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sábado, 31 de outubro de 2009

Os olhos de Manuela- capítulo 3 ( final).


Os olhos de Manuela tinham veneno que até hoje se desconhece o antídoto
Os olhos dela era um livro aberto.
Manuela filha de Deus e do Diabo ao mesmo tempo
Menina espera, mas tão ingênua.
Mulher de mil faces, capaz de submeter qualquer homem as suas vontades
Manuela só tinha um medo
O de se apaixonar, pois quem se apaixona perde a sua razão.




Para mim ele não era suspeito, mas como fugiu, ele deve saber alguma coisa. Ele era a peça chave para montar esse quebra-cabeça.
-Como é os eu nome garoto?
-Ninguém.
-Qual o seu nome?!
-Ninguém!
-Fala, não estou brincando. – pega ele pelo braço - Fala ou chamo o meu amigo ali. – aponto para Edgard – E ele sabe como tirar uma informação de alguém.
-Eu juro me chamo Ninguém. – entrega a identidade dele.
-Que louco, ele se chama Ninguém. Porra que mãe doida. – rir Edgard.
-Ninguém me tira da cabeça que você viu quem matou Manuela.
-Eu não sei de nada.
-Você é uma bomba, se a pessoa errada pegar você, você já era, só eu que posso te ajudar. Manuela te dava mole.
-Ela só me dava mole, não passava disso.
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Ela bate na porta da minha casa, abro a porta.
-Me empresta um pouco de açúcar.
Eu pego um pacote de açúcar e entrego a ela.
-A chata ta aí?
-Já está dormindo.
Ela se aproxima do meu ouvido.
-Você todo arrumadinho assim. Ainda te depeno franguinho. Te como na minha mesa de jantar.
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-E Pedro?
-Ele não gostava de mim.
-É ele?
-É uma senhora gorda, de cabelos aloirados, baixa, velha.
-Obrigado.
-Garoto esquece o que ele falou, ele só fica assim quando está muito nervoso. – era Edgard o levando.
Tudo leva a crer depois desse depoimento que a assassina é o Dona Geni, dona do estabelecimento Sex Club Night.
Fui lá sozinho.
-Ah não, você de novo não! Maldita hora em que Manuela foi morrer. Há trinta anos que tenho esse estabelecimento e nunca deu nenhuma polícia. – ela pára e me olha, viu que não falei nada –O que foi dessa vez?
-Sabe que é crime prostituição de menores?
-Sobe Gabriela. – a menina sobe –Ela tem 18 anos.
-Acredito. Sabe que não se pode ocultar informações da polícia?
-Aonde o senhor quer chegar?
-Detesto pessoas que respondem com outra pergunta.
-Não estou o entendo.
-Por que a senhora não disse a mim que esteve lá no dia do crime?
-Porque simplesmente esqueci. O senhor acha que eu seria capaz de fazer uma monstruosidade dessa?
-Nesse mundo acredito que pode se acontecer de tudo.
-Manuela pra mim, é como se fosse uma filha.
-Qual foi o motivo que a levou lá?
-Eu cheguei lá 19:45, ela estava de roupão de banho.
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-Manuela volte para lá, todos estão com saudades.
-Não me peça isso, estou muito feliz agora.
-Como a outra?
-Eu sempre fui a outra, pelo menos dormo com o homem que amo. Eu não volto para aquele buraco.
-Recebeu minha mensagem?
-Não.
-Como você não recebeu? Deixei na caixa de mensagem. Pense direito minha querida.
-Já tomei minha decisão. Estou tão feliz aqui, ele me ama, eu sei disso.
-Eu também já fui jovem, tudo passa. Olha onde estou agora.
-Eu não vou errar como a senhora, prefiro sonhar.
-Espero que não se arrependa.
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-Você viu algum estilete?
-Sim, tinha um em cima da mesa. Isso é tudo.
-Sim.
Não acredito, estou de novo na estaca zero. Não dormir, tive um pesadelo, Manuela pedindo para que eu não desistisse do caso dela. Acordo, me visto, o meu filho ainda não tinha chegado.os que passam.

Sair, ando pela rua, olho os poucos carros que passam.
“ O crime perfeito na sociedade perfeita”, “ Há locais na carne para se evitar a sangria. Mas eu prefiro sangrar a carne.”, “ Aquela ali não iria muito longe, ninguém gostava dela, logo, logo, alguém se cansaria dela.”, “ É ela, ela matou a outra, agora quer me matar.”.
Uma coisa não encaixava no álibe da senhora Cínthia, a Donssuane só faz festas para os sócios, mas Dona Cínthia não fazia parte dos sócios e a festa acabou 3 horas antes do crime, como não pensei nisso antes.
Comecei a elaborar um plano e senhor Pedro Dramactini fazia parte dele. No dia seguinte fui a financeira, mas não adivinhava o que ocorreria.
Num carro estacionado num shopping perto da financeira Bruno com uma arma apontada para a cabeça de Alessandra que se encontrava chorando, entra Cínthia no carro.
-A solte filho.
-Não, eu não vou me dá mal e eles ficar numa boa. Eu não quero ser preso. Eu não queria fazer aquilo.
-Um Dramactini não pode ser preso, estamos acima da justiça.
-Liga pra ele! – ele entrega o celular a ela.
Ela liga.
-Alô... Pedro faça tudo o que eu pedi.
-Alô papai. A polícia já deve ta aí.
Pedro vai até a porta e me ver.
-Está.
-Quero um jatinho e duzentos mil para sair do país. Estou no shopping ao lado da financeira, saia sem a polícia ver. Não tente nenhuma gracinha, eu juro que estouro os miolos dessa vagabunda. Não tenho nada a perder, um homicídio a mais ou a menos não faz nenhuma diferença. – desliga.
Pedro sai da sala e se esconde por entre uns senhores que acabam de sair de uma reunião e entra no elevador.. Esconde-se depois dentro de um carro de um amigo e sai da financeira.
Ele chega ao estacionamento em poucos minutos e entra no carro.
-Filho desista.
-Por que pai? –chorando-Machucar a sua família, por causa dessa vagabunda. – puxa os cabelos de Alessandra - Todo amor de filho é sagrado. Você quebrou esse amor. Você sabe aquele prédio financiado pela nossa financeira? Vai pra lá agora.
-O que você vai fazer?
-Acabar com um servicinho, tornar o jogo mais interessante. – sorrir.
Descubro que Pedro não se encontra mais na financeira.
-Droga, fugiu.
-A Alessandra também não está. –Edgard.
Vou a casa dos Dramactini.
-Dona Cínthia não está não. – a empregada.
-Você tem idéia onde ela esteja? – pergunto a filha deles.
-Acho que na casa de praia.
-Não, tem que ser em outro local.
-Tem o prédio em que as obras estão paradas que o meu pai financia.
-Onde fica?
-Saio da casa com Edgard e faço uma ligação.
-Feche todos os aeroportos, dona Cínthia Dramactini e o seu filho pretendem fugir.
Edgard e eu chegamos ao prédio e subimos os degraus devagar.
-Reforço, os criminosos estão num prédio na zona sul chamado...
Nos escondemos.
-Eu nunca fui o seu preferido, o filho que você gostaria de ter. Sempre pra você faltava alguma coisa em mim.
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Eu e o meu pai num carro numa esquina cheia de prostitutas.
-Escolhe.
-Eu não quero.
-Escolhe. Não é homem?
-Você também vem aqui?
-O que está falando?
-Eu te odeio. – saio do carro.
Pedro chega em casa.
-Cadê ele?
-está no quarto. – Cínthia.
-O nosso filho é uma vergonha.
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-Você não devia. Te amava tanto pai. Me trocou por ela. –com a arma apontada para a cabeça dela – Venha buscá-la. Vagabunda! – ele a joga no chão – Venha buscar a sua amante! Eu juro que a jogo daqui de cima.
-Se entregue Bruno Dramactini. – eu apareço com Edgard e uma arma.
-Pronto todos estão aqui para o ato final: a traída, o esquisito, a vagabunda, o investigador e o coroa tirado a gostosão. Todos. Você me decepcionou investigador. Pensei que era mais inteligente. Estava tão na cara quem era o assassino.
Alessandra corre e ele atira na cabeça dela, ela cai no chão, Edgard o agarra.
-Me larga! Eu sou um Dramactini, me largue. Tire suas mãos sujas de mim.
Ele termina se soltando umas das mãos, pega no bolso da calça um estilete e clava na perna de Edgard que cai no chão.
-Foi com esse estilete que matei a piranha.
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Encontro minha mãe chorando no quarto, me abaixo e pego na mão dela.
-Ele está com ela.
-Eu juro que quando encontrar com essa vagabunda a mato.
Na mesa de jantar.
-Soube que ele paga um curso de inglês pra ela. Eu me matriculei no mesmo curso, na mesma sala.
Minha mãe olha pra mim.
Ela era vulgar, iria com qualquer um pra cama.
-Oi você pode me ajudar, faltei algumas aulas. – eu me aproximo dela.
Começamos a estudar juntos e não demorou a dá nosso primeiro beijo.
Saiamos juntos do curso.
-Posso entrar na sua casa?
Eu subo e vejo como ta lá dentro e te aceno com a mão de lá de cima pedindo para você subir. Aí peço uma comida chinesa por telefone.
Ela entra e aparece da janela e eu subo.
-Entra logo.
-Tem alguém?
-Não, mas as pessoas comentam.
A beijo, transei naquele dia mesmo com ela, ela era bonita, não pode negar, mas mesmo assim como sentir nojo daquele corpo.
No dia seguinte.
-É pra você. – entrego um canivete a ela.
-É lindo.
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Chegam as outras viaturas.
-O que é isso? Droga!
-Filho desista, não tem como fugir. A mãe vai ao encontro dele.
-Mãe se afaste. – ele chorando.
-Filho... – ela chorando.
-Mãe se afaste! – ela chega mais perto e ele atira, a atinge no peito direito.
-Mãe! – ele a abraça – Me perdoa. Por que a senhora não se afastou?
-Sua mãe precisa de um médico! Você vai deixar sua mãe morrer? – decidi falar.
-Ela vai ficar comigo. Papai te encontro no inferno. – ele aponta a arma para a sua própria cabeça.
-Não!
Ele atira em mim, me atingindo no ombro.
-Você precisa de tratamento filho. – Pedro.
-Tratamento. – rir, se levanta – Você é uma piada.
Pedro olha para cima.
-O seu cadarço está desamarrado.
Bruno olha e se abaixa e ao se levantar Pedro puxa uma corda, que faz cair uma tábuas que faz Bruno se desequilibrar e cair no letreiro luminoso que entra em curto, fazendo o corpo dele pegar fogo.
-Filho! – a mãe.
-Me conte como vocês a mataram.
-Só eu que sou a responsável pelo crime, eu que pedi para que ele me ajudasse.
Manuela com roupão atende a porta, era Bruno.
-Eu pedi para você não vim aqui.
-Não resistir, eu te amo. – a beija e a leva para o quarto.
Ela volta pra sala, a campainha toca, ela abre a porta, era eu de lluvas e peruca loira, tiro os óculos escuros.
-Quem é você? – pergunta ela.
-A esposa do seu amante.
-Ah! – o meu filho atrás dela a estrangula com um pedaço de pano.
Ela já morta, ela a larga, o roupão cai. Eu a vejo nua.
-O cheiro dele está impregnado no corpo dela, esse corpo. Foi pelo corpo. Maldito corpo... Maldito corpo! – ela pega o canivete que se encontrava em cima da mesa e começa a furar o corpo de Manuela repetindo Maldito corpo.
-Chega mãe. – o filho a puxa.
Ela com o rosto ensangüentado
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-Fui eu que perfurei várias vezes. – ela se levantou – Eu não vou aparecer nas páginas policiais presa, sou uma Dramactini – ela vira-se para o filho desfigurado – Filho... – chorando.
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-Já está tudo arranjado para o seu casamento.
-Eu gosto de meninos.
Ela vira-se para ele.
-Eu não estou lhe proibindo de ficar com meninos, contanto que se case com uma Dramactini.
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-Esquece-o, ele está morto. – Pedro – Foi melhor assim.
-Eu sei que não vou sair dessa. – ela se vira para o marido – Eu te amo.
Ela se joga de cima do prédio, cai em cima de uma viga que a perfura.
-Cínthia!
Me recuperei do braço, Estela não se casou, o noivo não foi a cerimônia, sobrou para o meu filho consolá-la. Que pena que eu não estava lá para ver isso.
Pedro recuperou a popularidade e se casou com outra socialite e Alessandra ficou sem o emprego. E digo, ele saiu sem nenhum arranhão, quem se deu mal foram as três que se envolveram com ele.
Estou pensando em me aposentar, essa profissão está me deixando estressado.
-Edgard, o que foi?
-Vamos ter que sair daqui, um homem foi encontrado morto dentro de um carro afundado numa lagoa de uma pedreira...
Acho que essa profissão é um vício, na verdade não me vejo fazendo outra coisa. Vai começa tudo de novo.

