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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Marcianas.



Seria sonho ou abdução
Corpos nus em mosaico
Seios a vontade
Com toda a abjeção
Onde nada é laico
Onde há alacridade
Nadegas abertas
Um cu pra brincar
Na cama com aristocratas
No banheiro batendo com putas
Experiências para não abarcar
Paus tortos a satisfazer
Pequenos pra tirar o prazer
Rostos que não se guardam na memória
Pra não lembrar a escória
Sujo onde não tem sujeira
Poderiam ser anjos, ninfas... Mas é apenas uma alegoria
Pra momentos em que se perde o rumo, a estribeira
A caça de marcianas
Enquanto se tem algum dinheiro ainda sobrando.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Não é apenas um poema de amor.



O amor vem devagar a passo lento
Ou rápido como o segundo
O amor é uma mentira criada para alimentar nós mesmos
Ou uma verdade exposta e imposta para não denunciar o medo
O amor pode ser um lamento e momentos de isolamento
O amor é euforia alegria que quer ser mostrada ao mundo
O amor é uma memória individual de termos
Partilhada compartilhada para não se tornar azedo
O amor está na boca,  nos olhos, no arrepio
Ou apenas guardado em alguma música, escrita em uma folha de papel ou parar em outros amores
O amor tem hora pra chegar e não queremos terminar
O amor entende dessas coisas inexplicáveis
O amor não é mensurável apesar de estar nas mão de algum larápio
O amor faz ver onde não tem cores
O amor é coisa ainda a se combinar
O amor as vezes é só uma lista de coisas aceitáveis
Você pode até dizer que estou apaixonado
Eu teria o maior prazer de dizer que está enganado
Não entendo nada do amor
Apesar de ele está em tudo de mim
Queria ser um praticador do desamor
Para assim me acostumar com o fim
E assim sair mais fácil o sim
Te daria do amor todos os sinônimos e adjetivos
E mesmo  assim não aprenderia o sentido,  o objetivo
Talvez o amor seja só isso
O ato de nomear algo que estamos sentindo
Que não precisa de uma direção ou sentido
Talvez o amor não esteja em nada disso
E pra não dizer que não falei de amor
Deixarei essas palavras escritas amor
Para que um dia eu leia e encontre ou não encontre
Um poema de amor.


Mulher de nome.






Mariana ou seria Lúcia?
Carla na infância
Lúzia mulher já feita.
Dividindo a cama com a mulher perfeita
Dando gritinhos em plena sexta-feira.
Parando na cama como uma qualquer depois da bebedeira
Ora chupando paus ora chupando bucetas
Na cabeceira da cama pedindo que metas
De dia a filha exemplar, a esposa devotada
A mãe carinhosa, a empregada conformada
A noite a mulher com fome
A mulher de muitos nomes
A mulher que quer tudo e todos
A mulher de verdade cheia de mentiras e outros segredos
De dia sem maquiagem, curvas escondidas
A noite cara pintada, roupas percebidas
Não menos mulher
Apenas querendo ser mulher
Não sabe se na cama
No álbum de família
Ou apenas pra Cecília.



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Íntimos. - Capítulo 8.



Vinícius Ramos - 24 anos - 2003.

Vinícius estava adorando a faculdade, era uma infinidade de peitos, que o deixava maluco. Pequenos, grandes, não tinha o preferido, os de bico bem escuro ele gostava. Pena que não dava pra ver os seios, devido  a roupa, só o colo,  ele adorava uma roupa bem decotada, e meninas que não usam  sutiã. mas ele era bom de imaginação. Escuros, pequenos, cabendo na palma da mão, durinhos, verdadeiros melões. Viva os peitos.
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Vinícius com 15 anos sentado na cama nú ao lado sua tia também nua.
Ela pega a mão dele e coloca num dos seios dela.
-Sente? Peito de mulher. Gosta?
Ele não responde, começa a chorar calado.
-Gosta?!
Ele balança a cabeça dizendo sim.
Ela desce a mão até o meio das suas pernas.
-Segura forte. Vagina de mulher. Gosta?
-Sim...
Ela deita e Vinícius vai beijando a sua perna até chegar ao seu destino.
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Vinícius para em sua viagem pelo mundo de peitos e ver o segurança jovem, fortinho, mas não malhado, ele sorrir pra ele e se retira pro banheiro.
Vinícius também entra no banheiro urina ao lado dele, olha pra ele com os olhos gulosos, e olha pro documento do segurança.
O segurança olha pro lado e pro outro e pega a mão de Vinícius e faz ele segurar o pênis dele.
Na cabine Vinícius chupando o segurança, faz ele gozar. Vinícius engole. O segurança olha pra ele, bate no rosto dele, se põe de costas pra Vinícius. Tinha uma linda bunda, que tinha o excitado e assim depois de deixa-lo lubrificado com a sua língua come o segurança no banheiro.
O segurança sai primeiro e depois ele, ao descer as escadas se esbarra numa gracinha palídica de cabelos castanhos.
-Desculpa. - fala ela.
E ele desce deixando guardado o ato do banheiro no banehiro.
Ao final da aula, ele ver a mesma menina acompanhada de uma loira, conversando com um rapaz.  Ela estava se sentindo meio deslocada, não tinha amigos, se aproxima.
-Com licença. - eles se viram pra ele -A equipe de vocês já tá completa?
-Falta um integrante. - responde a loira.
-Posso?
-Claro gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula na sala de estudos. Já reservei horário lá. -Júlia puxa a loira e se retiram.
-Gostosa pra caralho né?
-Nem percebi. - responde o rapaz sentado.
E Vinícius pensa que ele também não é de se jogar fora.
-A loira é minha, a morena deixo pra você. - sorrir e bate no ombro dele.
Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, sem briga, Júlia ver de cabeça pra baixo Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
