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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O mestre-capítulo 11

Eduardo também dava aula numa faculdade. E lá também estudava Carlos Dornelles, um menino muito inteligente e um dos melhores alunos de Eduardo. Baixinho, usava óculos e era warez ( fazia pirataria). Carlos toda vez que saia da faculdade tinha que dá dinheiro para uns rapazes
-Oi otário.
-Eu não tenho dinheiro, me deixem ir, por favor.
-mentira. –o empurra e Carlos bate as costas contra a parede. –Dê um presente para ele Montanha.
Montanha dá um soco no abdômen de Carlos, Carlos cai no chão e Montanha continua o chutando, o outro depois pega a mochila e tira o dinheiro.
-Não tinha dinheiro, tchau otário, até amanhã.
Eles saem.
Carlos depois vai a sala de informática.
Acessa a conta do professor Eduardo.
-Ele é muito rico.
Ele tira da mochila uma foto e a compara coma da máquina .
-Quem diria. –sorrir.
Eduardo vai à biblioteca e lê uns jornais e cai um jornal de 9 anos atrás.Ele ler a manchete, era a notícia do roubo sofrido pelo Banco do Brasil. Ele sorrir, ficou ludibriado com o seu serviço, ele ficaria para sempre na história, tinha se tornado imortal, e ainda fez um filho.
Eduardo ao sair encontra Carlos.
-Carlos, sentir falta das suas perguntas na sala de aula.
-Eu to passando por alguns problemas.
-Posso ajudar?
-Não, já os resolvi. –Se retira.
Eduardo vai para casa e brinca com o filho no parque, Ana os observa.
Ao chegarem em casa.
-Ana fique.
-Depois eu vejo sua lição filho. - Fábio sobe junto com Paulo. – Não vai terminar o seu novo Software?
-Você está gastando muito?
-você nunca controlou os meus gastos. E ainda temos Três milhões.
-Tínhamos!
-O quê?
-Alguém criou um programa e entrou na minha conta e roubou 2 milhões.
-Mas quem?
-Não sei! Desconfio de alguém da faculdade, vou examinar os computadores de lá, depois do escritório e depois das lan houses daqui.
-Burro hein!? Acessar sua conta na faculdade.
Eduardo examina os computadores.
-Professor.
-Carlos
-Por que está examinado os computadores?
-Vírus.
-Um programa de cracker. Quer saber qual usei?
-Por que está falando isso?
-Fui eu que te roubei, e ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
-Por que está me chamando de ladrão?
-Pedro Almeida Campos, esse nome lhe lembra alguma coisa professor?
-Devolve o meu dinheiro.
-Eu usei o malware ou cavalo de tróia como preferir, não cria réplicas, conexão reversa e não preciso do seu ID, ele guarda a sua senha e mascara a conta.Foi difícil já que os bancos usam o modelo RSA para a chave-secreta.
-Você é mesmo um newbie, antes de de usar um programa tipo worm, usar um vírus que não fosse identificado , um vírus encriptafado.
-O dinheiro que eu peguei só é a primeira parcela para o senhor ter o meu silêncio. O senhor não quer parar na cadeia não é?
-OH quem fala! Você também pode ir para a cadeia.
-Tá aceito dividir, um milhão pra cada.
-Não, 1,5 milhão para mim e 500 mil para você, eu nem devia lhe dá nada, mas admiri a sua perspicácia.
-Vamos ver o que o senhor Raul Dergrinolle acha desse acordo. – ele pega o celular.
-Está bem.
-Nos encontramos aonde?
-no Cristo, as 10.
-Está certo, saiba que sempre me inspirei no senhor e agora ainda mais. –Se retira.
-Droga.
Pedro chega em casa.
-Descobriu quem foi?
-Descobrir.
-Mate-o.
-Vamos dividir.
-Dividir? Escutei direito?
-Sim
-Meio á meio?
-Sim.
-Quem é?
-Um aluno meu.
No dia seguinte, Pedro já estava no Cristo e chega Carlos.
-cadê o dinheiro?
-Minha mãe foi fazer uma limpeza em casa e guardei o dinheiro num saco, ela pensou que eram papéis velhos e os queimou.
-Mentira!... Mentira!
-Acalme-se, eu tinha separado a sua parte. Aqui. – ele chorando entrega a mala. – Eu só queria dinheiro para a minha pós-graduação na França.
-Lamento por você, o seu dinheiro virou cinza e eu não tenho nada haver com isso. – ele abre a mala. – Tem um milhão aqui?
-Sim. Não. – Carlos puxa a mala e Pedro também e a mala se abre, fazendo voar todo o dinheiro.
-Não!
Nunca se tinha visto tanto dinheiro cair do Cristo Redentor.
-Seu idiota! – Pedro pega Carlos pela gola
Carlos chora.
As pessoas pensam que é milagre e alguns brigam por causa das notas, outros colocam dinheiro onde podem.
Alguns choram de emoção.
-Padre Cícer, obrigado padim.
-Me dê meu dinheiro seu ignorante.
-Não, foi padim Ciço que me deu.
Pedro senta na escada e lê chora vendo o seu dinheiro sair das suas mãos e atrás o Cristo de braços abertos.

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