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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A família do Marvin

Numa sala de aula ocorre uma reunião.
-Quem são os pais de Marvin?
Dois homens levantam a mão.
-Nós somos os pais de Marvin, este é o meu marido.
No dia seguinte notei tudo diferente, as pessoas me olhavam diferente.
-Bom dia classe. Marvin vai para a sala da diretora.
-Por quê?
-Porque sim.
Me chamo Marvin, tenho 11 anos, estou na quinta série, meus pais são Igor Bittecourt e Flávio Figueira. Meu pai biológico, Igor, decidiu se mudar para Argolinha, uma cidade pequena e pacata, mas por causa da chegada dessa mais nova família foi abalada.
-Já em casa filho. -Flávio.
Pai Flávio era artista plástico, escultor.
-O que foi?
-A diretora pediu para eu voltar para casa.
-Mas pago a mensalidade da escola bpara você ficar lá.
-Ouvir piadinhas, como o filho do casal anormal.
Meu pai Igor foi procurar emprego, ele é Consultor de vendas.
-Qual a sua opção sexual?
-Por que essa pergunta? Eu não entendo onde vai interferir minha opção sexual no meu trabalho.
-Tem pessoas que querem ser uma coisa que não foram feitas pra isso. Imagine que você faz bolos e alguns desses bolos sairam com anormalias. O que você faz com esses bolos? os afastam dos bolos perfeitos e elimina a forma defeituosa, para não produzir mais esses bolos.
-Eu entendi onde o senhor quer chegar, com licença. -Se retira.
A professora saiu da sala para atender a mãe de um aluno.
-É incabível o meu filho conviver com esse menino que convive numa pouca vergonha.
-Mas é bomo seu filho saber que existe diversidade.
-Diversidade, sei lá o que esses pais ensinam a esse menino, depois espalha essa tal de liberdade sexual na cabeça dessas crianças. Por isso que o mundo está cheio desses anormais.
Gostava da companhia de Maria Lúcia.
-Eu não posso ir com voc~e.
-Por quê?
-os meus pais disseram que voc~e não é uma boa companhia pra mim, por causa dos seus pais, que não é certo dois homens viverem juntos.
-eu não concordo. Se eu me apaixonar por um homem um dia, eu vou deixar de viver esse amor porque alguns não vêem isso com bons olhos? Não, eu vou viver esse amor. -Se retira.
Meu aniversário tinha chegado, mas ninguém apareceu. o meu pai Igor me olhou, eu estava desapontado, subi e me tranquei no quarto.
-Marvin! -Era uma voz vindo lá de fora.
Abrir a janela, era Maria Lácia.
-Parabéns.
Eu sorrir.
Meus pais no súpermercado, Flávio olha um rapaz que passa.
-O que é isso? Não pode olhar pra ninguém a não ser pra mim. -Pai Igor coloca as mãos no rosto de Flávio e sorrir.
-Mas só tenho olhos pra você, ficaria horas perdido no tempo olhando para o seu rosto, sei cada parte dele, pois quando o olho você me desperta o que há de melhor em mim.
-Que descaramento. -Uma senhora.
_O quê? -Igor.
-Desavergonhados.
-Se é descaramento amar, pois amo. Então sou com muito orgulho descarado.
-Igor chega.
-Essa senhora que começou. -Se retiram
Na cama.
-Hoje faz 3 anos que te conheci. -Igor.
Igor olha para Flávio.
-Me lembro de cada detalhe daquele dia, a roupa que você usava, o seu sorriso, aquela linda manhã de setembro. O seu cavanhaque cafona. -sorrir-Eu disse pra mim mesmo que você seria meu um dia.
-Me lembro também daquele dia, quando te vi, eu me perguntei porque aquele homem bonito olha pra mim, um sujeito tão simples, ali naquele dia, eu tive a certeza que encontrei o homem da minha vida.
Entra eu e deito entre os meus dois pais, meu pai Igor me abraça e alisa o rosto de Flávio.
-Eu já disse que os amo muito?
-Se disse, é sempre bom repetir não é Marvin?
-Os amo muito.
Eu indo para a escola, vejo Felipe que não fala comigo.
-O que foi? Por que não fala comigo? Éramos tão amigos
-Minha mãe proibiu de conversar com você. Mas quero continuar conversando com você.
-E por que não conversa?
-Os seus pais, eles são diferentes.
Nesse mesmo dia dei o meu primeiro beijo.
-Desculpa.
-Por quê?
-Por não ter compreendido os seus pais.
Pai Igor contou logo a novidade a pai Flávio.
-A chama pra jantar aqui em casa. Faço minha melhor receita, bacalhau.
No dia seguinte ela foi almoçar em casa.
-Gosta mesmo do meu filho?
-Muito.
-Então gostarei de você muito.
Que pena que também não poderei jantar na casa dela, os pais dela não concordaram com o namoro.
No colégio, eu estava entrando no colégio e vinha atrás o carro trazendo Felipe.
-Bom dia Marvin. –Felipe coloca a cabeça pra fora do carro.
-Bom dia.
-Eu já disse pra você não falar comesse menino. –A mãe de Felipe.
-Eu não tenho nada haver com a vida dos pais de Marvin levam ou deixam de levar, só me interessa que ele é é o meu amigo, é legal e me faz bem. –se retira do carro e foi falar comigo.
No final do dia, minha casa recebe a visita da professora.
-Marvin tem recebido notas baixas, tem se comportado diferente. E certos colegas dele o isolaram quando souberam a história dos pais dele. Eu recomendo que vocês voltem pra cidade, a cidade grande é mais condescendente em relação a certas opções de vida.
-Você acha que eu não sofro por ver o meu filho sofrendo? Eu sofro muito, pois sei que o problema dessa gente não é com ele, é comigo. Violência e preconceito existe em qualquer lugar, não é justo que eu tenha que me mudar por causa de uma ou duas dúzias de pessoas. Eles não pagam minhas contas . Não devo nada a eles e nem a justiça. Eles não tem nada haver se amo ou deixo de amar um homem. Só devo satisfação aos meus pais e ao meu filho.
No fim de semana meus pais me levaram para pescar, enquanto estava feliz com o meu primeiro peixe, eles conversavam.
-Como queria que os meus pais fossem como os seus, compreendessem a minha opção sexual. Meus tios diziam que eu tinha problema, todos os meus amigos namoravam, menos eu. Mas vi que o problema não era comigo, era com eles que não compreendiam o meu modo de ser. –Igor.
-Minha mãe falou uma vez uma coisa que me emocionou muito. Que o fato de eu ser gay ela não deixaria de ser minha mãe como um passe de mágica, e era por esse fato que ela disse que não poderia deixar de me amar.
Meus pais me levaram a uma festa de uns amigos deles.
-Não vou cantar hoje, vou ler uma poesia de Carlos Drumond de Andrade, o amor segundo Drumond. –Uma moça. –Quando encontrar alguém e esse alguém fizer o seu coração parar de funcionar por alguns segundos, presta atenção:
- Pode ser a pessoa mais importante da sua vida!

Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fica alerta:
- Pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que você nasceu!

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem de água nesse momento, perceba:
- Existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
- Deus te mandou um presente divino: O AMOR!

Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e, em troca, receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se:
- Vocês foram feitos um para o outro!

Se por algum motivo estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seusofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las com ternura:
- Você poderá contar com ela em qualquer momento da sua vida!

Se você conseguir, em pensamento, sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado...
Se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijama velho, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não conseguir trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...
Se você não conseguir imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a outra envelhecendo...e, mesmo assim, tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela...
Se preferir morrer, antes de a ver partindo:
- É o Amor que chegou na sua vida!

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.
Às vezes encontram e, por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. É o livre-arbítrio.
Por isso, presta atenção aos sinais.
Não deixe que as loucuras do dia-a-dia te deixem cego para a melhor coisa da vida: - O AMOR!!


Veio a festa da formatura da turma , a chegada da vez do meu nome se aproximava, olhei para os meus pais.
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Marvin sentado na escada, senta ao lado Igor.
-Filho, ta na hora de você saber uma coisa, eu não quero que você saiba isso por terceiros , até de uma forma distorcida. Eu amei a sua mãe um dia, e não foi a toa que eu o tive, mas acabou e agradeço por ela ser minha amiga hoje. O seu pai tem um namorado, e eu o amo muito, como amo muito você também, e eu pretendo passar o resto da minha vida com ele.
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A mãe de Marvin morre num acidente de carro, onde também estava Igor.
Marvin no hospital, ver Flávio sentado num banco chorando.
-É você o namorado do papai?
-Sim, sou eu.
Marvin o abraça.
-Papai vai sair dessa não é?
-Vai meu anjo... Vai.
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-Marvin Bittecourt.
Eu subo no palco.
-Antes de começar o meu discurso, quero ler o conceito de família que achei em um dicionário: Pessoas aparentadas que vivem em geral, na mesma casa. Não diz se deve ser obrigatoriamente formada por um pai e mãe, ou um pai sozinho ou uma mãe sozinha ou dois pais ou duas mães. A minha família tem brigas, dá risada, chora, se reúne pra assistir televisão, os eus membros se amam muito, tem contas pra pagar no final do mês. Enfim é uma família como qualquer outra.
-Isso é uma imoralidade. –Uma senhora se levanta e se retira.
-Imoral é alguém roubar uma vida de uma pessoa, mentir, pegar uma coisa que não lhe pertence. Isso aprendi com os meus pais, tudo que sou devo a eles. E posso garantir que sou muito feliz . Sei que não vou mudar o mundo, também não planejo isso, quando eu nasci ele já existia. E não me envergonho em ter dois pais. Por que me envergonharia de duas pessoas que só me deram amor. – chorando abraço os meus pais.
Um homem se levanta e bate palmas e todos os outros depois seguem o exemplo.
Continuei jogando futebol com meus dois pais nas tardes de domingo e a parte que eu mais gosto de casa é o retrato da minha família na estante.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Indecência