Vinícius percebeu o espanto de Pedro não esperava com a ordem ou pedido de Júlia. Pedro olha pra  ele, depois olha pra Júlia. Ele tira o cinto e desabotoa a calça e abaixa o eclé e começa a chupa-lo . Ele mandava melhor do que ele pensava, não era do tipo nojentinho, brincava com a cabeça, passando a lindo a lingua em volta da glande . Vinícius estava se controlando pra não gozar logo. Beija Vinicius e em seguida ele beija Júlia, Vinícius começa a chupá-lo e Mariana  substitui Pedro no boquete em Vinícius. Pedro começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, Ele percebeu Pedro crescer em sua boca, Vinícius decidiu responder  com mordidinhas, o que fazia ele gemer. Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e Vinícius não parando de meter no rabo dela, Pedro coeça a penetra-la depois de um carinho no rosto dela. Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
Depois ele foi pra praia e ver uma moça bonita no carro, ela tira o óculos escuros, o carro era bem caro, não pertencia a ele. Ela olha pra ele. Ele não lembra bem como parou dentro do carro, mas lembra muito bem quanto ela gozou com ele no meio de suas pernas.
Na faculdade, numa sala, ele suspede o vestido da colega , lambe a mão, olha pra ela e desce, ela vira os olhinhos.
Ao chegar em casa encontra uma senhora nos seus quase 50 anos sentada na cadeira, ela abre as pernas. Ele tira a roupa rapidamente, se arrasta pelo chão, começa pelo dedão dela , vai subindo com a língua, até chegar na vagina dela já umedecida. Ela segura forte a cabeça dele, o mantendo entre suas pernas, o que não era preciso, ele estava bem entretido lá e atento ao seu serviço.
E assim foi conhecendo todos os formatos, todos os tipos. Lisa, bem higiência, e adorava sentir a pele geladinha em sua boca. Risquinho, adorava um bem cavado, parecia um caminho. Asa delta, adorava as conservadoras, bigodinho, era divertido encontrar. Já viu corações, setas, estrelas e até coelhinho, mas meia lua o deixava louco, ficava doido pra moder maças, morangos, abrir fechaduras e brincar com nomes.
No dia seguinte ela tomando cerveja com Mariana.
-Bem gelada, do jeito que gosto.
-Tá boa -sorrir ela.
Se aproximam Júlia e Pedro, ele fica sem graça ao vê-los, se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. - Júlia.
-Foi, mas foi bom. -Pedro.
-Foi um bom estudo. -Vinícius -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E partimos rumo ao apartamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Depois todos na cama, olhando pro teto de mãos dadas.
-Foi bom pra vocês? - Vinícius idaga.
Outro dia Mariana sugere uma festa para eles irem. mas a festa era chata, tinha uma galera que se achava descolada, que bebia todas, todos eram bonitos, uma monotonia, um saco. Ele olha pro quadro sem muita curiosidade entre uma bebida e outra.
Vê Júlia subindo com o dono da festa, pelo menos ela iria fuder hoje. Pedro fazendo um drink e se aproxima uma menina dele e Mariana a mais doida de todos chupando um rapaz que estava dormindo.
Ele pára os seus olhos num rapaz, estava beijando a garota, dava pra ver a excitação dele nas calças, tinha uma bela bunda, a calça caindo mostrando a cueca de marca.
Até que alguém derrama algo em sua camisa.
-Desculpa velho.
Ele olha pro rapaz bêbado.
-Sobe comigo, vem trocar essa roupa.
Sobe ele, o rapaz e outros dois que o acompanhavam feito guarda-costas, ele tinha achado um deserviço deles.
-Aqui uma camisa limpa, se quiser pode tomar banho.
Ele entra no banheiro, troca de roupa, ao sair ver o rapazinho chupando um dos guarda-costas.
Eles olham pra Vinícius.
-Você curte? - o rapaz mostra a pica dura pra ele.
Vinícius chupa, bate e faz gozar os três. O rapazinho bêbado coloca ele de quatro e mete com força, ele sentia a pica bater na próstata, as vezes roçava  no saco, era tão bom, dóia tanto, mas devido ao prazer aguentava. Ele olha pros guarda-costas admirando a cena.
Começou a sangrar, e o cara gostando, parece que tinha o excitado mais ainda. Vinícius deita no chão e supreendentemente goza. Outro suspende a sua perna e começa ou termina o serviço.
Ele depois vai pro banheiro, senta e ver sangue.
-Puta merda.
Se lava, e depois de uns minutos desce ao sair procura pelos outros e ver Mariana na piscina se afogando, se joga e a tira de lá.
A deita, dá tapas no rosto dela, faz respiração boca-a-boca. Ela abre os olhos e ele dá graças a Deus.
-Está bem? Quer que chame uma ambulância? - Vinícius.
-Não, estou bem.
Ele ajuda ela se levantar.
-Quer estragar a festa dos outros porra! Use a porra direito. -Era Henrique dando uma bronca nele.
-Eu te levo. - Vinícius.
Chegam no apartamento dela.
-Está entregue.
-Obrigada.
Ele ver a sala toda bagunçada e um mal cheiro.
-Entre, eu não quero ficar sozinha.
Ele entra e assistem filme em preto e branco o dia todo.
-Você está bem? - ela abraça o braço de Vinícius.
-Eu sou uma menina má.
Outro dia encontra Pedro nas escadas.
-Será que foi certo o que fizemos?
-Prejudicou alguém? Alguém saiu ferido?
-Não.
-Então estamos no lucro. - Vinícius sorrir pra ele -Vem, levanta daí.
Ele puxa Pedro e encontra Mariana e Júlia.
-O braço já está melhor? - Vinícius pergunta pra Mariana.
-Novinho em folha.
-Tem cigarro? - Júlia pergunta pra Vinícius.
Pedro dá um cigarro a ela.
-Olha, estamos levando o menino pro mau caminho. - Vinícius dá risada seguido pelos outros.
-Eu quero é sexo.
Vinícius começa a se roçar na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito errada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.
-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.


