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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Dois sujos numa noite suja

Me lembrei que eu não perguntei o seu nome
Nem pedi seu telefone
Muito menos o endereço
Pra quê?
Sempre fui uma pessoa sem compromisso
Naquela noite te conheci com apreço
Quem dera! Seria um infâmia se escrevesse isso
Mas escrevo, temos que imortalizar a nossa melhor transa
É isso mesmo, você onde estiver saiba que me deixou na fossa
Com saudade daquela transa
Se é moça não leia o resto, pra não ficar ruborizada
Não estou aqui para ditar minhas qualidades, pois não escreverei sobre isso
A comi com ferocidade, tinha cara de moça e corpo de puta
Eu era o imperador desbravando o sexo dela
Se sentinddo todo dono entre as pernas dela
Com toda minha virilidade e com muita foreça
Ela gritava e gemia querendo o meu néctar
Nos beijavamos até ficar sem ar
As horas passavam e você não cansa
digo entre os dentes que me fez suar
Eu achando que era o caçador, na verdade era a presa
Se as paredes falassem
Ela era uma mulher para deixar o melhor amigo do homem duro por muitas horas
fazia cada coisa com ele
Ora na boca ora na mão e a surpresa
foram incontáveis as posições, ela tinha imaginação
Não sou religioso, mas me fez dizer Amém
Ela me provocava e eu só tendo a fascinação
O meu rosto entre os seus seios
Me fez lembrar das outras
Olha que não foram poucas
A priminha, a colega da escola, o casal de sapatão
Para conquistar o produto não importa os meios
Você me fez lembrar da fugacidade da juventude
Me fez feliz na plenitude
Ao acordar lhe ver de bruços na cama
Noto que tem uma tatuagem nas costas
Nas horas acaloradas você não nota muitas coisas loucas
Fui tomar um banho e ao voltar você sumiu
Se eu não lhe ver mais, espero com esses versos faça você se lembrar de nós dois na cama
Em uma certa noite fomos eternos amantes.

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