Salvador 09/02/09.

Virgilio Kruschewsky.




Eu gostei de escrever esse livro, primeiro pois a principal personagem da história, Manuela, ela é vista pela ótica dos outros persongens, ai não dá para saber a verdade daquelas ações, outra por ser uma história de ação,de uma crime, com poucos personagens, o que tornava óbvio quem praticou o crime. Obrigado a todos que comentaram, e aqueles que deram o seu palpite de quem era o assassino. A história saiu da frase que ficou na minha cabeça e coloquei na história: O crime perfeito na sociedade perfeita. Aí me perguntei: Será que uma prostituta não tem direito que sua morte seja investigada? Manuela é uma persongem marnalizada, marcada pela sociedade, mas humana acima de tudo. Os olhos de Manuela é uma história urbana que acho mesmo depois de dez anos ainda poderá se passar.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Recomendo: Nunca lhe prometi uma jardim de rosas.

Quem for ler o livro e esperar o livro cheio de acontecimentos, esse livro não traz, é uma narrativa meia parada, mas ao mesmo tempo emocionante e cativante. Quem não teve uma adolescência conturbada ou problemática? Mas como deve ter sido a adolescência de uma jovem psicótica? É isso que a autora Hannah Green nos mostra em Nunca lhe prometi um jardim de rosas, uma obra que não fala de final feliz, já que nenhum estado é permanente, ninguém consegue ser feliz o tempo todo.
A história começa contando a decisão da família de Deborah Blau, uma menina de 16 anos, de interná-la, uma menina que criou uma maneira de escapar do mundo real para ela dolorido, cheios de fantasmas e medos, para um mundo em que ela se ver protegida de tudo isso, um mundo de seres cósmicos, grandiosos, espetaculares. Essa fuga para esse mundo que ela chama Yr a leva a conhecer um terceiro mundo, a de um hospital psiquiátrico.Deborah assim descobre em cada contato de médicos, enfermeiras e pacientes as múltiplas realidades, fictíceas ou não, que se misturam e criam para ela algo novo, que a tira da paralização, fazendo-a refletir sobre o que tem ao seu redor.
Assim ela passa por um processo de mergulho no seu passado para enfrentar os seus medos, através da Dra Fried, que a fez a ententer e entrar no mundo para ela antes ignorado. O livro é fascinante, que traz essa personagem mais fascinante ainda e vamos acompanhando esse processo de auto-sacrificio da personagem, a sua família ainda presa a muitos preconceitos, que não a entendem. Assim Blau vai se familiarizando, se conhecendo e se encantando com o mundo real através do hospital que ao mesmo tempo que é um local punitivo é consolador para ela. Em nenhum momento a autora negligência as relações humanas, mesmo que ela as vezes não lhe traga coisas boas, como diz o título.

Velhos tempos.

Tenho saudade de aprender algo
Eu sei que esse tempo todo não fui um bom aluno
Levei zero em matéria de amor
Fui para a recuperação para aprender a ter atitude
Temi a prova da vida
Não me ensinaram sobre a dor
Aprendi isso do jeito mais amargo
Lamentando a minha ferida
Fiquei de castigo por causa dos medos
Queria de volta os recreios
Esqueci alguns conceitos pelo caminho
Aprendi a ler olhos e a escrever aos corações
Me arrependo de algumas ações
Mais das que eu não fiz
Já tomei suspensão por bom comportamento
Já colei para melhorar o meu rendimento no termo de sexo
Decorei o que a sociedade considera como certo
Mas não resistir a estudar o errado como bem eu quis
Da aprovação de ser um bom filho cheguei perto
Na verdade sempre estou pesquisando você, ao encalço do seu pé
Seus defeitos, suas qualidades
Não importa as idades
Gosto do bicho homem, apesar de ser o mais difícil de compreender
Já deixei de estudar por não acreditar na sorte
E por não ser um homem de muita fé
Não acreditei que eu era forte
Será que a vida é complicada?
Ou é nós que somos?
Agente nem soma e muito menos divide
Fazemos cálculos complicados sem saber como chegar a solução
Aprendi que amizade não se mede
Esses sim me deram dez
Obrigado vida pela lição.

domingo, 25 de outubro de 2009

Otage -Capítulo 49.

Manuela é colocada numa cela e vê uma mulher uns quarenta anos toda fortona.
-Vão me colocar numa cela um sapatão.
Sai a carcereira, a mulher a olha.
-Não fique preocupada, eu não quero te pegar.
Ela depois é levada até o banheiro pela carcereira.
-Lave o banheiro.
-Eu não vou sujar minhas mãos nesse banheiro imundo. -a carcereira se retira.
Manuela abre um vaso sanitário, vem a vontade de vomitar.
Ela depois vai tomar banho.
-O que ta esperando? - pergunta uma detenta.
-Eu não vou ficar nua na frente dessas... Marginais.
No outro dia ela vai ver as outras detentas jogarem bola, se retira.
É parada por quatro mulheres.
-O que foi? Tão me achando bonita?
Começam a surrá-la, a batem tanto que olho dela incha e quebram a bacia dela fazendo ela chorar de dor a noite toda.
Ao se recuperar, mais uma vez comendo a comida da cadeia. ela se levanta e vai até uma mesa e joga o prato na cabeça de uma das que a bateu.
A noite recebe uma surpresa a sua colega de cela a mando da mulher da qual ela jogou o prato na cabeça fazendo todas as outras detentas rirem, a esfaqueou.
Ela foi para enfermaria, e ao voltar a sua colega de cela foi mudada. Viu agora na cela uma senhora negra.
-Eu vou sair daqui... Eu não vou ficar aqui por muito tempo. - chorando.
Senta-se no chão, começa a fumar e tremendo continua chorando.
Depois é chamada para ir até a sala de visita, e lá vê Roberta.
-Um dia você me visitou, agora vim desejar que você passe por coisas piores que eu passei aqui, quero que você se arrependa em cada minuto que restar da sua vida.
-Acha mesmo que uma garota de classe média alta pode passar muito tempo aqui na cadeia? Peguei 89 anos de cadeia, por lei só posso ficar presa trinta anos, vou passar por outro julgamento e com sorte posso responder em regime semi- aberto quando completar 1/3 da minha pena, posso diminuir minha pena com trabalhos voluntários e bom comportamento. Posso concluir o meu curso de Direito aqui, e depois pegar uma cela especial com Tv, champaghne, livros, jornais, comida boa. Tudo que um otário brasileiro pode pagar e você trabalhar para se sustentar e eu com todas as mordomias e ainda dizer que estou presa. - ri - Esqueceu que estamos no Brasil querida? Onde é fácil burlar leis, onde você pode roubar o dinheiro público e não ser preso ou ainda reeleger-se, enquanto uma pessoa rouba uma margarina e vai presa e outra rouba o povo e tem a certeza que vai voltar nos braços do povo idiota. País da impunidade... País que diz que ajuda dando uma ajudinha enquanto milhões de homens desempregados e mulheres tendo mais filhos para receber essa mísera ajuda e esses filhos se nascerem numa favela, correm o risco de entrar pro narcotráfico e serem os marginais de amanhã para manter gente honesta atrás das grades do medo.
-Acabou a visita.