Algumas vezes vem aquela louca vontade de soltar um porra. Putz, xinguei, espero que nenhum dos meus tios leia isso. Senão, vão descobrir que também xingo as vezes.
Porra para o desemprego;
Porra para as criancinhas na sinaleira;
Porra para os pais que perdem os seus filhos para a violência;
Porra para a morte que cada vez mais leva nossas crianças;
Porra para a AIDS, a droga e a prostituição das mulheres que ainda brincam de boneca;
Porra para o analfabetismo;
Porra para a nossa falta de compromisso para com o outro;
Porra para nós que aceitamos ser prisioneiros na nossa própria casa;
Porra para os maus tratos contra animais, mulheres, idosos e crianças;
Porra para o preconceito;
Porra para o desmatamento;
Porra para a corrupção;
Porra para os politicos;
Porra para a imprensa que deforma antes de informar;
Porra para as pessoas que não tem teto;
porra para os olhos e mãos fechadas do governo;
Porra para educação que deseduca;
porra para nós que não temos tempo nem para nós mesmos e muito menos para os outros;
Porra para a mentira e ainveja;
Porra por termos tirado a inocência de nossas crianças;
Porra para o buzu lotado;
Porra para o engarrafamento;
Porra para tanto imposto;
Porra para a falta de dinheiro;
Porra para o aborto;
Porra para nós que abortamos o nosso tempo;
Porra para a calúnia e a defamação;
Porra para a falta de idéia;
Porra para a falta de paz;
Porra para a juventude desorientada;
Porra para desonestidade;
Porra para a insenssibilidade;
Porra para as ideologias erradas;
Porra para os que sofrem sem ser acalentados;
Porra por sermos tão acomodados.

Sem você

Cheguei um tempo a pensar que ficaria na maior fossa, curtindo a maior dor. Eu era o tipo de pessoa que acreditava que iria casar com a primeira namorada, ter filhos com ela, envelhecer junto com ela e dormir todas as noites abraçado a ela.
Mas hoje vejo que a vida não é assim, amei várias vezes, amores não correspondidos, amores impossiveis, amores que amei de outra forma, não a forma que a outra pessoa queria. fui também amado e também não correspondi. Pensava que a gente só seria capaz de amar uma só vez.
Mas existe diferentes formas de amar, o amor sereno, o amor quente, o amor turbulento, o amor que nos faz sofrer. Todos diferentes, mas especiais para cada momento.
Chorei por arrependimento de não ter dado um beijo na hora certa. Chorei pelo beijo que não recebi.
Agora sem você, vou tentar outra vez ser feliz, pensava que era bom sentir saudades de alguém, mas agora prefiro deixar saudades antes de senti-las.

Vamos falar de educação

O Brasil foi descoberto em 1500.
e como explicar já os indios habitantes dessa terra? e a América dividida pelo Tratado, será que isso não prova já conhecimento de terras do lado de cá?
E o Paraguai, alguém já se perguntou porque hoje é o país do contrabando? E a rivalidade entre Cuba e Estados Unidos e agora Venezuela e Estados Unidos, quem explica?
Por que tanto alvoroço no mundo na eleição de um presidente negro no EUA? Será que capitalismo e comunismo conseguem conviver juntos?
E a crise econômica é culpa de quem? Por que houve 20 anos de ditadura no nosso país? Você já se perguntou? Quem tem mais poder a minoria ou a maioria? cabeças rolaram por causa disso.
Você pergunta, a História responde. Que tipo de professor você quer ser? Um professor cheio de respostas para dá, ou despertar a idagação nos seus aluno. Essa é a luz da sabedoria.

Vamos falar de educação

Por que ser professor? Algumas vezes me perguntei isso.
Já me falaram que professor ganha mal, que é preguiçoso, trabalha muito, não é reconhecido, enfrenta muitos desafios em sala de aula.
já quis ser empresário, jornalista, músico e advogado, mas nada me satisfaz tanto, do que é o ato de ensinar.
É verdade que professor ganha mal, ganha pouco, ainda não dá pra me sustentar sozinho, ainda dependo de mamãe, mas compro o que quero na hora que quero -isso se me pagam -Que é preguiçoso, não sei, também não concordo com greves, prejudica muito os alunos. Trabalha muito para ganhar melhor, isso eu já sei, dei aula até nas minhas férias. Não é reconhecido, não acho, talvez salarialmente não. Enfrenta muitos desafios, isso sim, cada aluno é uma caixinha de surpresa.
Mas sabe o que me dá mais satisfação em ser professor, é quando um aluno diz: Eu aprendi isso com você.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O mestre-Capítulo 16

Ana está numa danceteria, dançando muito, ainda não tinha tirado da da cabeça a traição de Pedro, ele não podia ter levado o plano daquele jeito.
Ela já tinha bebido todas, estava toda suada, tinha já 31 anos, mas nem parecia, todos olhavam para ela. Tinha um corpo que não precisava de nenhum recalque.
Ela sorria e bebia mais, os cabelos loiros dela faziam sucesso, dançou com quase todos os garatões da festa.
Aparece um homem careca e ela dança com ele. Ela de costas para ele, rebolando por todo o corpo dele.
Vira-se para ele e passa a mão por todo o corpo dele e rir, vira o copo. Balança a cabeça para todos os lados.
Olha para ele e pega a mão dele e coloca na cintura dela e enlaça os braços no pescoço dele e começa a dançar.
Ele vai beijá-la, ela vira o rosto e rir e pára a música.
Ela senta numa cadeira do bar da danceteria e ele em outra e começa a tocar outra música.
-Você vem sempre aqui? –Pergunta ele.
Ela rir.
-Essa é antigaça. Uma tequila com muito gelo.
-Duas, eu pago.
Ela vira-se para ele.
-Eu não permito que homens desconhecidos paguem minhas contas.
-mas nos conhecemos na pista.
-Eu nem sei o seu nome.
-Não seja por isso, Pablo. E o seu?
-Ana.
-É casada? – Ele olha a aliança.
-Sou muito bem casada por sinal, já tenho um filho.
-Nem parece.
-Você fala isso pra todas, aposto.
Chegam às tequilas.
-Sabe que eu acho que seu marido é um idiota em deixar você vim sozinha aqui.
-Sabe que também acho. –ela bate no ombro dele - E ainda me traiu com uma mulher de uns quarenta e poucos anos, cachorro.
-Não me diga.
-Digo.
Começou a tocar outra música.
-Vamos.
Ela o pega pela mão e voltam a dançar, mas depois toca uma música lenta.
-Droga.
-Vamos.
Eles dançam juntinhos, Ana nota como ele é forte, as suas costas largas, suas mãos grandes, o sorriso dele, a boca dele, tudo nele mexia com ela, ela se afasta e mostra o anel.
-Eu sou casada.
-É só guardar o anel. –ele tira o anel. –Assim você não vai se sentir culpada por trair ele. Não se esqueça que ele te traiu. –Ele fala a última frase no ouvido dela.
-Não posso.
Ela se retira, ela estava carente, ela tinha que se afastar dele, por causa da Síndrome do Pânico de Pedro, ela estava na secura um mês.
O careca aparece, a beija, ela o afasta.
-Não. Tenho que ir pra casa. Devolve a aliança, por favor.
Ele entrega.
-Eu te levo.
-Eu sei ir sozinha.
-Você bebeu demais.
-Eu vou de táxi.
-Então espero você pegar o táxi.
-Então venha.
Eles andando numa rua deserta, já são 02h00min.
-Você trabalha com o quê?
-Sou cirurgião plástico.
--Ah, eu sempre quis saber se eu tinha que fazer alguma mudança nos meus seios.
Ela abaixa as alças da blusa, mostrando os seios para o careca.
-São perfeitos, não precisa mudar nada.
-Deve ser uma chatice casar com cirurgião plástico. Nunca casou?
-Não.
-Você tem razão.
-O quê?
-Eu sou uma idiota, eu tenho que aproveitar esse momento. –o beija - Onde você mora? -Me leva para a sua casa.
Chegam à casa do careca.
-Bom gosto na decoração.
-Está desarrumado, não repare. –ela o beija.
Ela desabotoa a camisa dele e ver a tatuagem.
-Você tem um dragão tatuado no peito. Sabe que sempre quis fazer uma tatuagem. –ela de costas para ele, e ele beijando a nuca dela.
Ela tira a blusa.
-Não me diga.
Ela se encosta na parede.
-Tira a calça. Anda!
Ele tira a calça, ele vai a direção a ela e esta prende as pernas na cintura dele e ele começa a beijar os seios dela.
Ela alisando as costas dele, beija a tatuagem, lambe a orelha dele a mordendo no fim.
Este a beija e a joga na cama.
-Ai.
Deita em cima dela, coloca a mão no pescoço dela, ela sorrir, a beija e começa a apertar o pescoço dela. Ela arregala os olhos, olhando para ele.
Ana tenta tirar Pablo de cima dela e procura algo. Chuta na verilha dele.
Ele grita de dor na cama.
-Sua vadia!
Ela sai da cama tentando respirar.
Ele tira uma arma da gaveta, ela chuta a arma, esta cai no chão.
O careca a pega e começa a bater o rosto dela contra a parede, está sangrando o nariz de Ana. Pega Ana pelos cabelos, a joga na cama e quebra uma garrafa.
Com o caco de vidro ele vai em direção a ela, ela se vira e cai no chão e ele termina furando a cama.
Ela pega a arma a atira várias vezes. Pablo escorre pela parede a manchando de sangue.
Ana começa a chorar. Ela vai no banheiro, veste um roupão, lava o rosto.
Se senta na cama e ver o corpo do careca, pega o telefone.
Horas depois ela ver sendo levado o corpo de Pablo e descobriu que ele era matador de aluguel e entra na viatura da polícia.
Em casa, ela corta os cabelos, continua loira, mas o cabelo fica bem curto, mostrando a nuca., tira as lentes de contato azul e abre o lavatório.
-O que aconteceu?
Ela vira-se.
-Tentaram me matar, e eu sei quem foi.
-Raul?
-Sim. Para ele quem é a pessoa mais importante?
-A filha.
-Vamos seqüestrar a filha dele e pedir 4 milhões de dólares de resgate, eu quero que ele nunca esqueça com quem se meteu.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O mestre -Capítulo 15

