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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Íntimos. - Capítulo 8.



Vinícius Ramos - 24 anos - 2003.

Vinícius estava adorando a faculdade, era uma infinidade de peitos, que o deixava maluco. Pequenos, grandes, não tinha o preferido, os de bico bem escuro ele gostava. Pena que não dava pra ver os seios, devido  a roupa, só o colo,  ele adorava uma roupa bem decotada, e meninas que não usam  sutiã. mas ele era bom de imaginação. Escuros, pequenos, cabendo na palma da mão, durinhos, verdadeiros melões. Viva os peitos.
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Vinícius com 15 anos sentado na cama nú ao lado sua tia também nua.
Ela pega a mão dele e coloca num dos seios dela.
-Sente? Peito de mulher. Gosta?
Ele não responde, começa a chorar calado.
-Gosta?!
Ele balança a cabeça dizendo sim.
Ela desce a mão até o meio das suas pernas.
-Segura forte. Vagina de mulher. Gosta?
-Sim...
Ela deita e Vinícius vai beijando a sua perna até chegar ao seu destino.
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Vinícius para em sua viagem pelo mundo de peitos e ver o segurança jovem, fortinho, mas não malhado, ele sorrir pra ele e se retira pro banheiro.
Vinícius também entra no banheiro urina ao lado dele, olha pra ele com os olhos gulosos, e olha pro documento do segurança.
O segurança olha pro lado e pro outro e pega a mão de Vinícius e faz ele segurar o pênis dele.
Na cabine Vinícius chupando o segurança, faz ele gozar. Vinícius engole. O segurança olha pra ele, bate no rosto dele, se põe de costas pra Vinícius. Tinha uma linda bunda, que tinha o excitado e assim depois de deixa-lo lubrificado com a sua língua come o segurança no banheiro.
O segurança sai primeiro e depois ele, ao descer as escadas se esbarra numa gracinha palídica de cabelos castanhos.
-Desculpa. - fala ela.
E ele desce deixando guardado o ato do banheiro no banehiro.
Ao final da aula, ele ver a mesma menina acompanhada de uma loira, conversando com um rapaz.  Ela estava se sentindo meio deslocada, não tinha amigos, se aproxima.
-Com licença. - eles se viram pra ele -A equipe de vocês já tá completa?
-Falta um integrante. - responde a loira.
-Posso?
-Claro gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula na sala de estudos. Já reservei horário lá. -Júlia puxa a loira e se retiram.
-Gostosa pra caralho né?
-Nem percebi. - responde o rapaz sentado.
E Vinícius pensa que ele também não é de se jogar fora.
-A loira é minha, a morena deixo pra você. - sorrir e bate no ombro dele.
Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, sem briga, Júlia ver de cabeça pra baixo Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
Vinícius percebeu o espanto de Pedro não esperava com a ordem ou pedido de Júlia. Pedro olha pra  ele, depois olha pra Júlia. Ele tira o cinto e desabotoa a calça e abaixa o eclé e começa a chupa-lo . Ele mandava melhor do que ele pensava, não era do tipo nojentinho, brincava com a cabeça, passando a lindo a lingua em volta da glande . Vinícius estava se controlando pra não gozar logo. Beija Vinicius e em seguida ele beija Júlia, Vinícius começa a chupá-lo e Mariana  substitui Pedro no boquete em Vinícius. Pedro começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, Ele percebeu Pedro crescer em sua boca, Vinícius decidiu responder  com mordidinhas, o que fazia ele gemer. Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e Vinícius não parando de meter no rabo dela, Pedro coeça a penetra-la depois de um carinho no rosto dela. Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
Depois ele foi pra praia e ver uma moça bonita no carro, ela tira o óculos escuros, o carro era bem caro, não pertencia a ele. Ela olha pra ele. Ele não lembra bem como parou dentro do carro, mas lembra muito bem quanto ela gozou com ele no meio de suas pernas.
Na faculdade, numa sala, ele suspede o vestido da colega , lambe a mão, olha pra ela e desce, ela vira os olhinhos.