Otage - Final.

Finalmente cheguei ao fim dessa novela, estou escrevendo essa obra aqui desde abril, estava com previsão de terminá-la em agosto, mas não conseguir. Gostei dessa novela, pois os posts eram curtos. Pra quem acompanhou a história, alguns esclarecimentos:
-A seqüência dos fatos não eram lineares, alguns não entendiam as vezes Carolina estava morta e depois aparecia viva;
-A história conta uma inveja de uma prima para outra, e através da maquiavélica dela, ela bolou e fez outras pessoas participarem do plano da morte de Carolina;
-Otage, significa refém, é uma palavra francesa ( engraçado que ninguém me perguntou o que significava), o título é devido que Manuela era refém da sua própria inveja;
-Otage é uma obra que fala sobre a amizade, ou seja, Carolina gostava muito dos seus amigos, mas não conhecia do que eles eram capazes de fazer, eles se uniram para matá-la.
Chega de lengalenga, espero que gostem do fim.

Capítulo 50.

" Manuela Carvalho -16 anos".

Eu desejo matar uma pessoa pelo simples motivo que ela me roubou tudo, a casa que eu queria ter, o homem que amo, as roupas que eu queria possuir, o rosto lindo da minha avó que deveria ser meu. A odeio com todo o meu coração.
Aqui posso escrever tudo que eu desejo falar a ela e não posso. Sua vagabunda, desqualificável, piranha, puta, vadia.
Por causa de você desistir da carreira de médica, já que você seria melhor do que eu. Perdi por sua causa o sonho de ser paquita, por você ter passado no meu lugar. Que bom que não passou também na outra eliminatória e ainda tive que fazer cara de triste por você ter perdido, eu queria rir da sua cara.
A detesto por ser mais bonita, mais charmosa, mais inteligente e mais solidária do que eu.
Ainda vou ser mais rica que você, vou lhe tirar tudo que me pertence. Você vai desejar as roupas que comprarei, vou lhe tirar o seu namorado. Porque não existe amor e sim um negócio, nem caridade e sim vaidade e muito menos senso coletivo e sim egoísmo.

07/12/1998.


Epílogo.

Heitor num clube tomando sol aparece Fábio.
-Heitor.
Heitor tira os óculos.
-Fábio.
-Como está?
-Só esperando o dia em que vou morrer.
-Vou viajar para Londres, se quiser ir.
-Não quero agüentar o frio de Londres e sim morrer vendo o sol dessa cidade maravilhosa.
-Manuela foi presa.
-Até hoje não sei quem era o pior de todos nós.
Marcos foi ver a irmã, toca a campainha e ela atende.
-Nadi...
-Rô?
-Não, Marcos. - ela começa a chorar - É uma longa história minha irmã.
Ela o abraça.
-Por quê?
-Até para mim é difícil de entender.
Eles entram
Num cassino.
-Ganhei. Tchau amigos. -Bruno se retira da mesa.-Não quer comemorar comigo? -fala no ouvido de uma senhora.
Num quarto, uma senhora veste a roupa e Bruno de cueca na cama.
-Já vai tão cedo.
-Aqui o dinheiro. -ela joga na cama o dinheiro.
-Não gostaria de me ter todos os dias? Eu te dou tudo isso e você me dá roupa, moradia e comida.
-Gostaria de ir para minha casa? Sou viúva, não tenho filhos, digo que o adotei. - o beija.
Ele deita no colo dela e ela alisa os cabelos dele.
-Qual o seu nome?
-Tem certeza que quer saber?
-Você deve ta fugindo de alguma coisa, não é daqui de São Paulo.
-E se eu tive fugindo, posso ser perigoso.
-Você tem cara de bom menino.
-Eu garanto que sou uma pessoa péssima e muito gostoso.
-Arranjarei identidade falsa para você, você começa uma nova vida agora e não deixe eu ver suas amantes.
-Só terei olhos para você. -Se levanta.
-Me engane. -ri - Eu não sou burra.
Ele desabotoa o terno dela, abaixa a cueca, e beija o pescoço dela.
Roberta pega uma espada de esgrima.
-Pâmela.
Vira-se a outra cavalheira, Roberta já vestida com a roupa adequada, coloca o capacete.
Começam a lutar ao ar livre, ao fundo o mar. Caminham por todo o local.
-Nossa você está muito bem, Pâmela.
Voltam a lutar, cai a espada de Roberta e a outra enfia a espada no abdômen de Roberta.
Tira o capacete a cavalheira.
-Você.
Tira a espada e Roberta cai no chão.
Aparece Marcos.
-Carolina... O que você fez?
Carolina o abraça.
-Vamos ficar juntos meu amor.
-Você não é a Carolina, ela nunca faria isso Manuela.
-Ah!- passa de raspão a espada no braço de Marcos, cortando um pouco a camisa dele - Sempre ela, essa maldita não me deixa em paz nem morta.
-Você vai para a cadeia. - ele a pega pelo braço.
-Me largue! - se solta - Esquece-a, fica comigo, eu te farei feliz. - sorrir.
-Sinto pena de você, você é doente.
-Você vai ser meu.
Ela vai em cima dele com a espada, ele desvia de todos os ataques.
Marcos a encurrala no para-peito, algumas pedrinhas cai no mar, ela olha para a ponta da espada. Marcos para e olha os olhos azuis dela.
-Marcos -ela começa a chorar, rir -Tínhamos tudo para sermos felizes. Ninguém te amou, ninguém te ama, ninguém vai te amar como eu te amei. Você é meu! eu te esperarei por toda a eternidade, não adianta fugir do seu destino. - Os olhos dela param.
Os cabelos dela caídos, e os olhos dela olhando a imensidão do mar.
-Você está bem?
-Acho que estou. - Roberta fala.
-Não quero que você morra. -a beija.
-Você não será de ninguém!
Manuela se levanta e recebe vários tiros da polícia que acabou d enxergar e cai no mar.
-Acabou. - Roberta.
-Ela fugiu e como ela soube que vocês dois estavam começando a se envolver, eu pensei que a primeira pessoa que ela queria encontrar era Roberta. - O investigador.
-É difícil acreditar, mas a perdôo. Ela ficou doente do seu próprio complexo de inferioridade. - Marcos.
-Chamem uma ambulância. - O investigador.
-Consegue se levantar? - pergunta Marcos a Roberta.
-Acho que sim.
Afundando Manuela, que era refém da sua própria inveja, consegue enfim um dia ser Carolina.

Salvador 04/02/07

Ass.: Virgilio Kruschewsky.

sábado, 24 de outubro de 2009

Otage- capítulo 48.

-Manuela.
-Ai que susto!
-Está com problemas? - um colega da faculdade de óculos.
-Nada que eu não possa resolver.
Bate a sirene. Ela sai da faculdade e entra no carro e vai numa rua pobre, e entra numa casa e abre a porta e vê Heitor nú deitado na cama.
-estava lhe esperando.
-Eu preciso de um favor seu.
-Fale.
-Você me ama?
-Sim.
-Então prove.
-Como?
-Mate a Ingrid, foi ela que denunciou meu irmão. Me dê essa prova de amor. - obeija e desce a mão até a verilha dele -Ela toma muitos remédios, é só trocar o medicamento por alguma coisa que a mate. Faz isso pra mim, você sabe como entrar numa casa sem ser notado. Faz, você vai ser muito bem recompensado. -Ela beija o abdômem dele.

Curtas urbanas.

Sabe quando você reencontra amigos da época de scola. Aí como não tem nada pra falar vem aquele interrogatório do que você anda fazendo ou de quem você anda comendo. Mas quando essa pessoa que você reencontra é chata. Como se livrar dessa mala?



Os ingressos.

_Danilo.
-Almir. -Danilo o abraça com desânimo.
-Veio assistir uma pecinha?
-Não, vim aqui para ver sua cara. - sorrir.
-Quanto tempo cara! Você já deve ter uns 36 anos já né cara.
-É nessa faixa.
-Continua ruim de bola? Pô cara, ele era uma perna torta da porra. - ele fala isso para o cara de trás.
-Casou?
-Não.
-mas também feio desse jeito nem a gripe suína te quer. - comecar a dar risada - Essa foi boa.
-Já vejo que você continua o mesmo retardado de sempre.
-O quê?
-Você sabe quem está no elenco da peça?
-Não. Há se formou em quê?
-Em nada, não fiz faculadde.
-cara, ams tanta faculdade aí, até a Lia se formou em enfermagem.
-Meu Deus! Me diga em que porra de clínica ou hospital ela esta trabalhando.
Tem notícias do vítor, Soninha e Carlos?
-Vitor estar preso por tráfico de drogas, Soninha tá dando no calçadão e Carlos está queimando o suíte.
-Nossa que amizades você escolheu hein. Os meus amigos, a Amanda está morando nos Estados Unidos, Leo trabalha num jornal e Cássio trainne de uma multinacional e eu sou dsigner de jóias.
-Designer de jóias?
-Ah e você trabalha em quê?
-Mecânico.
Chegou a vez de Danilo.
-E tem dinheiro para ver uma peça?
-Não, estou aqui para ver se encontro um sobrando, ou tenho um caso com alguém da produção.
-Aqui as poltronas que ainda estão vazias. - Fala o balconista.
-Fila A.
-Vai pagar a primeira fila? - pergunta chocado Almir -Você morava numa casa que nem era rebocada de três cômodos e me lembro que na escola todos dividiam o lanche com você por você não ter o que comer no café da manhã.
Danilo vira-se.
-Está olhando bem para a minha mão e os meus cinco dedos? - ele mostra a mão -Eles vão parar aí nesse seu rostinho de merda. E não vai ser aberta, vai ser fechada mesmo.
Almir cala-se, Danilo pega o ingresso.
-Ah, eu peguei a poltrona A(, nem pense pegar A10, A*, ou qualquer A ou B que seja. Foi um prazer revê-lo. - Danilo se retira.
-Nossa, cara estressado. O que eu fiz? - Pergunta Almir para o balconista.

