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terça-feira, 26 de maio de 2009

Carne fraca -segunda parte.

Verônica foi até o hotel, foi de óculos escuros com medo de ser reconhecida.
-Quarto 02. -a voz quase não saía.
-Ele já está esperando.
Ela subiu para o quarto, a porta estava aberta, ela entra e bate a porta.
Ela no supermercado com a amiga.
-eu trair Celso.
-O quê? Me conte detalhes onde?
-Assim você vai me fazer sentir pior.
-Desculpa. Foi com o bonitão do aquiteto?
-Foi. Estou me sentindo a pior mulher do mundo.
-mas quem sabe isso ajuda o seu casamento, dá um novo tempero esse sentimento de culpa.
ela chega em casa e guarda as compras, chega Augusto e fala no ouvido dela e aperta com uma das mãos a verilha dela, a abraçando.
-Quero repetir no mesmo hotel. -Se retira.
Um certo dia.
-Hoje eu que faço o almoço. Deixa Verônica? -Pergunta Suzana.
-Claro.
Verônica se senta a mesa de frente para Augusto.
Suzana se retira para a cozinha.
-Eu vou lána cozinha ajudar a Suzana dizendo onde estão as coisas. -Celso.
Verônica por debaixo da mesa roça a perna na perna de Augusto.
Celso chega na cozinha e beija Suzana, a põe contra a parede de costas para ele e suspende a saia dela.
a noite, o som ligado, Celso tomando um vinho e Augusto deitado no sofá.
-Acho que Suzana está me traindo.
Celso vira-se para ele.
-E você desconfia de alguém?
-Não, mas mato ela e ele no dia em que eu saber.
Celso engole a seco a resposta de Augusto.
-Vocês demonstram serem tão felizes.
-Nem tudo parece o que é, até os casais felizes passam por tempestades.
Verônica se arruma para dormir e olha da janela Suzana e Augusto na piscina transando. ela se vira para o marido que já estava na cama.
-Suzana e Augusto estão transando na nossa piscina. -ela se senta na cama.
-A cara deles.
-poderíamos um dia também fazer amor na piscina.
-O que você quer? Que transemos na piscina, no mato, no chão, na mesa, como dois animais no cio. -ele se vira.
-O problema nosso está aí. Não temos mais tesão um pelo outro.
Ele se levanta e fala bem de junto do rosto dela.
-O nosso problema está no que as pessoas dizem, o filho que ainda não veio.
duas semanas depois, Verônica vomita no vaso sanitário. Antes de ir para o trabalho ela compra um teste de gravidez na framárcia.
Ela ao chegar no trabalho, encontra Amanda na biblioteca e se senta na mesa onde está esta.
-Bom dia dorminhoca. Chegou atrasada.
-Passei na farmácia. Eu estou grávida.
-Menina me conte isso direito.
-Gravida. O que você não entendeu?
-É do Celso?
-Acho que não, eu transei mais com Augusto do que com o Celso.
-Não sei porque você está assim, você acabou de resolver dois problemas, o filho que não vinha e a aventura que você queria viver.
A noite ela contou a Celso o filho que ela está esperando, a reação dele ela já esperava, ficou radiante de felicidade, transaram, mas ela não conseguiu sentir prazer estava se sentindo a pior cretina que poderia existir.
No fim de semana chamaram a família para comunicar a notícia, presentes, pessoas querendo colocar a mão na barriga.
-Esses hóspedes não vão sair da sua casa não filho? Já são três meses que eles estão na sua casa.
-Mãe você quer o quê? Que eu os expulse? -Celso.
Verônica bebendo um drink se aproxima de Augusto.
-Não vai perguntar se o filho é seu?
-Nunca gostei de crianças, deixo esse pael para quem gosta. -Se retira.
Verônica acorda durante a noite e não encontra o marido na cama, desce e ver Suzana e Celso transarem no sofá.
No dia seguinte, ela preparando o café, se aproxima Suzana.
-Vagabunda você transou com o meu marido. -Verônica.
-Quem é você para me julgar? Até onde sei você também foi pra cama com o meu marido.
Um certo dia ao chegarem em casa Verônica e Celso, ele a levou ao médico para ver como está o bebê. Encontram Augusto no sofá chorando.
