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terça-feira, 30 de junho de 2009

O inquilino maldito -última parte.

Otávio da janela vê a namorada de Flávio chegando de bicicleta. Esta era linda, loira, de olhos verdes, bem pálida.
Flávio estava muito apaixonado por ela, o nome dela era Luísa, nome de cinco letras que não parava de sair da boca de Flávio.
Otávio pegou um livro, só para folhear, ele fechou o livro e viu Flávio chegar com a sua namorada, ele desce e ver Flavio entrar e subir correndo as escadas.
-Espere!
Luísa o olha.
-Você deve ser o irmão adotivo de Flávio.
-É e você a namorada de Flávio.
-Isso mesmo.
-Temos algo em comum... O Flávio. -Ele fala isso dando uma risada sinistra.
-Eu já vou.
-Não. -Ele a pega pelo braço.
-Meus pais estão me esperando em casa.
Otávio a beija, ela o empurra e sai correndo com a bicicleta. Ele coloca a mão na boca e sorri.
Anoitece, Fernanda e Cláudio saem para um jatar, e Flávio assistindo televisão no sofá, e Otávio o observando no topo da escada, batendo com os dedos no corrimão. Flávio se levanta, ele se esconde.
Flávio volta com um copo de suco, bebe todo, passa algum tempo, adormece.
Otávio desce e desliga a TV e puxa o copo até os fundos da casa, deixa o corpo largado no chão e vai pega uma apá e começa a cavar um buraco.
Joga o corpo no buraco e começa a jogar a terra.
Depois de alguma horas chegam Fernanda e Cláudio e encontram Otávio lendo, amanhece e chamam a polícia para informar o desaparecimento de Flávio. Passam-se duas semanas e Flávio é dado como morto.
-Encontraram Flávio? -Pergunta Sérgio.
-Não, o que me dói é que nem o corpo encontraram, para eu poder enterrar o meu filho. -Fernanda chorando.
-Hoje Luísa esteve aqui, coitada, está tão triste. -fala Cláudio.
-Eles se amavam muito.
Na casa de Fernanda faltou luz, Fernanda procura por velas.
-Mãe.
-Ai, que susto Otávio, traga uma lanterna por favor.
Otávio se retira.
-Droga, onde se encontram essas velas. -Ela fecha as portas do armário.
-Aqui.
-Ai... Otávio você quer me matar de susto.
Ele com a lanterna ligada para o rosto dele.
Depois da energia voltar, ele escuta uma conversa entre Fernanda e Cláudio.
-Vamos devolver Otávio, não podemos continuar com ele. vamos viajar Fernada, começar tudo de novo, esquecer tudo isso.
-Tudo que eu menos quero é esquecer.
-Pense nessa criança que vai vim ao mundo, esta casa traz recordações que nos deixa triste.
-Por que Deus fez isso com agente Cláudio? -O abraça e chora, ela se afasta -Vamos o levá-lo quando?
Otávio esperou anoitecer, estava deitado na cama olhando o teto.
Fecha os olhos, depois abre, escuta alguém subindo as escadas, ele se levanta, vai até a porta do seu quarto, era Cláudio, este entra no seu quarto.
Ele vai até a porta do quarto de Cláudio, se encosta na parede, escuta o som da água do chuveiro caindo, Otávio se senta no chão e em poucos minutos não escuta mais o som do chuveiro ligado.
Otávio se levanta e abre a porta do quarto e encontra Cláudio de toalha.
-O que você está fazendo no meu quarto?
-Você não gosta mais de mim. -chorando.
-Desculpa Otávio, mas tem que ser assim.
-O que eu fiz para você não gostar mais de mim?
-Nada.
Cláudio vai abraça-lo, Otávio corta o pescoço dele com a tesoura, Cláudio cai no chão, ele sangra muito.
-Você é louco?
-Eu sei que sou louco, o pior louco é aquele que sabe até onde pode ir com a sua loucura.
-Você matou todos?
-Só eu que mereço ela, só vai ser eu e ela agora a nossa família.
Cláudio vai pegar o telefone.
-Larga! -ele arranca o telefone e o joga contra a parede.
-O que você vai fazer?
-Manchete de jornal: Pai adotivo estupra o seu filho e este o mata.
