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quinta-feira, 18 de junho de 2009

O inquilino maldito

Era um casal, uma moça de aparência jovem e grávida no sétimo mês de cabelos castanhos e olhos também castanhos, ela se chamava Fernanda Solteiro e o marido que a acompanha se chama Cláudio Solteiro. Eles estão num orfanato a espera da autorização para levarem o menino que escolheram como filho.
A diretora do orfanato entra na sala.
-Desculpa pela demora.
-Que nada. - Fernanda fala.
-Está em que mês?
-Sétimo. -Responde Cláudio.
-Temos ainda outros dois, Vanesa de sete anos e Flávio de doze anos.
-Ah! Já pedi para descer Otávio.
-Eu me impressionei muito com ele, parece um anjo, mas tem um olhar fundo, triste, vázio.
-Coitado foi abandonado numa lata de lixo, ele se sente renegado.
-Que mãe desumana! -fala Cláudio.
-Olhe ele aí.
Aparece Otávio, o menino de olhar fundo, triste, vázio.
Eles chegam em casa. Eles entram e dão de cara com uma velha, um gordo, um gato, uma menina e um outro garoto.
-Esta é minha avó Yale, este é o Sérgio.
-E ai garotão.
-Esta é vanessa, minha filha.Fala com Otávio Vanessa.
-Quem é ele?
-Seu novo irmão e este é o meu outro filho, Flávio. Fale com seu irmão Flávio.
-Eu não falo com estranhos. -Sobe correndo as escadas.
-Pare de ser malcriado Flávio, volte, desça! -Grita Cláudio.
-Ele vai se acostumar. -Fala Yale.
-Não ligue pra isso querido. -fala Fernanda para Otávio.
-Seja bem vindo garotão! -Fala Sérgio. alisando os cabelos de Otávio -Vamos vó. -se retiram Yale e Sérgio.
-Tem um quarto só para você, vem.
Fernanda sobe com Otávio.
O quarto era normal para qualquer menino da sua idade, 12 anos, tinha uma cama de solteiro, televisão, som etc.
-É melhor você se acostumar, porque agora ele vai ser seu irmão. -Cládio falando com Flávio no outro quarto.
-Eu não sou irmão de um renegado.
A discussão é escutada por Fernanda e Otávio do quarto.
-Querido fique a vontade, vou aqui.
Ele senta na cama.
Amanhece todos estão tomando café, quando chega Otávio a mesa, Flávio se retira.
Otávio para agradar a todos começou a fazer os serviços de uma dona de casa, lavava os pratos, o banheiro, o carro, encerava a casa, retirava o pó dos objetos, passava e etc.
Otávio se sentia feliz quando todos gostavam dele, tinha medo de perder tudi isso, tinha uma mãe e um pai agora.
-Aqui a toalha Otávio para você tomar banho. -Fala Fernanda.
-Ele não gosta de mim.
-Ele quem?
-Flávio.
-Ah querido! -o abraça -Ele vai se acostumar, vai entender que você também é nosso filho agora. Vai tomar o seu banho. -se retira.
EleEle tira a roupa e entra no boxe do banheiro, abre o chuveiro, se encosta na parede, se agaxa e começa a chorar. Ele não entendia porque chorava, já que estava feliz, tinha uma família agora. Mas ele queria que todos gostassem dele, ele se perguntava por que a mãe não gostava dele, o que ele fez. Tinha que ter alguma explicação para isso. Ele continuou a chorar e não foi escutado.
Ele saiu do banheiro e foi para o quarto dos pais e viu várias fotos espalhadas pelo quarto, sentiu inveja de Vanessa e Flávio, porque ele via nos rostos deles o quanto eles eram felizes.
Viu depois o retrato de Fernanda pendurado na parede, ficou parado observando afoto. Abriu uma gaveta do armário, encontrou um cigarro.
Ele sempre observava Cláudio fumando, Cláudio chegava a fumar sete cigarros por dia.Ele termina encontrado o esqueiro, acende o cigarro, deu a sua primeira tragada e se retirou do quarto.
Já tinha se apssado um mês que ele morava com a família solteiro.