Memória em surto.

Este é o sétimo memória em surto, e o tema deste memória em surto é coisas que só acontece comigo. Memórias, pois são lembranças, surto, pois só surtado tenho a coragem de escrever eses posts.
Pra começar perdi a conta de quantas vezes fui assaltado, é vou fazer igual ao dono de uma lan house que colocou uma placa no estabelecimento pedindo pelo amor de Deus que não roubassem mais ele ( verdade gente, passou na televisão e tudo), é só pode estar escrito na minha testa me assaltem. É bem verdade, que não foi assalto, mas tentativas ( creio que tenho um bom anjo da guarda, pois nunca me levaram nada). Teve até um marginal que me chamou de pobre uma vez, pois não tinha nem moeda na minha carteira.
Sou desses caras que em dias de chuva quando estou dentro de um ônibus o único a se molhar sou eu. Um amigo uma vez me disse que tem certas coisas que só acontecem comigo ( daí saiu a ideia desse post).
Fora isso, as outras coisas são besteiras, por exemplo, sempre sou parado por maluco na rua. Vou contar duas histórias, uma, eu andando tranquilo, aparece uma mulher não sei de que inferno e começa a brigar comigo e outro causo, saio do trabalho, vou para o ponto de ônibus e o doido começa a dizer que era policial, que não era para contar a ninguém, que iria mostrar o distintivo, que iria fazer eu entrar pela porta da frente no ônibus. E pessoal devo ter cara de maluco.
Ah esqueci de um, na época de colegial, fui fazer um trabalho na casa de uma amiga ( a mesma dos peitinhos do surto anterior), aí uma cigana me para e diz que vou morrer aos trinta anos, fiquei impressionado no momento, mas minha amiga disse que se tratava de uma maluca que parava todo mundo na rua e eu fui o " sorteado" do dia.
Você acha pouco tudo isso? É que você caro leitor não me conhece. Já me perdi dentro de um shopping, há! E sem falar do cúmulo do cúmulo, como um baiano se perde no Mercado Modelo gente?
Já tive a cara de pau de comprar uma latinha de refrigerante no cartão de crédito, por falta de dinheiro. Já me tararam no ônibus, já fui pra emergência pensando que eu estava tendo um atque cardíaco, sendo que na verdade eram gazes.
Já me deu branco no meio de uma apresentação de um seminário, já peguei ônibus errado ( isso acontece sempre) e quando isso acontece me bate um pânico e salto do ônibus sem saber onde estou ao menos.
Nossa mãe na infância já dancei a dança da cordinha, gente como eu era sem noção. Sem falar que sempre esqueço um guarda-chuva, um livro, compras nos lugares, perco dinheiro fácil, já perdi cinquenta reais na rua.
Já sair de casa todo arrumadinho e aparece um filho da puta de motorista que me passa por uma poça de lama... E o resto não preciso nem falar.
Já soltei um merda e caralho dentro de uma escolinha evangélica, já fiquei bêbado com um copo de licor. Já quase fui preso por me recusar a passar pela catraca dentro de um ônibus ( pois detesto ônibus lotado - apesar que este estava vázio na hora, mas como sempre pego o mesmo sabia que iria encher mais a frente).
Já bebi algumas e esqueci o que fiz na noite passada ( não façam isso companheiros, isso é perigoso).
Já tive dor de barriga na casa de amigos. Nossa vocês não tem ideia o quanto isso é constrangedor: Posso dar uma cagada no seu banheiro?
E pra terminar, eu tenho que citar o fato que todo lugar que vou ( estou exagerando-rsrs) sempre aparece alguém que diz que sou igual a um fulano. Aí sempre digo coitado dessa pessoa se parecer logo comigo. Devo ter o rosto mais comum do mundo ( resumindo cara de pobre).
Ah! Não posso deixar de colocar isso, uma vez chegou uma fatura em casa do meu cartão de crédito, aí vejo uma compra lá de São Paulo. Corri para o banco, hoje em dia clonagem de cartões você ssabem, e aí descubro que eu fiz a compra ( era uma compra que fiz pela internet). Não preciso nem falar com que cara fiquei quando descobrir, que mico. esperei horas para descobrir que a conta era minha. É essas coisas só acontecem comigo.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Otage- Capítulo 47.

Carolina foi tomar banho na cachoeira, e ao voltar à noite não ver ninguém.
-Caio?... Manu?... Elís?
-Assalto!
Dois homens com máscara aprece.
-Não!... Ai.
Ela cai rolando uma ribanceira.
-Droga! -tira a máscara Heitor.
Depois Pedro tira a máscara e aparecem os outros.
-O que ocorreu? -Manuela pergunta.
-Carol caiu. - Pedro.
-Não devíamos ter feito essa brincadeira. -Caio.
-O que estão esperando para descer? -Elís.
Descem.
-Não me deixe cair Bruno. -Ingrid.
Verem Carolina, esta bateu a cabeça numa pedra. Bruno se paroxima e vê a pulsação.
-Tá morta.
-Não pode ser. - caio começa a chorar.
-Tem certeza Bruno? -Manuela abraça Elís.
Pedro se aproma e certifica.
-Carolina morreu.
-Meu Deus. -Heitor.
-O que vamos fazer? - Ingrid pergunta.
-Temos que pensar. -Elís.
-Fomos idiotas, isso sim. -Caio.
-Temos que contar tudo. -Manuela.
-Não vão acreditar. -Bruno.
-Ninguém precisa saber o que aconteceu. - Pedro.
O quê? -Caio.
-Carolina tropeçou e caiu.
-Você acha que todos são idiotas como a gente. - Caio.
-Calma.... Carolina morreu e todos aqui querem contar e ver se acreditam na gente ou omite esse fato? -Manuela.
-Eu não quero ir para a cadeia. -Ingrid
-Eu tenho certeza que não vão acreditar na gente. -Heitor.
É melhor omitir. -Elís. -Vocês enlouqueceram. - rir Caio -Esqueceram que todos sabem que estamos aqui.
-Saimos em um carro e Carol no dela, pegou outra pista e caiu num precipício. O plano é simples, vão todos pensar que foi um acidente. - Pedro.
-Você não está falando sério. - Caio olha para Pedro -Meu Deus... Eu não vou participar disso.
-Caio o que você pretende fazer? - Manuela pergunta.
-Contar a verdade.
-Você ainda não é formado para ter regalias na cadeia Caio. - Bruno.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Otage- Capítulo 46.

" Carolina Madeira - 17 anos.

Eu sonho em ser médica para salvar vidas, por ser uma profissão bonita e deve ser gratificante.
Eu quero me casar com um grande homem, não precisa ser bonito, só que me ame, mas se for, não vou recusar. Acho que já o encontrei.
Quero ter um casal de filhos, mas não tão em breve, nem tão longe.
Pretendo doar minha herança entre os pobres, já que eu tive tudo desde pequena e eu não sei o que é não ter nada, apesar que eles tem sim dignidade, uma coisa que falta muito entre nós.
Pretendo conhecer mais o Brasil, já que o mundo eu já vi quase todo. Não gostaria de perder a amizade de Elís, Ingrid e minha querida prima Manu.

06/1201998.

domingo, 18 de outubro de 2009

Otage- capítulo 45.

Manuela andando pelo corredor do hospital, vê a tia.
-O que ela tem?
-É o problema de pressao dela. Só que não entendo, ela não tomou nenhum susto para a pressão dela abaixar.
-Ela sai quando?
-Hoje, só está fazendo uns exames.
-Já vou.
-Tá querida. - Se beijam no rosto.
Manuela ao sair do hospital, se encosta numa parede e se abraça.
-Interessante... Muito interessante. - sorrir.
Ela ao chegar em casa entra no quarto do irmão.
-Pedro eu sei que você e Carol tiveram um afair, ela o trocou por macos. Você nunca pensou em se vingar dela?

As 10 músicas que eu mais ouço ( internacionais).

Como prometido, aqui está a lista de internacionais que mais ouço. Como disse na postagem anterior a essa ( adorei o resultado, obrigado a todos que cometaram e entraram na brincadeira), quem ler, comente se gosta de alguma música da lista e vai a minha sugestão faça a sua própria listinha de internacionais no comentário.

1-Love of my life: a música é linda demais, a banda é considerada pelos criticos uma das melhores bandas de rock de todos os tempos, Freddie Mercury, o vocalista da banda, sempre ousava nas apresentações, ah e todos da banda faziam as canções.Hhoje os remanescentes ainda revivem a banda Queen. Ah, essa composição é de Freddie Mercury.

