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quinta-feira, 30 de abril de 2009

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Esses blogs merecem um clique:
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http://galleradacozinha.blogspot.com, blog com textos bonitos e bem feitos na minha opinião, que sensibilizam e que informa também.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Otage -capítulo 6.

Manuela bebendo um copo de wísky, se aproxima Heitor enrrolado na cintura com uma toalha.
-O que foi?
-Vamos tira o eu irmão de lá.
-Como?
-Não sei, tenho que pensar, você tem uns amigos...?
-Sim, tenho.
-Estou começando a ter uma ideia.
Elís chega em em sua casa.
-Ah!
Vê no espelho: " Eu não morri, vou me vingar um por um".
-O que foi Elís? -Bruno.
-Olhe.
-Eu não morri, vou me vingar, um por um. Quem foi o idiota que escreveu isso?
-Ela não está morta.
-Você viu o corpo, não delira.
-Carbonizado.
-Mas os exames deram que era ela, faz tantos anos, não tem sentido.
-Quem fez isso então?!
-Marcos.
-Será que ele matou a Ingrid.
-Não acho, ele quer que todos estejam na cadeia, a Inrid se suicidou.
Caio ai entrar em seu carro.
-Oi Caio.
-Fábio, quase que não te reconheci por você ter cortado o cabelo.
-Eu sei que o que ocorreu com Carolina não foi um acidente.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Otage- capítulo 5.

o carro em quem esta dirigindo Pedro para.
-Aposto que não deve estar nem pronta, vai você lá, eu não estou afim de ouvir as desculpás dela. - Manuela diz.
sai do carro pedro, ela vê da janela ele tocar a campainha e sua tia atender, e eles entrarem, e depois ele sair com sua prima. A família toda a chamavam de boneca de porcelana, pelo seu jeitinho frágil e doce.
-Oi Manu.
-Oi.
-Você segue o carro viu carol e vamos pegar o resto da turma.
-marcos também vai? -Pergunta manuela ao ver Marcos.
-Claro que não iria deixar minha namorada sozinha.
-Não, pedro, eu busco a Elís e a Ingrid e nos encontramos na ponte.
-Está bem.
-Espera, Heitor vai com vocês. -Manuela.
Heitor sai do carro.
-Pelo menos vou estar num carro chio de gatas.
-Entra Pedro, se não só vamos chegar amanhã.
Depois o carro se dirigiu a casa de Caio e depois foram buscar Bruno.
-Só falta a roberta.
-Ela vai também? Estou desistindo dessas férias.
O carro parou no escritório de Marketing, onde Roberta trabalha. Ela usa óculos etem várias tatuagens no braço.
-Pensei que vocês não vinham mais.
-E iríamos esquecer de você. -Pedro.
-Oi Manu.
-Oi, vamos Pedro, não quero pegar a BR no escuro.
Quando o carro iria partir, se aproxima um cara alto, de barba, de cabelos castanhos longos.
-fábio.
-Voc~es iriam viajar sem mim.
-É porque a Ingrid acabou o namoro com você e pensamos...
-Pensaram errado, eu não perderia esssas férias de jeito nenhum.
Ele entra no carro e vão a ponte como o combinado. Seguiram a viagem os dois carros em direção a Vista Alegre.

domingo, 26 de abril de 2009

Otage- capítulo 4.