Ana e Pedro foram fazer compras num supermercado. Só que Ana é barrada.
-Pode abrir a bolsa.

-Por quê? Sabe quem eu sou Carolina Ambrósio, isso é uma humilhação, eu vou processar esse supermercado. Eu tenho cara de pobre menina! Quero falar com o gerente dessa espelunca.
-Calma senhora.
-Que calma?! Eu lhe disse Eduardo fazer compras num lugar de ralé dá nisso. Me larga!
-Olha o escândalo Carolina.
Chega o gerente.
-Tome a bolsa.
-Não precisa senhora. A senhora é uma das nossas melhores clientes, lamento por esse absurdo e desculpa pelo constrangimento.
-Devia me mudar para a concorrência.
Eles saem, no estacionamento, ela tira o urso de pelúcia da bolsa.
-Você não presta.
-Eu sei.
-Por que você rouba?
-Eu gosto, é um hobby, adoro sentir aquele sentimento de fazer alguma coisa errada, sentir o medo de que podem lhe pegar a qualquer momento.
Pedro ainda se lembrava como conheceu Ana.


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1988.


Pedro conheceu Ana numa festa, ela era de uma família de classe média alta, já era estudante de enfermagem, o pai queria que ela fizesse medicina, e Pedro era um pobre coitado, que conseguiu se formar em Ciências da Computação, já trabalhava para o senhor Raul nessa época.
-Ana esse é o Pedro. – uma jovem apresenta Pedro para Ana.
-Prazer.
-Prazer. – Pedro fala sem graça.
-É tímido.
-è solteiro. – Fala a jovem no ouvido de Ana. – Vou os deixar a vontade, com licença. – se retira.
Começa a tocar uma música.
-Dança? - Pergunta Ana.
-Sim. – Ele pega um drink e vira o copo.
Algumas horas depois, Pedro a leva até em casa.
-Já está entregue.
-Não precisava vim até aqui. Obrigada. Que pena que tenho namorado. Você me entenderia mal se eu lhe beijasse?
-Não, adoraria.
-Ela o beija e se retira, antes de entra vira-se e o olha pela última vez.
Foi assim que se apaixonaram, logo estavam namorando, o pai não gostava que a filha namorasse um pobretão, por causa dele ela terminou um namoro de dois anos.
Eles dentro de um carro, do qual Ana pegou escondido do pai, se beijando. Aparecem vários meninos que verem a cena.
-Ana.
Ela rir.
Ana se abaixa e faz sexo oral com Pedro.
-Ana.
Os meninos começam a rir
Pedro tendo um orgasmo
Ela levanta e beija Pedro, senta no colo dele e tira a blusa.
-Ana, ta maluca?
-Vamos dá um presente para esses meninos.
Ela vira-se mostrando os seios.
-Ana.
Ele tapa os seios dela e sai do carro.
-Saiam!
Os meninos correm. Ele volta para o carro e a encontra rindo.
-Hoje eles não saem do banheiro por nada nesse mundo.
Com um ano e 6 meses de namoro, Pedro pediu Ana em casamento. Em cima de um prédio altíssimo.
-Aqui é bonito.
-Escolhi aqui, porque essa é uma situação bonita. Quer casar comigo Ana?
-É sério Pedro? De véu e grinalda?
-Sim, tudo que você merece.
-Sim. – o beija. – Vamos para o meu quarto, os meus pais não estão lá, assim já treinamos para a nossa lua-de-mel. – o beija.

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Lá em Santos, Raul observa um homem careca, com um dragão tatuado no braço, jogando vôlei, este pára e vai falar com Raul.
-Eu preciso dos seus serviços.
Sérgio num estacionamento fecha a porta-mala do carro, vira-se e ver o homem careca.
-Quem é você?
-Vim em nome do senhor Raul para lhe dá um aviso.
-Que aviso?
-Que ele não confia em gente que sabe de mais. – tira uma arma do bolso do paletó e atira na testa de Sérgio, e esse cai do lado do carro.

a mulher do desembargador -Capítulo 9

O desembargador chegou do jantar, e não saiu da cama depois disso, ele está gripado.
Minha mãe junto com Dona Justina foram fazer uma visita.
-Boa tarde.
-Entrem.
-Como ele está? -Perguntou Dona Justina.
-Mal, está tossimdo muito, com febre. -ela chorando.
-Ele vai melhorar. -fala minha mãe.
-Obrigada.
-O que ele tem? -Perguntou Dona Justina.
-Chegou assim depois da viagem.
Passou um semana e eu e ela nos encontramos na igreja.
-Já teve alguma reação de melhora?
-Não. -Ela chorando. -Eu nem dormir, ele tossiu a noite toda. Eu não sei o que será de mim sem ele.
-Eu a protejo.
Depois fui acompanhar minha mãe e Dona Justina na feira.
-Amância está indo a igreja?
-Estou levando umas frutas ao Padre Eurico, ele fica muito sozinho, e aproveito para fazer companhia a ele, para conversarmos.
-Ah!
-Com licença.
-Ai tem, escreve o que estou dizendo Augusta.
Depois de várias semanas morre o desembargador.
Ela chorou no percusso do enterro todo. Tive vontade de consolá-la, mas não podia.
Eu não a visitei durante os sete dias de luto. Ela estava arrasada na missa de sétimo dia.
Minha mãe e Dona Justina foram visitá-la.
-Estamos aqui para oferecer os nossos pêsames. -Dona Justina.
--Obrigada.
-O que você precisar...
--Obrigada, estou muito grata.
-Você deve amar muito o seu marido. -Dona Justina.
-Era um grande homem. -Falou minha mãe.
-O que vai ser de você agora? -Perguntou Dona Justina.
-Não sei.
-Meu santo falecido marido estava esbanjando saúde, terminou contraindo Rubéola, o marido de Augusta todo feliz cai morto, Renato, filho de Eulália, derrepente morre. E agora o seu marido, que coicidência horrível da saúde ao túmulo.
-Com licença. -Era o guarda Ventura.
-Já vamos.
-Obrigada pela visita.
-de nada, tchau Guarda Ventura.
Depois de sairmos.
-É melhor você proibir o seu filho de continuar tomando aulas com a viúva do desembargado.
-É mesmo Dona Justina, não fica bem a uma viúva ficar sozinha com um homem.
-Fiquem sabendo que continuarei a tomar aulas com ela.
-Mas as pessoas vão falar.
-Que se danem!
-Filho me respeita.
-Então respeitem a viúva do desembargador.
Entrei em casa e subi para o quarto e peguei o binóculo, o Guarda Ventura já estava se retirando.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A mulher do desembargador -capítulo 8

