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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Íntimos - Capítulo 5.




II Parte: O encontro.

Pedro Nasva - 23 anos  - 2003.

Pedro estava, se sentindo uma formiguinha diante de todas aquelas  pessoas estranhas. Pedro olhava com curiosidade tudo e a todos, mas ao mesmo tempo tinha medo que fosse notado, ele preferia continuar no seu canto sendo um observador oculto, ou até mais um admirador secreto daquele cotidiano universitário que lhe era estranho.
Foi percebendo que todos se dividiam em tribos, os nerds, os que fumam maconha, , as gostosas, os engraçados, os marombados, os estranhos como ele, sem esquecer os viados, que também poderiam ser encaixados nos engraçados, nerds ou estranhos.
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Pedro numa sala com um potinho branco e sobre a mesa revistas pornográficas, todas as capas ele já conhecia. Ele não era tão moderno, gostava ainda de gozar folheando revista. Viu uma revista nojenta com as folhas todas grudadas, ele pensou por um momento que seria bom se ele trouxesse seu próprio material. Ele viu outra capa com uma mulher de pernas abertas com os seus pêlos pubianos aos montes. Era o tipo que  gostava, era bom sentir  pela sua boca, fazia cócegas, ele gostava.
Ele não sabia bem como parou ali, ele só sabia que tinha medo de não deixar prole. Não era do tipo de se apaixonar, e não tinha uma vida sexual normal, não como ele gostaria, os defuntos o perseguiam.
E veio a loira em sua cabeça.
-Estou molhadinha, deixa eu ver seu pau.
-Me deixa.
-Essa capa é interessante, aposto que cabe um pepino dentro dessa vagina. Eu já me masturbei com um, pena que não conseguir enfiar todo. -dá risada -Você já tá há 20 minutos e essa porra não tá nem dura.
Dez minutos depois Pedro sai da sala e entrega o pote.
-Eu não posso, sou broxa!
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 Ele percebe uma moça palídica de cabelos castanhos no ombro o olhando. Ela tinha cara de safada e era gostosa pra caralho. Ele vira o rosto e sai dali.
Na sala depois da aula, a moça que o olhava se aproxima, ele pensou que era mentira e se controlou pra não ter uma ereção ali mesmo.
-Oi, eu sou Júlia, essa é Mariana. -a loira do lado sorrir -E nós duas queremos saber se você já tem equipe pro trabalho de Antropologia.
-Não.
-Quer entrar na nossa equipe?
Por um momento ele pensou em entrar com tudo.
-Sim, não vejo problema.
-Com licença. -um rapaz -A equipe de você já está completa?
-Falta um integrante. - Responde Mariana.
-Posso?
-Claro, gatinho desse jeito pode tudo. Depois da última aula, na sala de estudo, já reservei horário lá. -Júlia puxa Mariana e se retira.
-Gostosa pra caralho né?
-Nem percebi. - responde Pedro a pergunta de Vinicius.
-A loira é minha, a morena deixo pra você. -sorrir e bate no ombro de Pedro.

