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domingo, 10 de agosto de 2014

12 sessões de sodomia. - capítulo 1.





Clara. - 25 anos.

-Como vai?
-Vou bem. - ela com os olhos pra baixo fugindo de mim.
-Em que posso ajudá-la?
Era inevitável ao olhá-la lembrar de minha filha.
-Eu tenho um problema com o meu namorado.
Tinha olhos azuis lindos que estavam marejados de lágrimas.
-Que tipo de problema? Você pode contar o que você quiser aqui, fique a vontade. Não vou lhe julgar. A arte de clinicar é um sacerdócio.
-Eu não tenho prazer com o meu namorado.
Ela fica segurando e mexendo nas coisas e objetos de decoração da mesinha de centro.
-Que música está tocando?
-Losing my edge, LCD Soudsystem. Não gostou?
-É melhor do que ouvir FM. Posso acender um cigarro?
-Pode, fique a vontade.
-É fumante?
-Não.
-Eu também não sou. - dá risada.
Uma risada nervosa
-Você disse que não tem prazer com seu namorado. Já conversou sobre isso com ele?
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O namorado de Clara em cima dela, a penetrando, olhando pro rosto dela, chupa um dos seios dela, estava suando igual a um porco, metia... metia e não gozava. Demorando dentro dela, e a porra do pau ainda permanecia dura, persistente.
-Arh!...
Deita sobre ela e depois vira pro lado, pega um rolo de papel higiênico, limpa o pau dele, entrega a ela depois de usar o rolo.
-Vou tomar banho.
-Tenho que trabalhar, te vejo mais tarde. - a beija.
Ele se levanta.
-Te amo.
-Tá tomando a pílula?
-Estou, Claúdio.
Ela olha pra baixo, pra sua parte íntima peluda.
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-E você já tentaram sexo anal? Ou qualquer outra coisa?
-Ele não é romântico, não é que eu também seja. Queria que as vezes ele dissesse coisas como: Quero beijar seus lábios de baixo, sua xoxota tá cheirosa ou me dá seu cuzinho linda.
-Quantos cm ele tem?
-14.
-Já fez sexo anal com ele?
-Uma vez, nem doeu. Não sinto nada.
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Clara no chuveiro, lava os cabelos de cima e depois os cabelos de baixo. Olha para o chuveirinho. Senta, abre as pernas, começa a meter o chuveirinho ligado por entre suas pernas, leva uma das mãos a parede, abre a boca. O chuveiro ainda ligado a molhando toda, molhada em baixo.
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-Eu passei a me masturbar quando ele saía.
-Nunca se masturbou?
-Uma vez. Estava assistindo TV, tinha 14 anos, fiquei excitada ao ver um homem sem camisa num filme. Não tinha ninguém na sala comigo e só tinha o controle remoto. Tirei a calcinha e meti o controle dentro de mim.
-Já tinha perdido a virgindade?
-Sim. Foi com treze anos, um garoto da escola me chamou pra passear, eu toda feliz. Ele era um garoto lindo. Disse que queria ver a cor da minha calcinha, que gostava de mim... que não tinha mal. Me deu um beijo. - os olhos azuis dela enchem-se de lágrimas - E foram 7 metidas até gozar, 17 segundos exatos.
-Sinto muito.
O meu telefone toca.
-Desculpa. - desligo -E depois disso?
-Pensei que éramos namorados, mas vi ele convidar outra menina. E assim foi continuando até um dos passeios terminar em gravidez. E ele sumiu, mudou de escola,... de estado.
-E antes desse namorado você teve outros?
-Tive outros dois, o Marcelo trabalhava comigo num restaurante, era bem grande, mas carinhoso demais e o Fausto demorava pra ficar excitado, eu ficava quase 30 minutos só o chupando e a porra do pau não subia. Pensei até que não sabia fazer direito. Até que fiquei decidida em chupar um desconhecido na rua, nem chegou em um minuto, derramou esperma por toda a minha boca.
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Ela lavando a louça.
-Tchau Clara.
-Tchau, boa noite.
Marcelo aparece.
-Ainda aqui?
-Terminando de lavar a louça.
-Sabia que estamos sozinhos?
-É...nem notei.
A vira, suspende a roupa dela, desce a calcinha, afasta as pernas dela. Ela olha o seu reflexo no prato a espera de alguma coisa e o de Marcelo transformado. A primeira não tinha dor nem prazer, a segunda muito menos e assim sucessivas, até ele gozar.
Ela deitada de bruços, Fausto  em cima dela, ela olhando o relógio.
-Chupa mais um pouco.
Ela se vira, ela deitada e ele de joelhos metendo o pênis meia bomba pra dentro da boca dela. Ela olhava pro rosto dele e o suor escorrendo por seus pelos sobre o peito, que dava nojo nela. Ele começa a beijar as pernas dela, chega no meio das pernas dela, demora bastante lá, nenhum líquido, vaporzinho, quenturinha, estalinho, nada.
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-E como conheceu o atual? Qual é o nome dele?
-Cláudio. Eu o conheci num cursinho pré-vestibular. Ele era até esforçado no início, mas não foi chegando, ele foi ficando mais frio do que eu.
-Você gosta dele?
-Amor?
O meu telefone toca novamente.
-Desculpa. Atenda.
-Vou deixar desligado o celular. -desligo o aparelho.
-Quem era?
-Minha mulher.
-Quanto tempo casados?
-27 anos
-Ela ainda goza como no início? Sente prazer?
-Acho que sim, mas não estamos aqui pra falar de mim.
-Posso levar essa bola de vidro?
-Gostou?
-Sim, fico imaginando ela dentro de mim. Como disse eu comecei a me masturbar, a meter várias coisas, grandes, pequenas, tortas, grossas, e comecei a sentir uma coisa que não sentia com nenhum dos meus namorados.
