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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O mestre -Capítulo 15

Ana e Pedro foram fazer compras num supermercado. Só que Ana é barrada.
-Pode abrir a bolsa.

-Por quê? Sabe quem eu sou Carolina Ambrósio, isso é uma humilhação, eu vou processar esse supermercado. Eu tenho cara de pobre menina! Quero falar com o gerente dessa espelunca.
-Calma senhora.
-Que calma?! Eu lhe disse Eduardo fazer compras num lugar de ralé dá nisso. Me larga!
-Olha o escândalo Carolina.
Chega o gerente.
-Tome a bolsa.
-Não precisa senhora. A senhora é uma das nossas melhores clientes, lamento por esse absurdo e desculpa pelo constrangimento.
-Devia me mudar para a concorrência.
Eles saem, no estacionamento, ela tira o urso de pelúcia da bolsa.
-Você não presta.
-Eu sei.
-Por que você rouba?
-Eu gosto, é um hobby, adoro sentir aquele sentimento de fazer alguma coisa errada, sentir o medo de que podem lhe pegar a qualquer momento.
Pedro ainda se lembrava como conheceu Ana.


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1988.


Pedro conheceu Ana numa festa, ela era de uma família de classe média alta, já era estudante de enfermagem, o pai queria que ela fizesse medicina, e Pedro era um pobre coitado, que conseguiu se formar em Ciências da Computação, já trabalhava para o senhor Raul nessa época.
-Ana esse é o Pedro. – uma jovem apresenta Pedro para Ana.
-Prazer.
-Prazer. – Pedro fala sem graça.
-É tímido.
-è solteiro. – Fala a jovem no ouvido de Ana. – Vou os deixar a vontade, com licença. – se retira.
Começa a tocar uma música.
-Dança? - Pergunta Ana.
-Sim. – Ele pega um drink e vira o copo.
Algumas horas depois, Pedro a leva até em casa.
-Já está entregue.
-Não precisava vim até aqui. Obrigada. Que pena que tenho namorado. Você me entenderia mal se eu lhe beijasse?
-Não, adoraria.
-Ela o beija e se retira, antes de entra vira-se e o olha pela última vez.
Foi assim que se apaixonaram, logo estavam namorando, o pai não gostava que a filha namorasse um pobretão, por causa dele ela terminou um namoro de dois anos.
Eles dentro de um carro, do qual Ana pegou escondido do pai, se beijando. Aparecem vários meninos que verem a cena.
-Ana.
Ela rir.
Ana se abaixa e faz sexo oral com Pedro.
-Ana.
Os meninos começam a rir
Pedro tendo um orgasmo
Ela levanta e beija Pedro, senta no colo dele e tira a blusa.
-Ana, ta maluca?
-Vamos dá um presente para esses meninos.
Ela vira-se mostrando os seios.
-Ana.
Ele tapa os seios dela e sai do carro.
-Saiam!
Os meninos correm. Ele volta para o carro e a encontra rindo.
-Hoje eles não saem do banheiro por nada nesse mundo.
Com um ano e 6 meses de namoro, Pedro pediu Ana em casamento. Em cima de um prédio altíssimo.
-Aqui é bonito.
-Escolhi aqui, porque essa é uma situação bonita. Quer casar comigo Ana?
-É sério Pedro? De véu e grinalda?
-Sim, tudo que você merece.
-Sim. – o beija. – Vamos para o meu quarto, os meus pais não estão lá, assim já treinamos para a nossa lua-de-mel. – o beija.

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Lá em Santos, Raul observa um homem careca, com um dragão tatuado no braço, jogando vôlei, este pára e vai falar com Raul.
-Eu preciso dos seus serviços.
Sérgio num estacionamento fecha a porta-mala do carro, vira-se e ver o homem careca.
-Quem é você?
-Vim em nome do senhor Raul para lhe dá um aviso.
-Que aviso?
-Que ele não confia em gente que sabe de mais. – tira uma arma do bolso do paletó e atira na testa de Sérgio, e esse cai do lado do carro.

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