Ao amanhecer pedro se levanta e sai do quarto e vê todos ao redor da mesa.
-Bom dia dorminhoco. -Manuela.
-Está um dia lindo la fora, podemos ir a praia. -Ingrid.
-Bruno ligou para a polícia? -Peguntou Pedro.
-Liguei e falei que a Carol tinha desaparecido.
Batem na porta.
Elís vai atender, era a polícia.
-Vocês conhecem Carolina Másquer?
-Sim, ela está passando férias com a gente.
-Lamento informar, mas foi encontrado o corpo dela, o carro dela caiu de um precipício.
-Ai meu Deus. -ela começa a chorar - Morta.
-A lguém precisa liberar o corpo, o exame sai num prazo de sete dias no máximo.
-Está bem.
Ela fecha a porta, Elís liga a televisão, passa o noticiário do carro que caiu de um precipício em Vista Alegre, e a morte da motorista.
-Quem vai comigo para liberar o corpo?
-Eu. -Caio.
-Vamos. -se retiram.
-vamos ficar mais uns dias aqui. -Fala Ingrid -O que foi gente? Já está feito, não dá para voltar atrás.
Toca o celular de Manuela.
-Alô... Vocês já sabem, foi um acidente, não sei como ocorreu... estamos tão surpresos e arrassados quanto vocês... Peça para tia Fátima se acalmar, foi uma fatalidade... Vamos ter que ficar um pouco ainda aqui e depois voltamos... Tchau, também te amo mãe. -ela desliga.
-O plano é simples, vão todos pensar que foi um acidente. -Fala Bruno -Não tem como dá errado.
Batem de novo na orta, Pedro faz um movimento com o olhar para Heitor atender.
Heitor abre a porta, entra Marcos.
-Digam que não é verdade.
Pedro o abraça.
-Nós discutimos um da antes, eu a mao... amava tanto. -chorando.
Elís sentada num banco, chega Caio.
-Comprou o caixão?
-Sim.
-Eu só quero ver aonde vão colocar esse caixão. Em cima do carro com a morta dentro?
-Os pais de dela vão arranjar um avião, eles são ric os.
Eles entram numa sala.
-Você pode abrir?
A moça abaixa o zíper.
-Ai meu Deus! -ela abraça Caio -Pode fechar. -ela se aproxima do corpo -Descansa em paz Carolzinha.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Otage-Capítulo 3

Manuela entra num bar e senta-se e olha Elís cantando. Ao parar a música Elís desce e vai falar com Manuela.
-Boa noite.
-Boa.
-Como está o seu irmão?
-como ele deveria estar? era para todos estarem ali. -Manuela dá uma tragada no cigarro.
-E você gostaria de ver sua amiga grávida atrás das grades?
-E o Bruno como está?
-Ele tem uma clínica particular, mas não rende nada, eu não sei porque ele não desiste da carreira de dentista.
-Vai na exposição de quadros do Caio?
-Vou pensar.
-Soube da morte de Ingrid?
-eu vi no jornal, suicídio.
-Já escutou a frase que nem todos são contentes com o que tem, mas tem que agradecer pelo o que possui?
-Já.
-essa é a Ingrid.
manuela sai do bar, entra num carro.
-Fez o que te pedir?
-Sim -Heitor.
-Aqui o que combinamos. -ela entrega o envelope.
Ele tira o dinheiro do envelope para ver se a quantia está certa.
-Agora me leva para o seu muquifu.
-está bem.
-Há pessoas que falam demais, infelizmente tem que pagarem pelo que dizem.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Otage -Capítulo 1 e 2.

-14 de junho de 2000.

Um carro para.
-vamos nos ferrar se descobrirem.
-Não vão descobrir porra!
O cara de olhos azuis se encosta no carro, se chama Pedro carvalho.
-O Caio já se acalmou.
A irmã dele, um pouco gordinha. Caio começa a chorar, ele é negro.
-Vamos fazer logo o que viemos fazer aqui, ela tá morta, não podemos voltar atrás, joga pomba.
Fala Elís, uma garota baixa de cabelos castanhos cobrindo a nuca, acima dos ombros.
-tem como desconfiarem?
Pergunta Heitor, um cara forte.
-Acho que não. -responde Pedro.
-Acha que não! Se descobrirem toda a verdade vamos nos foder! -fala Caio fazendo um gesto obsceno no final.
-Não será, se contássemos toda a verdade, foi uma brincadeira, não imaginávamos que iria acontecer o que aconteceu.
Bruno sai do carro para falar isso.
-Eu só sei que tenho 20 anos, e não quero passar minha juventude na cadeia.
-Vocês poderiam pararem de falar. -Manuela pega o lixador de unha da mão de Ingrid.
Todos saem do carro.
-Deu a marcha? -Pergunta Pedro.
-Sim -Responde Bruno.
Os homens empurram o carro em direção a ribanceira.
O carro desce a ribanceira, explodindo no final.
-Vocês juram que vão levar ao túmulo esse episódio? Juram?! -Pedro.
-Claro que todos juram. -Bruno.
-Eu não acredito que vocês tiveram a coragem de fazerem isso. -Caio.
-Nós todos fizemos, não esqueça isso Caio. -Elís.
-Acabou, descansa em paz Carol. -Manuela.
-Vamos sair logo daqui, que eu não aguento mais esse frio. -Ingrid.
-Eu te esquento. -Heitor.
-Não enche.


Capítulo 2.

