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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Minha dose de subjetividade


Eu queria ser
O que eu não sei
Eu queria ter o menos pra compartilhar
Nesse mundo em que perder é menos importante que ganhar
Eu queria que amigos brotassem em árvores
E que inimigos fossem apenas uma palavra em desuso
Percorri caminhos pelos quais nunca passei
Meu coração apaixonou-se por sonhados amores
Não queria estar diante dessas letras extremamente confuso
Queria amar quem me oferecesse o mundo
Mas teimo em amar quem me oferece tão pouco
Queria rir do nada feito louco
Ao invés desse vazio existencial profundo
Essas tortas linhas refletem o quanto sou torto
Sinto vergonha dos meus medos
Onde foram para meus brinquedos?
Onde foi parar aquele menino em que não mais me reconheço?
É tão difícil o recomeço
É tão difícil se reencontrar consigo mesmo
As vezes acho que nasci na data e hora errada
Que eu não sou desse mundo em que não é me oferecido nada
Em que se usam palavras repetidas
Em que o espelho é o mais importante
E você o objeto que quando perde a serventia é posto distante
Por favor, se tiver ouvindo em outra oportunidade me reprograme
Caso não encontre o meu canto

6 comentários:

Gleison Harvyn disse...

Ás vezes eu também me sinto assim... É como se eu não soubesse quem eu sou, onde estou, quem são estas pessoas e por que todos os outros foram embora.

Henrique Muniz disse...

Muito bom o texto, parabéns!

seguindo.

http://cotidianofalido.blogspot.com/

Lucas Adonai disse...

Muito bom!

Rafael Sorigoti disse...

Muito bom o texto parabéns ....

Seguindo

http://meuexamedeconsciencia.blogspot.com

Flávia Campos disse...

Parabéns pelo texto, as vezes me sinto dessa maneira.
Parabéns pelo seu blog.

Vou segui-lo. Me segue tmb?!


http://cronicaseasssuntosfeminino.blogspot.com/

Divulgação brasil disse...

As vezes me sinto assim.
Perfeito o texto
Parabens

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