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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Clandestinos.

 

Fico olhando pro seu corpo nu dormindo
E minhas ideias vão indo além do toque
E com a ereção a mão gostando tu vou presumindo
E depois ao te acordar lhe conto tudo sem nenhum retoque
Um terceiro sujeito a cama lhe possuindo
De portas e pernas abertas invadindo minha morada
E a prostituta no lance da escada pedindo
Vestida de colegial pronta pra ser namorada
Com ou sem algemas pra alcançar
E cam ligada pronto pra dançar
Para olhos curiosos e enrijecidos
Saindo a rua clandestinos
Com dose de álcool na mão e na boca peitos endurecidos
Beijos parceiros apressados ou paulatinos
Que levem à cama ou a ser pública
Rostos escondidos de um vídeo amador
Numa viagem acusmática
Onde as próprias vontades não vão se antepor
Na experiência de dor e prazer de ser humano
Mesmo pra olhos de outrem não seja algo transumano.

Orla desvairada



Num cantinho qualquer
O prazer alguém quer
Onde mão boba é bem vinda
E você pode não ter gozado ainda
Onde sem pudor se leva a boca
Nem sempre só se despindo a roupa
Orla que tem preço
E terminar dentro de um carro não é apenas o começo
Onde puta é apenas um elogio
E ficar duro longe de curiosos é apenas um privilégio
Onde terminar um coito é apenas um convite para o próximo
E sem flerte o que é boníssimo
Protegido ou não a depender do seu tesão ou desvairança
E com sorte segura o troféu que conquistou diante de muitos com perseverança
Orla onde as vez não se faz nada e se observa tudo
Até o beijo desprovido em algum carnudo
De quatro experimentando a delícia de ser
Sendo observado experimentado a delícia de fazer 
Orla do sexo fácil e descompromissado
Descompromissado até mesmo com a tesão do outro por ser apressado
Ao cair da noite tudo é só sexo
Mesmo que pra você não tenha algum nexo

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