Manuela entra num quarto.
-Vamos Pedro, sai daí.
Pedro abre a porta do banheiro.
-Estou fazendo a barba.
-E você tem barba, você nem tem pêlo no peito.
-Olha! -ele começa a rir e passa creme de barbear no rosto dela.
-Ai seu filho da mãe.
Ela limpa o rosto com uma toalha. Ele sai do banheiro.
Toca o celular de Manuela, ela atende.
-Alô... Ingrid.
-"Eu liguei para dizer que não vou não".
-Por quê?
-"Briguei com o Fábio"
-Vocês voltam, por isso mesmo você tem que ir, vamos nos divertir e só são 15 dias. O que pode acontecer?... Você arranjar um namorado lá?
-"Não seria uma má idéia." -ela rir.
-Isso é um sim?
-"Sim, eu vou por causa de vocês, quem sabe quando vamos ter outra oportunidade dessa. Quando casarmos?"
-Tô fora dessa, só depois de 10 anos.
-"Não precisa me buscar, eu vou pra casa da Elís"
-Está bem. -ela desliga.
-Quem era?
-Ingrid... Ela disse que não estava a fim de ir, depois mudou de idéia.
-Você sabe que a Ingrid não é certa da cabeça, tem consulta todo fim de semana com um analista e toma remédio de tarja preta. -Ele se vestindo -Tirando que é super fútil... Acho que se colocar tudo o que não é dela natural não acabaríamos a lista hoje.
-Meu Deus Pedro.
-Vamos?
Eles descem.
-Aqui a chave. -um senhor entrega uma chave a Pedro. -Tome cuidado com ele.
-Sim papai.
-Vocês vão buscar ainda Carolina não é?
-Claro mãe. Como iríamos esquecer da nossa priminha querida. -Manuela fala isso olhando para Pedro.
-Oi. -Heitor.
-Ele vai?
-Claro, ele é o meu melhor amigo.
Heitor beija no rosto de Manuela, ela entra no carro emburrada.
-Juízo.
-Só uma coisa que eu não prometo é ter juízo nesses quinze dias. -Fala Pedro ao entrar no carro.

Otage- Prólogo

Tinhamos tud para ter uma grande férias, diziamos que iria ser inesquecível. Mas nos reconhecemos, nos descobrimos, ficamos sabendo o que somos e até onde somos capazes de ir.
"Não Marcos", "Ah... Ah!", "Não acredito", "Por quê?", "Joga pomba", "Você sempre continuará sendo um covarde", " O plano é simples, vão todos pensar que foi um acidente", Fomos longe demais", "Era para ter sido uma brincadeira".
Uns olhos azuis entre as grades, crime, homicídio da própria prima.
se aproxima o carcereiro.
-Tem visita.
-Quem?
-Manuela Carvalho.
Na cela
-Me formo no próximo mês, vou ser advogada e vou lhe tirar daqui.
-Ainda tenho mais três anos nesse inferno... estava recordando tudo, faz sete anos hoje.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Os olhos de Manuela- Capítulo 1

Pra que esses olhos Manuela?
São os meusolhos para ti, somente para ti



Sou eduardo campos Tôlledo, tenho 42anos, sou investigador criminal. Agora estouna cena de um crime. Uma moça de vinte e poucos anos é esfaqueada na sala.
Vários homens estão no local do crime. Ela era loira artificial, tem uma tatuagem na nuca, três estrelinhas, um beija-florno ombro,um golfinho no pulso, olhos castanhos, 1,70 m de altura, acho, linda, o corpo dela estava nú.
Que tripo de monstro a mataria? Os olhos dela estavam abertos, apavorados. Olhos, que olhos eram aqueles.
-Foi canivete, não foi faca._ o meu colega Edgard.
-É, e a causa da morte foi estrangulamento. - me abaixo e coloco a mão no pescoço dela.
-Tenho a impressão que ela está nos olhando, pedindo socorro. -Um outro funcionário.
-Tá morta, os mortos não fazem mais nada. -fecho os olhos de Manuela.
-Olhe o que eu achei. -Edgard me mostra os documentos dela.
-Carolina Xavier santos. -Leio.

