigo, amassa as rosas deixadas pra ela os levando a boca, passando pelo seu rosto. Ele passa a lingua no rosto dela, ela aperta o pênis dele, ele morde o lábio dela.
A põe de quatro e começa a penetrá-la.
-Eu sou real Pedro.
-Você é real. - fala no ouvido dela gozando, puxa o cabelo dela e põe a língua dentro da orelha dela -É real.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Íntimos -Capítulo 1.
Júlia Staun, 13 anos -2003.
Um homem sai do banheiro de toalha e dá de cara com uma menina só de calcinha em sua cama.
-O que você está fazendo aqui?
-Vim ver você.
-Por que está assim?
-Tô bonita?
-Volte pro seu quarto e tire essa maquiagem. Eu vou vestir alguma coisa.
-Minha irmã não merece você, ela é estéril, seca, não come nada, fútil, não chupa o seu pau. Eu chuparia o seu pau. -deita na cama de bruços.
-Levanta daí! - ele a puxa e a tira da cama e a leva pro banheiro.
Lava o rosto dela e tira a maquiagem dela, mostra o rosto dela no espelho.
-Você é uma menina. Uma menina! E os problemas que eu tenho com a minha esposa não te interessa. Eu a amo.
Saem do banheiro, ele abre o armário e joga uma camisa pra ela.
-Veste isso. Acabou a brincadeira.
-Eu sei fuder... Eu sei que você me olha e eu sei que você está excitado.
-Pára com isso garota! Me desculpe, você entendeu tudo errado.
-Eu tô no período menstrual. -ela deita e ele olha os pequenos seios dela -Eu sei que você guarda as camisinhas naquela gaveta. Eu deixo você me pegar por trás, como minha irmã não deixa.
Ele senta na cama. Ela fica por trás dele e mexe nos cabelos dele, alisa a barba dele.
-Você não sabe o que está fazendo. Eu te vi crescer. Não faz isso.
-Eu não vou fazer nada que você não queira. -fala no ouvido dele.
Ela se abaixa e ele fecha os olhos.
Júlia tem 13 anos, cabelos castanhos, magra, um pouco baixa pra sua idade, olhos castanhos seguros, boca de mulher, seios em formação, sobrancelhas inquietantes, dona de um vocabulário de deixar qualquer puta ruborizada. Menina diferente das outras, ou menina igual às nossas meninas.
Menina de classe média alta, estuda em um excelente colégio, próximo de casa. Onde não há assaltos, pessoas mortas no asfalto, gente dormindo em passeios públicos, esmolas, putas em esquinas e gente vendendo bugigangas ou droga por uma bagatela.
Filha de Laura Staun e Roberto, casados há 16 anos, porém nem se lembram mais do fato, não sabem porquê mantem o casamento, se é por conveniência, pra não dá satisfação a família, aos amigos, ou pela filha. Mas acredito que seja por não notarem a presença de um do outro na vida de cada um, por se encontrarem pouquíssimas vezes na semana, mesmo morando na mesma casa, mesmo dividindo a mesma cama, devido talvez à imensidão da casa, ou das tarefas do dia-a-dia, ou fugindo mesmo de qualquer discussão sobre a mesa, ou sobre a cama.
Acho que Laura pra não se sentir sozinha ou pra compartilhar as suas futilidades aceitou a irmã Paula em casa. essa foi ficando na casa depois que ela voltou da Europa por um motivo desconhecido, e por não achar aposentos à sua altura, aceitou o convite da irmã, mais pra testemunhar a despedaçada família, ou por sua vida não ser tão interessante, já que não tem filhos, emprego, marido, empregados, até a roupa que veste, não é dela.
Por último Sílvia e o marido Jarzis. Ela é a irmã mais velha de Júlia e também a única. Ela é o filho que não veio, filha modelo, sempre serve de comparação. batalhou muito pra conquistar a confiança do pai em trabalhar nos negócios dele, tudo por ele achar que mulher não serve pra isso. Apesar de todos acharem ela a mais sensata da família, todos acham que foi um erro ela casar com Jarzis, homem de origem duvidosa, curador de um museu de arte, que chama atenção unicamente por sua beleza. Todos dizem que formam um casal bonito, mas pelas costas falam da criança que ainda não veio, mesmo casados já há 10 anos. Uns dizem que ela é estéril, ou que eles não querem, ou culpam o jeito metódico dela e o jeito desleixado dele.
Laura, Paula e Sílvia chegam em casa dando risada.
-Silêncio, Júlia já deve estar dormindo. -Laura.
-Eu estou exausta, vou subir pro meu quarto. -Sílvia.
-Deveríamos ir mais vezes aquele restaurante. Música boa, gente interessante e o melhor de tudo, cuba libre. -Paula fala dando risada e pega uma garrafa de Whisky.
Sílvia sobe e encontra Júlia sentada encolhida na cabeceira da cama de cabeça baixa. Jarzis sai do banheiro enxugando o pau e ao ver a esposa no susto coloca a toalha. Júlia levanta a cabeça admirando a cena.