-Saia do meu quarto! -Gria Flávio.
-Eu vim pegar um livro.
-Largue, tire as mãos das minha coisas.
-Desculpa -começou a chorar.
-Não chore, você é falso! Eu não gosto de você.
-Por que você não gosta de mim?
-Será que você não entende, quando você não servir mais vão lhe descartar.
-Mentira!
-Você só está servindo ainda porque está fazendo os serviços de casa.
Otávio se joga em cima delee começa os dois a brigar
-Louco!
Otávio o larga.
-Meus pais amam eu e minha irmã, você não é da família.
Depois foram para um parque de diversões. Vanessa e Flávio foram na montanha russa, enquanto otávio, Fernanda e Cláudio brincavam no carro de batida, Claudio se impressionou com Otávio, porque este batia no carro dele cada vez mais forte.
-vamos matricular você no colégio de Vanessa e Flávio. -Fala Fernanda -vamos tirar uma foto.
E todos pousam para tirar a foto, depois de Cláudio pedir a um passante.
A noite Fernanda se encontra na cozinha, Cláudio foi dormir e Vanessa está estudando. Otávio observa Flávio comendo pipoca e fazendo carinho nogato.
O animal gostava dele, se roçava, grunhia, deitava, se lambia e Flávio fazia cafuné para o gato dormir.
Pela manhã Otávio fica sozinho em casa. Otávio não tinha muita coisa para fazer, pegava um livro só para folhear, ficava mudando de canal com controçle da tv.
Ele e o gato sozinhos, o gato passeia pelacasa, para e deita no chão.
Otávio enche uma panela de água, pega um fósforo e acende o palito e coloca a água para ferver, ele faz tudo isso sem tirar os olhos do gato.
Ele abre a geladeira e pega uma maçã, a lava e se senta no chão. Coloca a ração do gato na tigela.
-Fofão venha comer, venha comer Fofão. -batendo com a mão no chão, depois tira um pedaço da maçã -Ordinário, peste, filho da mãe. -fala bem baixo essas palavras -Não vou chamá-lo outra vez. -rir -Venha. -volta a ficar sério -Você há de comer! -o pega pelo couro, abre a panela que se encontrava no fogo e joga o gato.
A família toda volta para almoçar, Yale, Sérgio, fernanda, Cláudio, Flávio e Vanessa
-Ela não quer ir para a Rússia comigo. -Sérgio.
-Eu! Eu não tenho mais idade para fazer viagens longas.
-Ah vó! Vai. Vai lhe fazer muito bem.
-está com medo de avião dona Yale? -Pergunta Cláudio.
-Eu não! Não tenho medo de avião.
-Vou trazer o ensopado. -Se retira Fernanda.
-Quero tomar uma cerveja. -fala Sérgio.
-Tem no congelador tio. -InformaFlávio.
-Aqui o ensopado.
-Deve estar uma delícia. -Fala Cláudio.
-Receita de Dona Yale.
Ela tira a tampa e todos se espantam.
-Ai meu Deus! -Exclama Dona Yale.
-Fofão! -Grita com lágrima nos olhos Flávio.
-Ai, desculpa. -fala Fernada.
Se retira Fernanda.
E Otávio observava tudo com os seus olhos fundo, triste evázio, o choro de Flávipo, o espano de Dona Yale e Sérgio, os pedidos de desculpa de Fernanda e Cláudio e olhar de Vanessa que não entendia o que estava acontecendo ao seu redor.

Continua na próxima semana, esse mini novela terá Três postagens.

4 comentários:

Dona do Planeta disse...

AAAAAAA [to curiosa]

Vou seguir o blog para acompanhar ok??

Abração

G. Missali disse...

Olhares interessantes e não menos instigantes!

Abs.

O chef.

Absolut em trajes curiosos e provocantes!
http://comidaescrita.blogspot.com

Daniel disse...

oO curioso agora

Marcus Duarte disse...

Bah veio, posta a continuação que agora eu fiquei curioso.. hahha

Esse Otavio deve ser um psicopata infantil!

*Te seguindo pra ver o fim da historia.

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