-Manuela era nome de guerra.
-Está cheio de jornalistas ai fora. -O funcionário.
-Trabalhava onde ela?
-No Sex Club Night, mas tinha um amante que pagava isso aqui.
-Então ela não era mais puta, era fixa. -Eu olho pelajanela para ver a imprensa lá embaixo -Não estou com saco para aguentar repórter no meu ouvido. -Me viro para Edgard _Coloque dois policiais aqui. E o menino?
-Fugiu. Será que ele tem haver com o crime?
-Não sei. Qual era o nome do padrinho dela?
-Pedro Dramactini.
Saio da casa dela e paro nocorredor.
-Não sei pra quê tanto alvoroço para a morte de uma prostituta. parecendo que esse tipo é gente. deviam queimar essa raça como faziam com as bruxas na Idade Média. Uma senhora de cabelos brancos de bob, carregando um crucifixo enorme no peito.
-Você conhece o menino que fugiu?
-É meu afilhado. a vagabunda dava em cimadele descaradamente, o chamava pra isso, pra aquilo e idiota lá babando. baixava o som da televisão só para escutar a voz dela.
-Ele morava de frente...
-Isso mesmo, esse aqui é meu lar. não lhe ofereço café, pois não fiz ainda. ~Mas não estão desconfiando do meu afilhado não né?
-Não, por enquanto.
-O crime perfeito na sociedade perfeita. -Ela entra.
-Qual o nome dessa senhora?
-Dona Marlízia.
Eu anoto o nome dela na agenda. depois de aguentar os jornalistas, me dirijo a casa dos dramactini. Se pode chamar aquilo de casa: 18 quartos, 2 suítes, 3 banheiros, uma cozinha industrial, duas piscinas.
Sento no sofá, a filha do casal estava na piscina com amigos. Aparece Dona Cínthia Dramactini, era de estatura média, cabelos castanhos bem escuros, bem bronzeada, devido a casa na praia, olhos verdes, cheia de jóias.
-Boa noite. O meu marido não se encontra. sente-se. -nos sentamos.
Vejo no topo da escada o outro filho do casal, Bruno e na mão dele uma espéie de chave alicate e abridor de lata.
-Me disseram que o senhor é da polícia.
-O seu marido é suspeito de matar a amante dele.
-Quer churros? -Ela se levanta.
-Ele pagava uma moradia para ela, um caso de um ano e pouco.
-O senhor vai encontrá-lo no escritório. Acho que ele vai poder te explicar melhor.
-Aqui o pernil senhora. -a empregada.
Ela pega o garfo grande e a faca.
-Há locais na carne para se evitar a sangria. -ela me olha -mas eu prefiro sangrar a carne, para deixá-la mais apetitosa. -ela me oferece uma fatia.
-Não, obrigado.
-Furada a canivete.
-Como você sabe? Eu não falei a forma como ela morreu.
-É..., está na imprensa, deu nos jornais, internet.
-Onde a senhora estava no dia do crime?
-Numa festa beneficiente da Sansouto.
-Chegou agora?
-Não, questão de uma hora. Um escândalo envolvendo os Dramactini.
-Você sabia do caso?
-Ela não é a primeira e não vai ser a última.
-Não tem medo que ele lhe largue?
-ele sabe que tem mais a perder do que a ganhar. E depois Dramactini se casa com Dramactini. Nós éramos primos de primeiro grau. os Dramactini não devem se misturar. temos sangue puro. Nossa família tem brasão.
-é acho que o seu marido não vem agora. Vou indo. -Eu iria me retirar.
-Ela era bonita?
-Muito.
-Você não comeu nada. Boa noite.
Antes de sair olho o topo da escada, o menino não se encontrava mais lá.
Saio da casa e vejo Edgard olhando para a filha dos Dramactini.
-Uma graça essa menina.
-è uma Dramactini. Deixa a mãe souber das suas intenções.
Entramos no carro.
-Como foi?
-Não sei, temos que encontrar esse menino.
Deixo Edgard em casa, pego um baita engarrafamento. Fumo um cigarro durante o percursso. Aquele olhar de Manuela não saía da minha cabeça e cada gesto da senhora Dramactini. Não me lembro mais quando comecei a fumar. Depois que me separei da minha esposa talvez. As minhas companhias sempre foram os óbitos, o cigarro e a bebida depois disso.
chego em casa, acendo a luz e pego o meu filho quase nú com uma garota no sofá.
-Pai!
-Desculpa. -ela tapa os seios e pega a roupa.
-Pai você não iria chegar mais tarde?
-Na minha ausência você transforma o meu lar em um motel.
-Aparece a menina já vestida.
-Espera Eliana! -Ele vai atrás dela.
Vou até a estante e faço um copo de Wísky.
-Pô pai, droga. -ele entra no quarto e bate a porta.
Sei que não sou um bom pai. As vezes me pergunto onde erro. Mas ele quis ficar comigo antes da mãe, é um menino de apenas 17 anos. sento no sofá e fecho os olhos.
Amanheço no sofá todo dolorido, vou pra mesa.
-Mamãe mandou o convite para o casamento. -O meu filho André.
-Que ótimo, é aquele mofadinha?
-É. Você vai?
-Quem sabe.
Cedinho fui até o escritório de Pedro Dramactini, ele era presidente de uma financeira. fico esperando na recepção, a porta da sala dele esá entre-aberta, uma moça morena está lá dentro massageando os ombros dele, dá beijo no rosto dele antes de sair.