2-My humps: Black eyed peas, música de William Adams e David Payton, adoro os clipes ousados e inovadores, adoro essa música e o clip especialmente, adoro a voz de Fergie, ela rebolando no clip é tudo.

3-Sexed up- Robbie Wilians, letra dele mesmo, a música parece romântica, mas quem ler a tradução vai se surpreender com que a letra diz.

4-More than words - Extreme, música composta pela parceria de Gary Cherone e Nuno Bettencourt, a letra é linda demais, e é ótimo você ouvi-la fazendo amor, vai aí a dica( rsrs).

5-Total eclipse of the hearth: Bonnie Tyler, música composta por Jim Steinman, adoro a voz rouca dela e o clipe pra mim é um dos melhores de todos os tempos.

6-Light my fire: The doors, composição de Jim Morrison / John Densmore / Ray Manzarek / Robby Krieger. Adoro essa banda, descobrir ela por acaso fuçando nas coisas do meu tio e me tornei fã, adoro a voz de Jim Morrison, e letra é tudo de bom, bem ousada,sensacional.

7-My immortal:Evanescence, música da parceria de Ben Moody e Amy Lee, apesar das músicas dessa banda ser bem dor de cotovelo, eu gosto, adoro o som que eles fazem e a vocalista Amy Lee.

8-Halo: Beyoncé,a música saiu da união de Bogart E. Kidd, Beyonce Knowles e Ryan Tedder.

9-All my life: Da sensacional Mariah Carey, a letra tem tudo a ver com o momento que estou vivendo.

10-Give what you got, composição da bela Alanis Morissette, sem comentários, até hoje morro de raiva,pois eu tive a oportunidade de ir para um show dela e não fui, agora só Deus sabe quando vai ter um outro show dela aqui.

É isso pessoal, espero que tenham gostado da lista. Até uma próxima listinha.

sábado, 17 de outubro de 2009

Sob novo olhar.

Marcos teve um infarto as 23 h 45 min. do dia 6 de setembro de 2009, era um domingo. Ele tinha acabado de jantar com a família. Não era o primeiro infarto, ele já tinha tido um há quatro anos atrás.
Era médico, mas não cuidava da saúde, era fumante, hipertenso, bebia e sedentário, só vivia para o trabalho. Não conta a ninguém que não gosta de voltar para casa. Se fosse possível ele ficava o dia todo no hospital.
-É casado com Marta há 26 anos, tem dois filhos, 49 anos e agora uma ponte de safena.
-Que susto você deu hein Marcos. - Dr. Silvana, colega de trabalho - tem que cuidar dessa saúde. - ela senta nun banco ao lado dele e sorri - Por que não faz uma viagem com a esposa?
-Eu gostaria de desaparecer, ir para um lugar que ninguém me conhecesse. Marta foi a única namorada que eu tive. Há mais de trinta anos que eu divido a minha vida com ela. Mas ela não é a minha melhor amiga, não é a pessoa com quem quero dividir a cama.
-Mas depois de tantos anos de casado perde-se o tesão mesmo.
-Não é tesão, não é química, é nós dois, acho que nos desencontramos.
Marta aparece na porta.
-Oi Marta.
-Oi.
-Com licença, tenho um paciente ainda para atender. - se retira.
Ponte de safena, você não é mais o mesmo Marcos.
-Acho que depois de algum tempo ninguém é mais o mesmo.
Ao receber alta, ele em casa procura coisas da sua infânci e adolescência. Acha um álbum de fotografias, fotos dele com um amigo, Miguel. Ler as cartas que faziam para manter contato.
Na sala.
-Papai está dentro do qaurto há horas. - Mel, a filha do casal.
-O seu pai está meio saudosista esses dias. Sabe que ele tinha um amigo, Miguel acho. Ele falava tanto dele, que cheguei a ter ciúmes desse Miguel.
No quarto Marcos encontra um número e embaixo do número o nome Miguel. Procura o celular, acha e liga.
-"Alô... Alô"
-Alõ. Miguel?
-"Não o filho dele, Henrique. Meu pai faleceu há cinco anos".
Marcos volta a ficar calado por causa do choque.
-"Alõ. Ainda está aí?"
-Estou...
-"Está chorando?"
-Sim, éramos mais que amigos, dois irmãos.
-"Você deve ser Marcos, meu pai falava muito sobre você".
-É?
Passa-se meia hora, uma hora. Marta se aproxima e olha ele pela porta aberta rindo, conversando com alguém pelo celular. erá que era uma mulher? Ele estava diferente, tinha um brilho nos olhos agora.
-Você é músico?
-"Sim, vou fazer uma apresentação aí no Rio de Janeiro".
-Então você vai se hospedar aqui.
-" Não, não posso, não precisa se incomodar".
-Não faça essa desfeita pra mim. Será uma honra hospedar um filho de um grande amigo. Aceita vai.
-" Está bem".
Conversaram mais quinze minutos e desligaram.
Marta trocando a roupa de cama, se aproxima Marcos.
-Vamos ter um hospede, um filho de um amigo vem pasar um tempo aqui.
-Vai colocá-lo aonde? Nao temos quarto de visitas.
-Dorme com Thiago.
-Com quem você estava conversando?
-Henrique, ele é o o filho de miguel. Miguel morreu...
-Antes ele do que eu. - se retira.
No aeroporto.
-Marcos?
-Henrique?
Dão risada.
Em casa, mostram o quarto pra ele, o acomodam. E marcos depois vai deitar.
-Por que o tratou daquela formaw O interrogando?
-Ele é um desconhecido, não sei a educação que ele recebeu, os vícios dele. Podemos estar colocando um psicopata ou um ladrão dentro de nossa casa Marcos.
-Não delira Marta, ele é filho de um amigo.
-Você o conheceu através de uma ligação e parece que conhece mais a ele do que a mim. Você está colocando em risco o nosso filho.
No dia seguinte. marcos se arruma para ir ao trabalho.
-Posso ir com você? - Pergunta Henrique.
-Claro.
Entram no carro e da janela observando Marta.
Voltam rindo pra casa, vão na cozinha.
-Bebe? - pergunta Marcos.
-Sim.
Entrega uma latinha de cerveja.
-Eu vi umas composições suas, muito bonitas.
-Faz uma cara que não escrevo nada, não são tão boas.
-Já chegaram? - Marta.
-Com licença. - Henrique se retira.
-Ele vai ajudar nas despesas da casa? Vai comer e beber de graça aqui?
-Ele é meu convidado. Vai ficar o tempo que ele precisar, por minha conta. Quem paga as contas e coloca comida aqui sou eu. Estamos entendidos?
Também não deve ganhar bem. pra não ter dinheiro nem para pagar um hotel. É artista! Imagino a vida que ele levava na cidade dele. sabe que eu até já sentir ele cheirando a maconha.
-Chega Marta! - Ele bate com a mão na mesa - Eu exijo que você respeite ele. - se retira.
Marcos chma Henrique para o seu quarto.
-Ela não gosta de mim, não éw também entendo, derrepente um intruso entra na casa dela...
-Há tempos que não me sinto tão bem. escrevi até uma música ontem.
-Deixa eu ver.
Entrega a ele.
-Deixa eu pegar meu violão.
Depois Marcos mostra as cartas e o álbum a Henrique.
-Tenho tanta saudade do meu pai, éramos só eu e ele, ele ao morrer fui criado por vizinhos. - chorando.
Marcos o abraça.
No fim de semana vão todos ao clube. Marta conversando com amigas, Thiago na piscina, Mel tomando sol. E sentados em uma mesa Marcos e Henrique.
-Você não gosta muito de ficar com a sua família. Deveria rir mais, tem um sorriso tão bonito. Você é felizw
-Trabalho, tenho uma casa, filhos que me amam...
-Felicidade pra você é issow
-Felicidade é relativo. na verdade nunca tive tempo para me perguntar se sou feliz.
-Felicidade é se sentir realizado, mesmo que você more numa casinha de sapê, se for isso que você deseja muito e se realizou, então você é feliz. Eu queria muito conhecer o homem que o meu pai tanto falava, realizei o meu desejo, estou feliz.
Os dois olham para Marta.
-Você a ama?
-Gosto dela.
-Gostar não é amar. - pega na mão dele -Eu posso te fazer feliz, só você permitir que eu lhe faça feliz.

A continuação se encontra na postagem logo abaixo, boa leitura.

Sob novo olhar.

