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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Íntimos. -Capítulo 12.



Vinícius Ramos - 25 anos - 2003.

Vinícius ao chegar em casa.
-Sua tia tá aí.
Ele ver ela.
-O que você está fazendo aqui?
-Vim te ver. Nunca mais mandou notícias, uma carta, um telefonema.
-Vamos deixar vocês a sós. - Júlia -Vamos Pedro. - se retiram.
A tia se aproxima dele.
-Eu sinto saudades de você. - alisa o rosto dele.
Ele esquiva o rosto.
-Sai daqui.
-Você é ingrato. Eu tirei você daquele orfanato quando você não tinha ninguém. Eu que te sustentei aqui em São Paulo  no início. - chorando.
-Eu vou te pagar cada centavo.
-Vamos sair daqui, ir pra outro lugar, matar a saudade.
-Eu não tenho saudade de você. Eu preferia ter ficado a vida toda naquele orfanato do que os 4 anos que passei morando com você. - chorando.
-Não faz assim. - se joga de joelhos e abraça as pernas dele.
-Me larga!
-Eu quero você. - ela desabotoa a calça dele.
Ele a empurra, se recompõe.
-Arranje outro sobrinho pra abusar dele sexualmente. Eu não vou ser doente como você  e meus pais.
-Eu te dei amor, te dei teto. Isso não vai ficar assim. Você não se diz doente. E o que você e esses outros são? Como vivem. Que nome se dá a isso?
-Amor. Coisa que nunca você vai ganhar de mim.
Ela cai no choro e se retira, ele também desaba em lágrimas e Júlia e Pedro o abraçam.
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Vinícius menino em seu quarto se masturbando. Entra a mãe e ver, dá um tapa nele.
-Que imundície é essa?
O leva até a cozinha.
-Estire as mãos.
-Não. - chorando.
-Estire ou arranco sua orelha. - puxando a orelha dele.
Ele estira e ela joga água quente que estava fervendo no fogo.
No dia seguinte, ele vai até a cozinha , vê a mãe encostada na pia.
-Vai ter o que de almoço?
Ela vira-se com o olho bem inchado, e os pulsos cortados.
-Sangue! Sangue!
A relação dos pais era conturbada, entre idas e vindas, separações e reatamentos, excessos e calmaria. Os dois eram usuários de drogas. A mãe era carinhosa quando não usava. O pai era o responsável por ter a viciado. Ela amava, não via o mal que ele fazia a ela. Todos diziam que a relação deles iria terminar em tragédia. E a medida que Vinícius crescia, ele sabia que não queria isso pra vida dele, que isso não era amor, era dor e sofrimento. As noites quando reatavam transavam como animais, se auto flagelavam e ele não dormia nessas noites, devido a cama batendo na parede do seu quarto, isso quando ela não era violentada, ele pegava ela a força quando ela não queria  ir pra cama com ele por estar sã, o ato de  estuprar a esposa o excitava e ela no dia seguinte recorria a doses maiores.
O pai dele no sofá. Ele ver ele cheirando, mexia no nariz, os olhos estavam tão vermelhos, estava vendo TV, como uma besta diante da TV.
-O que foi moleque?
-Nada.
-Aposto que quer chupar meu pau né viadinho. Se fosse mulher até te comia. Mas você é viadinho, eu sei que é. Nunca vai ser homem como eu. Tome - entrega a ele a droga - Cheire, me mostre que é homem.
- Eu não quero me tornar como vocês.
- O que seu moleque?!
Se levante e pega o menino e bate com a cabeça dele sequenciadamente no braço do sofá até sangrar.
-Chore como uma mulherzinha.
Vinícius leva a mão a cabeça e o pai abre uma cerveja e lambe o sangue que o filho deixou em suas mãos
-Sabe por que  sua mãe nunca vai me deixar? Sabe que sou muito homem pra ela. Que ela gosta de tomar pau no cu. Fatio a vagabunda da sua mãe. Faço ela gemer, porque sou macho.
