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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Releituras -Memória em surto.

Este é o sexto memória em surto, memórias porque são lembranças que vem a tona em certas noites que surto, surto, pois só em surto escreveria essas coisas.
Me lembro como se fosse ontem, eu no sofá, sozinho em casa, não tinha nada de interessante na TV, as horas não passavam. Estava sozinho em casa, 12 anos, os hormônios gritando. Notei que tinha certa parte do meu corpo cheia de carne, ao pegar para dar aquela coçadinha de homem ( meninos tem dessas coisas, imitar os adultos) gostei da sensação boa, também coloquei o meu pau para fora e comecei a admirá-lo. Ai que chega a minha mãe e me repreende por estar me masturbando, disse que se me visse com as duas mãos de novo no meu pinto botaria ovo quente para eu segurar.
Eu não sabia direito o que eu estava fazendo. No ano seguinte soube o que eu tinha feito recebia o nome de masturbação. Nessa época também freqüentava a Igreja e aí veio a culpa, cometi um crime que resultaria a minha morte soube.
Nessa época também comecei a assistir o Cine Prevê, aí veio as punhetas noturnas. Hoje me cansei desses filmes, prefiro ver uma cena de nudez que tenha conteúdo, que me prenda. Fui crescendo e fui preferindo ver ao vivo e a cores ( apesar que para chegar nessa fase demorei).
Na época, não sei se ainda existe, ou se alguém fora eu e meus amigos costumava ligar para o disk sex, hoje dou muita risada em relação a isso, como menino na época da puberdade é besta, só em ouvi uma mulher gemendo ele já fica com o pauzinho duro.
Sair do primeiro grau, fui para o segundo e conheci uma garota que me deixava louco quando fazia trabalho escolar na casa dela, era cada blusa com cada decote. E pedia para que aqueles peitinhos dela pulassem para fora da blusa. Aí eram noites e noites só punhetando, não é que eu era apaixonado por ela, só achava ela gostosa mesmo. Teve uma vez que eu, ela e outra amiga saímos para um show de uma banda de forró.
Nossa aquela noite me sentir o homem mais invejado. Até que uma delas ao receber um xaveco de um cara diz que era sapatão e eram namoradas. Nossa como eu queria um banheiro naquela hora se aquilo fosse verdade, pois elas deixaram os respectivos namorados em casa para saírem comigo.
Aí me cansei da mão, queria enfiar o meu negócio em algum buraco. Aí minha mãe comprou uma mesa daquelas de plástico, que vinham quatro bancos, todos com um buraco no assento , perfeito para o que eu queria. Aí era todo dia penetrando o tal banco. Éramos tão íntimos, não reclamava, eram duas... Três até por dia, que nem me preocupava em quebrá-lo ou que o meu negócio ficasse preso naquele buraco.
Juro que fiquei até com medo de me apaixonar pelo banco, pensei até nessa época que eu era pansexual, mas essa fase também passou.
Entrei na vida de universitário ainda virgem, aí pensei comigo: "É agora que perco a virgindade, sexo, amor e drogas lícitas e ilícitas".
Aí passei a freqüentar barzinhos, a me libertar de certos preconceitos, mas a virgindade permanecia.
Nessa fase me apaixonei por uma amiga lésbica, tive a minha primeira namorada e dei beijos em rapazes. Fui convidado por uma amiga para ir a uma boate, e lá acontece à coisa mais louca da minha vida, ao mesmo tempo gostosa, o sexo oral. Particularmente não gosto de balada, não dá para ver o rosto direito das pessoas, e ainda nunca entendo, só são três perguntas: Nome, idade e orkut ( isso quando fazem!). Numa dessas baladas, a menina foi logo abaixando a minha calça, na rua, os carros passando e as pessoas na boate vendo e dizendo: "Chupa mesmo", "Tá gostoso ai hein pai"
Na hora você não pensa em nada, é tão gostoso o momento que esqueci que ela era bissexual, tinha feito naquela noite antes de mim com outras quatro pessoas aquilo, e beijou a minha boca, com gosto de pau( e também do meu pau). Aí quando cheguei em casa bateu aquele nojo, e talvez nunca mais a veja, que loucura ela participou de um momento tão íntimo da minha vida, me viu gozar literalmente.
Depois veio aquela dor de cabeça de poder ter contraído alguma doença sexualmente transmissível. Ela fez comigo, eu não fiz com ela, não tenho essa coragem de meter a minha boca em qualquer lugar, apesar de admirar a coragem dela de saber usar a boca daquela forma. Aí se alguém puder me tirar esse peso das costas, se devo ou não me preocupar com isso, agradeceria.

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