Ao chegar em casa encontra uma senhora nos seus quase 50 anos sentada na cadeira, ela abre as pernas. Ele tira a roupa rapidamente, se arrasta pelo chão, começa pelo dedão dela , vai subindo com a língua, até chegar na vagina dela já umedecida. Ela segura forte a cabeça dele, o mantendo entre suas pernas, o que não era preciso, ele estava bem entretido lá e atento ao seu serviço.
E assim foi conhecendo todos os formatos, todos os tipos. Lisa, bem higiência, e adorava sentir a pele geladinha em sua boca. Risquinho, adorava um bem cavado, parecia um caminho. Asa delta, adorava as conservadoras, bigodinho, era divertido encontrar. Já viu corações, setas, estrelas e até coelhinho, mas meia lua o deixava louco, ficava doido pra moder maças, morangos, abrir fechaduras e brincar com nomes.
No dia seguinte ela tomando cerveja com Mariana.
-Bem gelada, do jeito que gosto.
-Tá boa -sorrir ela.
Se aproximam Júlia e Pedro, ele fica sem graça ao vê-los, se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. - Júlia.
-Foi, mas foi bom. -Pedro.
-Foi um bom estudo. -Vinícius -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E partimos rumo ao apartamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Depois todos na cama, olhando pro teto de mãos dadas.
-Foi bom pra vocês? - Vinícius idaga.
Outro dia Mariana sugere uma festa para eles irem. mas a festa era chata, tinha uma galera que se achava descolada, que bebia todas, todos eram bonitos, uma monotonia, um saco. Ele olha pro quadro sem muita curiosidade entre uma bebida e outra.
Vê Júlia subindo com o dono da festa, pelo menos ela iria fuder hoje. Pedro fazendo um drink e se aproxima uma menina dele e Mariana a mais doida de todos chupando um rapaz que estava dormindo.
Ele pára os seus olhos num rapaz, estava beijando a garota, dava pra ver a excitação dele nas calças, tinha uma bela bunda, a calça caindo mostrando a cueca de marca.
Até que alguém derrama algo em sua camisa.
-Desculpa velho.
Ele olha pro rapaz bêbado.
-Sobe comigo, vem trocar essa roupa.
Sobe ele, o rapaz e outros dois que o acompanhavam feito guarda-costas, ele tinha achado um deserviço deles.
-Aqui uma camisa limpa, se quiser pode tomar banho.
Ele entra no banheiro, troca de roupa, ao sair ver o rapazinho chupando um dos guarda-costas.
Eles olham pra Vinícius.
-Você curte? - o rapaz mostra a pica dura pra ele.
Vinícius chupa, bate e faz gozar os três. O rapazinho bêbado coloca ele de quatro e mete com força, ele sentia a pica bater na próstata, as vezes roçava  no saco, era tão bom, dóia tanto, mas devido ao prazer aguentava. Ele olha pros guarda-costas admirando a cena.
Começou a sangrar, e o cara gostando, parece que tinha o excitado mais ainda. Vinícius deita no chão e supreendentemente goza. Outro suspende a sua perna e começa ou termina o serviço.
Ele depois vai pro banheiro, senta e ver sangue.
-Puta merda.
Se lava, e depois de uns minutos desce ao sair procura pelos outros e ver Mariana na piscina se afogando, se joga e a tira de lá.
A deita, dá tapas no rosto dela, faz respiração boca-a-boca. Ela abre os olhos e ele dá graças a Deus.
-Está bem? Quer que chame uma ambulância? - Vinícius.
-Não, estou bem.
Ele ajuda ela se levantar.
-Quer estragar a festa dos outros porra! Use a porra direito. -Era Henrique dando uma bronca nele.
-Eu te levo. - Vinícius.
Chegam no apartamento dela.
-Está entregue.
-Obrigada.
Ele ver a sala toda bagunçada e um mal cheiro.
-Entre, eu não quero ficar sozinha.
Ele entra e assistem filme em preto e branco o dia todo.
-Você está bem? - ela abraça o braço de Vinícius.
-Eu sou uma menina má.
Outro dia encontra Pedro nas escadas.
-Será que foi certo o que fizemos?
-Prejudicou alguém? Alguém saiu ferido?
-Não.
-Então estamos no lucro. - Vinícius sorrir pra ele -Vem, levanta daí.
Ele puxa Pedro e encontra Mariana e Júlia.
-O braço já está melhor? - Vinícius pergunta pra Mariana.
-Novinho em folha.
-Tem cigarro? - Júlia pergunta pra Vinícius.
Pedro dá um cigarro a ela.
-Olha, estamos levando o menino pro mau caminho. - Vinícius dá risada seguido pelos outros.
-Eu quero é sexo.
Vinícius começa a se roçar na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito errada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.
-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.


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