Estava voltando para casa com o meu material de engraxate, quando vi o desembargador puxar pelos cabelos até o meio da rua Marisa, esta estava chorando.
-Alberto pára.
-Sua vagabunda! -a joga no chão.
ela se arrasta e segura as pernas dele.
-Me perdoa, me perdoa meu amor!
-Tu me envergonha. -Ele dá uma bofetada nela.
-Não vá Alberto, eu posso explicar.
-Eu quero você na rua, você não vai levar nada nem um tostão de mim.
-Ele para, olha para todos.
-Esta não é nem professora, eu a tirei de um cabaré, onde ela dançava, é uma rameira.
-Eu sabia, eu te disse Augusta, esta não ppresta. Falou Dona Justina.
E ele entrou para casa.
ela me olhou, se levantou.
-O que estão olhando, vão cuidar das suas vidas. -ela histérica-Vocês estão com inveja, porque eu sou desejada, enquanto vocês, seus maridos nem querem trepar com vocês.
Dona justina a pega.
-Vamos ver se ainda vão te querer.
-Me larga!
Dona Justina corta os cabelos de Marisa, deixando-os bem curto e cheio de buracos.
-Você é uma vergonha para nós.
-Enquanto eu tiver isso. -Ela batendo com a mão na vagina dela. -Os maridos das senhoras ainda vão me procurar.
-Saia daqui! -Minha mãe joga uma pedra nela.
-Toma sua desavergonhada. -Dona Eulália.
-Começam a apedrejá-la. Eu acordo, era uma pesadelo.
decidi no outro dia contar tudo a Marisa.
-Um ex-amigo meu descobriu que somos amantes.
-Eu sabia que iriam descobrir, como fui tola, acho que foi vaidade, ter um amante que poderia ser o meu neto, neto! Eu sou uma cinquentona com sentimento maternal atrasado. Droga!
-Acalme-se meu amor. -Eu a aparando.
-Acabou, me largue, isso não deveria ter começado, não quero mais vê-lo, não quero perder tudo que eu conquistei, eu sou feliz com o meu marido.
-Nós vamos saber como arranjar as coisas, mas não faça isso comigo, como se eu fosse um bagaço de laranja que depois de chupado você joga fora.
-Quanto ele quer?
-Um salário de desembargador.
-Eu conheço essa laia, depois de receber vai querer mais, que inferno! Não vou mais conseguir dormir, preocupada e com medo de Alberto descobrir. Ele não merece isso.
-Eu pago, não se preocupe.
-Você acha que um desembargador ganha pouco? Eu vou tentar pegar algumas notas de dinheiro as escondidas do meu marido.
Na escola, enquanto todos jogavam bola aparece Felipe e eu me afasto dos outros para falar com ele.
-Minha paciência está se esgotando, te dou até o final do mês para me pagar, quero meu dinheiro, se não entrego as fotos ao desembargador. E quem sabe para a sua mãe, já pensou ela vendo o que seu filinho é capaz de fazer entre quatro pardes com uma mulher, é capaz de ela ter um ataque do coração. -Ele rir.
-Você que ouse de contar para minha mãe seu verme!
-Acalme-se Pedro, que eu posso contar tudo, se eu me sinto ameaçado.
-Se você for capaz de esperar mais um pouco, na outra semana já terá o dinheiro em suas mãos.
-Tomara. E quem diria Pedro, você era o mais perveertido do bando, perto de você eu sou um cordeiro. Adeus Pedro.
-O que ele queria com você? -Perguntou para mim Cláudio.
-Nada, mas eu não sei até quando vou suportar isso.
Já estava chegando o fim do mês, já tinha juntado uma parte da quantia, me sentei num banco de uma praça.
Quando chegou ela, com um véu cobrindo os cabelos e com um óculos escuro.
-A quantia se encontra atrás daquela árvore, pague em troca das fotos e as queime. -Ela se retirou.
No outro dia fui me encontar com Felipe.
-Aqui o dinheiro.
-Que bom! -ele abriu o envelope.
-Eu quero as fotos.
-Você vai ter muita história interessante para contar aos seus netos. -as entregando.
-Espero que todas estejam aqui.
-As cópias e as originais.
-Desejo nunca mais vê-lo novamente.
-Foi bom fazer negócios com você. - ele me oferece a mão e eu me retirei -Mas que coxas tem a mulher do desembargador. -Falou alto isso depois deu risada.
Na porta da igreja estavam minha mãe, dona Eulália e Dona Justina.
-Nossa como Dona Virgínia está gorda! -fala minha mãe espantada.
-Aborto, dou minha cara a tapa se ela não fez um aborto.
-Vixe! Até pecado falar isso em frente a igreja.
Eu entrei na igreja, me benzi, me dirigi ao confessionário e entrei nele.
Chegou a esposa do desembargador e sentou em frente ao confessionário.
-Pagou?
-Sim.
-O meu marido amanhã vai jantar com um deputado, eu vou inventar que estou indisposta, e a porta vai estar aberta como de costume. -Ela abre as pernas.
Depois se levanta, se benze e se retira.
Na manhã seguinte, já estava eu lá para tomar minhas aulas.
Ela me beijou e me levou para a cozinha e lá sentou na mesa, eu desabotoei o vestido dela e ela tirou a presilha do cabelo e deitou na mesa.
depois já estavamos enrrolados nus na cama.
-Por que você eo desembargador nunca tiveram filhos?
-Eu sou infertil, não posso ter filhos,, graças a bum aborto que fiz, quando ainda eu era dançarina de um cabaré.
-Por que você se humilha tanto diante do desembargador?
-Porque foi ele quem me tirou daquele buraco.
-Você o ama?
-Depende do que você entende de amor, porque eu gosto de Alberto, ele me protege, me sinto segura perto dele.

-

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A mulher do desembargador-Capítulo 7

Eu concerteza devo estar louco, eu terminei aparecendo lá, abri a porta, não tinha ninguém na sala e subi as escadas e não tinha ninguém no quarto, olhei para o quadro cubista e me dirigir ao banheiro, e lá estava ela na banheira, que talvez ela e o desembargador devem ter tido banhos e horas relaxantes.
-Entre.
Eu tirei a camisa, abaixei a calça, e eu estava nú na frente dela. E eu entrei.
-Meu garoto.
E nos beijamos, ela fazendo cafuné em mim atrás da minha orelha esquerda. E deum livri, que agora não convém o nome, tirei a idéia de usar os dedos, e nos meus ouvidos ela gritava, obra do orgasmo.
E nos pusemos na cama de roupão, e eu descobrir que ela fumava.
-Você fuma?
-Desde os 14, eu não sou a santa que você idealiza, nem sou professora.
-O quê?
-Fui dançarina de um cabaré.
-E como você conheceu o desembargador?
-Agradeço a ele de ter me tirado daquela vida, eu muito grata a Alberto, agora posso levantar a minha cabeça sem me envergonhar, porque tenho marido.
-E como você terminou nesse cabaré?
-Estava cansada da vida que eu levava num interiôrzinho, meus pais não tinham dinheiro pra nada, não estudei, tudo o que eu sei, aprendi com Alberto. Fugi para o Rio de Janeiro e ele me trouxe para São paulo.
-E por que voC~e continua a fazer isso?
-Alberto é muito ausente, e quando volta, vem cansado, ele é um pai para mim.
-Você não tem medo de ser mal falada?
-Todas ela sabem que os maridos delas querem o que está no meio das minhas pernas, eu só dou o que eles querem.
-Tenho que ir.
-Feche as as janelas quando sair.
Eu não dormir com a revelação dela. Ela não precisava fazer essas coisas.
Amanheceu e eu encontrei Dona Justina e Dona Eulália com minha mãe.
-Bom dia.
-Bom dia, está cada vez mais bem afeiçado. -Falou dona Eulália.
-Obrigado.
-Vamos abrir uma sociedade, um ateliê.
-Que bom!
-Preciso fazer alguma coisa para ocupar a mente.
Engraçado pensei que a ocupação de Dona Justina era falar da vida dos outros.
Comprei os materias de engraxate e comecei a trabalhar na rua, apesar de pagarem mal os primeiros clientes.
-Guarda Ventura.
-Engraxa o meu sapato.
-Nunca mais cresceu o seu cabelo.
-Não, já admiti que estou careca.
-Que desgraça.
-Não me lembre, ainda me dá mais raiva, quando lembro o culpado.
-Dizem que os carecas são bons afortunados.
-Talvez, tem alguns males que vem para o bem.
No outro dia peguei os meus livros e fui estudar. Quando entrei ela me cobriu de beijos, os meus livros cairam e nos despimos, ela abriu a porta do quarto, a minha mão esquerda estava na bunda dela.
-Marisa, minha querida. Onde você está?
Era o marido dela que tinha acabado de chegar da viagem.
-Você disse que ele só vinha depois de oito dias.
-É eu disse, não sei o que aconteceu para ele voltar antes. Se esconda.
-Onde?
-Eu estou no quarto Alberto. -Ela fala alto.
-No guarda-roupa.
-Não, a primeira coiusa que ele vai abrir é o guarda-roupa. Se esconda debaixo da cama, rápido, vai.
Me escondi embaixo da cama e ela pegou o material de costura e deito na cama e o desembargador entrou no quarto.
-A porta se encontrava aberta.
-Ah que cabeça a minha!
-Por que está desfazendo?
-Eu não gostei do bordado. Por que voltou dois dias antes?
-Imagina que o Coronel Fagundes morreu engasgado com uma ervilha.
-Você não me respondeu
-estava morendo de saudade de você.
Ele subiu na cama e a beijou.
-Você deve está com fome, a a viagem deve ter sido cansativa, você deve estar querendo tomar um banho.
-Você sentiu saudade de mim?
-Ora que pergunta besta, vou trazer o balde para lavar os seus pés.
-Você coloca aquela camisola quando subir?
-A coloco.
Depois de algum tempo ela subiu e descalçou os pés do desembargador para molhá-los.
-Ai como estão doloridos!
Ela me olhava, ela tirou o terno dele e colocou no cabide.
-A água já deve está quente, vou buscá-la., você quer que eu tome banho com você.
-Sim.Vou guarda os sapatos.
Ele iria se abaixar para pegar os sapatos, e ela gritou:
-Não!
-O que foi?
-Eu vou engraxá-los.
-Está bem, vai buscar a água.
Ela depois de ter pego a água, subiu e se dirigiu ao banheiro.
-Vem.
-Vou colocar a camisola Alberto.
Ela saiu do banheiro.
-Saia, vamos.
E descemos devagar a escada, mas me esbarrei com um jarro e este caiu.
-O que aconteceu Marisa?
-Como sou desastrada, derrubei aquele jarro que você tanto gosta.
Ela abriu.
-Adeus, anda.
-Tchau. -a beijei e me retirei.
Fui acompanhar a minha mãe e Dona Justina a igreja.
Amância estava em cima de uma cadeira.
-Estou ajudando o Padre Eurico na decoração da festa de Reis.
-É amanhã, vala-me Deus, como fui esquecer isso.
-Eu e Dona Justina vamos participar do coro de Reis.
-Que bom. Padre Eurico!-Chama Amância -Trouxe esse bolo para o senhor padre.
-Obrigado Amância não precisa se incomodar.
E vi dona Justina olhar para minha mãe.
No final da manhã quando retornava, Felipe me chamou.
-Pedro.
Minha mãe entrou em casa.
-Como vai Pedro?
O que você quer?
Ele me ofereceu a mão.
-Não somos amigos Pedro?
-Por que você voltou a falar comigo derrepente?
-Eu vi você sair da casa do desembargado.
-Eu tomo aulas com a esposa dele.
-Você não entendeu.
-Como assim?
-Eu tenho como provar que você tem um caso com a esposa do desembargador.
-O quê?
-Você é amante dela!
-Você está louco!
-Esta foto quero que você guarde como lembrança.
Eu peguei a foto, era eu tirando a roupa e ela na banheira.
-e tem mais no meu quarto. Mas posso entregá-las por uma boa quantia em dinheiro.
-Quanto?
-Quem sabe um salário de um desembargado. Pense Pedro.
e ele se afastou dando tchau com os dedos, eu estava perdido.
-v