Íntimos. -Capítulo 7.



Mariana Braga Venturossa - 21 anos - 2003.

Mariana no banheiro, sentada ao lado do vaso. Está suada, as pálpebras escuras. Ver inscritos na porta, escreve alguma coisa:  " Eu sou puta". Vomita dentro do vaso, limpa a boca, se encosta na parede, amarra um elástico no braço, bate na seringa, olha pra agulha fina, virando duas ou três em sua cabeça. Aplica, sorrir, um alívio tão grande apossou-se do seu corpo.
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Na tela do computador:
" Quero dá uma festinha em casa. Todos são bem vindos, principalmente os de pica grande, os negões principalmente. Vou dá pra todo mundo. Quero ser bem comida. Minha buceta tá doidinha por uma caceta. Uma, duas... Quatro, dez... vinte kkkkkk. espero vocês! Endereço: XXXXXXXXXXX, Tel.:...............
Ela coloca Satisfaction, dos Rolling Stones, vai entrando um a um, muita bebida, muita droga e som alto, pouca roupa.
Ela dava de qautro, de ladinho, deitada de bruço, olhando pro rosto, sentada, em pé. Entre cada foda ela parava e cheirava  a sua modesta quantidade.
Ela vai até a porta.
-Faltam quantos?
Um rapaz conta.
-Dez.
-Entre os 4 primeiros.
Ela se ajoelha na cama, os rapazes tiram a roupa. Ela bate pros dois do lado, o de trás mete, e o da frente ela faz boquete.
O próximo é um gordão. Ela nem consegue ver o pênis dele, ele sobe na cama, e  sobe em cima dela, e chupa gulosamente os seios dela.
-Próximo!
Entra um senhor, bem velhinho. Ele demora pra ficar duro, ela chupando.
-Cai fora broxa!
Outro de óculos continua metendo mas demorando de gozar.
-Chega, você tá demorando.
Tira ele de cima dela.
-Mas...?
-A buceta é minha e eu digo chega.
O homem se veste e se retira. Ela deita na cama, acende um cigarro, se cobre, olha as horas, 4:00.
Alguém bate na porta.
-Entra.
-Eu cheguei muito atrasado. - Um rapaizinho.novinho e bonito.
-Eu fiquei 8 horas dando direto. Tô toda fudida.
Puxa o lençol e mostra.
-Chupe.
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Mariana sentada num assento de pedra.
-Tem cigarro?
Uma moça palídica de cabelos castanhos escuros até o ombro.
-Tenho. -dá o cigarro e acende pra ela.
-Júlia Staun
-Mariana.
Júlia olha para um rapaz encostado na parede.
-Lindo.
-Você ainda não viu nada.
O rapaz se retira e depois elas, Júlia tropeça num rapaz ao subir as escadas.
-Desculpa.
O rapaz desce sem falar nada.
Na sala depois da aula
-Ali o rapaz que estava parado no intervalo. Vamos falar com ele. -Júlia.
Se aproximam.
-Oi, eu sou Júlia, essa é Mariana. - Mariana sorrir - E nós duas viemos aqui saber se você já tem equipe pro trabalho de Antropologia,
-Não.
-Quer entrar na nossa equipe?
-Sim, não vejo problema.
-Com licença. - Um rapaz se aproxima - A equipe de vocês já tá completa?
-Falta um integrante. -responde Mariana.
-Posso?
-Claro gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula na sala de estudos. Já reservei horário lá. - Júlia puxa Mariana e se retiram.
-É o menino que você esbarrou na escada. - Fala Mariana.
-Jura?! Tô começando a gostar daqui.
Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, E Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
  Mariana admira a cena e ver Pedro  tirar o cinto e desabotoa a calça e abaixa o eclé e começar a chupar Vinícius. A noite tinha começado muito bem pensou..Depois ver Vinicius e Pedro se beijando e em seguida Pedro beija Júlia, Vinícius começa a chupar Pedro e ela substitui Pedro  no boquete com Vinícius. Ele começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, ela ver que júlia era peluda, não via uma máquina a um tempo. E teve vontade de esfregar a sua boca lá como Pedro estava fazendo.
 Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela adorava um cu. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e .Vinícius a penetra por trás e Pedro na frente . Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
Ela chega no seu apartamento e ver a conta do banco R$ 4,500,00. Pega o telefone, desiste, deixa sobre a mesa. bebe algo forte, vê um martelo, coloca o braço sobre o balcão, dá a primeira martelada, ela grita. Toma coragem pra segunda, e em seguida a terceira, e ouve-se o estalo e ver o braço quebrado, ela deixa o martelo cair. Senta no chão chorando.
Depois vai fazer uma visita a mãe com o braço enfaxado.
-O que houve?
-Cair da escada. - senta a mesa -Preciso de dinheiro.
-Só lembra da mãe pra isso. Já raspou tudo o que seu pai deixa todo mês?
-É uma merreca.
-É R$ 4000,00 Mariana. Eu fico curiosa com o que você gasta. Por que está usando  saias maiores agora?
Ela pega na saia, Mariana tira a mão da mãe, ela insiste e ver as marcas das agulhas, fica espantada, olha pra filha. Tira o óculos escuros da filha.
-Quantos dias você está sem dormir?
Vai me dá o dinheiro ou não?
Faz o cheque.
-Você me sai muito cara sabia?
-É o preço, não tõ na faculdade como queriam.
Se retira.
No dia seguinte, ela com Vinícius, se aproximam Júlia e Pedro. Se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. - Júlia.
-Foi, mas foi bom. - Pedro.
-Foi um bom estudo. - Vinícius -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E todos partiram rumo ao partamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
Esses momentos eram os mais felizes, ou pelo menos ela pensava assim, logo depois batia uma melancolia, e a dose era maior do que a anterior, pra tentar prencher o vazio do ato, Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Pedro seguido de Júlia deixam  Mariana e Vinícius na cama. Ela se vira e olha pra Vinícius, ele solta um beijo e ela alisa a mão dele e olha pro rosto, e deita sobre a mão dele.
Mais tarde foram pra uma festa. Mariana se junta logo a um pessoal que estava cheirando. As horas passam e ela nem ver mais os outros. Se joga na pista sozinha. Vai no banheiro , cheira mais. Aplica umas no braço.
Senta no sofá, ver todos e tudo, mas não sente nada, não pensa em nada. Olha o rapaz do lado todo estirado no sofá. Abre a calça dele, começa a chupá-lo, até deixar duro, nem se incomoda com olhares curiosos e indignados, sobe em cima do rapaz.
Ela vai até o banheiro e ver uma menina passando mal. Ver um pouco de pó sobre a mesa, coloca um pouco na língua, cheira e começa a rir.
Volta pro sofá e começa a chorar, ver que sua vida é uma droga. Ver a piscina, várias pessoas na piscina.
Se move pra lá, tira a blusa, os homens comemoram ao ver os seios dela. Se joga na piscina, nada. E vai pro fundo da piscina, não ouve mais som, ver vários pés em sua volta e uma luz forte por cima da água. Por um momento pensou em não existir. Fecha os olhos, se ver menina brincando com a sua boneca entre suas pernas, ou talvez a boneca brincando entre suas pernas.
Dorme, ouve o som longe da empregada a chamando pra tomar banho,lembra da empregada com as suas mãos negras ensaboando ela, passando a mão pelo seu corpo.
Ela acorda com várias pessoas em sua volta, tossindo muito.
-Você está bem? Quer que chame uma ambulância? - Vinícius
-Não, estou bem.
Vinícius a levanta
-Quer estragar a festa dos outros porra! Use a porra direito. - Era Henrique dando uma bronca nela.
-Eu te levo.  - Vinícius.
Chegam no apartamento dela.
-Está entregue.
-Obrigada.
Ele ver tudo bagunçado e sente um mal cheiro.
-Entre, eu não quero ficar sozinha.
Ele entra e assistem filme em preto e branco o dia todo.
-Você está bem? -ela se abraça ao braço dele.
-Eu sou uma menina má.
Mais tarde ela vai até o consultório do psicologo.
-Entre.
Ela senta e alisa os braços da poltrona.
-Não lembra de mim?
-Você já foi minha paciente?
-Eu sentava no seu colo aí mesmo onde você está ou ali nessa cadeira, olhando pro seu rosto enquanto você me comia, e eu só tinha 12 anos.
Ele fica desconcertado.
-A vagina não está mais a mesma, está toda puída. Diga qual é o meu problema, semana passada eu dei pra 20 ou mais, e não sair satisfeita. Me furo todos os dias - mostra os braços - E não fico satisfeita. -chorando.
-Calma. Quer água?
-O que você sente ao comer uma menina que não é feita ainda? Se sente mais doente do que eu? Quantas foram? Todas com consentimento? E ao chegar em casa você consegue dormir?
Ele levanta.
-Chega! Sai daqui.
-Eu entendo, menina é mais fácil, o seu pau é pequeno.
Ele olha pra ela.
-Somos dois desgraçados, apenas isso, e não temos o direito de dizer isso um ao outro. Agora saia. Eu não posso ajudá-la - abre a porta.
Ela se levanta, antes de sair olha pra ele.
-Frouxo, troxa, broxa!
-Maluca!
-Pau pequeno! Pau pequeno! - grita e ele bate a porta.
Ela vai até o elevador e aperta o botão.
Na faculdade Vinícius se roçando na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito errada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.
-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.




Íntimos. - capítulo 6.



Júlia Staun - 22 anos - 2003.

