Pesquisar este blog

sábado, 10 de janeiro de 2009

A muler do desembargador-Capítulo 6

Voltei a minha vida normal, trabalhar na barbeária e ater as aulas com a esposa do desembargador, este tinha feito uma viagem para Manaus de oito dias.
-Vamos começar a nossa aula vendo o que é frase. Frase é toda exposição verbal de um pensamento. É uma unidade de comunicação. A frase pode apresentar ou não verbos na sua composição. fale uma frase sem verbo.
-Olá!?
-Com verbo.
-Como vai você?
-Oração é toda frase que contém verbo. Ex.: Viva melhor à luz da filosofia. Período é constituído por uma ou mais orações. Como pode ser os períodos?
-Pode ser simples ou composto.
-Texto é um conjunto de frases que constituem uma unidade semântica. Vou lhe emprestar esse livro, Menino de engenho, de José Lins do Rêgo, você vai gostar.Amanhã continua a nossa aula.
A noite caiu uma chuva torrencial sobre a cidade, caiu árvores, postes, casas ficaram sem luz, formaram-se enxurradas sobre o asfalto, trovejava e relampejava e eu estava no meio dessa tempestade com uma sacola de ovos na mão. Minha mãe havia me mandado comprar os ovos, mas fiquei conversando com Cláudio quando a chuva caiu.
Dona Marisa que estava fechando as janela me viu e mandou eu entar na casa dela.
-Obrigado e desculpa por estar molhando a sua casa.
-Imagina se vou me incomodar, tire essa roupa para não pegar um resfriado.
-Onde?
-No banheiro, a primeira porta a esquerda. estava até esquentando a água para tomar banho, vou pegar o balde.
Estava na casa dela, a mulher do desembargador, a mulher que muitas mulheres invejam, a mulher que muitos homns desejam possuir.
-Aqui a água.
Ela encheu a banheira.
-Vou trazer uma toalha e um roupão e tentar arranjar uma roupa.
Ela se retirou, comecei a me despir e entrei na banheira, estava na banheira que ela usava, me lembrei da vez que a vi se ensaboando na banheira, e desejei ser o sabão, para ser passado pelo corpo dela.
-Aqui a toalha e o roupão, coloquei a sua roupa para enchugar... A água está morna?
-Está.
Ela se aproxima da banheira e colocou a mão na água, sentir a mão dela pelo meu corpo, ela fechou os olhos e tirou a mão e enchugou na sua roupa.
-É melhor você sair, você precisa dá um telefonema para a sua mãe avisando o que aconteceu.
Ela se retirou do banheiro, escutava a chuva cair forte no telhado, tive a impressão que ele iria cair.
Eu me levantei e me enchuguei e vestir o roupão e desci as escadas.
-O telefone está mudo. -Ela avisou -Vou preparar alguma coisa para nós comermos.
Ela se dirigiu a cozinha, fiquei a olhar a foto dela com ele, felizes, alisei o piano.
-Quer que eu toque para você.
-Se não for um incomodo.
Ela sentou e começou a tocar. Eu acho que isso é a coisa que ela mais gosta de fazer, parecia uma rainha.
O vento abriu a janela, ela correu para fechar e eu fui ajudá-la, ela se virou, olhou para os meus olhos, os nossos lábios quase pertos.
-Está queimando.
Ela correu para a czinha, eu a seguir.
-Ai está quente!
Eu me ajoelhei para ajudá-la, e nos beijamos.
-Não, vai para a sala.
E fui para a sala.
Ela foi até a sala.
-Eu vou arrumar a ropa de cama, com licença. -Ela subiu os degraus da escada.
Eu olhei em volta da casa, sons da trovoada e a iluminação dos relâmpagos e decidir subir. E chegabdo no quarto.
-Por que você dorme com os homens que a visitam?
-Que homens você está falando?
-Por que você faz isso isso? Se demontra ser feliz com o seu marido!
-O que lhe interessa que eu faço da minha vida? Se amo ou não o meu marido? -ela chorando.
-Me interessa porque te amo desde a primeira vez que te vi! -Comecei também a chorar.
-Você acha que vou me interessar po um fedelho!
Eu me aproximei
-Eu já tenho aresposta, a senhora não ama o seu marido, sente gratidão, ou alguma coisa parecida.
-O que você sabe sobre o amor?
-Sei desde que a vi sair daquele carro com o seu marido.
-Um garoto que nem tem bigode ainda, quer me ensinar sobre a vida. Se encherga moleque!
Eu a beijei.
-Então me ensine a vida. Mas se dúvida que eu já sou homem suficiente para satisfazê-la na cama, pode procurar a prova debaixo da minha roupa.
-Você ainda vai ter que se masturbar muito no banheiro. Ou pensa que eu não o vejo você me observando coma aquele binóculos.
-eu sei que posso ser bem melhor que o traste do seu marido.