sábado, 10 de janeiro de 2009

O mestre-capítulo 14

-Você abandonou um carro mais de 80 mil reais?
Pedro se trancou no quarto, não queria sair de lá de jeito nenhum, detestava a palavra sair, dormia com as luzes acesas no quarto.
Ana e Paulo jantam.
-Não agüento mais. Ele não vai para o trabalho, perdeu Pedro está dentro de um carro e engarrafamento a sua volta, som de buzina, ele começa a tremer, a suar, volta às lembranças da surra que tomou.
Ele sai do carro correndo.
Chega em casa.
-Pedro.
-Me abrace. – ela o abraça.
-Onde está o carro?
-Eu o deixei na rua.
o emprego na faculdade.
-Ele nem precisa mais trabalhar.
-Tá doido? O nosso dinheiro é ilegal. – ela se retira da mesa. – Já li e já sei o que ele tem, Síndrome do Pânico.
Ela foi falar com Pedro no dia seguinte.
-Se arrume. – ela abre as cortinas. – vamos sair, você está trancado nesse quarto já há um mês, o seu filho está preocupado com voc~e.
Ele vai à festa de aniversário de casamento de Daniel e Luana.
-Boa noite.
-Eduardo volta quando a empresa?
Ele não responde, olha para todos, ver em todos como um inimigo.
-Não ligue para ele, ele ta com problemas nos nervos.
Ela leva Pedro para um canto.
-Pára!
-Eles vão me pegar.
-Só foi um susto, temos a situação sobre controle. – ela ver o filho, Fábio, vira-se e não ver mais o marido.
Pedro corre desesperadamente, tem a sensação que estão o perseguindo, ele corre cada vez mais, tropeça e cai e começa a chorar, olhando para todos os lados, como um menino assustado, e as pessoas o olhando.
Ana chega em casa e encontra o marido no quarto.
-Sai desse quarto! – ela tira a coberta da cama. – Você vai se tratar, porque eu não me apaixonei por um covarde.

A muler do desembargador-Capítulo 6

Voltei a minha vida normal, trabalhar na barbeária e ater as aulas com a esposa do desembargador, este tinha feito uma viagem para Manaus de oito dias.
-Vamos começar a nossa aula vendo o que é frase. Frase é toda exposição verbal de um pensamento. É uma unidade de comunicação. A frase pode apresentar ou não verbos na sua composição. fale uma frase sem verbo.
-Olá!?
-Com verbo.
-Como vai você?
-Oração é toda frase que contém verbo. Ex.: Viva melhor à luz da filosofia. Período é constituído por uma ou mais orações. Como pode ser os períodos?
-Pode ser simples ou composto.
-Texto é um conjunto de frases que constituem uma unidade semântica. Vou lhe emprestar esse livro, Menino de engenho, de José Lins do Rêgo, você vai gostar.Amanhã continua a nossa aula.
A noite caiu uma chuva torrencial sobre a cidade, caiu árvores, postes, casas ficaram sem luz, formaram-se enxurradas sobre o asfalto, trovejava e relampejava e eu estava no meio dessa tempestade com uma sacola de ovos na mão. Minha mãe havia me mandado comprar os ovos, mas fiquei conversando com Cláudio quando a chuva caiu.
Dona Marisa que estava fechando as janela me viu e mandou eu entar na casa dela.
-Obrigado e desculpa por estar molhando a sua casa.
-Imagina se vou me incomodar, tire essa roupa para não pegar um resfriado.
-Onde?
-No banheiro, a primeira porta a esquerda. estava até esquentando a água para tomar banho, vou pegar o balde.
Estava na casa dela, a mulher do desembargador, a mulher que muitas mulheres invejam, a mulher que muitos homns desejam possuir.
-Aqui a água.
Ela encheu a banheira.
-Vou trazer uma toalha e um roupão e tentar arranjar uma roupa.
Ela se retirou, comecei a me despir e entrei na banheira, estava na banheira que ela usava, me lembrei da vez que a vi se ensaboando na banheira, e desejei ser o sabão, para ser passado pelo corpo dela.
-Aqui a toalha e o roupão, coloquei a sua roupa para enchugar... A água está morna?
-Está.
Ela se aproxima da banheira e colocou a mão na água, sentir a mão dela pelo meu corpo, ela fechou os olhos e tirou a mão e enchugou na sua roupa.
-É melhor você sair, você precisa dá um telefonema para a sua mãe avisando o que aconteceu.
Ela se retirou do banheiro, escutava a chuva cair forte no telhado, tive a impressão que ele iria cair.
Eu me levantei e me enchuguei e vestir o roupão e desci as escadas.
-O telefone está mudo. -Ela avisou -Vou preparar alguma coisa para nós comermos.
Ela se dirigiu a cozinha, fiquei a olhar a foto dela com ele, felizes, alisei o piano.
-Quer que eu toque para você.
-Se não for um incomodo.
Ela sentou e começou a tocar. Eu acho que isso é a coisa que ela mais gosta de fazer, parecia uma rainha.
O vento abriu a janela, ela correu para fechar e eu fui ajudá-la, ela se virou, olhou para os meus olhos, os nossos lábios quase pertos.
-Está queimando.
Ela correu para a czinha, eu a seguir.
-Ai está quente!
Eu me ajoelhei para ajudá-la, e nos beijamos.
-Não, vai para a sala.
E fui para a sala.
Ela foi até a sala.
-Eu vou arrumar a ropa de cama, com licença. -Ela subiu os degraus da escada.
Eu olhei em volta da casa, sons da trovoada e a iluminação dos relâmpagos e decidir subir. E chegabdo no quarto.
-Por que você dorme com os homens que a visitam?
-Que homens você está falando?
-Por que você faz isso isso? Se demontra ser feliz com o seu marido!
-O que lhe interessa que eu faço da minha vida? Se amo ou não o meu marido? -ela chorando.
-Me interessa porque te amo desde a primeira vez que te vi! -Comecei também a chorar.
-Você acha que vou me interessar po um fedelho!
Eu me aproximei
-Eu já tenho aresposta, a senhora não ama o seu marido, sente gratidão, ou alguma coisa parecida.
-O que você sabe sobre o amor?
-Sei desde que a vi sair daquele carro com o seu marido.
-Um garoto que nem tem bigode ainda, quer me ensinar sobre a vida. Se encherga moleque!
Eu a beijei.
-Então me ensine a vida. Mas se dúvida que eu já sou homem suficiente para satisfazê-la na cama, pode procurar a prova debaixo da minha roupa.
-Você ainda vai ter que se masturbar muito no banheiro. Ou pensa que eu não o vejo você me observando coma aquele binóculos.
-eu sei que posso ser bem melhor que o traste do seu marido.
Nos beijamos, ela começou a desabotoar o vestido, eu beijava a nuva dela. Ela deitou na cama com as pernas abertas e eu em cima dela, só sentia a pele dela da perna dela roçando nas minha costas.
E assim a tive, nesta noite abençoada, eternizada por nosso amor. ela foi minha, só minha, os beijos dela não queria que acabasse nunca. Nossos corpos nús juntos, eu dormir com a mulher do desembargado.
Amanheceu, eu estava enrrolado nos lençóis, quando ela veio com uma bandeja.
-O dia está lindo lá fora, nem parece que teve aquela chuva ontem.
--Minha mãe deve estar preocupada.
-Preparei esse café da manhã para você e a sua roupa enxugou.
-Você gostou?
-Apesar de você ter ejaculado na cama, foi bom.
Ela se retirou com um sorriso nos lábios, que lábios. Quando me retirei tive que pensar numa desculpa rápida para enganar minha mãe.
Quando cheguei em casa, minha mãe já veio logo furiosa.
-Onde você estava?
-Quando fui comprar os ovos, encontrei Cláudio e conversei com ele, perdi a noção do tempo, quando vi a chuva cair, com os relâmpagos e trovões, ele me convidou para dormir na sua casa.
-E por que não ligou?
-Não queria incomodar os pais de Cláudio.
-E os ovos?
-Aqui.
-Você queria me matar de preocupação menino? Fiquei pensando mil besteiras, nem dormir, Ai Cristo! Graças a Deus você está vivo. Não sei o que seria de mim se eu lhe perdesse. Avisa, por favor, quando acontecer um coisa dessas. -Me abraçando.
Quando me dei conta do tempo, já era domingo, dia de missa.
-Cláudio se minha mãe perguntar se eu tive na sua casa e dormir lá, confirme, pelo amor de Deus.
-Está Bem.
Chegaram dona Eulália e Dona Justina juntas e sentaram perto de mamãe.
-Amancia ontem você passou o dia todo na igreja. -Dona Justina.
-Decidir ajudar o Padre Eurico.
-Estar muito religiosa. -fala dona Eulália.
-Todo tempo é sagrado quando é servido a Deus.
-Por que nunca casou Amância? -Pergunta minha mãe.
-Quando eu achar um marido temente, servo e fiel a Deus, quem sabe a minha felicidade não estará completa.
-É a felicidade da mulher está no matrimônio. Eu fui muito feliz com o santo do meu falecido marido. A minha felicidade só não foi completar por não encher a casa de filhos. A mulher tem que ser do lar, mãe e obediente ao marido, e fechar os olhos para as amantes do marido. Mulher desquitada é uma vergonha perante nós que somos a viga da religiosidade, essas feministas, esta praga acaba com todos os ensinamentos de nossas avós, mente vázia são as que seguem. O lugar da mulher é na cozinha, com a casa cheia de filhos. -Fala Dona Justina.
Decidir agradece a Deus, ajoelhei em frente ao altar, quando vejo ela ajoelhada ao meu lado.
-Eu viim dizer que está tudo acabado.
-Por quê?
-É loucura de nossa parte, o que vão dizer de mim.
-Que se danem!
-Não apareça, meu marido está por vim, eu o amo.
-Mentira!
-E não lhe darei mais aulas. Adeus. -Ela se benzeu e se levantou.
Fiquei o resto do dia a chorar no meu quarto, por que ela tinha feito isso comigo, ela era má, possuidora de menores, ela gostava de sentir prazer e descartar, na verdae ela não amava ninguém, nem a sombra dela. era inútil entendê-la.
No dia seguinte fui trabalhar na barbeária.
-Vou ter que fechar a barbeária.
-Por quê?
--Ela foi roubada.
--Mas quem faria issso?
-Não sei, nunca tive inimigos.
-Eu tenho umas economias...
-Não precisa, eu vou fechar, vou me desfazer, vender a barbeária.
-Onde vou trabalhar?
-Desculpa.
-O senhor vai fazer o quê?
-Vou viajar para Santos, para cuidar de uma irmã que se encontra muito doente, está tuberculosa. A carta que eu tinha enviado era avisando a ela que iria.
-Desejo melhoras a ela.
Comecei a chutar as pedras. Feliz era o desembargado! Minha mãe achou que era castigo de Deus e chorou a tarde toda, por isso decidir sair.
Fui até a banca da feira.
-Quero uma maçã.- o feirante me entregou a maçã -Aqui o dinheiro.
Quando olhei para atrás, lá vinha ela e todos olhando o traseiro dela.
-Pedro me ajude a carregar estas sacolas.
Carreguei a sacolas, mas tomei a decisão de nunca mais olhar para o rosto dela.
-A sua primeira vez foi comigo, não foi?
-O que lhe interessa?
-Porque a porta da minha casa amanhã a tarde se encontrará aberta.
-Você deseja brincar com meus sentimentos.
-Você não vai descobrir se não passar amanhã a tarde aqui, adeus e obrigada.
Ela entrou.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Complexo de Édipo


