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terça-feira, 21 de julho de 2009

U§ 500000

Caco e Dado são irmãos e órfãos. Caco está desempregado e Dado trabalha num açougue, passam por dificuldades financeiras, por isso mesmo Caco decidiu se inscrever num site de medicamento para ser cobaia, o dinheiro é bom, 50 mil dólares.
Caco não esperava ser selecionado tão rápido, ele recebe a carta, mas não estava em casa na hora, ao chegar encontra Dado e Nando, o primo.
-O que siginifica isso? Reuniãozinha?
-Você se inscreveu como cobaia?
-são 50 mil dólares.
-Eu li o contrato e diz que caso haja algum acidente com você que ocasione a sua morte ou lhe deixe inválido, você ou a família recebe 500 mil dólares.
-Sim, eu sei.
-Dez vezes mais. Já pensou irmão o que podemos fazer com essa grana. -sorrindo.
-Mas você esqueceu um detalhe, se eu morrer...
-E quem disse que você não vai morrer?
Caco no dia seguinte foi fazer todos os exames, o teste físico, a avaliação psicológica para participar da equipe de cobaias.
dado foi visitar o tio, o tio era bibliotecário de uma universidade pública, se chamava Marco.
-Eu procurei na internet esse medicamento aqui. -entrega o papel com o nome da droga -Eu queria mais sobre ela.
-Ma porque você quer saber sobre isso?
-Curiosidade.
-Tem certeza que não quer contar aos eu tio o seu real interesse nessa droga?
-Está envolvendo muito dinheiro, 10% para o senhor se me der as informações certas
-De quanto estamos falando?
Em casa Dado, Caco e Nando reunidos.
-Aqui diz que ela provoca todos os sintomas de um ataque cardíaco, deixa a respiração e os batimentos imperceptíveis, dependendo da dose não se consegue identificá-la através de exames de sangue. -fala Dado
-Bom, mas como vamos conseguir a droga e entrar no isolamento com ela, deve ter câmeras, eu devo ser revistado.
-Consegui já sei com quem. -dado olha para Nando.
-Não, não olhe pra mim. -se levanta da cama -Eu não posso liberar esse medicamento e ainda se derem por falta dele, eu tô ferrado. só faço se ganhar 100 mil.
Então já pode considerar os 100 mil em sua mão. -dado beija o rosto de Nando -Já entrar, há alguns lugares no nosso corpo que não podem ser revistados.
-Sim, considerando que eu consiga entrar com a droga, e dê certo, e a autópsia?
-Já pensei em tudo. Já tenho até um corpo. Já sei até como trocar os corpos, concerteza vão levá-lo ao Intituto Médico Legal da cidade.
dado e Nando olhando para um mendigo.
-Ninguém vai dá falta de um mendigo a menos na rua. Até vamos para o céu por ter dado descanso a esse infeliz e túmulo digno, não vai ser enterrado como indigente.
Nando depois se aproxima do mendigo.
-Estou fazendo um trabalho, tirando fotos de moradores de rua, eu estou oferecendo 50. -mostra a nota entre os dedos.
O mendigo se coloca na posição mandada e aparece um carro e o atropela, sai do carro Dado.
-Não acreditoi que você foi capaz de fazer isso. -Nando.
-Há muitas coisas que voc~e não sabe do que sou capaz. Tá morto?
Nando chuta o corpo e esse se vira inerte.
-Está.
-Agora me ajude a colocar no porta-mala.
Dado pára em frente ao açougue onde trabalha e aproxima-s um colega de trabalho.
-Por que me chamou aqui?
-Eu preciso esconder um corpo no freezer e sozinho não vou dá conta.
-Como?
dado abre o porta-mala, o rapaz se assusta.
-Eu tenho um defunto no porta-mala e te ofereço 50 mil dólares para me ajudar. para voc~e ter uma ideia. Não quer sair do aluguel? Com esse dinheiro você compra um apartamento de frente pro mar.
Caco foi ao isolamento, foi revistado,s e juntou ao restante do grupo. Tomava os comprimidos 3 vezes ao dia e sempre era examminado e o local onde dormia revistado.
-Qual o seu nome? -Uma jovem.
-Carlos, mas me chamam de Caco.
-Wanessa. É da onde?
Eles começam a conversar e num quarto qualquer dado e uma jovem loira mal tingida, nua em cima dele, transando, ele deitado e ela sentada bem maquiada.
Ela deita na cama depois sorrindo.
-Faço sexo oral, mas não ejacule na minha boca, se não mordo essa porra.
-Está interessada em ganhar dinheiro, muito dinheiro? -alisando o rosto dela.