Nos beijamos, ela começou a desabotoar o vestido, eu beijava a nuva dela. Ela deitou na cama com as pernas abertas e eu em cima dela, só sentia a pele dela da perna dela roçando nas minha costas.
E assim a tive, nesta noite abençoada, eternizada por nosso amor. ela foi minha, só minha, os beijos dela não queria que acabasse nunca. Nossos corpos nús juntos, eu dormir com a mulher do desembargado.
Amanheceu, eu estava enrrolado nos lençóis, quando ela veio com uma bandeja.
-O dia está lindo lá fora, nem parece que teve aquela chuva ontem.
--Minha mãe deve estar preocupada.
-Preparei esse café da manhã para você e a sua roupa enxugou.
-Você gostou?
-Apesar de você ter ejaculado na cama, foi bom.
Ela se retirou com um sorriso nos lábios, que lábios. Quando me retirei tive que pensar numa desculpa rápida para enganar minha mãe.
Quando cheguei em casa, minha mãe já veio logo furiosa.
-Onde você estava?
-Quando fui comprar os ovos, encontrei Cláudio e conversei com ele, perdi a noção do tempo, quando vi a chuva cair, com os relâmpagos e trovões, ele me convidou para dormir na sua casa.
-E por que não ligou?
-Não queria incomodar os pais de Cláudio.
-E os ovos?
-Aqui.
-Você queria me matar de preocupação menino? Fiquei pensando mil besteiras, nem dormir, Ai Cristo! Graças a Deus você está vivo. Não sei o que seria de mim se eu lhe perdesse. Avisa, por favor, quando acontecer um coisa dessas. -Me abraçando.
Quando me dei conta do tempo, já era domingo, dia de missa.
-Cláudio se minha mãe perguntar se eu tive na sua casa e dormir lá, confirme, pelo amor de Deus.
-Está Bem.
Chegaram dona Eulália e Dona Justina juntas e sentaram perto de mamãe.
-Amancia ontem você passou o dia todo na igreja. -Dona Justina.
-Decidir ajudar o Padre Eurico.
-Estar muito religiosa. -fala dona Eulália.
-Todo tempo é sagrado quando é servido a Deus.
-Por que nunca casou Amância? -Pergunta minha mãe.
-Quando eu achar um marido temente, servo e fiel a Deus, quem sabe a minha felicidade não estará completa.
-É a felicidade da mulher está no matrimônio. Eu fui muito feliz com o santo do meu falecido marido. A minha felicidade só não foi completar por não encher a casa de filhos. A mulher tem que ser do lar, mãe e obediente ao marido, e fechar os olhos para as amantes do marido. Mulher desquitada é uma vergonha perante nós que somos a viga da religiosidade, essas feministas, esta praga acaba com todos os ensinamentos de nossas avós, mente vázia são as que seguem. O lugar da mulher é na cozinha, com a casa cheia de filhos. -Fala Dona Justina.
Decidir agradece a Deus, ajoelhei em frente ao altar, quando vejo ela ajoelhada ao meu lado.
-Eu viim dizer que está tudo acabado.
-Por quê?
-É loucura de nossa parte, o que vão dizer de mim.
-Que se danem!
-Não apareça, meu marido está por vim, eu o amo.
-Mentira!
-E não lhe darei mais aulas. Adeus. -Ela se benzeu e se levantou.
Fiquei o resto do dia a chorar no meu quarto, por que ela tinha feito isso comigo, ela era má, possuidora de menores, ela gostava de sentir prazer e descartar, na verdae ela não amava ninguém, nem a sombra dela. era inútil entendê-la.
No dia seguinte fui trabalhar na barbeária.
-Vou ter que fechar a barbeária.
-Por quê?
--Ela foi roubada.
--Mas quem faria issso?
-Não sei, nunca tive inimigos.
-Eu tenho umas economias...
-Não precisa, eu vou fechar, vou me desfazer, vender a barbeária.
-Onde vou trabalhar?
-Desculpa.
-O senhor vai fazer o quê?
-Vou viajar para Santos, para cuidar de uma irmã que se encontra muito doente, está tuberculosa. A carta que eu tinha enviado era avisando a ela que iria.
-Desejo melhoras a ela.
Comecei a chutar as pedras. Feliz era o desembargado! Minha mãe achou que era castigo de Deus e chorou a tarde toda, por isso decidir sair.
Fui até a banca da feira.
-Quero uma maçã.- o feirante me entregou a maçã -Aqui o dinheiro.
Quando olhei para atrás, lá vinha ela e todos olhando o traseiro dela.
-Pedro me ajude a carregar estas sacolas.
Carreguei a sacolas, mas tomei a decisão de nunca mais olhar para o rosto dela.
-A sua primeira vez foi comigo, não foi?
-O que lhe interessa?
-Porque a porta da minha casa amanhã a tarde se encontrará aberta.
-Você deseja brincar com meus sentimentos.
-Você não vai descobrir se não passar amanhã a tarde aqui, adeus e obrigada.
Ela entrou.

Nenhum comentário:

Central blogs

div align="center">Central Blogs

Colméia

Colmeia: O melhor dos blogs

Ueba

Uêba - Os Melhores Links