Na quadra com o gingado do mais belo dos belos...
Quem sobe a ladeira do Curuzu
É a coisa mais linda de se ver
É o Ilê Ayê
Ela era feliz dançando, representando as suas raízes.Ela rodando pelo salão com a sua faceirice.
Até que ela dá um susto no meio do ensaio, desmaia.
-Meu bem. -o marido.
-Ai, acho que rodei de mais.
-Ela tá tendo uns enjôos, eu já disse pra ir pro médico, má quem disse que me escuta.
-Aposto que já teve desejo. -sai a madrinha entre tantas mulheres que estavam no quarto.
-Pois é, eu já tive.
-Isso não é doença, é um bacuri, que tá vindo, você tá de barriga. Fala a mulher ao se aproximar com um sorriso nos lábios.
Com o passar do susto, ela na janela, gostava de ver a vida passar pela janela. o marido se arrumando para dormir.
-Você quer menino ou menina? -Ela vira-se para o marido.
-Eu quero o que você desejar.
--Você é homem de negócios, tem tem o seu comércio já fixo, deve desejar um varão para seguir os seus negócios.
-Não vou dizer que torço para que seja menino. mas o que vim, que venha com saúde, que vai receber muito amor.
Os homens mentem e as mulheres fingem que acreditam. No dia seguinte ele foi no terreiro de Eloá de Iansã
-É macho?
A mulher antes de responder fez um balançado com o corpo esquisito.
-É, mas...
-Mas o quê?
-Ele vai ser a sua derrota.
-Como assim?
-Eu vejo um corpo, que é o seu. E a causa para a sua morte, é o seu filho.
-Átila era cismado e muito religioso. Ele via a barriga da esposa crescer e imaginava o que ocorreria de tão terrível para o filho matá-lo.
Não se deu conta, a criança nasceu e logo era um pequenininho que andava para todos os lados da casa. Ele olhava para a criança e enxergava o seu assassino. Assassino!
-O Ezequiel, o nosso filho, me perguntou porque papai não gosta dele. O que foi homem? Não está feliz?
-Claro que estou, é o trabalho. -Ele se retirou para não ser mais interrogado.
Ele ao voltar do trabalho decidiu eliminar a angústia que estava plantada no seu coração. Maldito dia que teve a ideia de ir na casa de Eloá de Iansã. Mas a mãe de santo não errava, ele sempre a consultava.
-Filho, vamos passear?
O levou até a praia, entraram no barco, o menino o abraçou, estava tão feliz. Perguntou por que o pai estava chorando e tantas ou outras coisas que o pai ñao escutou, por causa da consternação do ato.
-Filho, isso vai doer mais em mim do que em você. -ele pega o remo e bate com isso na cabeça do filho.
Átila sai do barco e nada até a praia, e o barco sendo levado pelas ondas.
O barco é encontrado por um casal que estava passeando com uma lancha. Eles levam o menino para casa.
Era um casal que se amava, mas que faltava alguma coisa, um filho.
Ela disse que o menino era um presente de Deus e presente de Deus não se recusa. Ele por a vê-la feliz aceitou o menino como filho.
O menino crescia, e apesar dos cursos, dos melhores colégios, do muito amor devotado que ele davam ao menino, ele não esquecia em querer encontrar os verdadeiros pais.
Queria saber o motivo para não o quererem, e assim o casal sempre o encontrava chorando na cama.
O menino tornou-se adulto e a ideia fixa de procurar os pais não saía da cabeça. O pai adotivo o fez presidente da empresa.
-O que achou do modelo do abadá?
Ele não escuta a moça.
-Desculpa. Decida o que for melhor.
-Emanuel porque não descansa?
-Não há descanso quando o coração não está em descanso.
Ele ligou para o pai adotivo e pediu para se encontar com ele.
-Eu preciso saber onde o senhor me encontrou. Eu preciso saber minha história. Quem sou. De onde vim.
-Eles não o quiseram, nós lhe demos amor.
-Eu agradeço, mas eu preciso saber, me lembro vagamente da minha infância antes de vocês, quase nada.
-Eu vou te levar até lá.
Ele olevou até a praia, foram para a comunidade, o pai adotivo o deixou sozinho. Ele foi afastado desse mundo, que conhecia, mas virava a cara para ele. Se perguntou o que ocorreria se ele não se afastasse desse mundo.
Estaria com os rapagões jogando bola por entre as ruas? No bar com os amigos? Trabalhando com uma caixa nos ombros de lá pra cá?
Ele ouve um som, vai até o barracão. Ver uma linda mulher descer entre outras mulheres, com os trajes afro.
Pérola Negra
Pérola Negra Ilê Ayê
Minha Pérola Negra
Ele a chamou para dançar, ela aceitou. Iluminaram o salão com a forma como ele dançaram. Ela parou olhando para os olhos dele, colocou a mão no rosto dele.
Aparece Átila, esqueci de dizer que ele era ciumento, ele ao ver os dois, os separa e dá um murro no rapaz. O rapaz se levanta, Átila tira uma faca, uma multidão se forma em torno deles.
Há um grito e um choro que dispersa a multidão e no chão Átila.
Ela mesmo viúva não perdeu a mania de olhar a vida passar da janela.
Ver o rapaz a olhando lá de baixo.
-Por que não me acusou?
-Você se defendeu, e também não estava certa. -chorando.
--Lamento. -segura as mãos dela- Eu Tô aqui para o que você precisar, saiba que gosto de você.
Ele a visitava todos os dias, largou a riqueza por ela, foi morar com ela.
Teve dois filhos com ela, mas ele não entendia porque ela chorava todas as noites ao dar benção aos filhos.
-Me conte o que te atormenta. Eu sou o seu marido.
-Eu tive um filho com Átila, um dia ele saiu com esse menino e não voltou com ele, um vizinho me disse que ele deixou o meu filho no mar. Essa angústia me acompanha até hoje. Ele nunca me disse o porquê.
-Você tem fotos desse filho? -Ele chorando.
Ela tira uma caixa de cima do armário e mostra as fotos. Era ele, ele se reconheceu nas fotos.
-O que foi? -Ela pergunta.
-Com licença. -Ele se retira para a varanda.
Ela o segue, ele vira-se para ela.
-Saiba que o seu filho deve amar você muito.
-Por que está falando isso?
-Por nada, eu te amo. -a abraça-Me perdoe.
-Por quê?
-Por te amar... Por te amar.
Ele a deixa dormindo, vai até a praia, entra nas águas chorando. Não poderia ser, desejou tanto que esse momento acontecesse. Enfia a faca, o vermelho mancha as águas, ele deita e concretizou o trabalho do pai.
-No dia seguinte encontraram o corpo e os choros e gritos da amada e mãe. Ela não ficou desamparada, os pais adotivos de Ezequiel a ajudaram, ela ssoube a hist´´oria dele, mas não notou ou não quis notar que poderia sera sua história também.Continuou assim a procurar o seu menino que um dia foi entregue ao mar.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O mestre-Capítulo 12