Júlia estava parada no seu canto de costume, vendo os casais se beijando, os estudiosos estudando, os divertidos rindo, os curiosos como ela apenas observando, pessoas se drogando, outros com pressa. Chama a atenção dela três se beijando, ela desejou está dentro daquele grupinho, e achou uma pena nunca ter feito, era tentador ser de dois ao mesmo tempo.
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-Eu deixei seu quarto como você deixou. - A mãe.
-Você quer o quer que eu agradeça por ter me deixado naquele fim de mundo?
-Estou vendo que continua a mesma.
-Sabe qual é o seu medo? De saber que é igual a mim, que tem um fogo incontrolável no meio dessas pernas.
-Respeite sua mãe pelo menos se não se respeita.
Ela dá as costas a mãe e tira a blusa, a mãe ver um nome tatuado bem grande nas costas da filha.
-O que significa isso?
-É nome de um homem. -vira pra mãe.
-Eu tô vendo, e não acreditando. Não tem vergonha, se marcando como se fizesse parte de um gado, se comportando como se tivesse dono. Você vai tirar isso.
-Não sair tão fácil.
-Desenhe outra coisa, uma borboleta... o caralho! Mas eu não quero mais isso em suas costas.
-Se dê por satisfeita eu ter entrado na faculdade.
-Eu sei muito bem o que você fazia lá., e esse nome é de um dos empregados.
-Você queria que eu fizesse o quê? Não tinha nada pra fazer lá. Eu dei pra todos lá. Todos!
Entra no banheiro, a mãe sem palavras senta na beirada da cama.
Júlia entra na banheira, se ensaboa com espuma, ver o chuveirinho, leva por entre suas pernas, se aperta, se contorce, não sabe onde colocar os pés. Sentindo as gotas entrando, umedecendo, lhe dilacerando, lhe comovendo. Começa a meter a mangueira na vagina.
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Júlia começa a caminhar entre seus iguais e diferentes.
-Tem cigarro? - Pergunta pra uma menina loira sentada num assento de pedra.
-Tenho. - dá o cigarro e acende pra Júlia.
-Júlia Staun.
-Mariana.
Júlia olha pra um rapaz parado encostado na parede.
-Lindo.
-Você não viu nada ainda.
Ela ver que ele se retira, ela também se retira com Mariana, sobe as escadas e se esbarra com um rapaz.
-Desculpa -ela olha pra ele e sorrir.
Ele desce sem dizer uma palavra a ela, e ela segue subindo as escadas.
Na sala depois da aula ela vai falar com o rapaz que estava encostado na parede.
-Oi, eu sou a Júlia, essa é a Mariana. -Mariana sorrir -E nós duas viemos saber se você  já tem equipe pro trabalho de Antropologia.
-Não.
-Quer entrar na nossa equipe?
-Sim, não vejo problema.
-Com licença. - um rapaz se aproxima -A equipe de vocês já tá completa?
-Falta um integrante. -Responde Mariana.
-Posso?
-Claro gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula, na sala de estudo. Já reservei horário lá. -Júlia puxa a amiga e se retira.
-É o menino com quem você se esbarrou na escada.
-Jura? Tô começando a gostar daqui.
Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, Júlia ver de cabeça pra baixo Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
Pedro para pro um tempo, isso tinha excitado ela, nunca tinha tinha visto dois homens trocando carícias,s e fudendo.Pedro olha pra Júlia e Beija Vinicius e em seguida ele beija ela, Vinícius começa a chupá-lo e Mariana  substitui Pedro no boquete com Vinícius. Pedro começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, ela estava ficando molhada.
E Pedro gemia beijando júlia, no meio da pernas de jùlia devido ao trabalho de Vinícius, que deveria ser ótimo nisso.Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e ver no rosto dela ela sentindo a pica de Vinícius e começa a meter nela. Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
No dia seguinte ela viu Pedro ao chegar, porém não soube o que dizer, ou como se comportar diante dele e não tinha nada de tímida ou acanhada.
-Aqui o trabalho eu fiz ontem ao chegar em casa. -Pedro.
Júlia pega o trabalho.
-Não vai ler? -Pergunta ele.
-Se foi voce que fez, deve estar bom.
Mais tarde ela decidiu ir até onde a irmã trabalha. Nunca mais tinha falado com ela desde o episódio em que foi pega com o marido da irmã.
Estava bonita, mais velha.
-O que está fazendo aqui? Quer deitar com o meu novo marido? Minha mãe  só poderia estar louca quando te trouxe de volta.
-Eu quero pedir desculpas , eu soube que tenho uma sobrinha.
-O que você quer que eu faça? Quer que eu passe uma borracha em tudo. Que voltemos a ser uma coisa que nunca fomos?
-Somos irmãs, não podemos ficar assim.
-Sabe qual é o seu problema? Você não consegue ser feliz, porque nunca está bem consigo mesma. Aí quer estragar a felicidade dos outros. Eu sempre tive inveja de você, porque desde menina, você era a bonita, e eu só a inteligente, a filha que deu certo. -chorando.
Júlia também chorando.
No dia seguinte na faculdade.
-Quer uma cerveja? -Júlia -Mariana e Vinícius estão lá, vem.
-Quero sim.
Eles se aproximam, se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. -Júlia.
-Foi, mas foi bom. -Pedro.
-Foi um bom estudo. -Vinícius. -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E partimos rumo ao apartamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
Júlia estava se divertindo com tudo aquilo, em ver Pedro drogado, Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Júlia ver Pedro depois iri pra varanda,ela também se retira e ver ele olhando pra Lua, se aproxima.
-A Lua está bonita, cheia para os amantes.
-É. Tem uma vista bonita daqui de cima. A cidade parece pequena daqui e grande lá de baixo.
-Entra, não tá sentindo frio?
-Ainda tô meio... lerdo.
-Gozou bastante hoje? - o beija.
Os quatro deitados na cama de mãos dadas olhando pro teto.
-Foi bom pra vocês? -Vinícius pergunta.
 E muitas daquelas noites se repetiriam.
Júlia deitada no colo de Pedro na grama da faculdade, se aproxima Mariana com Vinicius.
-Querem ir pra uma festa hoje a noite?
Eles chegam na festa, tinha uma galera bem bonita. Mariana vai logo pra turminha que tá cheirando. Júlia puxa Pedro até o meio da sala e dança com ele, pega as mãos dele e coloca na cintura dela e depois na bunda dela e o beija.
-Júlia.
-Henrique. - se beijam na boca -Pedro -apresenta Pedro.
-Venham, vou apresentar minha casa.
Júlia vai com Henrique e puxa Pedro.
Ela fica extasiada com tanto luxo, tudo era muito, apesar de ela também ser rica.
-Eu vou pegar uma bebida. -Pedro.
Pedro se retira.
-Você quer ver meus carros?
-Eu quero ver seu quarto.
Ele pega mais duas taças.
-Toma. -entrega uma a ela -Ao nosso reencontro.
-A nossa noite.
Sobem as escadas.
-Que cama grande.
-Perfeita pra essa noite.
Se beijam, ele tira a camisa, mostrando os músculos, e a calça, coloca ela de costas e beija as costas dela.
-Calma menino. Menino afobado acaba sem brinquedo.
A joga na cama.
-Você sabe que você é gostosa?
-É uma das minhas poucas qualidades.
Fica em cima dela a beijando, beijando o corpo todo dela e ela sentindo o tesão crescer sendo  contraído contra o corpo dela. Tira com os dentes o sutiã dela.
-Pára Henrique
-Vai dá de santa agora?
-Eu quero sair. -ele continua -Eu não quero Henrique -o empurrando.
-Você quer, eu sei.
-Chega! - o empurra.
-O que foi? Achou que iríamos conversar aqui?
Ela põe o sutiã.
-Você continua um idiota.
Ele a joga no chão e fica em cima dela, abaixa a cueca.
-Me larga!
-Vai ser rápido e gostoso putinha. -beija os peitos dela.
Ela chuta a verilha dele
-Sua vagabunda!
Ele dá um tapa nela e ela cai na cama. Ele olha pra ela apavorada.
-Não Henrique.
Ele vai em cima dela e ela bate com o abajú na cabeça dele, e ele cai no chão.
Ela se levanta, se veste. Ele ainda desacordado.
-Henrique. -bate no rosto dele, ver sangue.
Puxa o corpo dele até o banheiro. Sai do quarto, desce as escadas correndo.
Ver um movimento estranho lá fora. e ver Mariana sendo retirada da piscina desacordada por Vinícius.
Ele bate no rosto dela, faz respiração boca-a-boca. Ela acorda e cospe a água. Se levanta com a ajuda de Vinícius.
-Quer estragar a festa dos outros porra. Use essa porra direito. -ela se espanta ao ver Henrique de pé.
Ele vai até ela e a puxa para um canto.
-Você me paga um dia por esse hematoma na cabeça vagabunda. -se retira e pega pelo braço outra menina, a beija.
Ela ver Vinícius e Mariana se retirando e Pedro dormindo no sofá. A festa pra ela já tinha acabado.
No dia seguinte Vinícius se roçando na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito enganada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.
-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.


















Íntimos - Capítulo 5.




II Parte: O encontro.

Pedro Nasva - 23 anos  - 2003.