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Vinícius num mercadinho, ver na fila Adriano acompanhado de uma garota. Ele sai da fila e Vinícius entra. Ao chegar na vez dela, ela vai deixando passar as pessoas até que chega Vinícius, e Adriano aparece. Ele olha pra ele.
-Vinícius como vai?
-Eu vou bem e você?
-Eu casei.
-Estou vendo que ela não é a namoradinha da escola.
-Eu tive várias namoradinhas você sabe, e depois da escola também.
-Ah é? - fala ela.
-Até que encontrei o amor da minha vida.
-Ele vão deixando passar as pessoas que estão atrás na fila.
-E você não encontrou o amor de sua vida?
-Acho que sim.
-Como assim?
A esposa vai passando as compras enquanto eles conversam.
-Eu sempre idealizei o amor, como os amores literários. O amor algumas vezes só é amizade e sexo.
-Entendi.
-Está fazendo o quê?
-Trabalho numa montadora de veículos. E você?
-Divido um AP com outros três amigos.
 -Me mande seu currículo.
-Acho que não me daria bem.
-Você que sabe. Eu lamento muito tudo que aconteceu com você.
-Entre mortos e feridos, estou aqui, costumo dizer.
-Vamos amor. - a esposa.
-Bom te ver. - oferece a mão.
As mãos dele continuavam grandes
-Também foi pra mim. - aperta.
-Vamos marcar alguma coisa qualquer dia desses. - entrega um cartão a ele.
Vinícius acena pra esposa e olha pros dois números do cartão. E antes de Adriano sair, ele vira o rosto pra Vinícius e sorri.
Vinícius começou a procurar trabalho, não poderia mais continuar vivendo de bicos, já que não poderia mais contar com o dinheiro da tia. Mariana não ajudava em nada, o blog de Júlia, ela administrava mal, se divertia mais do que ganhava, e Pedro ganhava um merreca com as apresentações de rua. assim o pesado ficava nas costas dele.
Ele numa sala de recepção.
-Pode entrar. - fala a moça.
Ele entra e encontra um coroa de óculos com tatuagem no braço e cabelos tingidos de loiro.
-Sente.
Entrega o currículo.
-Teve várias experiências profissionais.
-Desde que cheguei em São Paulo fiz um pouco de tudo pra sobreviver.
-Sei. Por que trabalhar com isso?
-Porque preciso de dinheiro.
-Precisa ter sorte e ser bom pra ganhar dinheiro. Você é bonito, bem afeiçoado, acho que vão gostar. E seu empresário?
-Eu não tenho, eu respondo por mim mesmo.
-Ótimo. Gosta de sexo?
-Acho que sim, pelo menos pratico todos os dias.
-Quanto mede?
-Não sei, nunca medi.
-Veste esse roupão e toma esse comprimidinho, quando fazer efeito venha, eu reconheço vários tamanhos de longe.
Vinícius obedece, volta pra sala e tira a roupa.
-20, 22 cm, ótimo. Faça os exames nesse laboratório aqui. - dá o cartão -Dando tudo ok, você começa imediatamente.
Vinícius voltou logo que teve os resultados em mãos.
-Tudo ok.
Foi um alívio pra Vinícius também, ele não é santo.
-Tire a roupa.
-O quê?
-Se masturbe pra mim. É o último teste, você vai transar num estúdio com várias pessoas vendo . Se for acanhado, não vai servir.
Ele tira a roupa e se masturba até gozar.
-Ótimo. Ana leve ele pro camarim.
-Vou começar hoje?
-Sim, como disse imediatamente. Aqui o roteiro. - entrega nas mãos dele.
-Não tem fala.
-É assim mesmo.
O levam até o teatro.
-Você vão ficar no palco fodendo, é só seguir o roteiro. - o diretor.
-Está pronto?
-Sim. - tira o roupão.
Deita no palco e sobe a outra atriz e monta em cima dele.
-Sem camisinha?