-Olhe isso?
Ana joga um jornal em cima da mesa.
-Dois grupos vão se fundir, 56 milhões só com essa transação.
-Você está dizendo...?
-Roubamos, assim recuperamos o que perdemos.
-Os empresários vão se hospeda no hotel Palace.
-É nossa chance.
Pedro comprou um apartamento de frente ao Palace para poder vigiar através do binóculos, todos os atos do empresário.
Ele ver que o empresário vai tomar banho e o outro senhor sai, acompanhado de um rapaz, logo depois sai à empregada, sempre saia para a farmácia para comprar o remédio do patrão.
-Alô, ela já saiu.
A farmácia ficava perto dali e a empregada passava por uma rua deserta.
-Com licença. A senhora poderia me informar onde fica essa rua? –entrega um papel a empregada.
A empregada olha o papel e Ana a surpreende pelas costas e esta desmaia, logo depois Ana chega ao hotel vestida de empregada e entra no quarto.
Ver o computador, liga a máquina.
-Já estou no local. – ela fala com Pedro através de uma escuta.
-Vai no histórico, para ver se encontra o site do banco.
Ela obedece.
-Achei e agora o que faço.
-Coloca o descriptografador, quando você colocar o login.
Ela insere o disco.
-Sim.
-Salve e mande pra mim.
-Certo.
Ela retira o disco.
-56 milhões chegando pra mim. –ela sorrir.
-Ok.
Ela escuta que deixou de cair água do chuveiro.
-Tem alguém chegando. –fala Pedro.
Ela excluir os últimos atos que ela fez na internet e desliga o computador e se coloca atrás da porta, o empresário ao entrar ela bate na nuca deste e ele cai desmaiado e Ana sai e no elevador mesmo troca de roupa e coloca a peruca ruiva, ela sai do hotel, todos a olham, admirando a sua beleza e ela feliz com a sua perspicácia.
Ela entra no carro e beija Pedro.
-Aqui o disco.
Ela tira a peruca.
-Nada mal... Nada mal.



Capítulo 13



Alguém toca a campainha, Ana vai atender a porta e entra Raul, este dá um tapa nela, ela cai no sofá.
-vagabunda.
Aperta o pescoço dela.
-Onde está o meu dinheiro?
Ela rir.
-Já gastamos otário.
Ele quebra a televisão.
-Onde está o seu filho agora?
-Na escola... O que você fez?
-Eu diria que as ruas estão muito perigosas, qualquer um pode ser atropelado, ou receber uma bala perdida, espero que você tenha ensinado a ele a olhar para os dois lados antes de atravessar.
-Desgraçado!
Ela pega o telefone e liga para o celular do filho.
-Filho... Onde você está?
-“Estou tomando um sorvete com um amigo da senhora”
Ela muda a fisionomia.
-Alô Ana, se lembra de mim? Ainda me lembro da peça que me pregou naquele dia no hospital. – ele desliga.
-Não, não faça nada com o meu filho. – ela chorando.
-Sérgio ficou puto da vida naquele dia, não sei não o que ele pode fazer com o seu filho, a maldade está solta no mundo.
-O que você quer?
-Meu dinheiro. Quero falar com o seu marido. - ele vai se retirar.
-Espere! –Raul vira-se. – No seu ramo não tem muitos concorrentes e tem uma empresa maior que a sua.
-Aonde você quer chegar?
-Roubamos todo o dinheiro da empresa e damos ao senhor e ainda ganha de presente o falecimento da empresa do seu rival.
-Não seria uma má idéia.
-sabia que o senhor iria gostar.
Ana depois foi falar com Pedro.
-Esse jogo está ficando muito perigoso.
-É só roubarmos toda a quantia da outra empresa!
-Eu tenho medo de perder você e o meu filho.
Ela o abraça.
-Já chegamos até aqui, não dá para voltar atrás.
Num iate chega uma senhora, ela é casada com Edson Arantes Vila, ela tem um casamento ruído pelo tempo, o marido não dá atenção a ela, não teve filhos, o marido só existe para o trabalho, sempre jogada para o segundo ou terceiro plano e ela se acha infeliz, já que nem todos os cartões do mundo podem ocupar o vazio que ela sente por dentro. Pedro quando soube disso, decidiu agir.
-Eric.
Ela o beija, ele só está de sunga, descem uma escada e vão para a cama. Há tempos que ela não se sentia desejada por alguém, ele beijava cada parte do corpo dela , a mão dele provocava os melhores arrepios, ele a tocava com majestade, o perfume dele exalava por todo o corpo dela, ela o apalpava para segura-lo, para não acabar aquele momento em que ela era a mulher mais feliz do mundo.
Depois de transarem, ela se arruma.
-Aqui o cheque. – ela o entrega, junto com o número da conta, tudo que ele precisava para o seu próximo golpe.
-Estou com medo, Édson é um bom homem, não merece isso.
Pedro se levanta e segura os ombros dela.
-Mas você é infeliz, vamos sumir, só eu, você e o nosso amor, vamos ficar felizes para sempre meu amor. –ele alisa o rosto dela. E ela fecha os olhos e sorrir.
Depois de feito o serviço Ana e Pedro foram se encontrar num restaurante com Raul, Ana estava brigada com Pedro, por ele ter transado com a outra.
-Você dormiu com aquela vagabunda.
-Foi trabalho. – Ele pega no braço dela e esta vira o rosto e sentam-se a mesa.
-Boa noite.
--Vejo que passam por problemas.
-Nada que não possa ser contornado, vamos logo para o assunto. Aqui o dinheiro. – ele coloca a mala em cima da mesa e a abre e depois a fecha. – Se quiser contar, fique a vontade.
-Não é preciso..
-Quero que deixe minha família em paz, aí tem muito mais do que roubei do senhor.
-Certo, foi um prazer fazer negócios com você.
-Vamos. –Se retiram Pedro e Ana, e se aproxima Sérgio.
-Você tem certeza que eles não vão contar o seu envolvimento com o roubo?
-Não vão acreditar neles.
-eles são espertos.
-Amanhã ele vai receber um susto, para ele aprender com quem está lhe dando.
Ana no outro dia foi ao porto aonde Pedro, aliás Eric combinou que iria fugir com a tal senhora, ela foi com a peruca ruiva que só cobre a nuca e tira o óculos escuros.
-Quem é você?
-Eu sou uma amiga Eric.
-Onde está ele?
--Ele não vem.
-Como assim?
-Eu sou casada com ele. – Mostra a aliança. – Aliás, a senhora também é casada.
-Que palhaçada é essa/
-Palhaçada? Se tem palhaço aqui, este papel cabe exclusivamente a senhora, você caiu num golpe querida, ou achou mesmo que um homem daquele garbo iria se interessar pela senhora. – a senhora está chorando.
-Ah não chore, ainda tem o seu marido, falido, mas o seu marido. Não prometemos no altar na saúde, na doença, na riqueza ou na pobreza?

