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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Espectador.



Delicioso de ver
Sem ao menos você perceber
Estranho saber cada detalhe do seu corpo
Enquanto obtenho prazer no toque sozinho
Em que cada ato seu com a minha mente deturpo
Esquecendo da soma de espinho
Brincando escondido
Viciado na adrenalina derramada
Sem parecer culpado ou arrependido
Por não ter convite pra balada
No silêncio da noite ou no agito do dia
Sem roupa com roupa em que se despe a imaginação
Sem pressa ou com antecedência
Sendo provocado onde não há provocação
Apenas um espectador
Que não se importa se o objeto tem companhia
Se está no ato ou é amador
Desconhecendo a transgressão da pura agressão
Em que sem esse deleite ver a agonia
No qual o mais agonizante é o gozo
Sem testemunhas, sem parceiro, sem gozo.

Um comentário:

Margareth Jesus disse...

Depois de ver como você escreve, nem me atrevo mais a dizer que escrevo. Esse eu amei. Beijos. Parabéns. Não deixe esse sentimento que há em você morrer nunca.
Margareth Jesus

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