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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Íntimos. - capítulo 6.



Júlia Staun - 22 anos - 2003.

Júlia estava parada no seu canto de costume, vendo os casais se beijando, os estudiosos estudando, os divertidos rindo, os curiosos como ela apenas observando, pessoas se drogando, outros com pressa. Chama a atenção dela três se beijando, ela desejou está dentro daquele grupinho, e achou uma pena nunca ter feito, era tentador ser de dois ao mesmo tempo.
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-Eu deixei seu quarto como você deixou. - A mãe.
-Você quer o quer que eu agradeça por ter me deixado naquele fim de mundo?
-Estou vendo que continua a mesma.
-Sabe qual é o seu medo? De saber que é igual a mim, que tem um fogo incontrolável no meio dessas pernas.
-Respeite sua mãe pelo menos se não se respeita.
Ela dá as costas a mãe e tira a blusa, a mãe ver um nome tatuado bem grande nas costas da filha.
-O que significa isso?
-É nome de um homem. -vira pra mãe.
-Eu tô vendo, e não acreditando. Não tem vergonha, se marcando como se fizesse parte de um gado, se comportando como se tivesse dono. Você vai tirar isso.
-Não sair tão fácil.
-Desenhe outra coisa, uma borboleta... o caralho! Mas eu não quero mais isso em suas costas.
-Se dê por satisfeita eu ter entrado na faculdade.
-Eu sei muito bem o que você fazia lá., e esse nome é de um dos empregados.
-Você queria que eu fizesse o quê? Não tinha nada pra fazer lá. Eu dei pra todos lá. Todos!
Entra no banheiro, a mãe sem palavras senta na beirada da cama.
Júlia entra na banheira, se ensaboa com espuma, ver o chuveirinho, leva por entre suas pernas, se aperta, se contorce, não sabe onde colocar os pés. Sentindo as gotas entrando, umedecendo, lhe dilacerando, lhe comovendo. Começa a meter a mangueira na vagina.
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Júlia começa a caminhar entre seus iguais e diferentes.
-Tem cigarro? - Pergunta pra uma menina loira sentada num assento de pedra.
-Tenho. - dá o cigarro e acende pra Júlia.
-Júlia Staun.
-Mariana.
Júlia olha pra um rapaz parado encostado na parede.
-Lindo.
-Você não viu nada ainda.
Ela ver que ele se retira, ela também se retira com Mariana, sobe as escadas e se esbarra com um rapaz.
-Desculpa -ela olha pra ele e sorrir.
Ele desce sem dizer uma palavra a ela, e ela segue subindo as escadas.
Na sala depois da aula ela vai falar com o rapaz que estava encostado na parede.
-Oi, eu sou a Júlia, essa é a Mariana. -Mariana sorrir -E nós duas viemos saber se você  já tem equipe pro trabalho de Antropologia.
-Não.
-Quer entrar na nossa equipe?
-Sim, não vejo problema.
-Com licença. - um rapaz se aproxima -A equipe de vocês já tá completa?
-Falta um integrante. -Responde Mariana.
-Posso?
-Claro gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula, na sala de estudo. Já reservei horário lá. -Júlia puxa a amiga e se retira.
-É o menino com quem você se esbarrou na escada.
-Jura? Tô começando a gostar daqui.
Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, Júlia ver de cabeça pra baixo Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
Pedro para pro um tempo, isso tinha excitado ela, nunca tinha tinha visto dois homens trocando carícias,s e fudendo.Pedro olha pra Júlia e Beija Vinicius e em seguida ele beija ela, Vinícius começa a chupá-lo e Mariana  substitui Pedro no boquete com Vinícius. Pedro começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, ela estava ficando molhada.
E Pedro gemia beijando júlia, no meio da pernas de jùlia devido ao trabalho de Vinícius, que deveria ser ótimo nisso.Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e ver no rosto dela ela sentindo a pica de Vinícius e começa a meter nela. Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
No dia seguinte ela viu Pedro ao chegar, porém não soube o que dizer, ou como se comportar diante dele e não tinha nada de tímida ou acanhada.
-Aqui o trabalho eu fiz ontem ao chegar em casa. -Pedro.
Júlia pega o trabalho.
-Não vai ler? -Pergunta ele.
-Se foi voce que fez, deve estar bom.
Mais tarde ela decidiu ir até onde a irmã trabalha. Nunca mais tinha falado com ela desde o episódio em que foi pega com o marido da irmã.
Estava bonita, mais velha.
-O que está fazendo aqui? Quer deitar com o meu novo marido? Minha mãe  só poderia estar louca quando te trouxe de volta.
