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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Ódio a Pedro.



Pedro nasceu como todas as crianças
Cresceu como todos os adultos procurando seus iguais
Construindo a duras penas alianças
E criando inimigos fatais
Que não faz parte dos seus iguais
Que não enxergam coisas normais
Mate o Pedro!
Apedrejem Pedro!
Ele chupa paus
Frequenta e faz coisas nojentas em banheiros
Se agarra a outros imorais
Usa todos os seus projetos anais
Talvez esconda da mãe os seus passeios estribeiros
Pedro não é entendido
Pedro só busca ser fodido
Não tem religião
Está mal visto aos olhos de Deus
E bem vestido perante os seus
Mate o Pedro!
Esfaqueiem Pedro!
Ele não é gente
A sua cidadania é forçada, escondida
Não tem medo da coisa proibida
Sem estar diligente
E não se compreende por estar contente
Mate o Pedro!
Dêem uma surra nele!
O ensinem a ser homem
Onde a fisiologia é o que menos importa
Ele não se comporta
Os olhares voltam-se pra ele
Mate o Pedro!
Queimem Pedro!
Ele é de qualquer um
Não tem rumo
Não toma prumo
Não é nada, ninguém
Por isso não imprimo sentimento algum
Talvez o próprio Pedro não compreenda
O ódio sem ter feito algo a esse alguém
Muitas vezes sem rosto
Sem conhecimento
Que não entende
Que Pedro não quer a morte
Que Pedro na verdade é forte
Apesar que não entenda
Mate o Pedro!
Mate o  preconceito!
Mate o ódio a Pedro!
Pedro também morrerá um dia como todos
Pedro tem direito a vida como todos
Não mate o Pedro
Não o mate
Não mate
Mate!



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