-Onde está Suzana? -Pergunta Augusto.
-A expulsei daqui, ela me traiu, e eu não descobrir o outro filho da puta.
Eles levam Augusto para o quarto, não comentaram nada, toca o celular de Celso e após Celso desligar toca o de Verônica.
Celso se encontra num carro com Suzana.
-Espero que esse cheque a faça se afastar de mim, da minha vida, da minha família.
-Dez mil não é muita coisa, mas pra quem não tem nada. Agora entendo a insatisfação da sua esposa. Você éfrio, todas as mulheres podem provocar orgasmo em você, já você não pode provocar orgasmo em todas as mulheres. -Se retira.
Ela em seguida pega um ônibus e encontra-se com Verônica.
-Só posso entregar essas jóias, creio que Celso não vá dar por falta delas.
-Espero que sejam verdadeiras.
-Vai pra onde?
-Voltar pra casa. Minha mãe vai encher o meu saco quando descobrir o motivo da minha separação. O que você sente ao transar com augusto?
-Quer saber mesmo? Tesão. Está satisfeita?
Verônica transa com Augusto, este em cima dela gozando fala.
-Não posso mais ficar na sua casa. Fuja comigo.
o pedido foi inrrecusável, ele partiu pela manhã e ela aproveitou que o marido foi trabalhar, ela fez as malas e foi para a rodoviária, passou meia hora, uma hora, duas horas e ele não apareceu.
Celso ao chegar em casa ver que não há mais roupas da sua esposa no armário, encontra uma caixa cheia de bilhetes, abre um bilhete: "Me masturbei pensando em você, foram três orgasmos sucessivos", abre outro: " "Ontem ao fazer amor com a minha esposa, quase a chamo pelo seu nome, estou louco por você", ele abre outro e outro: " Eu noto que você me deseja, me come com os olhos".
Senta na cama.
Ao final do dia ele recebe uma ligação da mãe de Verônica informando que a filha se encontrava lá na casa dela.
Ele foi para lá e a encontrou na varanda da casa chorando, ele se senta ao lado dela.
-É dele não é?
Ela faz com a cabeça que sim.
-Eu também a trair.
-Eu sei.
-Não foi a primeira vez, eu tenho uma filha fora do casamento.
Ele a levou até a casa da sua outra família, ela no carro ainda, olha ele bijar a outra esposa e carregar no colo a filha de quatro anos.
Ele depois volta para o carro, Verônica ainda chorando.
-Se você quiser eu crio essa criança, tentamos outra vez.
Um ano depois.
Numa festa de mãos dadas Verônica e Celso.
-O casal mais lindo. -Uma senhora fala.
-Ai assim você me deixa ruborizada Dona Anair. -Verônica - Oi amanda, oi Cláudio.
-Vocês precisam passar um tempo na minha casa de campo. E eu não aceito não como resposta. -Dona Anair.
-Pra mim convidadissimo. -celso.
-Você também tem que ir Cláudio e nem pense em fazer essa desfeita Amanda.
-Aonde eu perderia a oportunidade de conhecer a sua casa de campo. - Amanda.
--Eu também vou. -Cláudio.
-Essa é Rita, a minha filha que cuida da casa de campo pra mim.
Rita bebe o vinho olhando para Celso, este a olha, quem observasse direito veria que ele piscou para ela.
Verônica sai para a varanda, logo em seguida Cláudio.
-Por que não recusou?
-Eu perderia a oportunidade de ficar com você no campo? -beija a nuca dela.
-Aqui não, podem ver. Até que será interessante essa viagem. -sorri para ele e volta para a sala.

6 comentários:

∙ Joαппα disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
∙ Joαппα disse...

ui, quanto suspense ;)

dá uma passada lá http://veccholle.wordpress.com/

Nina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
TAIS MOREIRA disse...

Nossa, adorei esse texto, cara!! Vai ter continuação?^^
Contiue assim!
Beijos

Rafael Diaz disse...

Uaauu, muito bom, gosteei de mais, tbm espero o próximo! parabéns!!

ótimo blog!

http://passestime.blogspot.com/

Nina-Khos disse...

http://nina-khos.blogspot.com/

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