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domingo, 23 de março de 2014

Quando estava em Roma.



Todos os caminhos levam a Roma
Mesmo que você não consiga chegar a tempo ao seu destino
Escravos batem cartão e correm atrás de metas
Pronto para todos os serviços submetidos ao mínimo
Homens deixam em casa a vergonha e a esposa autônoma
Para desfrutar com rapazes no banho matutino
Meretrices brincando com falos sem estar anônimo
Prostitutas não gastas registradas paras as festas
Favelas que viram cidades sempre nas mãos de algum imperador
E condomínios do tamanho do mundo
Esnobando o lixo, lavando o luxo
Na cara de plebeus sem título e com fome
Os áugures se tivessem pássaro viriam um futuro assustador
Com Panteões maiores que a fé onde tudo que está fora é imundo
Onde não se concede Édito ao bruxo
Nas catacumbas se ver enterrado a tolerância
E dias fastos não são apenas feriados
E dias nefastos não são só decretados da boca de algum pastor
E nem por Minerva
O direito escapa de ser usado com ignorância
Onde até Marte se assustaria com as armas empunhadas
Onde a beleza e a compaixão estão desarmadas
E homens saem de suas cavernas povoam ruas atrás de trio
Não escapando do frio da desigualdade do camarote e do folião sem corda
Onde é perdoado o adultério
Onde cônsules estão aptos a tudo que lhe são apropriados
Talvez essa Roma não sofra queda
Onde os bárbaros estão na rua
Fardados, encapuzados  quem é que se exceda
Onde seus limites se perderam e seu provincianismo apesar da idade continua.



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