-Bareback, estava dizendo isso no roteiro. Algum problema?
-Não.
E assim Vinícius começou no ramo do pornô. Eram seis horas , chegava a ter 10 horas de gravação, as várias fodas eram para vários filmes, fora a sessão de fotos. Gozava várias vezes ao dia, que até foi perdendo o sentido a palavra, pela obrigatoriedade. Era vários tipos de mulheres, e tinha que tá aceso pra todas, o mercado era bem variado. Chegava exausto em casa.
Ele ver os 3 se beijando.
-Eu vou dormir no outro quarto. -se retira.
-O que houve com ele? - Mariana.
-Ontem ele dormiu durante o ato. - Pedro.
No dia seguinte ao chegar no estúdio se depara com um astro pornô e descobre que vai contracenar com ele no filme, ele era lindo, descendente de árabe, barbudo, jeito de homem, um quase quarentão.
-Prazer, Victor.
-Vinícius. Eu já assistir um dos seus filmes. - sorrir.
-E aí gostou?
-Sim.
-Vamos pessoal, vocês entram na banheira e comem as quatro meninas que estão lá dentro. Entendido?
Eles tiram a roupa e ele olha o corpo de Victor nu, isso tinha o excitado, Eles entram na banheira .Vinícius começa chupando os seios de uma menina e Victor a buceta de outra. E durante o ato se olharam.
No final da gravação, Victor foi falar com ele.
-Você manda bem rapaz.  - aperta a mão dele.
-Obrigado.
-A gente se vê. - ele iria se retirar, vira-se -Assim vai terminar ganhando prêmio de revelação.
Vinícius chega em casa e se depara com os três a sua espera.
-Você vira ator pornô e não nos avisa. - Júlia.
-Vocês nunca se interessaram como eu coloco dinheiro dentro de casa. O que vocês vão fazer?
-Vamos assistir. - Júlia.
-Assistem.
-Você nunca fez isso com a gente. - Mariana.
O filme termina.
-Menino mau. - Júlia sobe em cima de Vinícius.
-Estou cansado gente.
Júlia bate no rosto dele e o amarra nu numa cadeira.
-Ótimo, acabou a brincadeira, me desamarrem.
Júlia posiciona a câmera.
-Vocês vão filmar, por favor não coloquem isso na internet.
-Alô, vários vídeos seus vão parar na internet gatinho, daqui a pouco vai tá dando autógrafo, ficará famoso. Já conheceu algum astro pornô?
-O estúdio é pequeno, mas sim, eu fiz um filme com Victor Zapeta.
-Uau, ele é gostoso pra caralho. - Mariana
-E fez filmes tipo Jorradas nas estrelas e Gozadas e ganhos? - Pedro.
Mariana começa a fazer uma massagem nele e Júlia e Pedro a brincarem juntos com o pênis dele. Ele gostando os dois com a língua ao mesmo tempo, Mariana beija, o deixam duro e Júlia é a primeira a dá pra ele de costas, depois Mariana de frente pra ele  e ele beijando os peitos dela. O desamarram. Ele fica de quatro no sofá e agora é Pedro que o come.
O estúdio deu uma semana de folga pra ele, e R$ 4500,00 na mão em 15 dias. Ele sai de casa e no corredor se esbarra com Adriano.
-Adriano.
-Você nem ligou.
-Esse dias estava muito ocupado.
Adriano o puxa pra debaixo da escada e o beija, o deixando sem reação. Olha pra ele, ele alisando o corpo dele e sentindo os 24 centímetros de Adriano quase saindo da calça. Ele se abaixa e começa a chupá-lo, O pênis reto dele continuava a dá o que falar. Adriano começa a gemer de prazer, Vinícius adorava fazer alguém gemer de prazer, antes de gozar Adriano tira e joga fora da boca de Vinícius.
Suspende o eclé, olha pra ele e desce como se nada tivesse acontecido, igual da última vez, se encosta na parede e senta se sentindo usado, mas ao mesmo tempo aliviado.

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