Henrique ao chegar em casa toma banho no chuveiro. Ele ao sair nú se depara com Marcos.
-Desculpa. - Marcos abaixa a cabeça e se retira.
A noite Henrique e mel saem juntos. marcos da janela olha, marta se aproxima da janela.
-É a terceira vez que saem. Será que estão namorando?
-Se eu não fosse casada com você diria que você está com ciúme desse rapaz. - Marta.
Depois ele vai ao quarto do filho, pega uma camisa de Henrique,cheira, e coloca no lugar. Ao sair do quarto dá de cara com o filho.
-Pai o que está fazendo no meu quarto?
-Entrei por engano. - se retira.
Henrique e Mel voltam da festa dando risadas, ela abraça ele, o olha e dá um selinho nele.
-Gosto de você.
Ele tira as mãos dela de cima dele.
-Eu sou gay. Não posso corresponder ao seu sentimento.
-Escutei direito? Gay?
-Sim, eu tinha um namorado antes de vim pra cá.
-Mas...
-Mas o quê? Somos amigos e gosto de ser seu amigo. - ela entra correndo.
Ele fica por um tempo do lado de fora, sai Marcos.
-Está namorando a minha filha?
-Não. - ele vira-se para Marcos com os olhos cheios de lágrimas - Não posso namorar ela, já amo outra pessoa. Eu te amo Marcos. - enchuga as lágrimas e entra.
No dia seguinte, Henrique vai falar com Marcos.
-Ficou pronto o arranjo. Quer ouvir?
Marcos olha para ele.
-O que foi? Espero que não tenha mudado nada.
-Como você espera não ter mudado nadaw Eu estou diferente. Você não pode aparecer na vida das pessoas e dizer que a vida delas estão erradas.
Marcos dá as costa a Henrique, Henrique o abraça pelas costas, roça o rosto dele no de Marcos. Vira Marcos Marcos e o beija. Escutam o som de porta batendo e se afastam.
Marcos a noite chega do trabalho, Marta viajou para resolver um problema, Mel vai dormir na casa de amigos e Thiago saiu com a namorada.
Marcos tinha bebido, estava confuso. Não sabia o que estava sentindo. Sobe as escadas e encontra Henrique. O beija e o leva para os eu quarto.
No dia seguinte, Marta arruma o quarto, cheira o travesseiro e encontra uma correte de Henrique debaixo da cama, pega uma roupa de Marcos e sente o mesmo cheiro.
Ela depois fica na sala folheando uma revista, entra na casa Henrique.
-Henrique.
-Sim.
-Aquele perfume. Você poderia me emprestar?
-Claro.
Eles sobem e ele entrega o perfume a ela.
-Encontrei isso no meu quarto, acho que é seu. - entrega a ele a corrente.
-Obrigado.
Ela se retira, passa um pouco do perfume nas costas da mão, cheira, fecha os olhos de raiva.
Henrique e Marcos continuam se encontrando num motel. os dois abraçados nus na cama.
-Não quero me esconder e nem mentir. - deita em cima de Marcos - Vou para Belo Horizonte, conseguir um curso lá. Vem comigo.
-Eu não posso largar tudo de uma hora pra outra.
-Eu também não vou continuar enganando ninguém.
-Você acha que eu gosto de mentirw Se coloque no meu lugar, eu construir uma vida, não posso acabar com tudo por um capricho seu.
-Vai continuar vivendo infeliz? Eu sei o que quero.
Se levanta e pega as roupas.
-Espera! Vai aonde?
-Vou embora. - se retira.
Marcos chega em casa, encontra Marta mexendo nas cartas e álbum.
-Desculpa, não resitir. Você falava tanto desse Miguel que me bateu a curiosidade de saber o que tinha de tão especial nele.
Marcos pega as coisas e guarda.
-Você vai tirar férias em dezembro, eu estava pensando porque não viajamos para Búzios, só nós dois, sem as crianças. Eles já estão crescidinhos. Há tempos que nós não somos um casal.
Marcos senta ao lado dela.
-O que aconteceu com a gente Marta?
-Acho que todos cais passam por crises. A Regina e Marcelo mesmo brigam direto, mas sempre fazem as pazes.
-A gente nem briga Marta! E isso não é uma crise.
-Você vai para a casa da sua mãe, fica um tempo lá... damos um tempo sei lá. E voltaremos a ser aquele casal de antes. Você dizia que me amava todos os dias. Agora só diz isso quando peço. - ela com lágrima nos olhos - vai passar você vai ver. - sorrir.
-Eu estou apaixonado por outra pessoa e quero viver com ela.
-Não! - ela se levanta e coloca as mãos no ouvido - É uma aventura, você não pode jogar 26 anos de casamento fora por isso, é uma vida. Me lembro do nosso primeiro beijo, foi no baile de primavera, como desejei aquele beijo. Eu ainda te desejo.
-É o Henrique.
-Não, não fale.
-Me escuta Marta. - ele a segura pelos braços.
-Como você teve a coragem de fazer isso comigo?
-Aconteceu, quando vi já estava envolvido. - ela dá um tapa no rosto dele, e depois coloca as duas mãos na boca, começa a chorar.
Ele olha para ela. Ele sai de casa no mesmo dia.
-Vocês estão se separando? - Pergunta Thiago.
-Acho que sim, mas só estou me separando da sua mãe, nõo de você meu filho. - o abraça.
Uma hora depois ele batia na porta de Henrique chorando, Henrique o abraça.
Chega o dia do aniversa´rio da mãe de Marcos. Ele, os filhos, a mãe e ex-esposa. Todos reunidos para um jantar.
-Aposto que voltam de novo, se casaram tão apaixonados. - A mãe.
-Não, é definitivo. - Marta.
-Mãe chega. - Marcos.
-Thiago eles devem estar se encontrando aí as escondidas, dedura aí seus pais para a sua avó.
-Ele é gay! - Marta se levanta e grita - O seu filho está morando com um rapaz que tem idade de ser o filho dele.
Todos ficam calados.
-Marta você bebeu demais. - Marcos a segura.
-Vamos ver o que a dona Moralista acha de ter um filho que decidiu ser viadão depois de velho! - ela começa a rir - Eu nunca imaginei que deixaria de ser trocada por dois peitões siliconados e uma bunda empinadinha por porra de um pênis!
Os filhos levam a mãe para casa e a mãe de Marcos vai falar com ele.
-É verdade? Me diz que é curiosidade ou sei lá o quê, como se pode chamar isso. Você elouqueceu, sua carreira...
-Eu voltei a sorrir mãe, a escrever músicas, a fazer planos.
-Isso só pode ser uma doença. Tenha vergonha Marcos você não é mais um garoto.
-Eu amo ele.
-Ama nada. Eu não acredito que estou ouvindo isso.
-Eu vou embora com ele, para Belo Horizonte, construir uma nova vida ao lado do homem que amo.
- Se você fizer isso, esqueça que tem mãe.
No dia seguinte no hospital todos o trataram diferente.
-Cláudio vamos almoçar, eu, você e Silvana.
-Não, obrigado.
-O que está havendow
-Você ainda pergunta? - se retira.
No final do expediente ele pede demissão.
-Então vai embora mesmo? - Silvana
-Sim.
-É, nunca pensei que você teria essa coragem toda.
-Nem eu.
Henrique arruma as malas, alguém toca a campainha. Ele vai atender, era marta.
-Marcos está?
-Está no trabalho.
-Posso entrar?
Ela entra, ele fica sem açaõ e fecha a porta, vira-se para ela e ver ela mirando uma arma para ele. Ela dá três tiros.
Entra na casa correndo Thiago que tira a rma das mãos dela.
-Mãe o que você fez?
-Se Marcos não pode ser mais meu, também não vai ser dele. - chorando.
Silvana encontra Marcos lanchando na lanchonete.
-Que bom que você está aqui. Marta foi presa, ela atirou em Henrique.
Ele ver Henrique na sala de cirúrgia. Fica sentado na recepção., aparece a filha.
-Tire a minha mãe daquela cela.
-Não, não me peça isso.
-Foi sua culpa! Por que você tinha que mudar. Estava bem assim.
-Bem pra quem? Pra mim não estava.
-Por favor retire a queixa, vocês foram casados. Faça isso por mim, sua filha.
Ela cometeu um crime, tem que pagar.
-Você também cometeu um crime.
-Qual? O de querer ser feliz? Que mal há em querer ser feliz?
-Há quando se machuca outras pessoas. Eu te odeio pai... Eu te odeio! - ela se retira.
Ele paga a fiança e retira da cela Marta, ela olha para ele.
-Está sentindo agora a mesma dor que sintow
-Saiba que fiz isso pelos meus filhos, mas você vai responder pelos seus atos como tem que ser.
-Me avise onde vai ser o enterro para mandar uma coroa de flores a bichinha.
Ele ao chegar ao hospital é informado que Henrique quer falar com ele. Ele entra, se abaixa e pega na mão dele.
-Meu pai falou falava tanto de você, que comecei a imaginar como era sua voz, sua boca, cabelos... olhos. Você conseguiu tudo que eu imaginava. Ele tinha razão em tudo que ele falava de você. - chorando.
-Não se canse.
Desculpa por não cumprir a promessa que fiz de te fazer feliz. Eu tenho um filho, crie ele pra mim. Tive ele com 14 anos, se chama Miguel, o nome do meu pai. Não te contei para não te assustar. Você estava largando tudo para viver comigo. Eu te amo, nunca esqueça isso.
-Eu também te amo.
-Eu te espararei seja lá em cima, ou em outra vida, ou sei lá onde. Pois nosso amor não pode terminar aqui. - ele para de falar, os seus olhos estáticos para Marcos.
-Não. - Marcos abraça o corpod e Henrique, passa a mão no rosto dele, fechado os olhos dele.
Os médicos o retiram.
Em casa ele olhando para as cartas e o álbum, entra os filhos e o abraçam.
Alguns anos depois.
Marcos joga uma rosa numa lápide.
-Você sempre vem aqui, mas nunca me disse quem foi ele. - Um homem de uns trinta para quarenta anos.
-Um grande amor, daqueles que só quem se permite sentir sabe como é.
-E um dia você vai me amar como amou ele?
-Não... Desculpa.
-Não, que nada, gosto da sua sinceridade.
-Miguel já vamos.
O menino vem correndo e os abraça.
-Dá tchau ao pai.
O menino dá tchau para a lápide e os três se retiram.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Otage -Capítulo 44.

