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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Não é apenas um poema de amor.



O amor vem devagar a passo lento
Ou rápido como o segundo
O amor é uma mentira criada para alimentar nós mesmos
Ou uma verdade exposta e imposta para não denunciar o medo
O amor pode ser um lamento e momentos de isolamento
O amor é euforia alegria que quer ser mostrada ao mundo
O amor é uma memória individual de termos
Partilhada compartilhada para não se tornar azedo
O amor está na boca,  nos olhos, no arrepio
Ou apenas guardado em alguma música, escrita em uma folha de papel ou parar em outros amores
O amor tem hora pra chegar e não queremos terminar
O amor entende dessas coisas inexplicáveis
O amor não é mensurável apesar de estar nas mão de algum larápio
O amor faz ver onde não tem cores
O amor é coisa ainda a se combinar
O amor as vezes é só uma lista de coisas aceitáveis
Você pode até dizer que estou apaixonado
Eu teria o maior prazer de dizer que está enganado
Não entendo nada do amor
Apesar de ele está em tudo de mim
Queria ser um praticador do desamor
Para assim me acostumar com o fim
E assim sair mais fácil o sim
Te daria do amor todos os sinônimos e adjetivos
E mesmo  assim não aprenderia o sentido,  o objetivo
Talvez o amor seja só isso
O ato de nomear algo que estamos sentindo
Que não precisa de uma direção ou sentido
Talvez o amor não esteja em nada disso
E pra não dizer que não falei de amor
Deixarei essas palavras escritas amor
Para que um dia eu leia e encontre ou não encontre
Um poema de amor.


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