Pedro estava, se sentindo uma formiguinha diante de todas aquelas  pessoas estranhas. Pedro olhava com curiosidade tudo e a todos, mas ao mesmo tempo tinha medo que fosse notado, ele preferia continuar no seu canto sendo um observador oculto, ou até mais um admirador secreto daquele cotidiano universitário que lhe era estranho.
Foi percebendo que todos se dividiam em tribos, os nerds, os que fumam maconha, , as gostosas, os engraçados, os marombados, os estranhos como ele, sem esquecer os viados, que também poderiam ser encaixados nos engraçados, nerds ou estranhos.
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Pedro numa sala com um potinho branco e sobre a mesa revistas pornográficas, todas as capas ele já conhecia. Ele não era tão moderno, gostava ainda de gozar folheando revista. Viu uma revista nojenta com as folhas todas grudadas, ele pensou por um momento que seria bom se ele trouxesse seu próprio material. Ele viu outra capa com uma mulher de pernas abertas com os seus pêlos pubianos aos montes. Era o tipo que  gostava, era bom sentir  pela sua boca, fazia cócegas, ele gostava.
Ele não sabia bem como parou ali, ele só sabia que tinha medo de não deixar prole. Não era do tipo de se apaixonar, e não tinha uma vida sexual normal, não como ele gostaria, os defuntos o perseguiam.
E veio a loira em sua cabeça.
-Estou molhadinha, deixa eu ver seu pau.
-Me deixa.
-Essa capa é interessante, aposto que cabe um pepino dentro dessa vagina. Eu já me masturbei com um, pena que não conseguir enfiar todo. -dá risada -Você já tá há 20 minutos e essa porra não tá nem dura.
Dez minutos depois Pedro sai da sala e entrega o pote.
-Eu não posso, sou broxa!
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 Ele percebe uma moça palídica de cabelos castanhos no ombro o olhando. Ela tinha cara de safada e era gostosa pra caralho. Ele vira o rosto e sai dali.
Na sala depois da aula, a moça que o olhava se aproxima, ele pensou que era mentira e se controlou pra não ter uma ereção ali mesmo.
-Oi, eu sou Júlia, essa é Mariana. -a loira do lado sorrir -E nós duas queremos saber se você já tem equipe pro trabalho de Antropologia.
-Não.
-Quer entrar na nossa equipe?
Por um momento ele pensou em entrar com tudo.
-Sim, não vejo problema.
-Com licença. -um rapaz -A equipe de você já está completa?
-Falta um integrante. - Responde Mariana.
-Posso?
-Claro, gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula, na sala de estudo, já reservei horário lá. -Júlia puxa Mariana e se retira.
-Gostosa pra caralho né?
-Nem percebi. - responde Pedro a pergunta de Vinicius.
-A loira é minha, a morena deixo pra você. -sorrir e bate no ombro de Pedro.

Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, Júlia ver de cabeça pra baixo Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
Pedro não esperava essa ordem ou pedido de Júlia. Olha pra Vinícius, ele era bonito tipo modelo, depois olha pra Júlia. Ele tira o cinto e desabotoa a calça e abaixa o eclé e começa a chupar Vinícius. O gosto era melhor que esperava. Era a coisa mais gostosa que tinha chupado até hoje. Vinícius era limpinho, sem pêlo. Beija Vinicius e em seguida ele beija Júlia, Vinícius começa a chupá-lo e Mariana o substitui no boquete com Vinícius. Ele começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, era do jeito que gosta, peludinha. estava molhadinha, percebeu ao esfregar os pêlos por sua boca.
Isso o deixava mais excitado dentro da boca de Vinícius, que era ótima, que respondia com mordidinhas, o que fazia ele gemer. Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e ver no rosto dela ela sentindo a pica de Vinícius e começa a meter nela. Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
No dia seguinte ficou tudo estranho, era como se todos os 4 tivessem se revelado, e não tivesse mais nada pra esconder do outro.
-Aqui o trabalho, fiz ontem ao chegar em casa.
Júlia pega o trabalho.
-Não vai ler?
-Se foi você que fez, deve está bom.
Pedro ao sair da faculdade, se depara com um mendigo na ponte, encostado no parapeito. O homem lembrava o seu pai, não sabe porque lembrou dele.
-Uma esmola pelo amor de Deus, tenho fome.
Pedro pára diante do homem, o homem olha pra ele. Pedro continua andando e deixa o homem com a sua miséria.
Pedro para numa lanchonete.
-Me ver dois mistos.
Vai até o homem.
-Aqui.
-Obrigado. - o homem pega o pacote.
-Qual é o seu nome?
-Eu não tenho nome. Não preciso de nome, não existo pra muitos que passam por aqui.
No dia seguinte na faculdade.
-Quer uma cerveja? -Júlia -Mariana e Vinícius estão lá, vem.
-Quero sim.
Eles se aproximam, se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. -Júlia.
-Foi, mas foi bom. -Pedro.
-Foi um bom estudo. -Vinícius. -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E partimos rumo ao aparatamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
As risadas de todos estavam dentro da cabeça de Pedro estrondosamente, e tudo ao seu redor estava embaçado, Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Pedro depois vai pra varanda, olha a Lua, tinha saudade de casa, da sua época de inocente.
-A Lua está bonita, cheia para os amantes.
-É. Tem uma vista bonita daqui de cima. A cidade parece pequena daqui e grande lá de baixo.
-Entra, não tá sentindo frio?
-Ainda tô meio... lerdo.
-Gozou bastante hoje? - o beija.
Os quatro deitados na cama de mãos dadas olhando pro teto.
-Foi bom pra vocês? -Vinícius pergunta.
E muitas daquelas noites se repetiriam.
Júlia deitada no colo de Pedro na grama da faculdade, se aproxima Mariana com Vinicius.
-Querem ir pra uma festa hoje a noite?
Eles chegam na festa, tinha uma galera bem bonita. Mariana vai logo pra turminha que tá cheirando. Júlia puxa Pedro até o meio da sala e dança com ele, pega as mãos dele e coloca na cintura dela e depois na bunda dela e o beija.
-Júlia.
-Henrique. - se beijam na boca -Pedro -apresenta Pedro.
-Venham, vou apresentar minha casa.
Júlia vai com Henrique e puxa Pedro, tudo na casa era exagerado e fino.
-Eu vou pegar uma bebida. -Pedro.
-Ok. -Júlia, ela depois sorrir pra Henrique.
Pedro vai até a mesa onde está as bebidas e faz uma caipirinha pra ele.
-Vai ficar melhor com essas duas balinhas. -fala uma moça que coloca na boca dele e o beija.
Pedro depois vai até a sala, tudo fica muito grande a sua volta.
-Está bem?
Passa por Vinícius e nem responde, ver Júlia subindo as escadas com Henrique. Ver casais se beijando, meninas e meninos, meninas e meninas, meninos e meninos. Vira o copo, entra numa sala.
Tudo gira a sua volta e o som está bem alto em sua cabeça, acompanhada da imagem de Júlia dando pro Henrique na cama grande com lencóis brancos de seda.
Isso tinha o excitado, lembrou da vez  no laboratório que deixou a amostra vazia. teve vontade de gozar ali, colocou  o pau pra fora, já estava duro, enervado, viril, começou a se masturbar, abriu a boca e começou a sorrir. Olhou pro teto apesar de não ver o céu, viu o céu, apesar de não ter estrelas, tinha estrelas, começou a gozar. Gozou na TV grande, no sofá imponente, no tapete caro, nas caixas de som potente.
Deitou no chão, não sabe quanto tempo ficou ali, limpou a mão na roupa mesmo, saiu da sala, ouve gritos de socorro, e Júlia descendo as escadas correndo, todos em volta da piscina e Vinícius tentando reanimar alguém, admira a cena até perceber que era Mariana.
Ela acorda, cospe a água, se levanta.
-A dosagem foi boa hein. -Fala uma menina no ouvido dele.
-Quer estragar a festa dos outros porra. Use essa porra direito. -Henrique dando uma bronca em Mariana e puxa Júlia pra um canto.
Vinícius leva Mariana, e Pedro fecha os olhos.
-Acorda. -ele abre os olhos, era Júlia -Já é dia.
Ela o puxa, ele ver gente deitada em todo canto, vestido ou não. Pega um copo ainda com alguma coisa dentro e bebe, se incomoda com a luz do sol ao sair.
No dia seguinte Vinícius se roçando na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito errada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.

