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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A mulher do desembargador-Capítulo 13

-O filho é meu, eu assumo.
-Está louco? Você nem sabe o que nos espera se assumirmos esse filho.
-O que você pretende fazer?
-Tem que ser loges que a barriga cresça.
-Você pode dizer que é do seu falecido marido.
-Não iriam acreditar, já faz mais de um mês da morte de Roberto.
-Só uma coisa que não permito que você aborte essa criança.
-Longe de mim fazer isso de novo! Não sou capaz de fazer essa crueldade outra vez. Você disse que só não permitiria isso, então tratarei de arranjar um outro pai.
-O quê?
-Isso mesmo, esta criança precisa de um outro pai.
-Você esta me egando a paternidade?
-Você pode ser padrinho da criança.
-Quem você pretende como pai?
-O doutor Epaminombas.
-Está bem, faça o que você achar melhor.
Eu me retirei, um filho, ela não quer me proporcionar um filho, fiquei a imaginar se ele iria se parecer com a mãe, se seria tão lindo quanto a mãe. era homem, o coração me dizia.
A noite fiquei a janela, vi o Doutor Epaminombas entrar, eles sentaram no sofá, começaram a conversar, quando ele a beija e no sofá mesmo fazem amor. fechei a janela.
Enquanto me afastava de Marisa mais me aproximava de Camila, ela era doce, meiga, carinhosa, que sente a falta de carinho, os seus olhos verdes com esperança de ser feliz.
Nós estávamos num vagão de um trem chupando manga.
-este país é tão grande!
-É.
-Ainda vou andar muito por essas terras.
-Você vai tenho certeza.
-Agora não sei se vou conseguir cumprir o meu obejetivo.
-Porquê?
-Por que estou amando. estou cansada.
Ela deitou em meu peito, eu já estava deitado.
Descemos em meio a um matagal.
-Como vamos voltar para casa? -Perguntei.
-Está escurecendo, vão sentir minha falta.
-Depois daquele beijo,estamos namorando/
-Não diria namorando, diria um tentando fazer companhia um ao outro. Por que namoro é uma palavra muito forte, que dá sentido de posse. E quem somos nós humanos a obrigar alguém a fazer alguma coisa que não quer? Nós somos livres.
-Vamos.
-Esere, quero respirar um pouco mais desse ar. -Ela estufou o peito e abaixa logo em seguida. -Agora vamos.
Em casa, minha mãe estava preparando um frango, quando dona justina chegou.
-Vão casar1
-Quem Dona Justina?
-A viúva do desembargador com o Doutor Epaminombas.
-Vixe! Nem esperou o morto assentar.
-Nesta história tem barriga, vai por mim, eu não me engano.
-Pode até ser, todo dia ele a visitava.
-Só Deus sabe o que faziam entre quatro paredes.
-É pra quando o casamento?
-Pro final do mês.
-Tão próximo.
-Eu não te digo Augusta, ai tem.
Eu escutei tudo do sofá por estar assistindo televisão.
O casamento foi no final do mês, ela estava linda, comecei a imaginar nós três a tomar banho na banheira juntos. Ela dando carinho ao ginecologista e dando prazer a mim.
Como ele trabalhava o resto do dia todo, eu fui visitá-la.
-Já mexeu?
-Não.
-Era para eu estar lá no altar com você.
-Tinha que ser assim.
-E como é ele?
-Tão diferente de Alberto. alberto era frio na cama, Epaminombas é quente, mas falta vigor, mulher como eu não se contenta com uma.
-Marisa... -Era o Doutor Epaminombas chegando. -O que ele faz aqui?
-Tive uma náusea e o chamei.
-Pode ir meu rapaz, o marido dela já chegou.
-Com licença, boa tarde.
Me retirei, quando cheguei em casa encontrei lá Dona Justina, dona Eulália e minha mãe.
-Boa noite. - nem me escutaram
-Adivinha quem fugiu. _ Falou Dona Justina.
-Quem Dona Justina? -Perguntou minha mãe curiosa.
-Amância.
-Com quem?
-Se espantem, com Padre Eurico.
-Meu Deus! -Se espantou dona Eulália.
-Também o marido temente a Deus que ela tanto queria só poderia ser um padre. -falou minha mãe.
-Eu não disse a você que ela visitava de mais Padre Eurico, que ai tinha.
-Muito me adimira Padre eurico aceitar viver nessa pouca vergonha. -Falou Dona Eulália.
-Se ela não pegou barriga. -Jgou Dona Justina.
-E a cidade agora está sem padre? -Perguntou minha mãe.
-Mandaram um diácono, que não é a mesma coisa. -responeu Dona Justina -Eu que não me confesso para um diácono.
Anoiteceu, fui ver a rua, quando me espanto.
-Pedro.
-Camila. -Eu a abracei -Precisava te ver, te amo. -Nos beijamos e depois vejo na porta Marisa.

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