Todos foram a uma lanchonete depois de assistirem a um filme no cinema.
-O filme é muito bom. - Carolina.
-Claro estava ao lado da namorada. O que não fica interessante? - Ingrid.
-Pedem logo, tô com uma baita fome. - Pedro.
-Pedro e sua fome insaciável. - Manuela.
Todos riram.
-Gente vão pensar que somos retardados. - Elís.
-Que se danem!
-Olhe o Caio colocando as manguinhas de fora.
-Ei tá me achando bonito, venha que sou fácil. - Heitor falando com uma meninas de outra mesa, elas se retiram.
-Não se deu bem. - Marcos.
-Oh. - Pedro e Bruno fizeram o sinal com as mãos de se fudeu.
-Que tal viajarmos juntos?- Pedro.
Nada mal, gostei da ideia. - Manuela.
-Esqueceu agora que somos pessoas adultas, sensatas e não vagabundas.
-Corta essa Heitor. - Caio.
Ele tá cheio de balela. - Carolina.
-Tem que ser rápida a viagem, eu me sustento sozinha, só ganho trabalhando. - Elís.
-Então ta combinado?
-Claro, só marcar o dia. - Marcos.
-Gente ta tarde. - Bruno.
Todos se levantam e Carolina desmaia.

domingo, 11 de outubro de 2009

As 10 músicas que eu mais ouço.

Hoje aqui em Salvador está chovendo muito, e quando acontece isso costumo pegar meu mp3 e ouvi-lo debaixo do corbetô. Ai veio a ideia de compartilhar com vocês as músicas que ouço mais.
Essa primeira postagem só vão ser nacionais, depois faço uma lista das internacionais que gosto. Quem comentar sugiro também que faça sua listinha ou diga se gosta de alguma música da lista.

1- Garganta- Música de Totonho Villeroy, interpretada por Ana Carolina. A música nasceu quando Villoroy viu um dos shows da Ana lá em BH, e foi até o camarim dela e entregou a letra a ela, daí nasceu o primeiro grande sucesso dela.

2-Amado- Música de Vanessa da Mata, interpetada pela mesma. Foi tema da novela A favorita da rede Globo e foi música do terceira cd, Sim. Eu adoro essa música, principalmente por causa da voz de Vanessa, como também adoro a voz da Ana, acho bem diferentes as vozes delas. Ah também gosto de Ai Ai Ai.

3-Malandragem- Música da parceria de Cazuza e Frejat. Que marcou na voz inconfundível da Cássia Eller, presente de Cazuza a musa do rock.

4-Os cegos do Castelo, de autoria de Nando Reis, interpretado pelo mesmo, pra mim um dos melhores compositores da atualidade. Essa música também faz parte da história dos Titãs, hoje ele canta com a banda os infernais.

5-Faroeste Caboclo- de Renato Russo, da banda Legião Urbana. Pra mim um dos melhores compositores de todos os tempos, viajo nas músicas dele. E a letra dessa música daria um filme.

6- Lama- Música de Meg Stock, a vocalista sexy da banda Luxúria, a qual pertence a música, uma banda de rck pesado, mas com uma levada para o pop.

7- Equalize- Letra de Peu Souza e Pitty, gosto dessa música que faz me lembrar de uma pessoa que amei muito. O clipe é maneirissimo, bem ao estilo Pitty de ser. Ah tenho que falar sobre o Me adora, que é massa essa música.

8-Faz parte do meu show- Música da parceria de Cazuza com Renato Ladeira, música com letra forte, mas muito bonita na voz de Cazuza. Música que fez parte do cd o Tempo não para.

9-Aonde quer que eu vá- de Paulo Sérgio Valle e Herbet Vianna, sou fã declarado da banda Paralamas do Sucesso, indico essa com vontade de indicar todas.

10-Martelo bigorna- Do grande compositor Lenine, a música foi tema de Yvone em caminho da Indias, e acho que muita gente se identifica com a letra da música, eu pelo menos sim.

sábado, 10 de outubro de 2009

Otage- capítulo 43.

Pedro entra em casa.
-Pedro. - Manuela.
Ele não fla nada e vai para a cozinha, ela se levanta do sofá, deixando o jornal e vai tambem para a cozinha.
-Pedro.
Ele se vira dando um tapa nela, ela cai em cima da mesa. Ele vai em cima dela e dá vários tapas nela.
-Por que você fez isso?
-Ai... Pedro!
-Me traiu.
Ele pára.
-A Ingrid era muito burra para ter me denunciado, eu descobrir tudo.
-Você matou o homem que eu amava.
-Você é louca, eu não devia ter te escutado.
Ele começa a apertar o pescoço dela, os olhos azuís dele olhando os olhos azuís da irmã, a larga e sobe para o quarto, ela os egue.
Ela vê ele pegando uma mala.
-Vai fugir?
-Eu não confio em você.
-Você não entende... Fiz tudo por amor.
-Por que me ajudou a fugir?
-Eu pensei que você já tinha pago o suficiente.
Ele se aproxma dela e lhe dá um murro, ela cai no chão com o nariz sangrando, ouvem a sirene.
-A polícia.
-Devem ter descoberto que você tá aqui.
-Você tem alguma coisa haver com isso? - a sacudindo.
-Não. - chorando.
Ele a solta.
-Eu não posso voltar pra lá. - dá as costas a ela.
Ela abre uma gaveta e pega a arama e atira várias vezes e o joga da janela, ele caindo rolando no telhado e depois cai no chão.
-Manuela saia e coloque as mãos para o alto, vamos arrombar a casa.
Ela pega a bolsa, o passsaporte, dinheiro, um lenço e um óculos escuro.
No corredor ela tira um quadro e entra o espaço minúsculo e longo e coloca o quadro no lugar.
A polícia arroma a porta.
O túnel a leva até uma varanda de uma outra casa. E de lá ela vê a polícia. Ela coloca o lenço na cabeça e o óculos.
Tira uma presilha da bolsa e abre a porta de um carro e foge com ele.
Chega no aeroporto.
-Qual o próximo vôo que sai?
-O para Miami.
-Quer uma passagem.
-Você tem sorte, tem um desistente.
Ela entra no avião, senta na poltrona.
-Gostaria de alguma coisa? - a aeromoça.
-Champagnhe..
A aeromoça se retira. Ela dá uma olhada pelo vidro.
-Ai Manuela quem diria que você iria se livrar desse paisinho.
Um homem aparece.
-A senhora pode me acompanhar?
-O que aconteceu?
-Por favor.
-Me largue, eu sei muito bem ir sozinha.
Ele a leva a uma sala do aeroporto e ela vê Marcos e Roberta.
-O que está acontecendo aqui?- Ela rir.
Você está presa pela morte de Carolina e Marcos.- Roberta.
-Mas Marcos está aqui.
-É, estou, vocês mataram o meu irmão, eu desejo que você passe uma boa temporada na cadeia.
-Ainda vai pagar pela morte do seu irmão e o planejamento da morte de Ingrid. - Roberta.
E o de Caio. - Marcos.
-Eu te perdoou, vamos ficar juntos. Não existe mais Carolina. - Ela abraça Marcos.
-Me largue. - ele a afasta - Sinto nojo de você. - abraça Roberta -A levem.
-Não, me larguem! Foi por amor... Foi por sua culpa que eu cheguei tão longe. - A levam.
-Ai, acabou. - Roberta.
-Falta achar Bruno.
-E o Heitor?
-Ele vai morrer, a justiça humana falha, a divina não. Ele vai pagar por tudo.
-Uma coisa euêmeo morreu no seu lugar não entendo. Por que seu irmão gêmeo morreu no seu lugar.
No dia que conheci Carolina, marquei um encontro com ela, mas não pude ir, mandei o meu irmão, só que ele se apaixonou por ela. Eu também a amava ela. E decidimos dividí-la, só que foi longe demais essa mentira e mataram meu irmão.- chorando.
Ela o abraça.
-Por que esperou tantos anos?
-Eu tinha esperança que eles se entregassem. Não foi um acidente, eles planejaram a morte, a odiavam. Quando vi que eles estavam se matando decidir agir.
-O que pretende fazer?
Reconstruir minha vida. E você?
Me livrar disso. - ela mostra a cicatriz no rosto - E tentar voltar a minha vida normal.
-Obrigado.
-Que nada, a justiça tinha que ser feita.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Memória em surto.