ela passa por mim, olho para os olhos verdes dela, tinha cabelo cacheado.
-Pode entrar senhor Eduardo campos.
Entro na sala, Pedro era um homem de estatura mediana, cabelos grisalhos e olhos castanhos.
-Sou o investigador Eduardo Campos. -Ofereço a mão e ele aperta -Você já deve saber do assassinato de manuela.
-Sei. Eu sou por enquanto o único suspeito?
-Você era amante dela.
-Eu a amava.
-Isso é o que todos dizem, esquecendo que existe crime passional.
-e o que o faz crer que esse crime não fosse premeditado, estreitamente calculado?
-Quem faz as perguntas sou eu. Se conheciam há muito tempo?
-Quase dois anos. -ele se vira para a janela -Vivi os momentos mais lindos da minha vida com ela -Se vira com lágrima nos olhos.
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Ela estava com um short e um buá que cobria os seios, trabalhava no Sex Club Night, a dona do estabelecimento se chama Geni.
-Acho que tenho o que o senhor procura. Manuela! -ela levanta a mão.
manuela se aproxima, ela era muito bonita.
-Cuide bem do nosso cliente. -dona Geni fala isso no ouvido de Manuela.
Fomos para o quarto, eu na cama sem camisa, ela aparece e joga o buá no chão, tira o short. Já estava sem calcinha, sobe na cama e me beija, eu me viro, a colocando deitada na cama e beijo o sexo dela. ela abre a boca, aperta com a mão o travesseiro, o corpo dela sobia e descia na cama com a outra mão na minha cabeça para me manter fazendo o ato, e ue seguro com uma das mãos o seio dela.
Aí acordei e a vi fumando nua, sentada a beira do colchão.
-Você não devia fumar, é jovem de mais, cigarro mata. -pego um cigarro e acendo.
-Tive uma vez um cliente médico que disse a mesma coisa, mas também fumava. Nunca entedi minha mãe, pedia para eu parar de fumar, mas ela fumava. Não compreendi se ensinavam que era errado, se a pessoa que ensinava também fazia. -ela levanta e vai até a janela, traga o cigarro e solta a fumaça.
-É pra isso que existe o dito: Faça o que eu mando não faça o que eu faço.
Ela senta de frente pra mim.
-Eu faço o que tenho vontade. Prefiro me arrepender de uma coisa que fiz do que de uma coisa que eu tive vontade e não fiz. A vida só uma honey.
............................................................................
-Aí todas as vezes depois de transarmos fumavamos, aí visitei ela de novo, de novo, e eu só queria ela. depois aluguei aquela casa pra ela, pra nós, não queria que ela dormisse com nenhum outro homem a não ser comigo.
-Conheceu o vizinho, o menino que fugiu?
-Sim, ele era gamado nela e ela dava corda, teve uma vez que cheguei em casa...
...............................................................................
-Se eu disser umas coisas bem safadas e te deixar bastante excitado com isso. Você se masturba na minha frente?
Eu chego em casa, não foi nem preciso ela dizer as coisas, ele já tinha se excitado só ela ameaçar a dizer. ele sai correndo tapando o negócio.
Ela cai na gargalhada.
-Que maldade com o menino. Não quero ele mais aqui.
-Eu gosto de homem, não de meninos.
.................................................................................
-Ela chegou até o deixar nú no prédio, ela me contou uma vez.
.....................................................................................
-tenho certeza que tinha uma barata aqui. -ela apavorada.
-Acho que ela fugiu.
-E você vai fugir de mim? -ela o encurrala na mesa e coloca a mão naquele lugar, tira a camisa dele. -Eu não mordo, ainda. -sorrir -Tira a roupa. tira a roupa! Tô mandando.
Ele tira o resto da roupa, ela dá as costas a ele e tira a blusa dela e abre a porta, vai até o corredor.
-Vem, vem porra. Não é homem?
-Pode alguém ver.
-Quero trepar aqui no corredor. São duas da manhã, ninguém vai ver. Agora ouvir já não garanto. -rir.
Ele sai, ela entra e bate a porta e tranca.
-Abre a porta, por favor. -ele batendo na porta -abra essa merda.
Ela escuta som de portas se abrindo.
-Meu Deus.
-Menino o que voc~e está fazendo assim no corredor?
................................................................................
-Ele não seria capaz de matar nem uma mosca.
-E o senhor?
-Pra que responder? Só iria me iludi crendo que você acreditaria em mim. -ele assina um papel com a mão esquerda.
-é canhoto/
-Sim.
Eu abro a porta e vejo vários jornalistas.
-É vou deixá-lo em boa companhia. Ah! Como se chama a moça que estava com o senhor antes de eu entar?
-Alessandra.
me retirei, entro no meu carro e ligo para Edgard.
-Edgard, você que examinou a moça que foi furada. o assassino pra você estava em que posição?
-"O lado esquerdo dela estava mais danificado, mas só a perícia que vai poder dizer. Por quê?"
-Por nada, obrigado. -desligo.
¨¨¨¨Continua...¨¨¨