-Que tipo de coisa?
-Não sei, só sei que é gostosa de sentir. Vai subindo pelo corpo e depois desce e fica preso ali nas suas genitálias.
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Ela metendo a ponta do secador de cabelo  na sua vagina, feriu, começa a sangrar.
-Merda!
Ela deixa o secador no sofá, vai ao banheiro, pega papel pra tentar estancar, pega uma toalha.
-Ai.
Termina indo para um pronto-socorro de uma emergência.
-O que aconteceu?
-Cair sobre o corrimão da escada.
Termina de fazer o curativo a enfermeira.
Na sala do médico.
-Novinha em folha. Tome cuidado garota.
-Como é ver tanto tipo de buceta todos os dias?
-O quê?
-Tipo... Não enjoa?
-Como assim? - sorrir.
-É casado. - aponta pra aliança no dedo dele - Como é ver depois de tantas bucetas diferentes a mesma buceta de sua mulher?
-Você já está melhor, pode ir.
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Alguém bate na porta.
-Eu vou ver quem é, desculpa.
Ele abre a porta e vai para outro cômodo.
-O que você está fazendo aqui Elisa?
-Estava tentando falar com você, mas como você não atende sua própria esposa, decidi vim aqui.
-Estou trabalhando.
Ela olha o retrato da filha.
-Você ainda guarda retratos dela aqui?
-É minha filha também.
-Tá morta!
-Fala baixo, tem gente na sala.
Ela abre a porta.
-Daqui a pouco ele volta pra você querida, que pra mim ele esqueceu de voltar.
Ele fecha a porta.
-O que foi? Fala!
-O nosso filho.... O outro filho caso você ainda lembre que tenha, meteu o pauzinho dele sem camisinha na namorada dele e agora ela tá grávida. Me diz o que fazer? Ele só tem 17 anos e eu estou vendo que o idiota vai querer casar e você como sempre correto vai deixar o menino acabar com a vida dele por causa de uma besteira de adolescente, que poderia ser muito bem resolvida, num desses estabelecimentos ou tomando qualquer porcaria que faça descer, que vai ser muito menos trabalhoso do que organizar  uma festa de casamento, comprar um vestido e fazer um enxoval de uma criança.
-Me espere em casa. Quando eu chegar em casa conversamos sobre isso.
-Espero, só espero que não fique em bares como sempre fica, porque cada gole não vai trazer a nossa filha de volta. Você não deveria tratar ninguém, já que nem você consegue se tratar. - ela sai.
Eu fecho a porta, volto pra sala, olho sem graça pra paciente.
-Desculpa.
-Não tem nada. Morreu como? Foi inevitável não ouvir.
-Eu não quero falar sobre isso. Desculpa não vou poder continuar.
-Eu quero continuar.
-Como?
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Clara no sofá metendo a mangueira do aspirador de pó, o namorado entra com um buquê de rosas e ver a cena.
-O que é isso?!
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-Ele me achou doente.
-Terminaram?
-Eu disse que ia parar.
-Por que não conversa com ele, pra ele tentar te masturbar durante a relação? Por que não tenta?
-Eu sei que não vai dá certo.
-Por quê? Faça então você mesma.
-Você me acha doente?
-Eu não estou aqui pra fazer julgamentos, estou aqui só pra te ajudar.
-Você sabe que namoro os objetos que vejo, que dou nome a eles, que até repito os que me dão mais prazer.
-E você o que acha disso?
-Imagine uma criança que goste muito de um brinquedo e ele quebra ou perde-se ou é proibido. Eu não consigo  parar de brincar como os outros. estou perdendo os meus limites. - chorando.
A vontade que tinha era de abraça-la, carregá-la no colo, era uma menina.
-E pra você esquecer o brinquedo, ele tem que ser substituído por outro.
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Clara andando na rua, ela nota um homem a seguindo, ela entra numa rua.
-Parada aí.
-Deixa eu ir, não tenho nada. - os olhos dela tremendo.
O homem pega no pau sob a calça, dá um tapa nela.
-Ai.
Tira um canivete,  passa a lâmina pelo rosto dela.
-Moca bonita que olhos lindos você tem.
-Por favor, não faz isso.
Tira a calcinha dela e não escuta a sua súplica.
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-O que você sentiu?
-Dor, medo e por incrível que pareça a mesma sensação do chuveiro. Você já viu uma lebre com medo? Ela treme todo o corpo, como se tivesse sendo acuada, caçada. Ela se contorce, se bate, os olhos arregalam, não se rende se movimentando tentando se ver livre do seu caçador, até se render, por ver que não tem mais jeito.
-Sinto muito.
-Eu gostei. A vontade que tenho é sair e gritar que me estuprem.  Eu quero água.
Eu me levanto e trago um copo com água. Ela bebe.
-Acabou a sessão.
Ela pega a minha mão, cheira a minha mão, alisa a minha mão sobre o seu rosto.
-É melhor você ir. - recolho o braço.
-O seu pau não ficou duro? Eu quero sentir de novo, uma dor tão grande que não caiba entre minhas pernas.
-Eu não posso.
-Ética profissional? É fiel?
-Você parece com a minha filha.
Eu dou as costas, ela se levanta.
-Obrigada.
Ela sai, deixando a porta aberta. Ele abre o freezer, pega uma cerveja, abre, pega o retrato da filha no outro cômodo, senta na sua  cadeira, começa a beber olhando pro rosto da filha. O expediente tinha começado mais cedo.





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