-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.












sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Íntimos. -Capítulo 4.




Mariana Braga Venturosa - 12 anos - 2003.

Mariana olha pro relógio faltavam cinco minutos pra acabar a aula, copia a atividade no quadro no caderno rosa cheio de figurinhas, coisa de menina. Olha pra um menino sentado ao lado, leva a caneta a boca,  introduzindo a metade da caneta na boca, chupando, tira e sorrir.
Bate, ela se levanta e guarda as coisas, como os outros alunos ela desce, leva um chiclete a boca.
Era loira, tinha um rosto angelical, olhos castanhos, alta para os seus 12 anos de idade. Ela toma caminho diferente dos colegas, com o seu olhar dissimulado, como se devorasse tudo, vai pra atrás da escola, lugar pra namoro, lugar pra paquerar, lugar proibido, lugar divertido.
Havia uma fila de meninos, de todos os tipos, gordo, magro, baixo, alto, meninos de séries mais avançadas, meninos do primário até, preto, baranco, amarelo, lilás, até meninas era permitido, Mariana era democrática.
Na frente um menino de óculos.
-Cadê? -ele dá o dinheiro, ela pega -Bom menino.
Abaixa a calça dele e começa a chupá-lo.
Na direção os pais de Mariana.
-Eu chamei vocês porque a filha de vocês vai ser expulsa da escola por comportamento indevido.
-O que ela fez? -A mãe.
-Eu não sei nem por onde começar. Ela... Ela vai pra atrás da escola.
-Não, Mariana é uma menina doce, ingênua.
-Mariana é dissimulada mãe, me desculpa. Tenho provas, entrega as fitas. Os meninos já ficam a esperando, até meninas.
-Pra quê?
-Ela masturba os meninos, faz sexo oral com eles, 10, 15, 20, ou até mais fazendo fila, e ela cobrando pra isso dois reais de cada um. E até chega as vias de fato.
O pai cai da cadeira.
-Querido!
Na sala.
-Satisfeita? Você quase mata o seu pai. Ele teve um infarto, está internado por sua causa. Que desgosto Mariana, expulsa da escola, por ser ... puta, isso que você é puta! O que você tem na cabeça garota? Fala alguma coisa menina, a vontade que tenho é te machucar todinha.
Mariana se mantém calada de cabeça baixa.
-Há quanto tempo faz isso? Responde!
Ela leva as mãos ao rosto,
-Sai da minha frente. Torça para que seu pai não te mate.
Álvara não entendia o comportamento da filha, se prostituindo na própria escola, tinha tudo que uma menina da idade dela poderia querer. Por isso decidiu contar com ajuda de um psicologo.
-Obrigada.
-Essa é a menina?
-Sim.
-Entre querida. A senhora fica aqui. -liga o som.
Fecha a porta e senta de frente pra ela na sua cadeira, ela alisa o braço da poltrona.
-Tudo bem?
Ela se mantém calada.
-Tem brinquedos. Quer algum?
-Eu não brinco.
-Me diz o que está sentindo.
-É casado?
Ele ver a aliança dele.
-A entrevistada é você. Por que faz essas coisas?
-Porque gosto.
-Sabe o que tá fazendo?
-Estou sem calcinha. -abre as pernas pra ele -tem poucos pêlos, claros, como meu cabelo, vermelhinha, cheirando a leite, novinha, doida pra que alguém a chupe.
Ele dobra a perna , anota alguma coisa.
-Homens, é só falar alguma sacanagem e eles já se excitam. -sorrir.
-Gosta de sacanagem? O que é sacanagem? Saberia me dizer?
-Eu posso chupar o seu pau até você gozar. Você quer continuar com esse interrogatório infame.
-Você tem um bom vocabulário.
-Piranha, vadia ,puta, putinha, vagabunda, piriguete, fácil, boquetera, safada, cachorra, vagaba, cú de toba, xuranha, serrona, vagaba, vaca, quenga, biscate, galinha, oferecida, aproveitadora, marafona, nigrinha, ronheta. Qual desses você prefere me chamar?
-O que você quer?
-Eu quero gala na minha boca, porra dentro de mim, pau batendo na minha cara -ela bate no rosto -Várias picas na minha boca. Vários homens me fodendo, me desejando, dois ou três me penetrando de vez. Dentro do cu, dentro da buceta. Quero um pênis de 27 centímetros me arregaçando perguntando se eu gosto de tomar rola. Quero um braço inteiro me rasgando. Quero ficar bem larga, fica toda cheia de esperma, com todos os cheiros no meu corpo. Que a buceta queime de tanto eu dá.
A mãe se aproxima da porta, coloca o ouvido, mas não ouve nada, pensa em bater, mas se contém.
Lá dentro, Mariana sentada no colo do psicologo dando o cu pra ele.
Alguns minutos, eles saem.
-Como foi?
Ela falou pouco, mas creio que vai ter avanço.
-Obrigada, -dão as mãos.
Elas saem, no carro.
-Gostou da consulta?
-Detestei.
-Ótimo, se não gostou é bom sinal.
Mariana vira o rosto pro retrovisor e sorrir.
Mariana começou a variar o cardápio, a expandir seus interesses.
O ônibus chega ao fim de linha, ela olha pro cobrador, pega no ferro, alisa subindo e descendo, segura com força, sorrir pra ele. No fundo do ônibus o cobrador a comendo com as pernas abertas formando todos os ângulos.
Mariana pensava em sexo 24 horas por dia, os 7 dias da semana, tudo a excitava. Até uma simples festa de criança.
Ela ver um rapaz tirando o lixo do salão de festa, com um uniforme sujo verde.Ela o segue até o cõmodo ao fundo do prédio. Ele estava tirando a roupa, toma um susto ao vê-la.
Ela começa a desabotoar a blusa, mostra os seio pequenos em formação.
Mariana não era fácil e a família nem suspeitava a sua brincadeira preferida. Ela numa loja de roupas, no provador. Ela abre a porta e ver o rapaz.
-Ficou pequeno demais em mim. - o puxa.
Ninguém sabia o que passava por aquela cabeça pervertida, os seus olhos parados davam medo.
Ela num banheiro dando pra dois negões.
Mariana enganava bem, nem parecia que tinha 12 anos, davam 16 nela fácil, mentia que nem sentia.
Ela passeando vendo os cachorros na loja.
-Que tipo de cachorro você quer?
-Um tipo que caiba aqui. -suspende a saia mostrando a bunda com uma minúscula calcinha.
E continuou se consultando com seu psicologo. Ele metendo nela.
-Frouxo, viadinho, broxa, não faz nem cócega.
Ela fala isso cuspindo as palavras no rosto dele.




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Íntimos. -Capítulo 3.




