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quinta-feira, 22 de março de 2012

Pragas de amor



Riscarei teu carro já que não posso marcar o seu rosto
Vou violentar a sua lembrança
Gritarei o teu nome na avenida para acordar a sua vizinhança
Procurarei só para ferir, o teu oposto
Farei macumba para que não mais goze com outro
Inventarei mentiras para sujar o seu nome
Vou rezar e ele da sua vida some
Jogarei todos os seus discos
E queimarei todas as suas roupas
Ligarei todas as noites para te encher de ofensas
Dispensar-me da sua vida não vai ser fácil como pensa
E quando não tiver mais nada e relembrar que eu era o seu tudo
Vou olhar pra você e ficar mudo
Levantar minha arma da indiferença
E tentar sepultá-lo de vez da minha vida
Tudo isso não passa de pragas de amor
Tudo isso não passa de uma história que acabou.

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