-O que significa isso?
-Eu posso explicar! Calma!
-O que ela faz na nossa cama? E você desse jeito. Meu Deus não tem explicação isso! - chorando.
Júlia se perguntava porque estava achando interessante ver a irmã descontrolada e Jarzis não conseguindo explicar algo tão natural quanto o sexo, o tesão.
-Me larga! saia da minha frente, saia da minha vida!
-Me desculpe, vamos conversar.
-Saia do meu quarto menina.
Sílvia pega Júlia pelo braço e a tira do quarto e bate a porta.
-O que está acontecendo aqui? -Laura -Paula desce com Júlia -ela começa a bater na porta -Sílvia abre a porta. Que bate boca é esse?
Alguns minutos depois, Laura desce e vai falar com Júlia, se abaixa a altura dela, já que ela está sentada na poltrona.
-O que ele fez com você minha filha? Ele te forçou a fazer alguma coisa que não queria? Conte pra sua mãe.
-Eu quis fuder com ele.
-Onde você aprendeu a falar desse jeito? E desde de quando você faz isso?
-Eu faço sexo já algum tempo, coisa que você não faz com papai já algum tempo, por isso que ele tem amantes, aliás quero ser amante.
-Meu Deus essa menina está possuída! -Paula exclama.
-Meu Deus o que você quer da vida garota? O que você fez?
-Eu quero fuder com todo mundo que eu queira. -Laura dá um tapa nela -Frígida!
Laura se joga em cima da filha e a poltrona cai com as duas.
-Calma Laura -Paula a segura
Levanta Júlia.
-Peça desculpa a sua mãe.
-Paguei as melhores escolas a essa menina. Pra quê?
-Deve ser esses programas, essas músicas que ela ouve,
-Tia você não tem nada melhor pra fazer não? Eu te ensino. Vá fuder!
-Essa não é minha filha! Trocaram a minha filha na maternidade.
Jarzis desce com as malas e sai.
-Vai ver como a Sílvia está Paula.
Paula sobe.
-Eu posso ir pro meu quarto? A festa parece que acabou.
-Se você pensa que vou deixar você ser o que você quer ser, estar muito enganada.
-E o que você é? Uma pessoa frustada, encostada no marido, incompetente, que dá as mesmas festas para as mesmas pessoas com aquele sorriso que só a senhora sabe fazer só pra sair nas colunas sociais. Até a filha que você quis não saiu do seu jeito? Como se sente?
Laura chorando, se levanta e de costas pra filha fala:
-Você me odeia, só pode.
-Pelo contrário, eu te amo, é por te amar que digo essas coisas. Eu não quero que você se engane dizendo que com isso é feliz.
-Arrume as suas malas, amanhã você vai para um colégio de freiras. Quem sabe o que te falta seja ouvir a palavra de Deus. -se vira pra filha.
No dia seguinte ela foi pro internato, porém como a mãe temia não ficou muito tempo.
Ela abre a porta era a madre com a sua filha.
-Vai pro seu quarto. - Júlia sobe com a mala. -Sente madre.
-Sinto muito não podemos ficar com a sua filha, ela é má influência para as outras internas.
Laura chorando.
-Ela fala palavrões que eu desconhecia, fala obscenidades para as outras meninas, não respeita a nossa autoridade, as normas. A pegamos... Eu nem sei como falar isso, se masturbando com um crucifixo.
Depois ela vai falar com a filha.
-O que faço com você? Eu não sei mais... Por que você não é como as outras meninas? Acabou Júlia! Amanhã eu te mando pro fim do mundo, o sítio da sua avó e você só volta de lá quando mudar o seu comportamento. Porque eu não quero filha que dê pra puta, nigrinha ou sei lá que você esteja planejando pra sua vida.
E assim foi feito, Júlia viajou para o sítio da avó de 92 anos. Não tinha nada lá, só uma infinidade de terras, de mato, de bichos, tudo muito monótono. Era a avó que era surda, era o céu que era sempre azul sem nuvens. Ela foi cada vez mais odiando aquilo ali e gostando menos da família que a prendia a aquilo tudo que ela odiava.
A fazenda tinha empregados, mas nenhuma palavra, era um mundo silencioso e tedioso. Assim pra passar o tempo ela começou a parar e se conhecer, conhecer o seu corpo cheio de tricks tricks e grilinhos, e soltava gritinhos a noite, acordava molhada de dia. Ou passeava com os olhos os corpos dos empregados. Gostava de subir na árvore e roçar o seu jardim propositalmente no tronco, sentindo aquilo por entre sua pernas, abrindo a boca, mas tentando calar os gritinhos noturnos. E para o azar da família ela foi gostando da liberdade, de ser livre, da natureza, de se conhecer. E assim ela conheceu Darci, filho de algum empregado.
-O que está olhando?
-Os seus pêlos saindo pelos cantos da calcinha, que é bonita por sinal.
-Você é safado já disseram?
-Não, falo com poucos, porque sou filho da empregada.
-O que está fazendo?
-Metendo o meu pau no buraco da árvore, é bom.