Na sala de estudo.
-Vocês pesquisaram o quê? -Júlia.
-Eu não li nada. -Pedro.
-Nossa vocês também não querem nada. Por isso trouxe isso. -tira uma garrafa de vodka  da mochila -Pena que tá quente .
-Como você entrou com isso? -Pedro.
-Tenho meus truques. Adoro vodka, minha tia ficava bêbada e nem percebia que eu roubava as garrafas dela  isso com 11 ou 12 anos. -sorrir.
-Alcoolatra. -Vinicius.
-E você bebe? Ou é do tipo que não bebe, não fuma e não fode? -Coloca a mão na perna de Pedro -Nossa temos um colega alterado aqui. -rir.
-Desculpa.
-Sem problema, achei ótimo, mostra que você é humano.
-Tá calor aqui. -Vinícius tira a camisa.
-Também com esse ventilador que nem venta. Vontade que tenho é ficar pelada. - Mariana.
-Acharia ótimo. -Vinícius.
-Vamos pro trabalho de etnias? -Júlia
-Eu quero é rola, acharia ótimo fazer um trabalho sobre picas, de todos os tipos e tamanhos, enfileirados pra prática, poque tem que ser um trabalho rigoso, estritamente científico. -Mariana rir.
-Você já deram beijo triplo? Tipo hoje vi no pátio da faculdade. -Júlia.
-Não, mas não veria problema nenhum em participar. -Vinícius.
-E por que não quadrúplo?
Eles se aproximam, olham uns pros outros e se beijam, trocando as línguas, unindo as línguas, confundindo as línguas. Júlia vira e beija Pedro e em seguida vira beija Mariana, Pedro olha e Júlia tira a blusa.
-Tira, eu nunca me entendi com feiche  de sutiã.
Pedro tira, ela deita e os dois chupam os seios dela, cada um ficou com um pra si, Júlia ver de cabeça pra baixo Mariana observando a cena e se masturbando. Júlia olha pra Pedro.
-Chupe ele.
Pedro não esperava essa ordem ou pedido de Júlia. Olha pra Vinícius, ele era bonito tipo modelo, depois olha pra Júlia. Ele tira o cinto e desabotoa a calça e abaixa o eclé e começa a chupar Vinícius. O gosto era melhor que esperava. Era a coisa mais gostosa que tinha chupado até hoje. Vinícius era limpinho, sem pêlo. Beija Vinicius e em seguida ele beija Júlia, Vinícius começa a chupá-lo e Mariana o substitui no boquete com Vinícius. Ele começa a cheirar o corpo todo de Júlia, tira a calcinha dela, era do jeito que gosta, peludinha. estava molhadinha, percebeu ao esfregar os pêlos por sua boca.
Isso o deixava mais excitado dentro da boca de Vinícius, que era ótima, que respondia com mordidinhas, o que fazia ele gemer. Vinícius sobe e lambe a axila de Pedro, enquanto Mariana se perdia nos fundilhos dele. Ela rodava a língua lá dentro e deixava bem molhadinho.
Júlia se levanta e pega o pau de Pedro e o pau de Vinícius, os esfrega um no outro, junta os dois em sua mão, apertando, os unindo. Vinícius coloca Júlia de costas pra ele. Pedro alisa o rosto dela e ver no rosto dela ela sentindo a pica de Vinícius e começa a meter nela. Vinícius pega na mão de Pedro e Júlia beija Mariana. Mariana puxa o cabelo de Júlia e lambe o rosto dela. Júlia suspende a perna de Mariana.
-Quero os dois juntos me comendo na frente. -Fala Mariana.
No dia seguinte ficou tudo estranho, era como se todos os 4 tivessem se revelado, e não tivesse mais nada pra esconder do outro.
-Aqui o trabalho, fiz ontem ao chegar em casa.
Júlia pega o trabalho.
-Não vai ler?
-Se foi você que fez, deve está bom.
Pedro ao sair da faculdade, se depara com um mendigo na ponte, encostado no parapeito. O homem lembrava o seu pai, não sabe porque lembrou dele.
-Uma esmola pelo amor de Deus, tenho fome.
Pedro pára diante do homem, o homem olha pra ele. Pedro continua andando e deixa o homem com a sua miséria.
Pedro para numa lanchonete.
-Me ver dois mistos.
Vai até o homem.
-Aqui.
-Obrigado. - o homem pega o pacote.
-Qual é o seu nome?
-Eu não tenho nome. Não preciso de nome, não existo pra muitos que passam por aqui.
No dia seguinte na faculdade.
-Quer uma cerveja? -Júlia -Mariana e Vinícius estão lá, vem.
-Quero sim.
Eles se aproximam, se olham e começam a dá risada.
-Foi muito louco. -Júlia.
-Foi, mas foi bom. -Pedro.
-Foi um bom estudo. -Vinícius. -Me ver outra.
-Estão a fim de ir a minha casa? - Mariana pergunta.
E partimos rumo ao aparatamento de Mariana.
-É grande aqui. -Júlia.
-Presente de papai por ter passado no vestibular. Tem maconha ou pó se quiserem.
Júlia acende um cigarrinho, traga.
-Toma Pedro, quero te ver drogado.
Pedro pega da mão de Júlia o cigarro. Mariana cheira o pó sobre a mesa, Vinícius faz uma carrerinha com cartão telefônico. Júlia coloca um pouco na mão e leva pro nariz. Pedro vê o pó sobre a mesa.
