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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Não quero que você vá embora


Não mais me lembro de como nos conhecemos
Em que ano? Aonde? Estava sóbrio?
Não somos irmãos, mas não é que parecemos!
Me ensine uma forma de atrasar o relógio
Pois existe laços consanguíneos na amizade
Porque logo você, tã descolado foi morrer de maneira tão banal
Á espera de um sinal estendido na marginal
A placa ninguém anotou e a morte cospe a realidade
Ninguém pode morrer aos 22, ninguém pode ceifar a vida de alguém e sair impune
Pais, namorada, faculdade, risadas, sonhos deixados
E eu que pensava que da morte estava imune
Pois o tempo, ou sei lá o quê nos fazem forçados
Acreditar que tudo vai correr na ordem natural das coisas
Os jogos do nosso time não serão mais os mesmos
Na reunião de bar não vai ter como não perceber a sua ausência
Não quero um mundo que me dá e tira coisas preciosas
Temos que nos conformar, seguir em frente... porra não temos
Ainda procuro alguma explicação pra isso da ciência
Espero você bater a minha porta, ligar num Sábado a noite
Encontrar você nos corredores da facul com o seu semblante calmo e sereno
Quem vai rir das minhas histórias e da minha má sorte com as mulheres?
Nunca disse eu te amo com medo de como soaria
As lembranças e fotografias não me confortam
Tenho medo de esquecer dos eu rosto
Devido aos dias que passam e as novas amizades que surgem
E você se torne  na minha história mais um personagem
Você significou tanto, me deu um novo significado de vida que no dia seguinte não morria
As lágrimas já não têm mais gosto
Não vá embora amigo, fique mais um tempo
Não quero deixá-lo lá atrás, não me deixe sozinho
É difícil prosseguir por esse caminho

2 comentários:

Lucas Adonai disse...

Muito legal!
Parabéns ;D

Urbano disse...

Me parece verídico. Lamento.

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