-Eu quero pedir desculpas , eu soube que tenho uma sobrinha.
-O que você quer que eu faça? Quer que eu passe uma borracha em tudo. Que voltemos a ser uma coisa que nunca fomos?
-Somos irmãs, não podemos ficar assim.
-Sabe qual é o seu problema? Você não consegue ser feliz, porque nunca está bem consigo mesma. Aí quer estragar a felicidade dos outros. Eu sempre tive inveja de você, porque desde menina, você era a bonita, e eu só a inteligente, a filha que deu certo. -chorando.
Júlia também chorando.
No dia seguinte na faculdade.
-Quer uma cerveja? -Júlia -Mariana e Vinícius estão lá, vem.
-Quero sim.
Eles se aproximam, se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. -Júlia.
-Foi, mas foi bom. -Pedro.
-Foi um bom estudo. -Vinícius. -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E partimos rumo ao apartamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
Júlia estava se divertindo com tudo aquilo, em ver Pedro drogado, Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Júlia ver Pedro depois iri pra varanda,ela também se retira e ver ele olhando pra Lua, se aproxima.
-A Lua está bonita, cheia para os amantes.
-É. Tem uma vista bonita daqui de cima. A cidade parece pequena daqui e grande lá de baixo.
-Entra, não tá sentindo frio?
-Ainda tô meio... lerdo.
-Gozou bastante hoje? - o beija.
Os quatro deitados na cama de mãos dadas olhando pro teto.
-Foi bom pra vocês? -Vinícius pergunta.
 E muitas daquelas noites se repetiriam.
Júlia deitada no colo de Pedro na grama da faculdade, se aproxima Mariana com Vinicius.
-Querem ir pra uma festa hoje a noite?
Eles chegam na festa, tinha uma galera bem bonita. Mariana vai logo pra turminha que tá cheirando. Júlia puxa Pedro até o meio da sala e dança com ele, pega as mãos dele e coloca na cintura dela e depois na bunda dela e o beija.
-Júlia.
-Henrique. - se beijam na boca -Pedro -apresenta Pedro.
-Venham, vou apresentar minha casa.
Júlia vai com Henrique e puxa Pedro.
Ela fica extasiada com tanto luxo, tudo era muito, apesar de ela também ser rica.
-Eu vou pegar uma bebida. -Pedro.
Pedro se retira.
-Você quer ver meus carros?
-Eu quero ver seu quarto.
Ele pega mais duas taças.
-Toma. -entrega uma a ela -Ao nosso reencontro.
-A nossa noite.
Sobem as escadas.
-Que cama grande.
-Perfeita pra essa noite.
Se beijam, ele tira a camisa, mostrando os músculos, e a calça, coloca ela de costas e beija as costas dela.
-Calma menino. Menino afobado acaba sem brinquedo.
A joga na cama.
-Você sabe que você é gostosa?
-É uma das minhas poucas qualidades.
Fica em cima dela a beijando, beijando o corpo todo dela e ela sentindo o tesão crescer sendo  contraído contra o corpo dela. Tira com os dentes o sutiã dela.
-Pára Henrique
-Vai dá de santa agora?
-Eu quero sair. -ele continua -Eu não quero Henrique -o empurrando.
-Você quer, eu sei.
-Chega! - o empurra.
-O que foi? Achou que iríamos conversar aqui?
Ela põe o sutiã.
-Você continua um idiota.
Ele a joga no chão e fica em cima dela, abaixa a cueca.
-Me larga!
-Vai ser rápido e gostoso putinha. -beija os peitos dela.
Ela chuta a verilha dele
-Sua vagabunda!
Ele dá um tapa nela e ela cai na cama. Ele olha pra ela apavorada.
-Não Henrique.
Ele vai em cima dela e ela bate com o abajú na cabeça dele, e ele cai no chão.
Ela se levanta, se veste. Ele ainda desacordado.
-Henrique. -bate no rosto dele, ver sangue.
Puxa o corpo dele até o banheiro. Sai do quarto, desce as escadas correndo.
Ver um movimento estranho lá fora. e ver Mariana sendo retirada da piscina desacordada por Vinícius.
Ele bate no rosto dela, faz respiração boca-a-boca. Ela acorda e cospe a água. Se levanta com a ajuda de Vinícius.
-Quer estragar a festa dos outros porra. Use essa porra direito. -ela se espanta ao ver Henrique de pé.
Ele vai até ela e a puxa para um canto.
-Você me paga um dia por esse hematoma na cabeça vagabunda. -se retira e pega pelo braço outra menina, a beija.
Ela ver Vinícius e Mariana se retirando e Pedro dormindo no sofá. A festa pra ela já tinha acabado.
No dia seguinte Vinícius se roçando na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito enganada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.
-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.


















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