-Na cara não faço por nenhuma quantia, dizem que sou a cara da Flávia Alessandra. Só dos ombros pra baixo.
Ele beija o pescoço dela e morde a mucosa da orelha dela dela de leve.
-Que tal me dá mais uma hora, assim te explico como ganhar esse dinheiro.
Se cobrem com o lençol.
caco vai almoçar, olha a câmera o filmando, deixa cair um garfo, se abaixa e coloca o comprimido na boca e começa a comer, alguns minutos depois ele começa a se sentir mal e cai no chão.
Em casa Dado atende o telefone informando da morte do irmão e para ele ir ao IML liberar o corpo, ele desliga e olha para Marco, que se encontra sentado no sofá.
O camburão pára na pista por ver uma moça loira pedindo ajuda, desesperada e ferida.
-O carro em que eu estava com o meu namorado caiu na ribanceira, acho que ele tá morto.
-Vai ver. -fala o outro funcionário como outro.
Um deles sai e desce a ribanceira com a moça, ele se aproxima do carro amassado, ma não ver o corpo.
-Cadê o seu namorado?
Ela bate com uma barra de ferro na cabeça dele. E Nando com o colega de Dado tiram o outro funcionário do camburão.
No Instituto Médico Legal.
-É ele! -chorando Dado abraça Marco.
Fora do estabelecimento, na varanda.
-Quando vão liberar esse corpo, não gosto disso aqui.
Se aproxima um funcionário.
-Tenho um serviço de primeira para te oferecer.
-Não,já tá tudo arranjado, obrigado. -O funcionário se retira -Papa defunto de uma figa.
Ele olha uma senhora gritando e chorando.
-Você deveria ser mais convicente como aquela senhora.
-Aonde... já estou revoltado por ter gastado minhas lágrimas por aquele infeliz e fazer um escarcéu por um Zeninguém, me poupe.
O legista o chama.
-Deixa que eu vou. -coloca os óculos escuros.
-Ele quebrou o braço e fraturou o crânio.
-A queda.
-Ele tinha uma tatuagem? Pois disseram que ele não tinha.
Dado não encontra palavras para dizer.
-Me explique um fato muito curioso, como o seu irmão que tem sangue O positivo e no exame dá B negativo e como ele foi perder 5 cm de altura.
Dado coloca o braço no ombro do legista.
-Se eu lhe der 50 mil dólares você esqueceria todos esses detalhes?
-De onde vem 50 pode vim 80 mil.
-É você tem razão, gostei do senhor.
Liberam o corpo, é enterrado. E depois Dado vai buscar o dinheiro no banco com o tio.
Ele cheira o dinheiro.
-Rico. -sorrir -Tenho que colocar 80 mil na conta daquele legista.
-Não se esqueça do meu. -Nando.
Em casa Caco fazendo as malas.
-Você vai ficar no sítio até eu dá um jeito, você tá morto para todos.
Dado nota que o irmão não gostou.
-Prometo que vou dá um jeito nisso, deixe esfriar as coisas e vamos para a Europa.
Um mês depois, Dado visita o irmão, está com roupa nova, cheio de correntes, o cabelo com luzes.
-E você aí todo bem e eu aqui na merda, sem poder colocar os pés na rua. Eu não aguento mais ficar preso nessa casa. Você disse que iria resolver.
-Eu vou resolver. Você sempre foi ingrato, eu estou planejando o seu futuro, estou cuidando de você, como seu irmão mais velho.
-Cuidando de mim? -rir -Vai a merda, dispenso esses cuidados.
Dado ao voltar para casa soube que não pode mais mexer no dinheiro, descobriram uma cartela de comprimidos nas coisas de Caco.
-sabe o que são esses comprimidos? -O investigador.
-Não faço a menor ideia.
-Muito estranho você perder o seu irmão e está com o carro do ano, roupa de marca.
-o que o senhor quer dizer com isso? Acha que não estou sofrendo?
dado reúne Marco e Nando na casa onde está Caco.
-Eu vou contar tudo! -Caco.
dado aponta uma arma par o irmão.
-Você fica aí, se você se mexer eu atiro.
-Abaixe essa arma Dado. -Nando.
-Eu não cheguei tão longe pra morrar na praia.
Caco senta-se.
-É hora nde nos acalmarmos, vão exumar o cadáver. -Marco.
-Se houver exumação. Pois não há exumação sem cadáver.
-Você está planejando violar um túmulo? Você tem ideia da quantidade de crimes que já cometemos?
-Nunca soube de ninguém que permaneceu preso por violar um túmulo nesse país.
A noite golpeiam o coveiro e colocam os cães para dormirem e embaixo de muita chuva tiram o corpo.
No dia seguinte Dado recebe a visita do investigador.