Vinicius Ramos  - 15 anos  - 2003


Vinicius está com um amigo no seu quarto.
-Está a fim de ver um filme pornô? - sugere Adriano, o seu amigo.
-Pode ser.
Adriano coloca o filme, Vinicius nunca tinha reparado no corpo de Adriano. Adriano era forte, um moreno bonito, mãos grandes, que ele pensou que sorte da namorada dele em ter aquelas mãos pelo seu corpo.
-O que foi?
-Eu pensei por um momento, se meus pais verem.
-Você já tem 15 anos Vinicius, é homem. Não é?
-Sou...
O pênis de Adriano já estava ereto, ele tira o sort, estava sem cueca. Vinicius nunca tinha visto outro a não ser o dele, o de Adriano era reto, da cor dele, o dele era mais branco do que ele, era grande a glande dele, majestosa reinando  naqueles 20, 22, talvez 24 centímetros. Vinícius nunca mediu o dele pra comparar com os outros.
-Está de pau duro?
-Estou.
-É gostosa aquela buceta, chupava toda.
-Chupava todo.
-O quê?
-A buceta.
-Você está estranho. Não está a vontade?
Vinicius tira a roupa, o seu pênis apontava para o de Adriano, como se fosse um ponteiro de uma bússola indicando a direção.
-Nossa estou com uma vontade de fuder.
Adriano começa a pegar no pau dele, a bater, e ficava todo orgulhoso com a sua ereção.
-Ah delícia.
Vinicius pegou no dele, mas queria pegar no de Adriano, sentir aquela grossura toda em suas mãos. Ele nem percebeu que Adriano estava com uma de suas mãos em seu pau.
-É assim que faz. - sorrir.
Vinícius olha pra ele sem palavras e pega no de Adriano, o filme já não importava , Adriano era rápido, estúpido, batia forte, como se tivesse pegando num pedaço de carne, aquilo estava o dilacerando, não entendia. Enquanto ele pegava  carinhosamente, admirando com as mãos, puxava a pele pra a cabeça ficar mais majestosa ainda. Ele deu vontade de pegar no escroto dele, mas hesitou com medo de qual seria a reação dele, quando sem perceber Adriano goza, seguido por ele.
-Eu vou me limpar.
Vinicius olha pro líquido em sua mão, ele tinha jorrado muito, limpa no lençol e deita. Adriano sai do banheiro, apaga a luz e deita também sem dizer uma palavra e fica de costas pra Vinícius.
Vinícius olha pra bunda, as costas de Adriano, e fecha os olhos, como se tivesse se recriminando por desejar o amigo, de sentir aquelas coisas. Será que era menos homem por causa disso? Ele se perguntava se Adriano estava sentindo a mesma coisa. E diante de tantas perguntas e sensações ele sem perceber adormeceu.
Ao acordar ver a cama de Adriano vazia, vai pra cozinha.
-Bom dia mãe.
-Vê a mesa pronta.
-Bom dia.
-E Adriano?
-Acordou cedo, não quis nem tomar café, eu perguntei se queria que acordasse você, ele disse que não precisava, que não queria incomodar.
Vinícius depois de tomar o café pega o celular, pensa em ligar, mas hesita diante do número, fica olhando pros números, manda uma mensagem: Tudo bem?
Joga o celular na cama, mas durante todo o restante do dia ele não consegue se desgrudar do celular, em vão, pois não houve resposta.
Passou-se dois dias e chegou a segunda-feira, dia de aula. Ele vai até Adriano e o vê beijando a namorada, se afasta.
Durante toda a aula observa ele na sala e ele nem aí, fugia dele, o ignorava.
Vinícius chega em casa, tira a roupa, ver a capa com o filme, joga no lixo, até tomar um susto, sons de tiro e porta se batendo. Ao chegar na porta ver sua mãe abraçada ao seu pai agonizando na calçada, lavando a ladeira com seu sangue., a mãe gritando inconformada.
-Pai!
Foi a única coisa que ele conseguiu dizer.
O pai morreu e Adriano estava lá no enterro com a namorada e a única coisa que ele disse foi meus pêsames.
A noite foi longa, quando os olhos já estavam pesando, ele desperta com um barulho, procura pela mãe no quarto, não estava lá. A ver sentada na cadeira com a cabeça deitada sobre a mesa.
-Mãe. - a balança.
Ela cai da cadeira
-Mãe! fala comigo! Socorro!
Se abraça a mãe, inconformado.
Vinícius sentado num banco de frente a uma porta encostada, lá dentro sua Tia Berenice com um homem.
-Eu não posso ficar com esse menino, ele já é um rapaz feito. O pai só vivia drogado, a mãe infeliz sempre com um cigarro na mão. Eu tenho os meus filhos, são crianças, eu não posso colocar um estranho dentro da minha casa.
-É seu sobrinho.
-Eu esqueci já há muito tempo que Ana Lúzia era a minha irmã.
Vinícius é levado até uma casa enorme, cheio de crianças, uma mulher o recebe.
-Seja bem vindo.
-Ele teve uma história muito infeliz.
-Não se preocupe ele vai ser feliz aqui.
Ele sobe com a senhora até um quarto.
-Desfaça a mala e vista isso, todas as crianças usam isso. -pega o uniforme -E desça logo em seguida, a mesa já está posta. -se retira.
Ele tira a roupa, começa a chorar. Ele já tinha idade pra saber que ninguém o queria.
Mais tarde ver  outros meninos jogando bola, senta no banco, se aproxima uns meninos.
-Ei.
Um dos meninos pega ele pela gola.
-Você trouxe o que com você ?
-Nada, eu não tenho nada.
-Celular, MP3, mini-game, alguma coisa idiota. -dá um tapa no rosto dele.
-Larguem ele -um menino.
-O que foi? Está se doendo por ele?
-Para de ser idiota Fabrício, deixem ele em paz.
Fabrício vai partir pra cima dele, e o menino dá um soco nele o derrubando no chão.
O menino olha pra ele com a mão no queixo e vai embora com seu grupo.
-Rafael. Qual é seu nome? -oferece a mão perguntando.
-Vinícius. -segura na mão dele e se levanta.
A noite cai acompnhada de chuva e os dois no telhado.
-Será que vamos sair daqui?
-Já estamos grandes Vinícius. Mas eu te protejo, fique tranquilo.
Olha pra ele e dá um beijo nele e sai, deixando Vinícius sozinho com as suas perguntas.
No dia seguinte ao entrar no banheiro, ver Rafael na baheira.
-Desculpa.
-Não tem problema.
-Você vai demorar?
Um pouco. Fecha a porta. -Vinícius tranca a porta. -Entra.
Vinícius tira a roupa e entra na banheira, ver Rafael se ensaboando e desce os olhos  pra a água. Rafael joga água no rosto dele.
-Besta. -dá risada.
Se levanta ficando em pé nú na frente dele.
-Você é bonito sabia? -alisa o rosto dele.
Se enrola na toalha e sai.
A noite, acorda com um susto
-Sou eu.
Era Rafael abaixando a calça dele, e começando a chupá-lo.
Assim foi se passando os dias, as semanas, os meses, E Rafael e Vinícius ficando mais íntimos, não se desgrudavam, não ligavam para os comentários. e assim Vinícius foi se acostumando a rotina do orfanato. Até que um dia ele foi chamado pela dona do orfanato.
-Tenho boas notícias pra você Vinícius. -coloca a mão no ombro dele e o leva até a sala.
Lá estava uma bonita mulher jovem.
-Oi Vinícius, sou sua tia mais nova, Selma. -alisa o rosto dele.
Vinícius vai para o quarto, começa a arrumar as malas.
-Você vai embora? -Rafael
-Sim, uma tia veio me buscar. Eu não quero ir. -chorando.
-Bobo -o abraça -Você tem que ir, você tem muita sorte de sair daqui.
-Eu vou pedi pra que ela te adote.
-Eu sou velho, faltam menos de 2 anos pra fazer 18.
-Você disse que nunca me deixaria.
-Eu não vou te deixar. Ao sair daqui eu vou te procurar. -Se abraçam.





Íntimos. -Capítulo 2.




Pedro Nasvas -14 anos -1993.


