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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Releituras - Olhar de anjo.

Um homem claro, de olhos azuis, cabelos encaracolados castanhos, sentado num banco, entra um homem na sala acompanhado de uma mulher.
-O anjo estrangulador.
O homem joga as fotos das vítimas na mesa.
-Sabe quem são?
-Cadê os jornalistas? A imprensa? O trabalho que fiz foi muito bom, é digno de uma foto. -sorrir.
-Infelizmente doentes como você surgem cada vez mais.
-Só foram 11? -Pergunta a mulher.
-Só o que vocês sabem, perdi a conta.
-E Sabrina onde ela está? É a única vítima que não foi encontrado o corpo.
-E se não tiver corpo?
-Você só atacou mulheres e meninas?
-Que preconceito! Curtia rapazes também cheirando a leite, se é que me entendi. -rir.
-Como escolhia as vítimas?
-Andava pela rua e aí se visse uma boa vítima a escolhia, puxava conversa no ônibus, na lanchonete, na rua... Uma roleta russa, assim ficava mais emocionante pra mim... E pra vítima. Depois seguia todos os passos...
-E estrupava todas as vítimas.
-Só as que eu tinha vontade e depois estrangulava e cortava o corpo todo.
Eles verem no vidro o pai de Sabrina chegar, ele entra e vai em cima do assassino.
-Era uma menina de 14 anos. -chorando.
Os guardas o seguram, o Anjo estrangulador em pé. O pai se acalma.
-Por que minha filha? Onde ela está?
-No dique, todos os pedacinhos dela estão lá.
-Monstro! -dá um murro.
O homem vira o rosto e limpa o sangue.
-A sua filha era bem gostosinha, até gostou a safada.
Os guardas seguram o pai
-O tirem daqui. -Pede a investigadora.
O pai é retirado.
-Dizem que Deus e os anjos dele observam nossos passos. Que Deus? -sorrir -Ninguém, nem os anjos se importam conosco, Deus se esqueceu da gente faz tempo. Estamos sozinhos.
A investigadora olha para ele e se retira, o investigador senta de frente para ele.
-Tem um filho, é viúvo. Espero que ele saiba que não é bom falar com estranhos, tem muitos aí, pervertidos igual a mim, doidos para tirar a inocência de uma criança de oito anos. Torço que você saiba onde ele esteja. Quem sabe na minha cama.
-Cale a boca!. -O investigador com as mãos no pescoço do assassino.
Ele olha o pai chegando a delegacia.
-Quem o chamou? Por que o chamaram? -Ele chuta a cadeira.
-Acalme-se.
-Ele tem problema do coração. -Chorando.
Ele levanta, olha para o pai.
-Ele nunca vai me perdoar.
-E você se perdoaria?
-Minha mãe disse que eu não tinha coração.Fica dificil perdoar sem coração. Você não acha?
-Você sabe o que vai acontecer com você? Os prisioneiros adoram pessoas como você.Conte pra mim onde está a menina.
-Eu me mato antes de entrar na cela, e nunca, nem você e nem os pais da menina vão saber onde ela está.
-Quero que veja uma coisa.
Mostra a foto de uma menina de quatro anos.
-Gostaria que fizessem isso com a sua filha?
-Ela está morta. Cansei de conversar com você, prefiro a gostosona da investigadora.
-Não sei por que te apelidaram de o Anjo estrangulador.
-Dizem que é por causa do meu olhar de anjo. Até Satanás foi um anjo querido.
O investigador vai se retirar.
-Tranque bem a porta do quarto do seu filho. Vou me mastuubar hoje a noite pensando nele. -o investigador se retira.
Mais tarde o investigador com um martelo quebra o cadeado e abre a cela e tira de lá o Anjo estrangulador, o algema.
-Vamos dá um passeio.
O leva ao Dique.
-Onde está a menina? -Com uma lanterna.
-Procure. Ela não deu muito trabalho, não gritou, deve lhe ajudar.
O investigador o joga no chão e mira a arma.
-Isso faz justiça com a própria mão.
-Eu liguei pra casa e o meu filho está assistindo um filme com um amighinho dele.
-Você acreditou. -sorrir -Aprendi a blefar jogando cartas.
O investigador continua procurando, o homem olha um toco de madeira atrás do banco, se abaixa e pega e bate várias vezes com ele na cabeça do investigador, que cai no chão. Pega a chave, se livra da algema.
-Idiota. -o puxa pelas pernas, até a plataforma de madeira que prende os barcos, olha pelas frestas a menina. -Não consegui falar? Ai eu costurei o lugar errado. Se eu tirar a pedra que te sustenta. Isso, você respondeu corretamente, você morre afogada.
Se joga na água, e tira a pedra.
Sobe a plataforma.
-Eu soube que é funda. Aí a agua está gelada. Ah investigador tem que trocar as pessoas que revistam lá. Olha o que deixaram passar.
Faz a injeção com a droga e aplica no investigador.
-A sensação é ótima! Você fica tonto... Tonto. Ai você vai tentar salvar a menina e vai morrer também afogado. Eu não disse que ela estava no dique.
O investigador tenta se levantar inutilmente, cai. O homem vai até o carro, acende um cigarro, liga o som.
-Ai que música ruim, péssimo gosto investigador.
Entra no carro, procura um disco, o investigador quebra o vidro dianteiro do carro e tira o homem de lá e dá vários murros no Anjo estrangulador, esse o chuta e o investigador cai no chão.
-É vou ter que adiantar a sua morte. -pega a arma.
Ver a luz de um farol de um carro ,é atropelado, sai do carro a investigadora e atira na cabeça do Anjo estrangulador.
-Está bem?
-Salve a menina.
No hospital.
-O médico disse que você ainda deve ficar um pouco tonto nas próximas 12 horas, mas está bem.
O investigador chega em casa.
-Miguel? Filho? Ruth?...
Sobe a escada, encontra a empregada chorando.
-O Miguel...
-Cadê o meu filho?
-Ele estava assistindo a um filme com um amiguinho dele e eu na cozinha, alguém o chama e ele desceu. -chorando a empregada.
-Quem foi? -sacudindo o menino.
-ele disse que era um amigo com quem ele se corrrespondia na internet.
O investigador larga o menino, coloca a mão na cabeça, está chorando.
-Meu filho... Meu filho. Não!

2 comentários:

Tiago Dadazio disse...

HUMMM
GOSTEI!
PARECE UM TRUMBEQUINHO!

Pirú disse...

Caranmba q viagem ! tu é mto doido d ter imaginação pra escrever esses lances... o anjo estrangulador tals..
preza !

Por Favor ! Comenta no meu também, ok ?
http://www.escolhaopcional.blogspot.com/
Valeus ! Abraços

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