-Muito interessante logo agora o corpo do seu irmão desaparecer não é senhor Eduardo?
A noite ele recebe uma ligação do colega de trabalho.
-"A polícia está investigando o caso, e eu tenho muita coisa interessante a dizer, mas espero uma boa oferta para permanecer calado".
-Você ccontando você também vai ser preso seu idiota.
-"Eu não tenho nada a perder, já você...". -desliga.
-Droga.
No dia seguinte, Dado no trablho olha para o colega e se aproxima dele.
-No fim do expediente lhe entrego o dinheiro.
No fim do dia, todos foram embora, só permaneceu Dado e o colega, dado vai falar com o colega.
-Sabe uma qualidade que eu admiro nas pessoas é a ambição. Ma sambicioso idiota ninguém merece.
-O que você disse?
dado enfia o gancho que pendura as carnes no pescoço do outro, esse cai no chão sangrando muito e se estribuchando.
-Gostava de você, mas uma coisa aporendi, temos que eliminar os idiotas que ameçam os meus planos.
Corta o pescoço com a machadinha, e depois corta em vários pedaços.
No outro dia, ele fecha o caminhão.
-Já colocou toda a carga no caminhão?
-Já senhor.
-E o Frederico ainda não veio?
-Não senhor.
Um mês depois.
-Prenderam o homem que roubava corpos de cemitérios e ele disse que roubou o corpo do meu irmão, logo a grana foi liberada. Deus está conosco. -Dado brinda com Nando e Marco. e rirem.
-Qual é a senha do banco? -Marco pergunta.
-O número calçado por mim e caco, a altura do meu tio mais a sua idade. Vou retirrar o dinheiro no banco. -guarda o cartão no bolso do casaco e Marco lhe dá um abraço se despedindo, e logo se retira
-Eu vou tirar Caco de lá, Dado está louco. -diz Nando a Marco ao sair Dado.
Nando desamarra Caco da cama, este está fraco.
-Venha, vamos sair daqui.
Guarda todo o dinheiro que encontra na mochiola, e dá alguma coisa para Caco comer.
dado ao chegar no banco nota que está sem o cartão e se lembra do abraço de Marco.
-A quantia já foiu transferida senhor. -ela entrega o comprovante ao rapaz.
O rapaz do outro lado da mesa era marco com um sorriso largo nos lábios.
De um telefone público.
-Tenho uma denúncia a fazer. -dado.
Marco numa fila de embarque, se aproxima dois policias, ele vai se retirar, mas é parado por eles e algemado.
Na estação de metrô caco e Nando.
-Droga policiais, corre. -Nando.
Correm, atropelando as pessoas, Caco deixa cair a mochila, esta cai no trilhos do metrô.
-caco vamos!
Caco tenta pegar, mas não consegue, se esforça mais e cai e o metrô passa.
-Caco! -Nando dá um grito.
Um policial o ver, chega outro metrô, Nando entra nesse e pelo vidro ver um monte de gente se reunir na plataforma para ver o corpo do rapaz retalhado, ele senta e se abraça chorando.
dado chega em casa, mas não encontra Caco, nem o dinheiro.
-Meu dinheiro. -derruba uma mesa -Caco! -chuta uma cadeira e joga o abajú contra a parede.
A loira prostituta num bar.
-Uma cerveja.
Olha para o noticiário na Tv da morte de um jovem na Estação do metrô.
-Conhece?
-Não, coitado tão jovem. Tem um cigarro?
dado andando na rua desorientado.
-Meu dinheiro... Meu dinheiro. Onde está o meu dinheiro? -pergunat as pessoas que passam por ele- Onde escondeu meu dinheiro? Ele sacode um garoto, logo a mãe aparece e pega o menino pelo braço e se retira o chamando de doido -cadê meu dinheiro. -procura numa latra de lixo.
Num Resort jantando Marco, o legista o ver do bar e vai até a mesa dele.
-Te conheço de algum lugar?
-Não, acho melhor que não. Entendeu? -ele se retira deixando na mesa dinheiro.

3 comentários:

Gabriel disse...

Nossa que post gigante!!!!!!!


http://hardwatica.blogspot.com

Teclando com Tecnologia

Wander Veroni disse...

Opa! A história é bastante interessante. Já ouvi muitos casos de pessoas que se inscreveram como cobaias pq estavam com uma doença terminal ou que ainda não tinha cura. Na sua história, fico pensando se vale mesmo a pena passar por tudo isso...hehehe.

Abraço

Idealistas disse...

as pessoas pela cura de uma doença, se submetem a tudo e qualquer esperança.
se puder,visite:
http://pensamentossubentendidos.blogspot.com/

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