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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Íntimos. -Capítulo 4.




Mariana Braga Venturosa - 12 anos - 2003.

Mariana olha pro relógio faltavam cinco minutos pra acabar a aula, copia a atividade no quadro no caderno rosa cheio de figurinhas, coisa de menina. Olha pra um menino sentado ao lado, leva a caneta a boca,  introduzindo a metade da caneta na boca, chupando, tira e sorrir.
Bate, ela se levanta e guarda as coisas, como os outros alunos ela desce, leva um chiclete a boca.
Era loira, tinha um rosto angelical, olhos castanhos, alta para os seus 12 anos de idade. Ela toma caminho diferente dos colegas, com o seu olhar dissimulado, como se devorasse tudo, vai pra atrás da escola, lugar pra namoro, lugar pra paquerar, lugar proibido, lugar divertido.
Havia uma fila de meninos, de todos os tipos, gordo, magro, baixo, alto, meninos de séries mais avançadas, meninos do primário até, preto, baranco, amarelo, lilás, até meninas era permitido, Mariana era democrática.
Na frente um menino de óculos.
-Cadê? -ele dá o dinheiro, ela pega -Bom menino.
Abaixa a calça dele e começa a chupá-lo.
Na direção os pais de Mariana.
-Eu chamei vocês porque a filha de vocês vai ser expulsa da escola por comportamento indevido.
-O que ela fez? -A mãe.
-Eu não sei nem por onde começar. Ela... Ela vai pra atrás da escola.
-Não, Mariana é uma menina doce, ingênua.
-Mariana é dissimulada mãe, me desculpa. Tenho provas, entrega as fitas. Os meninos já ficam a esperando, até meninas.
-Pra quê?
-Ela masturba os meninos, faz sexo oral com eles, 10, 15, 20, ou até mais fazendo fila, e ela cobrando pra isso dois reais de cada um. E até chega as vias de fato.
O pai cai da cadeira.
-Querido!
Na sala.
-Satisfeita? Você quase mata o seu pai. Ele teve um infarto, está internado por sua causa. Que desgosto Mariana, expulsa da escola, por ser ... puta, isso que você é puta! O que você tem na cabeça garota? Fala alguma coisa menina, a vontade que tenho é te machucar todinha.
Mariana se mantém calada de cabeça baixa.
-Há quanto tempo faz isso? Responde!
Ela leva as mãos ao rosto,
-Sai da minha frente. Torça para que seu pai não te mate.
Álvara não entendia o comportamento da filha, se prostituindo na própria escola, tinha tudo que uma menina da idade dela poderia querer. Por isso decidiu contar com ajuda de um psicologo.
-Obrigada.
-Essa é a menina?
-Sim.
-Entre querida. A senhora fica aqui. -liga o som.
Fecha a porta e senta de frente pra ela na sua cadeira, ela alisa o braço da poltrona.
-Tudo bem?
Ela se mantém calada.
-Tem brinquedos. Quer algum?
-Eu não brinco.
-Me diz o que está sentindo.
-É casado?
Ele ver a aliança dele.
-A entrevistada é você. Por que faz essas coisas?
-Porque gosto.
-Sabe o que tá fazendo?
-Estou sem calcinha. -abre as pernas pra ele -tem poucos pêlos, claros, como meu cabelo, vermelhinha, cheirando a leite, novinha, doida pra que alguém a chupe.
Ele dobra a perna , anota alguma coisa.
-Homens, é só falar alguma sacanagem e eles já se excitam. -sorrir.
-Gosta de sacanagem? O que é sacanagem? Saberia me dizer?
-Eu posso chupar o seu pau até você gozar. Você quer continuar com esse interrogatório infame.
-Você tem um bom vocabulário.
-Piranha, vadia ,puta, putinha, vagabunda, piriguete, fácil, boquetera, safada, cachorra, vagaba, cú de toba, xuranha, serrona, vagaba, vaca, quenga, biscate, galinha, oferecida, aproveitadora, marafona, nigrinha, ronheta. Qual desses você prefere me chamar?
-O que você quer?
-Eu quero gala na minha boca, porra dentro de mim, pau batendo na minha cara -ela bate no rosto -Várias picas na minha boca. Vários homens me fodendo, me desejando, dois ou três me penetrando de vez. Dentro do cu, dentro da buceta. Quero um pênis de 27 centímetros me arregaçando perguntando se eu gosto de tomar rola. Quero um braço inteiro me rasgando. Quero ficar bem larga, fica toda cheia de esperma, com todos os cheiros no meu corpo. Que a buceta queime de tanto eu dá.
A mãe se aproxima da porta, coloca o ouvido, mas não ouve nada, pensa em bater, mas se contém.
Lá dentro, Mariana sentada no colo do psicologo dando o cu pra ele.
Alguns minutos, eles saem.
-Como foi?
Ela falou pouco, mas creio que vai ter avanço.
-Obrigada, -dão as mãos.
Elas saem, no carro.
-Gostou da consulta?
-Detestei.
-Ótimo, se não gostou é bom sinal.
Mariana vira o rosto pro retrovisor e sorrir.
Mariana começou a variar o cardápio, a expandir seus interesses.
O ônibus chega ao fim de linha, ela olha pro cobrador, pega no ferro, alisa subindo e descendo, segura com força, sorrir pra ele. No fundo do ônibus o cobrador a comendo com as pernas abertas formando todos os ângulos.
Mariana pensava em sexo 24 horas por dia, os 7 dias da semana, tudo a excitava. Até uma simples festa de criança.
Ela ver um rapaz tirando o lixo do salão de festa, com um uniforme sujo verde.Ela o segue até o cõmodo ao fundo do prédio. Ele estava tirando a roupa, toma um susto ao vê-la.
Ela começa a desabotoar a blusa, mostra os seio pequenos em formação.
Mariana não era fácil e a família nem suspeitava a sua brincadeira preferida. Ela numa loja de roupas, no provador. Ela abre a porta e ver o rapaz.
-Ficou pequeno demais em mim. - o puxa.
Ninguém sabia o que passava por aquela cabeça pervertida, os seus olhos parados davam medo.
Ela num banheiro dando pra dois negões.
Mariana enganava bem, nem parecia que tinha 12 anos, davam 16 nela fácil, mentia que nem sentia.
Ela passeando vendo os cachorros na loja.
-Que tipo de cachorro você quer?
-Um tipo que caiba aqui. -suspende a saia mostrando a bunda com uma minúscula calcinha.
E continuou se consultando com seu psicologo. Ele metendo nela.
-Frouxo, viadinho, broxa, não faz nem cócega.
Ela fala isso cuspindo as palavras no rosto dele.




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