Este é o sexto memória em surto, memórias porque são lembranças que vem a tona em certas noites que surto, surto, pois só em surto escreveria essas coisas.
Me lembro como se fosse ontem, eu no sofá, sozinho em casa, não tinha nada de interessante na TV, as horas não passavam. Estava sozinho em casa, 12 anos, os hormônios gritando. Notei que tinha certa parte do meu corpo cheia de carne, ao pegar para dar aquela coçadinha de homem ( meninos tem dessas coisas, imitar os adultos) gostei da sensação boa, também coloquei o meu pau para fora e comecei a admirá-lo. Ai que chega a minha mãe e me repreende por estar me masturbando, disse que se me visse com as duas mãos de novo no meu pinto botaria ovo quente para eu segurar.
Eu não sabia direito o que eu estava fazendo. No ano seguinte soube o que eu tinha feito recebia o nome de masturbação. Nessa época também freqüentava a Igreja e aí veio a culpa, cometi um crime que resultaria a minha morte soube.
Nessa época também comecei a assistir o Cine Prevê, aí veio as punhetas noturnas. Hoje me cansei desses filmes, prefiro ver uma cena de nudez que tenha conteúdo, que me prenda. Fui crescendo e fui preferindo ver ao vivo e a cores ( apesar que para chegar nessa fase demorei).
Na época, não sei se ainda existe, ou se alguém fora eu e meus amigos costumava ligar para o disk sex, hoje dou muita risada em relação a isso, como menino na época da puberdade é besta, só em ouvi uma mulher gemendo ele já fica com o pauzinho duro.
Sair do primeiro grau, fui para o segundo e conheci uma garota que me deixava louco quando fazia trabalho escolar na casa dela, era cada blusa com cada decote. E pedia para que aqueles peitinhos dela pulassem para fora da blusa. Aí eram noites e noites só punhetando, não é que eu era apaixonado por ela, só achava ela gostosa mesmo. Teve uma vez que eu, ela e outra amiga saímos para um show de uma banda de forró.
Nossa aquela noite me sentir o homem mais invejado. Até que uma delas ao receber um xaveco de um cara diz que era sapatão e eram namoradas. Nossa como eu queria um banheiro naquela hora se aquilo fosse verdade, pois elas deixaram os respectivos namorados em casa para saírem comigo.
Aí me cansei da mão, queria enfiar o meu negócio em algum buraco. Aí minha mãe comprou uma mesa daquelas de plástico, que vinham quatro bancos, todos com um buraco no assento , perfeito para o que eu queria. Aí era todo dia penetrando o tal banco. Éramos tão íntimos, não reclamava, eram duas... Três até por dia, que nem me preocupava em quebrá-lo ou que o meu negócio ficasse preso naquele buraco.
Juro que fiquei até com medo de me apaixonar pelo banco, pensei até nessa época que eu era pansexual, mas essa fase também passou.
Entrei na vida de universitário ainda virgem, aí pensei comigo: "É agora que perco a virgindade, sexo, amor e drogas lícitas e ilícitas".
Aí passei a freqüentar barzinhos, a me libertar de certos preconceitos, mas a virgindade permanecia.
Nessa fase me apaixonei por uma amiga lésbica, tive a minha primeira namorada e dei beijos em rapazes. Fui convidado por uma amiga para ir a uma boate, e lá acontece à coisa mais louca da minha vida, ao mesmo tempo gostosa, o sexo oral. Particularmente não gosto de balada, não dá para ver o rosto direito das pessoas, e ainda nunca entendo, só são três perguntas: Nome, idade e orkut ( isso quando fazem!). Numa dessas baladas, a menina foi logo abaixando a minha calça, na rua, os carros passando e as pessoas na boate vendo e dizendo: "Chupa mesmo", "Tá gostoso ai hein pai"
Na hora você não pensa em nada, é tão gostoso o momento que esqueci que ela era bissexual, tinha feito naquela noite antes de mim com outras quatro pessoas aquilo, e beijou a minha boca, com gosto de pau( e também do meu pau). Aí quando cheguei em casa bateu aquele nojo, e talvez nunca mais a veja, e loucura ela participou de um momento tão íntimo da minha vida, me viu gozar literalmente.
Depois veio aquela dor de cabeça de poder ter contraído alguma doença sexualmente transmissível. Ela fez comigo, eu não fiz com ela, não tenho essa coragem de meter a minha boca em qualquer lugar, apesar de admirar a coragem dela de saber usar a boca daquela forma. Aí se alguém puder me tirar esse peso das costas, se devo ou não me preocupar com isso, agradeceria.

Otage- capítulo 42.

Manuela vai até a casa de Marcos.
-Oi.
-Quem é você?
-Você deve ser a Nadiane?
-Sim.
-Eu sou uma amigo intima de marcos.
-Entre.
Ela entra.
-Ele falava muito de você.
-É. - Nadiane com lágrima nos olhos.
-Ele morreu de ujma maneira... é um monstro a pessoa que fez aquilo.
-Ou monstros.
-É...
-Quer um café?
-Gostaria.
Manuela senta no sofá e vê uma foto.
-Ele tinha sete anos aí. - Nadiane.
Nadiane dá o café, Manuela prova.
-Tem um álbum, espera que vou buscar.
Ela volta em poucos minutos. Manuela vai folheando e para numa foto de Marcos jogando bola.
-Ele era o melhor jogador canhoto.
-Canhoto?
-Não sabia? Ele era canhoto?
Manuela se lembra de várias imagens e se lembrou que as vezes ele era canhoto e outras vezes não.
Manuela continua folheando.
-Quem é esse ao lado dele?
-Nãoe stá vendo que são idênticos, é o irmão gêmeo dele, este é Marcos e este o Rodrigo.
Manuela deixa cair a xícara.
-Desculpa.
-Ele não te contou?
-Eu tenho que ir, tchau o café estava uma delícia.
Ela sai da casa desorientada, abre o carro e para como se estivesse pensando em algo.
-Não pode ser.

Selo

A Tute do Morando Junto me indicou para receber esse selo aí:



Obrigado Tute por ter lembrado de mim.

Regras:
- Linkar quem me indicou
-Citar dez palavras que definem seu blog.

Dificil essa tarefa mais lá vai: Pesado, chocante, interessante, inteligente, charmoso, sensacional, divertido, dramático, verdadeiro e sem vergonha.

-Indicar três blogs para esse selo:
Singuhlar, do meu amigo Guh (http://singuhlar.blogspot.com/)
Mulherices, das mais belas blogueiras de todos os tempos(http://mulherices2009.blogspot.com/)
Temporário, do Bruno ( http://tempo-horario.blogspot.com/)

Por enquanto até!

sábado, 3 de outubro de 2009

Curtas urbanas

Mariana é uma jovem de 30 anos, que passa pela chamada crise dos 30. não casou, não tem filhos. Acredita em astrologia, quiromância, tarologia, em fim, é uma mulher de 30 sem muita coisa para fazer. E em uma de suas consultas ela soube que sofreria um acidente que lhe custaria a vida.


A cartomante disse.

-Mãe, eu sou sua filha única. Mães tem essa coisas, esses pressentimentos, diga!
-" Filha você liga para a minha casa as duas da manhã pra isso. Eu estou aqui tomandoo meu pote de sorvete noturno e você vem falar de pressentimento..."
-Não é possível que você não esteja sentindo nada. Mãe a sua filha pode morrer. Não casei, não tive filhos ainda.
-"Ai, acho que estou sentindo alguma coisa".
-Ai, eu sabia mãe. Eu li nesses livros aí que as mães tem um elo preso com os filhos.
-"Ai filha o meu caso é intestino preso mesmo, tenho que aproveitar para dá aquela barroada, vou desligar". - desligou.
-Meu Deus. Esvânia!
-Oi - aparece a empregada.
-Eu tenho uma passagem para Florianopólis. Quer ir comigo?
-É de avião?
-Sim. - ela senta no sofá e desliga a tv que iria mostrar um avião que caiu no mar matando todos os passageiros.
-Num vou não, tenho medo.
-As estatísticas dizem que ´o avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Ai Esvânia a cartomante disse que eu iria morrer. - chorando - Eu ainda não casei e não tive filhos. O meu futuro marido pode estar aí nas ruas e becos da vida a minha espera sem saber que pode nunca me conhecer.
-Acho que isso é encosto Dona Mariana.
Esvânia aconselhou a patroa a procurar uma Mãe de Santo.
A mãe de Santo incessa a casa.
Mariana tossindo se despede da Mãe de Santo.
-Acho que pela quantidade de incesso que inalei, estou protegida há mais algumas reencarnações.
-O seu amigo Flávio ligou.
-Ah Flávio! Ele é médico. Esvânia você é um gênio! - ela não beija o rosto de Esvânia.
No consultório de Flávio.
-Nada, está normal.
-Tem certeza? Nenhum tumor? Ferimento? Nada?
- Eu sou médico, primeiro a ética. Assim você está me ofedendo.
-Mas você sabe eu...
-Não casou, não teve filhos e também não adquiriu juízo. Onde já se viu acreditar em cartomante.
Ela em casa vai até a janela.
-Meu Deus me dê um sinal, alguma coisa. Um alerta para o que devo fazer!
-Cale a boca porra! - o vizinho do andar de cima grita.
-Ela entra e fecha a janela.
No dia seguinte ela tia o carro para viajar e atropela no estacionamento uma cadelinha.
-Vida! - a dona da cadela desesperada - Ai meu Deus.
Mariana começa a dar risada, pois entendeu a frase da cartomante: "Você sofrerá um acidente, que lhe custará a vida "
-Está rindo. Você matou a vidinha - a mulher chorando..
-Ela até está bonitinha toda estira dinha no asfalto - a dona olha para ela. - Ah desculpa. Foi mal.

Otage- Capítulo 41.

-Vamos comer o quê? - Pedro pergunta.
-Linguiça. - Carolina.
-Ah não, não como isso. - Heitor.
-Eu também não. - Bruno.
-Nossa como essas linguiças estão pequenas. - Caio.
-Hã... Hã. - os meninos.
-Pois eu como, e é bom que sobra mais pra mim. -Pedro.
-Hã... Hã. - os meninos.
- Eu quero a maior, não me contento com pequena. - Ingrid.
-Hã... Hã.
-Deixem de ser bobos meninos. - Manuela.
-Tire a mão Pedro. - Carolina.
-Oh! Ninguém vem ajudar a montar as barracas não? - Elís - Antes que anoiteça.
Ao cair a noite, todos reunidos em volta da fogueira, ouvindo Elís cantar e tocar violão.
Pedro abraça a irmã e Carol dá um selinho em Caio.
Heitor coloca o braço no ombro de Ingrid e essa tira o braço dele de cima dela e sorrir.
Todos se deram as mãos e começaram a sacudir o corpo pra lá e pra cá.
-Com licença, mas vou roubar a minha cantora preferida.
-Hã... Hã. -Todos.
-Boa noite. - entram na cabana.
Ao amanhecer, Elís e Ingrid vão tomar banho na cachoeira, só que nuas.
E entre os matos Heitor e Pedro olhando.
-Oh! Podem parar de ver, minha gata está lá. - Bruno.
-Estraga prazeres. - Pedro.
Lá onde as barracas estão armadas.
-Gente quanta sujeira, não podemos poluir a natureza, gente quanta cerveja.
-Carol. - Caio coloca a mão na boca dela e tira logo em seguida e ela rir.
-Nossa para todo lado que viro tem mato. - Manuela.
-Vocês. - Caio.
-Caio eu já te disse que eu te amo?
-Não.
-Te amo. - o abraça e dá um beijo no rosto dele.

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