O mestre-capítulo 11

Eduardo também dava aula numa faculdade. E lá também estudava Carlos Dornelles, um menino muito inteligente e um dos melhores alunos de Eduardo. Baixinho, usava óculos e era warez ( fazia pirataria). Carlos toda vez que saia da faculdade tinha que dá dinheiro para uns rapazes
-Oi otário.
-Eu não tenho dinheiro, me deixem ir, por favor.
-mentira. –o empurra e Carlos bate as costas contra a parede. –Dê um presente para ele Montanha.
Montanha dá um soco no abdômen de Carlos, Carlos cai no chão e Montanha continua o chutando, o outro depois pega a mochila e tira o dinheiro.
-Não tinha dinheiro, tchau otário, até amanhã.
Eles saem.
Carlos depois vai a sala de informática.
Acessa a conta do professor Eduardo.
-Ele é muito rico.
Ele tira da mochila uma foto e a compara coma da máquina .
-Quem diria. –sorrir.
Eduardo vai à biblioteca e lê uns jornais e cai um jornal de 9 anos atrás.Ele ler a manchete, era a notícia do roubo sofrido pelo Banco do Brasil. Ele sorrir, ficou ludibriado com o seu serviço, ele ficaria para sempre na história, tinha se tornado imortal, e ainda fez um filho.
Eduardo ao sair encontra Carlos.
-Carlos, sentir falta das suas perguntas na sala de aula.
-Eu to passando por alguns problemas.
-Posso ajudar?
-Não, já os resolvi. –Se retira.
Eduardo vai para casa e brinca com o filho no parque, Ana os observa.
Ao chegarem em casa.
-Ana fique.
-Depois eu vejo sua lição filho. - Fábio sobe junto com Paulo. – Não vai terminar o seu novo Software?
-Você está gastando muito?
-você nunca controlou os meus gastos. E ainda temos Três milhões.
-Tínhamos!
-O quê?
-Alguém criou um programa e entrou na minha conta e roubou 2 milhões.
-Mas quem?
-Não sei! Desconfio de alguém da faculdade, vou examinar os computadores de lá, depois do escritório e depois das lan houses daqui.
-Burro hein!? Acessar sua conta na faculdade.
Eduardo examina os computadores.
-Professor.
-Carlos
-Por que está examinado os computadores?
-Vírus.
-Um programa de cracker. Quer saber qual usei?
-Por que está falando isso?
-Fui eu que te roubei, e ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
-Por que está me chamando de ladrão?
-Pedro Almeida Campos, esse nome lhe lembra alguma coisa professor?
-Devolve o meu dinheiro.
-Eu usei o malware ou cavalo de tróia como preferir, não cria réplicas, conexão reversa e não preciso do seu ID, ele guarda a sua senha e mascara a conta.Foi difícil já que os bancos usam o modelo RSA para a chave-secreta.
-Você é mesmo um newbie, antes de de usar um programa tipo worm, usar um vírus que não fosse identificado , um vírus encriptafado.
-O dinheiro que eu peguei só é a primeira parcela para o senhor ter o meu silêncio. O senhor não quer parar na cadeia não é?
-OH quem fala! Você também pode ir para a cadeia.
-Tá aceito dividir, um milhão pra cada.
-Não, 1,5 milhão para mim e 500 mil para você, eu nem devia lhe dá nada, mas admiri a sua perspicácia.
-Vamos ver o que o senhor Raul Dergrinolle acha desse acordo. – ele pega o celular.
-Está bem.
-Nos encontramos aonde?
-no Cristo, as 10.
-Está certo, saiba que sempre me inspirei no senhor e agora ainda mais. –Se retira.
-Droga.
Pedro chega em casa.
-Descobriu quem foi?
-Descobrir.
-Mate-o.
-Vamos dividir.
-Dividir? Escutei direito?
-Sim
-Meio á meio?
-Sim.
-Quem é?
-Um aluno meu.
No dia seguinte, Pedro já estava no Cristo e chega Carlos.
-cadê o dinheiro?
-Minha mãe foi fazer uma limpeza em casa e guardei o dinheiro num saco, ela pensou que eram papéis velhos e os queimou.
-Mentira!... Mentira!
-Acalme-se, eu tinha separado a sua parte. Aqui. – ele chorando entrega a mala. – Eu só queria dinheiro para a minha pós-graduação na França.
-Lamento por você, o seu dinheiro virou cinza e eu não tenho nada haver com isso. – ele abre a mala. – Tem um milhão aqui?
-Sim. Não. – Carlos puxa a mala e Pedro também e a mala se abre, fazendo voar todo o dinheiro.
-Não!
Nunca se tinha visto tanto dinheiro cair do Cristo Redentor.
-Seu idiota! – Pedro pega Carlos pela gola
Carlos chora.
As pessoas pensam que é milagre e alguns brigam por causa das notas, outros colocam dinheiro onde podem.
Alguns choram de emoção.
-Padre Cícer, obrigado padim.
-Me dê meu dinheiro seu ignorante.
-Não, foi padim Ciço que me deu.
Pedro senta na escada e lê chora vendo o seu dinheiro sair das suas mãos e atrás o Cristo de braços abertos.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O mestre-capítulo 10

Dez anos se passaram, Eduardo foi trabalhar numa empresa especializada em criar sotware e conheceu Otávio Figueira, um gordinho de uns quarenta e poucos anos e que usava óculos e Daniel Tripodi, um homem de uns trinta anos. Pedro já estava com 33 anos, aliás o Eduardo também.
-Já acabei o trabalho, vou pra casa. -Daniel.
-Você tem sorte, eu vou ter que continuar aqui.
-Otávio você devia parar de fumar.
-Então me dê um daqueles adesivos de nicotina que eu paro. Vou ao banheiro. -se retira e deixa o cinzeiro em cima da mesa.
-tchau. -vai saindo Daniel, chega Ana.
-Carolina.
-Oi Daniel.
-Cada vez mais bonita.
-São seus olhos. -ele se retira - Amor. -se beijam.
-Vai almoçar em casa?
-Vou.
-Fiz umas comprinhas. – coloca as sacolas em cima da mesa e ver o cinzeiro de Otávio, vai à janela. –Bonita paisagem se ver daqui. – pega o cinzeiro e coloca dentro da bolsa, vira-se e sorrir. –Então te espero em casa as doze.
Pedro viu, mas ele não entendeu porque deixou ela fazer aquilo. Otávio nunca se deu falta do cinzeiro.
Eduardo foi almoçar, mas tem o almoço atrapalhado, pois ouve uma discussão do filho com outro menino.
-Devolve minha bicicleta.
-O que está acontecendo aqui? –Pergunta Ana ao chegar.
-Ele roubou minha bicicleta Dona Ana.
-É verdade filho?
Fábio começa a chorar.
-Eu juro que iria devolver.
-Ladrão!
-Devolve a bicicleta Fábio para o menino. Anda!
-Eu só peguei emprestado para brincar um pouco, eu não sou ladrão.- devolve a bicicleta e o outro menino se retira.
-Entra.
Eles entram, Fábio sobe correndo as escadas nem deixando o pai terminar a pergunta.
-Filho não vai... almoçar? O que houve?
-Nada.
Pedro soube anos mais tarde que falhou na educação do filho, mas isso não fica fácil quando se tem dois pais trambiqueiros.
A noite foram a uma Igreja Universal a convite de Daniel e sua esposa Luana, que eram crentes. Fábio estava conversando com a filha do casal, Stephanie.
-Vocês vão gostar. –Luana.
-Que bom que vocês vinheram.- Daniel.
-O seu filho gosta muito da minha filha, acho que vão terminar namorados. – Luana.
-Ana sorrir.
-Daniel eu tenho que te mostrar um programa de jogo que criei. –Eduardo.
-Vai começar.
-Boa noite irmãos.
-Boa noite.
-Satanás não entra nessa casa. Vocês crêem nisso?
-Aleluia!
-Esta mulher estava demoniada irmãos, mas pela glória de Deus, hoje ela é uma serva dela. Posso ouvir uma aleluia.
-Aleluia.
-Glória Deus. Eu digo que Satanás não tem força contra a vontade de Deus, por que chegará a época que o cão será derrrotado.
-Glória!
Ana olha para Luana que grita com tanta força.
-Hosana nas alturas.
-Podem vim dar as suas ofertas e os seus dízimos. Lembrem-se Deus sabe que vocês são capazes de darem uma boa oferta.
Depois passam uma cesta para a entrega do dinheiro.
-Estamos sem dinheiro. –Ana
Eles depois se retiram.
-Vão aceitar Cristo? –Pergunta Daniel.
-Ainda é cedo para respondermos, mas gostamos da igreja.
-Lembre-se que se aproxima o fim dos tempos, quanto antes servirmos ao Senhor nos salvaremos. Então espero vocês amanhã. –Luana.
Ana, Pedro e Fábio chegam em casa, Fábio entra.
-Olhou o anel de brilhantes de Luana, quero um igualzinho e maior. –fala Ana.
-Entre, vou ficar aqui um pouco.
Ana entra, ele olha a Lua, majestosa lá no céu, pensa um pouco em sua vida, ele nunca imaginou que sua vida tomaria esse rumo, mentir, se tornar alguém que não é de verdade, viver uma farsa. Ouve um barulho de palmas, gritos e batidas, ele se aproxima da casa. E ouve o pessoal da casa cantando uma música:
-Eu tenho sete espadas
Pra mim defender
Eu tenho Ogum na minha companhia.
Ele abre o portão e a porta da casa está aberta, ver uma mulher chupando pirulito e bebendo refrigerante num copo como se fosse uma criança.
-Reis! Reis! – Uma mulher grita balançando a cabeça e os quadris.
-Para sempre seja louvado o Senhor Jesus Cristo.
-Para sempre seja louvado o Senhor Jesus Cristo. – todos respondem.
-Quem apaga o fogo?
-É a água. –Todos.
-Quem apaga o fogo?
-É a água. –Todos.
A mulher começa a se contorcer toda e fica toda encurvada e aparece um homem cambaleando pela casa. O homem pega um charuto e vai na direção de Pedro todo afeminado.
-Oi seu moço. Sua puta tem que jogar rosas pra mim no mar. Aquela ali é filha de Iansã – dá uma tragada no charuto – Vejo você gostoso deitado numa poça de sangue e nota sobre nota. –começa a rir - Quer descer, desce.
Pedro dá um grito e começa a girar a mão, como se tivesse algo nela, diziam que era Boiadeiro que tinha se apossado do seu corpo.
Depois de tudo isso Pedro foi para casa, tomou um remédio para dormir e foi para o quarto, a esposa já estava dormindo, deita-se, decidiu esquecer que tinha se manifestado.

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