-Você não pode fazer isso.
-Por que não?
-Você não pode e´star falando sério.
-Eu já estou com o seu sêmem no meu corpo.
-Como?
-Camisinha que encontrei na lata de lixo.
Otávio se abaixa.
-Ela não te merece, ela me merece.
Otáviotira a toalha de Cláudio e o perfura várias vezes com a tesoura.
Sai do quarto, rasga a sua camisa, se bate na parede do banheiro, se joga da escada e sorri ao final de tudo.
Ao chegar em casa Fernanda depara-se com Cláudio morto no chão e Otávio nú chorando na cama.
Na delegacia.
-Delegado, oq ue aconteceu?
-Ele foi violentado pelo seu marido,este o surrou também.
-Não acredito, não pode ser, eu convive com ele quinze anos.
-É e nestes quinze anos você não conheceu o seu marido.
-Desgraçado.
-Já foi feito o corpo de delito, ele não quis dá depoimento agora, está chocado, vai precisar de tratamento psicológico. Ele não deve ser mandado para uma casa de detenção para menor, pois a justiça vai ver que se tratou de legitima defesa.
-Quando posso levá-lo?
-Daqui alguns minutos.
O delegado se retira, ela senta-se e chora, para ela não dava para acreditar que estava passando por tudo isso, que os eu marido foi capaz de fazer uma crueldade dessa.
A sua vida desmoronava e só restava para ela Otávio.
Fernanda foi para o quarto de Otávio para arrumar o mesmo. Quando abre uma gaveta, encontra uma revista sobre eletricidade e numa página mostra como provocar um curto-circuito e nesta página como marcador está a foto que a família tirou no parque, só que na foto só havia ela e Otávio, ela pega o diário dele, abre e começa ler, e em uma das páginas está: " Hoje matei o meu profeesor de História" e vê também maços de cigarro.
Ela não estava acreditando que o mesmo dono de um olhar fundo, triste, era também esse Otávio que ela não conhecia.
-O que faz no meu quarto?
-Estou o arrumando. -ela guarda tudo na gaveta e se retira.
Otávio vai até a sua cama , se abaixa e ver a foto que ele cortou debaixo da cama..
Ele se retira do quarto e do topo da escada olha Fernanda ligando para um número.
-Desliga o telefone! -Otávio do topo da escada -Não faça eu fazer o que eu não quero.
Ela desliga o telefone e começa a chorar.
-Por que você os matou?
Ele desce da escada.
-Eles não gostavam de mim.
-Não... Não. -ela caminhando para atrás.
-Agora você tem só a mim. -ele se aproxima dela -Eu sou o único que sobrou da sua família, vou ser seu filho e seu amante.
-Eu te odeio, eu não gosto de você, se afaste de mim.
Otávio pega o telefone e bate com isso na cabeça dela, a fazendo cair no chão desacordada.
Ela acorda e se encontra amarrada na cama, com um lenço amarrado na boca. otávio entra no quarto.
-Você não gosta mais de mim, então... então vou ter que te matar. -chorando -Eu pensei que você gostaria de morrer como seu filho, Flávio, os dois enterrados juntos nos fundos da casa. -Fernanda está chorando -Não, eu sou o seu único filho, então encontrei essa faca. -faca de talher -Mas achei muito pequena, então vi essa! -faca de destroçar frando.
Ele coloca a mão em cima da cômoda.
-Mamãe não gosta de mim... Mamãe não gosta de mim. -Começar a cantar colocando a ponta da faca rapidamente entre os dedos, ele vira o rosto para ela -Então não merece viver!
Ele coloca a ponta da faca no braço dele, na veia.
-Se eu furar, vai jorrar sangue pra todo canto. Você quer ver o seu filho fazer isso! Então goste de mim! -ele joga a faca no chão -Você não terá esse filho -ele tira do bolso uma tesoura -Foi com uma similar a esta que matei o seu marido, ele não você. Vou furar a sua barriga.
Ele escuta a campainha tocar.
-Ai droga! Eu já volto para acabar com o serviço. -ele se retira.