OBS.: Seria interessante que quem comentasse dissesse quem seria o assassino da história.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Declaração para ti


Onde está você?
Que está além de mim
Onde te procurar?
Não quero apenas um retrato ou lembrança
Quero minha pele roçada na tua pele
Em todos não consigo achar nenhuma semelhança
A minha boca se repele
A não beijar a sua
A não te achar fico sem ar
Não desejo testar outros sexos
Pois sei qual quero recordar
Posso estar enganado em lhe dar meu amor e você não ligar
Mas sei quem me provoca suor as noites
Pode fugir de mim, mas não o que fui para ti
Posso não ter sido o melhor amante
Sei que vou ser para sempre errante
talvez até bobo quando olho para ti
pode ter a certeza que nossa história não termina aqui
Pois não foram apenas momentos, mas minha vida ao lado de ti
Pois somente vivo para ti
Sem cobrança, sem vergonha, somente amor
Nossa história não pode ser resumida em dor
Não se esqueça dos nossos planos
Não durma com outros por debaixo dos panos
Serão tempos perdidos
Já que não é eu que testarei o seu corpo
Já que não é eu que provocarei a tua sensibilidade
Já que não é eu que desconheço todos os seus sinais.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

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Urgente - procuro colaboradores para participar de um blog, terá de 6 a 8 autores. interessados devem responder um questionário postado no comentários e me enviar por e-mail (só as respostas).
Pensei em três blogs e mais um de sugestão, você escolhe o da sua preferência,se for o blog da preferência da maioria em breve entrarei em contato.
1. Pensei em criar um blog de crônicas, mas como já tem muitos desse desistir e pensei em criar um de livros, pois escrevo livros e posto no blog e já vi que Têm outros que fazem o mesmo. mas só poderão ser postados capítulos ( não o livro inteiro - acho difícil alguém ler o livro inteiro em uma postagem.
2. pensei também em um blog para ajudar os estudantes de modo geral (cursinho pré-vestibular, fundamental, médio e superior), tipo manual do estudante, com as disciplinas básicas ( matemática, português-gramática e redação- história, geográfia, biologia e inglês) e as disciplinas do nível superior, tipo mtc, história da arte e etc. O blog terá enquetes - que será uma pergunta ou problema de uma determinada disciplina, um dicionário da língua portuguesa para consulta, um espaço de bibliográfias sugeridas e um guia de profissões e aceitarei outras sugestões. Por isso peço que os colaboradores entendam bem sobre a disciplina escolhida.
3. Um blog jornalístico, com notícias diárias e espaços para crônicas, para falar de economia, política, carros, cultura, comportamento, tv e notícias sobre os famos e etc.
4. uma sugestão, se eu me interessar pela sugestão abro outra votação com ela.
O blog terá regras que estarão num perfil do orkut,que será enviado para os autores do blog que teve a maior aceitação. de princípio peço para que participem autores que postem pelo menos uma vez na semana. o nome para o blo será decidido em votação também.
Ficou interessado? Vá aos comentários e responda o questionário e envie para o e-mail: blog_equipe@yahoo.com.br

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