Havia um fato curioso sobre Pedro em todo canto que ele ia o acompanhava uma mulher alta, loira, num vestido branco, jovem, devia ter uns 20 anos, bem pálida, com os seis marcando no vestido, e a boca vermelha de batom, olhos azuis que faziam uma perfeita harmonia com as sombrancelhas claras quase impercepetíveis.
Ela estava parada no ponto, sentada no banco da praça, por entre as pessoas, na escada, ao pé da sua janela, lá estava ela parada pedindo  algo com os olhos, suplicando pra ser ouvida.
Pedro ao vê-la decidiu descer e a seguir. Ela olhava pra atrás e soltava  um sorriso, e Pedro imaginando-se o menino mais sortudo a acompanhava mesmo não sabendo a direção, o caminho, o sentido daquilo, onde terminaria.
Ela para numa porta, abre, olha para Pedro, o chama pra entrar sem dizer uma palavra. Pedro obedece hipnotizado, extasiado. Sobem  as escadas, ele olha pra bunda dela , o vestido mostrando as costas, belas costas. Ela olha pra ele e pisca pra ele, ele quase gozando sem tocá-la.
Ela para de costas pra porta, ele percebe que ela está descalça.
-Quer entrar?
-O que a senhora quer?
Ela o beija e entram.  Ela fecha a porta.
-Venha pro quarto.
Ele passeia com os olhos pela casa, casa muito bem decorada e arrumada. Para na porta do quarto.
-Entra, me ajude a tirar o vestido. - se vira de costas pra ele.
-Eu... Eu so... sou virgem!
-Oh! - ela se aproxima dele -Tão fofo - alisa o rosto dele e ele ver cortes nos pulsos dela.
-O que são isso?
-A vida. - ela mostra o pescoço com marcas vermelhas -Eu serei seu prólogo, cuidarei de você. -o beija.
Dá as costas pra ele e o vestido cai, ele admira o corpo nu dela de costas. Ela para em frente ao espelho, pentia o cabelo, ele olha os seios dela pelo espelho e se aproxima.
-Eu sou bonita?
-A moça mais bonita que eu já vi em toda a minha vida.
-Você só tem 14 anos, como pode dizer a moça mais bonita de toda sua vida?
Se vira de frente pra ele, fala perto dos lábios dele, ele vê um buraco no abdômen dela.
-Meu namorado me deixou.
-Ele é burro!
-Ele é burro. -sorrir chorando -Mais burra sou eu.
-Não chore. -enxuga as lágrimas dela com as mãos.
Ela pega a mão dele, desce até os seios dela, continua descendo e leva até buraco da barriga. Ela tira o cinto da bermuda dele, abaixa a bermuda, olha compenetrada as genitálias dele.
-Tire a camisa, tá calor. -deita na cama.
-Mas o seu corpo está frio.
-Estou fria há muito tempo.
Ela leva dois dedos a boca, molha com eles o bico do peito, apalpa os seios e leva os dois dedos até sua vagina os introduzindo devagar, abrindo a sua vagina pra ele, se contorcendo na cama, abrindo a boca, molhando os lábios com a língua.
Ela bate com a mão na cama.
-Senta aqui.
Ele tira a camisa e senta e num rompante ela se joga nos meios de suas pernas, o chupando, ele não aguenta deita.
-Desculpa.
Ela limpa a boca.
-Quero você dentro de mim.
Sobre em cima dele, sem ele fazer nada, o prazer e o medo se misturavam enquanto ela cavalgava sobre o seu pau duro.
-Aperte o meu pescoço,
Ele fica demente com aquilo tudo, faz o que ela manda.
-Eu não quero morrer Pedro! Eu não quero morrer! -Ela grita.
E ele sentindo a porra chegando, e ela sentindo no seu rabo frio as contrações e estalos e começa a jorrar sangue por todo o seu corpo, sujando Pedro de sangue, o apavorando e ela repetindo aos gritos Eu não não quero morrer.
Pedro acorda do pesadelo, estava melado. Ele vai até o banheiro e se lava, o pau permanecia duro, abre a geladeira, bebe água, joga um pouco no rosto.
Ao amanhecer, é acordada com gritos de sua mãe.
-Me larga Fausto!
-Venha cá.
-Me deixa em paz maldito.
Ele a joga contra a mesa apertando o pescoço dela.
-Socorro!
-Cale a boca vagabunda!
-Largue ela! -Pedro com uma faca.
-O que vai fazer moleque? Vai enfiar isso em mim? Você?- dá risada.
-A solte ou eu mato você.
Ele dá tapa na ex-esposa.
-Ai!
Pedro enfia a faca.
-Ah!
Fausto leva a mão ao abdômen e ver saindo sangue e sangue em sua mão.
-Filho da puta! Filho da puta!
Sai deixando rastro de sangue e ainda se escutava ele gritando filho da puta.
Pedro larga a faca, a mãe o abraça chorando.
-Obrigada filho. Passou, está tudo bem.
A tarde ele passeia de bicicleta e fica esperando a moça loira aparecer, mais nada dela. Era como se a Terra tivesse a engolido, nenhum sinal dela. Passa em frente ao prédio, decide subir, a porta estava aberta. Ele bate na porta e entra, e ver uma senhora loira costurando no sofá.
-Quem é você? - Pergunta ela.
-Tinha uma moça loira morando aqui.
-Você a conhecia?
-A conheci.
-Já faz dois anos que ninguém mora aqui. - larga a costura e se levanta - Eu venho aqui toda semana pra deixar as coisas como ela deixou.
-Deixar as coisas como ela deixou?
-O namorado terminou com ela, e ... ela cortou os pulsos, a sorte que os vizinhos a salvaram. Porém, logo depois de receber  alta ela ao sair, foi pega e levada até um matagal e violentada por quatro homens. Enfiaram uma faca aqui nela.- ela pega na barriga - A estrangularam. - chorando - Um dos homens que fizeram isso disse que ela só falava : Eu não quero morrer, eu não morrer.
-Não!
Pedro sai correndo
-Espera! Como você conheceu a minha filha?
Pedro a deixa chorando, desce correndo as escadas e continua correndo, não conseguindo fugir daquilo tudo, não entendendo, ou não querendo entender o que tinha acontecido. para num para-peito, e fica olhando pro mar, era como se tivesse o chamando.
-Pedro.
Ele se vira, era a moça loira, o mesmo vestido branco que deixava  ainda mais provocativo o seu corpo, os mesmos olhos azuis pedintes,  os mesmos cabelos loiuros perfumados.
-Você não é real, sai daqui. -chorando.
-Eu sou real , foi real.
-Não! - enxuga as lágrimas.
-Eu senti você dentro de mim.
-Você está morta.
-Você viu que não estou morta. Vem comigo. -ela oferece a mão.
Ele dá a mão a ela e vão para um cemitério, e param em frente a um túmulo, o túmulo dela.
-Angélica |Maria Leal, 17 de novembro de 1991. Meu Deus! Isso não está acontecendo.
Ela sobe no túmulo e fica de joelhos, suspende o vestido, ficando nua na frente dele.
-Isso não é real.
Deita e o puxa e ele  lambe a vagina dela, colocando a língua , experimentando o gosto dela, tira a calça, beija as coxas dela, sobe e ver o buraco na barriga, olha pra ela, beija o ferimento , um beijo tenro e demorado. Ele sobe no túmulo também, chupa os seios dela e ela aperta a bunda dele.
-Eu sou real Pedro! Eu sou real.
Lambe o bico do peito dela e a beija. Ela segura a cruz que ornamentava o seu jazigo, amassa as rosas deixadas pra ela os levando a boca, passando pelo seu rosto. Ele passa a lingua no rosto dela, ela aperta o pênis dele, ele morde o lábio dela.
A põe de quatro e começa a penetrá-la.
-Eu sou real Pedro.
-Você é real. - fala no ouvido dela gozando, puxa o cabelo dela e põe a língua dentro da orelha dela -É real.


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