Ele desce e abre a porta, era Sérgio.
-Fernanda está?
-Infelizmente não, deve estar no trabalho.
-Eu liguei para lá, ela não está lá
-eu não sei onde ela está.
-Deixa eu esperar aí dentro.
-Não! -ele se descontrola e volta a ficar calmo. -Volte mais tarde, quem sabe ela esteja.
-está bem, tchau.
-Tchau. -ele fecha a porta.
Otávio sobe e vai ao banheiro, lava o rosto, se olha no espelho.
Fernanda continua na cama, e de lá escuta os gritos de Otávio e o som dele quebrado as coisas.
Otávio no banheiro balança o armário do banheiro, quebra o espelho, deita no chão, puxa o rolo de papel higiênico se cobrindo com ele, está ofegante. No quarto rompe a bolsa de Fernanda.
Ele sai do banheiro e vai para o quarto onde está Fernanda.
-Você quer falar alguma coisa. -ele tira o lenço.
-A minha bolsa estourou, chame um médico.
-Pra quê? Se estou aqui mamãe. O máximo que pode acontecer é voc~e morrer.
Feito o parto, ele corta o cordão umbilical com a faca. Fernanda começa a ter uma hemorragia.
-Onde você vai levar meu filho? -Otávio se retira com a criança.
Ele vai até o banheiro, liga a torneira da banheira, e coloca o bebê dentro da banheira com o cordão umbilical e se retira do banheiro. Na sala, liga a televisão e aumenta bem o som para não se ouvir o choro bebê. No quarto Fernando com a hemorragia querendo desmaiar.
Ele sobe e olha da janela do corredor que Sérgio observa a casa com um binóculo, ele fecha a janela. ele vai para o quarto.
-Droga! Você está sujando o quarto. -O lençol enxarcado pigando sangue.
Ele escuta o som de sirene da polícia.
-Vamos! Vem. -ele a puxa até a garagem -Entre. -Ele entra e liga o carro e arromba a porta da garagem.
Os carros da polícia começam a perseguir o carro.
-Onde você aprendeu a dirigir?
-E quem disse que eu sei dirigir.
Otávio vai para outra pista em contra mão, agora só está sendo perseguido pelo helicoptero, Otávio vai para oura pista cercada de mato, desce uma ladeira, volta para uma pista com montanha, ele ver o precipício que dá ao mar.
-Droga está acabando a gasolina -ele depois olha para o retrovisor -Vamos continuar juntos mamãe...
Ele joga o carro para o precipício, e é engolido pelo mar.
No hospital.
-Foi sorte você ter sobrevivido. -fala Sérgio.
-Minha sorte que eu conseguir me jogar antes de o carro cair. Acharam o corpó dele?
-Sim, está vivo, foi para um reformatório.
-Ele destruiu minha vida, matou o meu bebê.
-Acharam o corpo de Flávio enterrado nofundo da casa. -Fernanda começa a chorar.
No reformatório.
-Eu sou a psiquiatra Rute sovan, vim examinar o menino otávio.
-Cuidado ele é perigoso, ele está afastado dos outros meninos.
-Isso é desumano para uma criança.
-É um demõnio esse menino doutora.
O homem a acompanhou até a sala toda fechada, ele abre e ela entra e encontra Otávio sentado no chão, o homem fecha a porta, ela vai até ele e se abixa.
-Oi Otávio, Eu sou Rute Sovan, vim te ajudar. -Ele se encontra com a cabeça baixa -fala comigo. Por que você matou todas essas pessoas? Me diga, eu sou sua amiga. -Ele levanta a cabeça chorando.
-Eu só queria que todos gostassem de mim. -ele a abraça.
Com os seus olhos fundos, tristes, vazio, ninguem diria que se tratava de um inquilino maldito.

Um comentário:

Guto :D disse...

CARA,gostei,primera vez que paro pra le algo assim em blogs e tals,muuuuito legale tudo,soh não li o resto,mas tipo,tem uns erros e tasl,algumas horas fica confuso por isso,mas fora isso,eh muuuito foda o contexto geral de matar e mae e todos assim,e ainda matar o filho dela,meio irmão,sei la,gostei :)

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