-Limpe a mesa toda. -Mariana.
Júlia aproxima do rosto de Pedro.
-Veja as luzes. -dá risada.
As risadas de todos estavam dentro da cabeça de Pedro estrondosamente, e tudo ao seu redor estava embaçado, Mariana liga o som e coloca The doors, light my fire.
Júlia a encurra-la na parede, desfaz o nó da blusa, beija cada um dos seios dela. Leva uma das mãos por debaixo da saia de Mariana, Mariana se estremece, brinca com os dedos dentro da amiga, medindo o tesão dela, excitando os meninos pra ver o tesão deles.
-Ah...arh, hum...oh!
Pedro depois vai pra varanda, olha a Lua, tinha saudade de casa, da sua época de inocente.
-A Lua está bonita, cheia para os amantes.
-É. Tem uma vista bonita daqui de cima. A cidade parece pequena daqui e grande lá de baixo.
-Entra, não tá sentindo frio?
-Ainda tô meio... lerdo.
-Gozou bastante hoje? - o beija.
Os quatro deitados na cama de mãos dadas olhando pro teto.
-Foi bom pra vocês? -Vinícius pergunta.
E muitas daquelas noites se repetiriam.
Júlia deitada no colo de Pedro na grama da faculdade, se aproxima Mariana com Vinicius.
-Querem ir pra uma festa hoje a noite?
Eles chegam na festa, tinha uma galera bem bonita. Mariana vai logo pra turminha que tá cheirando. Júlia puxa Pedro até o meio da sala e dança com ele, pega as mãos dele e coloca na cintura dela e depois na bunda dela e o beija.
-Júlia.
-Henrique. - se beijam na boca -Pedro -apresenta Pedro.
-Venham, vou apresentar minha casa.
Júlia vai com Henrique e puxa Pedro, tudo na casa era exagerado e fino.
-Eu vou pegar uma bebida. -Pedro.
-Ok. -Júlia, ela depois sorrir pra Henrique.
Pedro vai até a mesa onde está as bebidas e faz uma caipirinha pra ele.
-Vai ficar melhor com essas duas balinhas. -fala uma moça que coloca na boca dele e o beija.
Pedro depois vai até a sala, tudo fica muito grande a sua volta.
-Está bem?
Passa por Vinícius e nem responde, ver Júlia subindo as escadas com Henrique. Ver casais se beijando, meninas e meninos, meninas e meninas, meninos e meninos. Vira o copo, entra numa sala.
Tudo gira a sua volta e o som está bem alto em sua cabeça, acompanhada da imagem de Júlia dando pro Henrique na cama grande com lencóis brancos de seda.
Isso tinha o excitado, lembrou da vez  no laboratório que deixou a amostra vazia. teve vontade de gozar ali, colocou  o pau pra fora, já estava duro, enervado, viril, começou a se masturbar, abriu a boca e começou a sorrir. Olhou pro teto apesar de não ver o céu, viu o céu, apesar de não ter estrelas, tinha estrelas, começou a gozar. Gozou na TV grande, no sofá imponente, no tapete caro, nas caixas de som potente.
Deitou no chão, não sabe quanto tempo ficou ali, limpou a mão na roupa mesmo, saiu da sala, ouve gritos de socorro, e Júlia descendo as escadas correndo, todos em volta da piscina e Vinícius tentando reanimar alguém, admira a cena até perceber que era Mariana.
Ela acorda, cospe a água, se levanta.
-A dosagem foi boa hein. -Fala uma menina no ouvido dele.
-Quer estragar a festa dos outros porra. Use essa porra direito. -Henrique dando uma bronca em Mariana e puxa Júlia pra um canto.
Vinícius leva Mariana, e Pedro fecha os olhos.
-Acorda. -ele abre os olhos, era Júlia -Já é dia.
Ela o puxa, ele ver gente deitada em todo canto, vestido ou não. Pega um copo ainda com alguma coisa dentro e bebe, se incomoda com a luz do sol ao sair.
No dia seguinte Vinícius se roçando na parede.
-Gostosa, deixa eu meter.
Todos dão risada., se aproxima uma senhora.
-Me dê a chave do apartamento. -Fala com Mariana -Anda Mariana!
Mariana entrega.
-Se você pensa que vai continuar dando suas festinhas tá muito errada. Você volta pra casa.
-Eu não volto.
-Então dê suas festinhas debaixo da ponte. Quero ver até onde vai essa sua independência ou dependência como queira chamar.
Se retira.
-Tô ferrada, sem lugar pra ficar.
-Se eu não morasse com meus pais te chamava, mas é um porre lá, estou doida pra sair.
-Eu moro com outros estudantes, lá é apertado, não dá nem pra estudar.
-Por que vocês não vem morar comigo? -Propõe Vinícius -Tô procurando alguém pra dividir o aluguel.
-Mas eu não trabalho. -Júlia.
-Eu vivia as custas do meu pai. -Mariana.

-Eu tõ procurando emprego. - Pedro - Toco por aí por uns trocados.
-E por que não fez música? - Júlia pergunta.
-Não passei na prática
Dão risada.
-E aí? -Vinícius.
-Seria bom. -Júlia.
-Juntos? -Pedro.












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