-Você é virgem?
-Não, já comi uma cabra e o meu me levou até uma puta da cidade. E você que não é daqui, é da cidade. Já perdeu?
-Já transei com 22 pessoas, inclusive meu tio. Eu sei chupar pau.
-Eu sei provocar os seus gritinhos noturnos.
Eles vão pro estábulo, deitam e dão risada.
-Você geme igual a uma puta.
-Isso é um elogio?
-Não sei, depende como você interprete.
-Acho que vovó já tá morta naquela cadeira de balanço. - dão risada.
Ele faz um cigarro.
-Quer? Eu te ensino. É assim que se traga.
Ele dá risada vendo ela não conseguindo.
-Cuidado pra não botar fogo aqui.
Ela se vira pra ele.
-É verdade que você comeu uma cabra?
Ele balança a cabeça dizendo que não
-E verdade que você fudeu com seu tio?
Ela balança a cabeça dizendo que sim. Eles dão risada.
-Por que não podemos ser o que queremos?
-Porque a felicidade incomoda, dá medo. É mais fácil fingir que é feliz ou ser infeliz entende.
Eles se deram as mãos e olharam pro céu.
-
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Vagabunda.
Ela é a noiva que não foi convidada pro seu próprio casamento
A moça que não participa de reuniões familiares
A mulher que nunca foi beijada
A mulher sem cor, sem nome, sem nada
A vida dela não é só lamento
Pode até vê-la aí pelos bares
Pronta na esquina pra ser desejada
Sabe fechar as pernas quando é necessário
Pegá-la por trás é mais caro
Mete a boca sem receber ordem
As roupas já a denunciam
Ela já esqueceu do seu próprio aniversário
Ela faz isso pra dá amparo
Todos os dias tudo lhe agridem
Todas as suas qualidades num pedaço de papel não caberiam
Ela é anunciada sem passar batom
Dá hora extra depois do plantão e expediente
Está no banheiro drogada e infeliz
Todas as medidas, todas as cores, todos os valores
Dá por necessidade, distração, ambição muitas vezes sem estar consciente
Se encontrá-la no sinal vermelho o que me diz
Ela perdeu todos os pudores
No seu corpo todos os odores
Ela é a universitária bonitinha
A moça que esconde o rosto
A menina que deixou as bonecas
A mulher que passou da idade
A mulher com pau no meio das pernas
A mulher que está com seu marido enquanto você está na cozinha
A mulher que esqueceu na cama o gosto
Que já passou da hora de tirar a sua soneca
Tá aí pela cidade
Caminhando com as suas próprias pernas.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Ódio a Pedro.
Pedro nasceu como todas as crianças
Cresceu como todos os adultos procurando seus iguais
Construindo a duras penas alianças
E criando inimigos fatais
Que não faz parte dos seus iguais
Que não enxergam coisas normais
Mate o Pedro!
Apedrejem Pedro!
Ele chupa paus
Frequenta e faz coisas nojentas em banheiros
Se agarra a outros imorais
Usa todos os seus projetos anais
Talvez esconda da mãe os seus passeios estribeiros
Pedro não é entendido
Pedro só busca ser fodido
Não tem religião
Está mal visto aos olhos de Deus
E bem vestido perante os seus
Mate o Pedro!
Esfaqueiem Pedro!
Ele não é gente
A sua cidadania é forçada, escondida
Não tem medo da coisa proibida
Sem estar diligente
E não se compreende por estar contente
Mate o Pedro!
Dêem uma surra nele!
O ensinem a ser homem
Onde a fisiologia é o que menos importa
Ele não se comporta
Os olhares voltam-se pra ele
Mate o Pedro!
Queimem Pedro!
Ele é de qualquer um
Não tem rumo
Não toma prumo
Não é nada, ninguém
Por isso não imprimo sentimento algum
Talvez o próprio Pedro não compreenda
O ódio sem ter feito algo a esse alguém
Muitas vezes sem rosto
Sem conhecimento
Que não entende
Que Pedro não quer a morte
Que Pedro na verdade é forte
Apesar que não entenda
Mate o Pedro!
Mate o preconceito!
Mate o ódio a Pedro!
Pedro também morrerá um dia como todos
Pedro tem direito a vida como todos
Não mate o Pedro
Não o mate
Não mate
Mate!
Room.
Estão todos no escuro
Apenas escondidos atrás de muros
Não é preciso de luz
Todos de joelhos praticando a mesma oração
Atrás da próxima ereção
Num contrair e relaxar de um tremendo frenesi
Apenas diga que sim
Onde a quantidade é o que menos importa
E a vergonha deixa-se na porta
Onde o sexo tem cheiro, é molhado e até desprevenido
Onde nada é banido
Onde come-se com os olhos mesmo sem enxergar
Não vá devagar
Sem se programar
A um passo do quarto
Ou saia dali deixando guardado o ato
Pague o corpo em liquidação parado na porta
Ou vá pro chuveiro pra se preparar pra próxima ação
Apenas pra mostrar que a carne não está morta
Todos juntos numa mesma fornicação.
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