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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O mestre -Capítulo 17

Ana no trânsito, sinal vermelho, um garoto fazendo malabarismo vai passando pelos carros para pegar o dinheiro. Chega no carro de Ana.
-Não tenho dinheiro.
O garoto se retira, ela pensa e assovia para o menino. O menino volta.
-Está interessado em ganhar quinhentinho?
Ana vai andando na rua distraída, passa a mão no cabelo, se aproxima o menino da sinaleira e pega a bolsa dela, ela segura a bolsa.
-Larga, ladrão!... Ladrão!
O motorista do carro de snhor Raul Vascentini Dergrinolle ver e vai ajudar a moça, o menino corre.
-A senhora está bem?
-Estou, mas já o senhor. -Ela aplica uma injeção no motorista, este cai no chão, ela pega a chave do carro, coloca um óculos escuro e entra no carro.
No colégio de Bárbara, ela acaba de sair, fala com as amiguinhas e entra no carro.
-Quem é a senhora?
-Uma amiga do seu pai.
-Cadê o motorista?
-Ele está impossibilitado no momento. pode me emprestar o seu celular? -Vira-se para a menina e sorrir.
Bárbara entrega o celular a Ana e Ana joga o celular fora pela janela.
-O que você fez? Quero sair!
Ana vira-se e mostra a arma.
-É melhor você ficar quietinha. Você não vai sair desse carro Entendido? -Ela tira o óculos.
-O que a senhora quer? O meu pai é muito rico.
-Nem todo o dinheiro do mundo vai pagar a dívida que o seu pai tem comigo. Agora fique calada. -Ela liga o carro.
-Onde está me levando?
-Já mandei ficar calada.
Ana chega com o carro num aeroporto de aviões pequenos abandonado, está cheio de mato. Ela pára o carro, tira a menina do carro.
-Torça para o seu pai cooperar. Pois a minha paciência com ele se esgotou.
Ela joga a menina num cômodo, só tem um colchão e um vasculhante quase no teto. Bárbara tem 11 anos.
Ana liga o celular e liga para Pedro, antes fecha a porta do cômodo e tranca com corrente e cadeado.
-Alô. Pode ligar para o safado, já peguei a filha dele. -Fecha o celular.
Pedro sai e liga de um telefone público.
-Alô, quero falar com o Doutor Raul Vascentine Dergrinolle... Diga que é Pedro Almeida Campos.
Ouve um toque e em poucos segundo.
-Alô. Que palhaçada é essa?
-Alô, sou eu mesmo.
-O que quer?
-Não sei se o senhor leu o jornal da semana passada, a morte de um homem alto e careca, com uma tatuagem no peito.
-Não entendo aonde quer chegar.
-Eu sequestrei a sua filha e quero 4 milhões de dólares de resgate.
-Tá maluco? Minha filha está no colégio.
-Você quer a sua filha? Ela não vale 4 milhões? -desliga.
-Alô! -Ele bate o telefone.
Toca o celular do senhor Raul.
-"Senhor Raul sequestaram a menina"- Era o motorista.
Raul vai no colégio.
-ela entrou no carro do senhor, não sabiamos que o motorista não estava no carro. -a diretora da escola.
-Isso aqui é um colégio. Eu pago caro para a minha filha está protegida.
-A nossa obrigação de proteger os alunos é do portão pra dentro, já do portão pra fora é com os pais.
O motorista se aproxima.
-Foi uma mulher loira senhor.
-Droga!
Ana abre a porta, está comendo um sanduiche e dá um sanduiche a Bárbara.
-Eu não quero.
Ela puxa o cabelo da menina.
-É melhor você comer, pois eu não quero te devolver magrinha para o seu pai.
A menina cospe nela. Ana limpa o rosto.
-O sanduiche está aí, come quando estiver com fome.
Sai e fecha a porta, a menina começa a chorar.
-Socorro! Pelo amor de Deus, me tirem daqui... Socorro! Socorro!
Ana abre a porta.
-cale a boca. -aperta o queixo da menina- eu não sou nem um pouquinho boa.
Anoitece.
Ana liga.
-Alô.
-São eles.
Na casa de Raul está cheio de policias.
-Pai.
-Pense rápido.
-Socorro. -a menina grita.
Ana desliga.
-Conseguiram?
-Não, foi muito rápido.
-Incompetentes!
Lá no aeroporto.
-Quero fazer xixi.
-faz aí mesmo.
-por favor.
-venha. Mas não se meta a besta comigo.
Ela pega Bárbara pelo braço e a leva até uma moita.
-Voc~e vai ficar aqui?
-Você é menina, eu também sou uma menina. Eu não sou idiota, querida.
A menina abaixa a calça.
-Aí uma cobra.
-Onde?
Bárbara chuta a canela dela e morde a mão dela.
-Ai!
A menina corre e entra mata a dentro. Ana corre em direção a menina. Há muito mato.
-Eu mato essa menina. -Ela cansando.
Corre mais um pouco.
a menina escorrega e desce uma ribanceira rolando.
-Bárbara! Aparece menina.
Ana corre.
-Onde está essa menina?
Ela volta.
Ao voltar ela para o carro num posto de gasolina.
-Vocês viram uma menina branca dessa estatura? -ela mostra a estatura da menina com a mão.- Com calça jeans e uma farda de uma escola?
-Não- fala o casal.
ela entra no carro e ver a menina, sai e surpreende a menina pelas costas.
-Me largue.
-Te achei.
-Sovcorro.
-Cale a boca. sabe como são as crianças. -ela fala com o casal. -Entra.
A menina entra no carro e partem.
Chegam no aeroporto. Ana amarra a menina e coloca uma fita na boca de Bárbara.
-Infelizmente eu tive que fazer isso querida. Até amanhã.
ela fecha a porta e liga para Pedro.
-Alô. coloque raul contra a parede, eu não aguento mais a chatinha. vamos colocar um ponto final nessa história. -ela desliga.
Pedro liga para Raul.
-O tempo se esgotou. vai dá o dinheiro?... Certo... Está bom. Sem polícia, se não a menina morre.
Raul aparece no local marcado no dia seguinte com uma mala, Pedro aparece, tira o óculos e vai ao encontro de Raul. raul entrega a mala.
-Tem quanto aqui?
-Quatro milhões. Não foi isso que combinamos? Se quiser conferir.
-Não precisa.
-Minha filha.
Pedro levanta o braço. Chega Ana levando a menina pelo braço, a solta, a menina corre para os braços do pai, esta chora ao ser abraçada pelo pai.
Aparece vária viaturas e policiais saem delas.
-Pedro é uma emboscada!
Pedro tira uma arma do bolso e mira para Raul, mas atiram no peito dele.
-Não!
Paulo aparece com um moto e pega Ana.
-Não, quero descer. -batendo nele.
-Ele está morto.
Os policiais atiram na moto e vão viaturas atrás da moto.
Enquanto sai sangue da boca de Pedro e cai na pista e uma poça de sangue embaixo dele e a mala aberta ao lado, voando o dinheiro.
paulo consegui escapar da polícia.
-Já liguei para Fa´bio fugir de casa e encontra com nós no shopping.
-Ele não pode estar morto. -ela chora.
Paulo a braça.

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